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Simpaticíssimo e humilde buffet por quilo a um quarteirão do metrô Praça da Árvore. Gerido por uma simpaticíssima família nipo-brasileira oriunda da cidade paraense que lhe dá o nome, é um ambiente para lá de curioso: na fachada, dois "noboris" ; a comida é como as das associações comunitárias japonesas do interior do Brasil, com direito a tsukemono de chuchu e yakissoba.
O buffet já começa com duas panelas elétricas: uma com arroz japonês, outra com Okowa (osekihan). Mais para o fundo, tem arroz ocidental, ao lado da feijoada! A mixórdia nipo-brasileira não para por aí: o que parece ser farofa, é Okara (feita com farelo de soja que sobra do preparo de tofu). Ao lado do pastel de pizza, tempurá de legumes.
Mas ao contrário dos pseudo-japas por aí a fora, esta casa é um pedacinho autêntico da Colônia: na decoração, itens como um autógrafo de um famoso cantor japonês e troféus de karaokê; vira e mexe, as senhoras anunciam cada prato reposto: "saindo couve-flor empanada quentinho...!". Na TV, um DVD com canções infantis (Koinobori, Shabondama, etc.)
O chá verde é cortesia da casa, bem como a sobremesa (um copinho de gelatina).
O preço é o de mercado, na média dos demais bufês por peso.
A casinha estava lotada, pelo visto gente da vizinhança, de várias etnias.
No balcão, mais duas surpresas para levar: ohagi (ou botamochi, doce feito de anko e arroz), e, para viagem, honrando suas origens amazônicas, maniçoba congelada!
Eu me senti visitando um kaikan da roça, com sua culinária "com o que deu para pegar na horta" - ou um pedacinho da própria Tome-Açu...
Tirando o carinho sentimental, no fundo, é um restaurante de bairro, comida caseira honestíssima, e com personalidade insubstituível por ser de raiz.
Não digo que é irretocável, mas se mudar, acho que estraga a identidade.
Só abre para almoço. Vizinha da Lamen Açu, dos mesmos proprietários, esta mais refinada e com pratos à la carte (basicamente lámen, no almoço serve também pratos executivos Teishoku).
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Simpaticíssimo e humilde buffet por quilo a um quarteirão do metrô Praça da Árvore. Gerido por uma simpaticíssima família nipo-brasileira oriunda da cidade paraense que lhe dá o nome, é um ambiente para lá de curioso: na fachada, dois "noboris" ; a comida é como as das associações comunitárias japonesas do interior do Brasil, com direito a tsukemono de chuchu e yakissoba.
O buffet já começa com duas panelas elétricas: uma com arroz japonês, outra com Okowa (osekihan). Mais para o fundo, tem arroz ocidental, ao lado da feijoada! A mixórdia nipo-brasileira não para por aí: o que parece ser farofa, é Okara (feita com farelo de soja que sobra do preparo de tofu). Ao lado do pastel de pizza, tempurá de legumes.
Mas ao contrário dos pseudo-japas por aí a fora, esta casa é um pedacinho autêntico da Colônia: na decoração, itens como um autógrafo de um famoso cantor japonês e troféus de karaokê; vira e mexe, as senhoras anunciam cada prato reposto: "saindo couve-flor empanada quentinho...!". Na TV, um DVD com canções infantis (Koinobori, Shabondama, etc.)
O chá verde é cortesia da casa, bem como a sobremesa (um copinho de gelatina).
O preço é o de mercado, na média dos demais bufês por peso.
A casinha estava lotada, pelo visto gente da vizinhança, de várias etnias.
No balcão, mais duas surpresas para levar: ohagi (ou botamochi, doce feito de anko e arroz), e, para viagem, honrando suas origens amazônicas, maniçoba congelada!
Eu me senti visitando um kaikan da roça, com sua culinária "com o que deu para pegar na horta" - ou um pedacinho da própria Tome-Açu...
Tirando o carinho sentimental, no fundo, é um restaurante de bairro, comida caseira honestíssima, e com personalidade insubstituível por ser de raiz.
Não digo que é irretocável, mas se mudar, acho que estraga a identidade.
Só abre para almoço. Vizinha da Lamen Açu, dos mesmos proprietários, esta mais refinada e com pratos à la carte (basicamente lámen, no almoço serve também pratos executivos Teishoku).
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