Sotero Cozinha Original

nota 3.3 de 5 em 13 opiniões
| Rank: 2116º de 8756 | Restaurantes

Restaurante de culinária baiana, o Sotero oferece um clima de boteco, descontraído, com petiscos e pratos inspirados na cozinha local. Inaugurado em 2011 pelo chef Rafael Spencer, a casa apresenta como carro-chefe a moqueca mariscada (serve duas pessoas). Não saia de lá sem provar a casquinha de siri com farofa de dendê. Seja no happy hour ou jantar, a cerveja geladinha está à disposição.

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Não conhecíamos o baiano SOTERO e tínhamos uma certa restrição com relação a esse simpático local, afinal de contas o que estaria um restaurante fazendo no Comida di Buteco? A nossa primeira impressão já foi totalmente satisfatória quando vimos a enorme lousa decorativa com os dizeres anunciando o bar e tirando a nossa dúvida: "Soterobar"

Apesar de não termos conversado com os proprietários Rafael Sessenta (pai) e Rafael Spencer (filho) sobre a questão BAR x RESTAURANTE, acreditamos que o SOTERO tenha características dos dois nas devidas proporções. O fato dele ter ótimos petiscos como Mini Acarajés, bolinhos de aipim com Carne de Fumeiro, Caldinhos de Mocotó, etc., além das cervejas sempre gelaaaaada e um clima mais descontraído dão o toque de bar, já o fato dele ser comandado por 2 Chefes de cozinha dão a certeza de que ele tem uma "pegada" de restaurante.

Discussões a parte, nós estávamos lá para provar o CUSCUZ DE FUMEIRO! O prato é composto de linguiças temperadas fritas com vários e vários ingredientes baiano, servida com molhos especiais. O tira gosto nos agradou e dá pra perceber os cuidados e a criatividade na elaboração dessa entradinha.

O destaque do Cuscuz é a farinha de COPOIBA, um tipo de farinha de mandioca que é cultivada nas roças de cacau e que tem como principal característica a cor amarelada e o fato de ser bem fininha. Essa eles foram buscar na terra do jogador Vampeta, no recôncava Baiano em Nazaré das Farinhas (BA).

O mini acarajé nos pareceu ser um grande sucesso da casa, principalmente pelo que andamos lendo nos vários quadrinhos que decoram o ambiente interno do Sotero. Então pra não perder tempo, aproveitamos a viagem e pedimos uma porção de MINI ACARAJÉS. Ele não vem montado como os mini acarajés do Pé de Manga na Vila Madalena ou como são os grandiosos acarajés das barracas de Salvador, mas agradaram com certeza.

O bar estava tranquilo e o atendimento dentro da média, salvo pelas ótimas intervenções do Sr. Rafael Sessenta que nos explicou sobre o fato de estar faltando a Heineken e sobre eles não estarem fazendo o petisco desenvolvido para o Desafio Doritos (Petisco criado com Doritos - Competição paralela dentro do concurso Comida di Buteco, onde somente os jurados votam e só o campeão recebe um prêmio em dinheiro) naquele dia.

Sinceramente o Sotero nos agradou pelo clima do lugar, além da sua simplicidade e seu estilo. Em breve o Sotero irá abrir uma casa (filial) em FORTALEZA-CE, na praia de Iracema e será comandada pelo Chefe Rafael Sessenta que ficará full time lá. Já o Rafael Spencer continuará em São Paulo firme e forte...

Encerramos nossa visita ainda surpreendidos pelo local. É sempre bom você chegar num lugar desconfiado e mudar de opinião por tudo o que você vê e ouve (e bebe). Pensou num lugarzinho pra petiscar a culinária baiana, o SOTERO é esse local pra você colocar na sua listinha, principalmente se você realmente gosta da Bahia.

Data da Visita: 23/04/2013

Simulação de gastos para 2 Pessoas:
R$ 22,00 (Tira Gosto: CUSCUZ FUMEIRO)
R$ 15,00 (Heineken = R$ 7,50 x 2))
R$ 3,70 (10%)
TOTAL R$ 40,70
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Lugar com ambiente agradável e descontraído.
A cerveja foi servida estupidamente gelada. Ponto positivo.

A comida não nos surpreendeu muito.
De entrada pedimos casquinha de siri, que estava boa, e acarajés. O vatapá que acompanhava o acarajé não foi um dos melhores que já experimentei, estava apenas mediano.
Como prato principal pedimos uma moqueca de peixe e camarão. A moqueca deixou muito a desejar. Aparentemente estava carregada no azeite de dende e tinha quase nenhum sabor do leite de coco. O pimentão e a cebola estavam crus e servidos como decoração do prato ao invés de fazerem parte do sabor do prato. O camarão foi o mais estranho que já comi. Sem gosto, Transparente, sem textura de camarão, foi sem dúvida algo que me tirou o apetite e até me questiono se aquilo era mesmo camarão... Sinistro... O peixe da moqueca foi o que salvou o que restou do prato.
Não sei se é sempre assim, mas esta moqueca deixou muito a desejar. Não foi uma experiência ruim, mas passou muito longe de ser memorável.

Queria deixar um aviso aos usuarios do groupon para este estabelecimento adquiri um voucher deste restaurante liguei hoje para marcar atendeu uma moça e me disse que para o groupon somente reservas ate as 20,00 horas, disse a ela que morava na zona oeste e que nao teria como sair do trabalho ir em casa pegar minha familia e chegar la ate as 20,00 horas a mesma disse que nada poderia fazer entao pedi cancelamento junto ao groupon fica ai um aviso pois tenho certeza que se la for existirao mesas vazias ou seja quem chega la 21,30 22,00 22,30hs sem voucher entra e é atendido normalmente nao ha indiscriminação para clientes com groupon (os pobres).

via Android

Comprei um voucher do Groupon e decidi ir conhecer o Sotero.
O lugar parece ser legal, clima de barzinho.
Liguei no dia anterior para agendar uma mesa às 13:30 e me disseram que não era necessario.
Cheguei lá e para minha surpresa fui informado que nao poderia usar meu voucher.
Argumentei que tinham dito que nao orecisava reservar e o gerente esta irredutivel e disse que se quisesse usar, teria que voltar outro dia.
Resumindo, atendimento patético e mais um exemplo de como estabelecimentos muitas vezes nao sabem lidar com o cliente. Com certeza, nao volto mais lá nem recomendarei para meus amigos irem lá.
Pessima experiencia!

Não conhecíamos o baiano SOTERO e tínhamos uma certa restrição com relação a esse simpático local, afinal de contas o que estaria um restaurante fazendo no Comida di Buteco? A nossa primeira impressão já foi totalmente satisfatória quando vimos a enorme lousa decorativa com os dizeres anunciando o bar e tirando a nossa dúvida: "Soterobar"

Apesar de não termos conversado com os proprietários Rafael Sessenta (pai) e Rafael Spencer (filho) sobre a questão BAR x RESTAURANTE, acreditamos que o SOTERO tenha características dos dois nas devidas proporções. O fato dele ter ótimos petiscos como Mini Acarajés, Bolinhos de Aipim com Carne de Fumeiro, Caldinhos de Mocotó, etc., além das cervejas sempre gelaaaaada e um clima mais descontraído dão o toque de bar, já o fato dele ser comandado por 2 Chefes de cozinha dão a certeza de que ele tem uma "pegada" de restaurante.

Discussões a parte, nós estávamos lá para provar o CUSCUZ DE FUMEIRO! O prato é composto de linguiças temperadas fritas com vários e vários ingredientes baiano, servida com molhos especiais. O tira gosto nos agradou e dá pra perceber os cuidados e a criatividade na elaboração dessa entradinha.

O destaque do Cuscuz é a farinha de COPOIBA, um tipo de farinha de mandioca que é cultivada nas roças de cacau e que tem como principal característica a cor amarelada e o fato de ser bem fininha. Essa eles foram buscar na terra do jogador Vampeta, no recôncava Baiano em Nazaré das Farinhas (BA).

O mini acarajé nos pareceu ser um grande sucesso da casa, principalmente pelo que andamos lendo nos vários quadrinhos que decoram o ambiente interno do Sotero. Então pra não perder tempo, aproveitamos a viagem e pedimos uma porção de MINI ACARAJÉS. Ele não vem montado como os mini acarajés do Pé de Manga na Vila Madalena ou como são os grandiosos acarajés das barracas de Salvador, mas agradaram com certeza.

O bar estava tranquilo e o atendimento dentro da média, salvo pelas ótimas intervenções do Sr. Rafael Sessenta que nos explicou sobre o fato de estar faltando a Heineken e sobre eles não estarem fazendo o petisco desenvolvido para o Desafio Doritos (Petisco criado com Doritos - Competição paralela dentro do concurso Comida di Buteco, onde somente os jurados votam e só o campeão recebe um prêmio em dinheiro) naquele dia.

Sinceramente o Sotero nos agradou pelo clima do lugar, além da sua simplicidade e seu estilo. Em breve o Sotero irá abrir uma casa (filial) em FORTALEZA-CE, na praia de Iracema e será comandada pelo Chefe Rafael Sessenta que ficará full time lá. Já o Rafael Spencer continuará em São Paulo firme e forte...

Encerramos nossa visita ainda surpreendidos pelo local. É sempre bom você chegar num lugar desconfiado e mudar de opinião por tudo o que você vê e ouve (e bebe). Pensou num lugarzinho pra petiscar a culinária baiana, o SOTERO é esse local pra você colocar na sua listinha, principalmente se você realmente gosta da Bahia.

Data da Visita: 23/04/2013

Simulação de gastos para 2 Pessoas:
R$ 22,00 (Tira Gosto: CUSCUZ FUMEIRO)
R$ 15,00 (Heineken = R$ 7,50 x 2))
R$ 3,70 (10%)
TOTAL R$ 40,70
Foto opinião do Luís Gustavo Botelho Verdelone sobre Sotero Cozinha Original

Lugar perfeito para passar a tarde de sábado, sem pressa. A minha dica é pedir um monte de entradinhas e assim deixar o tempo passar. A casquinha de siri é ótima (vai bastante dendê, tem que gostar), assim como o abará e o acarajé. Sim, o serviço é um pouco lento e atrapalhado, mas compensa com muita simpatia. Se quiser experimentar um dos pratos principais, sugiro o arroz de hauçá (arroz com leite de coco, com carne seca e camarões secos pra acompanhar), que é delicioso.

Estive no Sotero em um sábado, restaurante próximo de Higienopolis (no final da Av Angélica).

A comida baiana é o destaque do lugar, que tem um ambiente informal bem agradável. Um lugar bacana para tomar cerveja e comer aperitivos.

Pedimos o acarejé, bolinho de siri, pastel de carne seca, arroz com camarão e mantinha de carne. Os primeiros estavam muito bons, mas a mantinha estava muito salgada (apesar de ser uma característica do prato).

O atendimento é divertido, mas percebemos algumas trocas de pratos durante a tarde que ficamos lá.

Ainda assim, um lugar bacana na Santa Cecilia.
Primeira opinião do lugar

Infelizmente, ainda não conheço a Bahia. Com certeza, vou conhecer um dia e degustarei muito da culinária local. Mas já arrumei meu jeitinho de passear por Salvador sem sair de São Paulo. Sugiro que faça a mesma odisséia: pegue um lindo sábado de sol e vá até o Sotero. Garanto que não irá se arrepender e ficará encantado com tamanha brasilidade.

Localizado em um nobre bairro da cidade, a fachada é simples e nem chama tanto a atenção. Conforme você entra no restaurante é que começa a perceber todo o capricho. As paredes são pintadas com paisagens soteropolitanas, há cadeiras coloridas e, claro, as folclóricas namoradeiras estão por toda parte. E afinal, o que é que o tabuleiro da baiana tem?!? Vamos ao menu...

Começando pelas bebidas, tomei um suco de Tamarindo. Estava gostoso, mas nada sensacional. O Hilton tomou a clássica Caipirinha de Limão (com pinga típica, claro) e adorou.

Preparem-se para a quantidade exagerada de entradas que pedimos: Mini-acarajés, Caldinho de Sururu, Caldo de Mocotó e Bolinho de Aipim com Carne de Fumeiro e Requeijão. Todas estavam deliciosas com destaques para o rústico caldo de sururu e os primorosos acarajés.

Um belo sinônimo do acarajé é a perfeição. A lisa massa recheada com o caprichoso vatapá (daqueles com bastante sabor de manteiga de garrafa) e os crocantes camarões secos é de "se comer rezando", ou melhor, agradecendo ao Senhor do Bonfim.

Como nem tudo é perfeito, devo dizer que o atendimento é um pouco deficiente. Algumas atendentes parece que pousaram de pára-quedas naquele instante lá e não sabiam direito nem o que tinha descrito no próprio cardápio. Quando decidimos pedir o prato principal, perguntamos de que era composta a Moqueca Sotero. A moça não sabia responder e nem procurou se informar com alguém.

Ainda bem que o chef Rafael Sessenta passou neste momento e nos salvou. Além de explicar, também nos ofereceu uma pequena cortesia: ao invés de escolher um entre os 3 tipos de acompanhamentos, ele nos mandaria um bucadinho de cada um. Eba, os olhinhos da criança aqui até brilharam... rs!

A moqueca em questão tinha de um tudo, isto é, peixes e frutos do mar demasiadamente frescos. Porém o que mais gostei mesmo foram os acompanhamentos: vatapá, caruru e feijão com leite. Este feijão é realmente impressionante, ele é batido com leite de coco. Lhe parece estranho? Acreditem, é puro deleite. Principalmente pra quem ama uma comidinha agridoce, assim como eu.

Finalizando a comilança, partimos para as sobremesas. Uma delas foi a Cocada Branca. O cravo era proeminente e adicionou valor à cocada, entretanto não foi o nosso doce preferido.

Agora a parte "polêmica" da resenha: a outra sobremesa saboreada foi a Punheta com Babá de Moça. O nome já é sugestivo, né?!? Não queria nem saber de outra coisa, eu tinha que ver o que era isso de perto. Trata-se de um bolinho de tapioca de crosta crocante com calda de babá de moça e salpicada de canela. Nossa, é indescritível de tão bom. Ah e pela foto dá pra perceber o porquê de seu título, como vocês podem observar! hahahaha

Por fim, devo informar que a conta ficou cara. Só que valeu não somente pela qualidade, mas também pela quantidade do que comemos. Saímos de lá literalmente satisfeitos e felizes!;)
Acaraje
"Acaraje"
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