Bar Paribar  

nota 4.0 de 5 em 1 opinião
| Rank: 385º de 432 | Restaurantes Italiano


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Primeira opinião do lugar

Lá na Praça Dom José Gaspar, atrás da Biblioteca Municipal, funcionou por muitos anos um dos bares históricos de São Paulo, o Paribar. Dizem que naquela época, meados das décadas de 50 e 60, a cidade tinha uma certa aparência européia, algo que pode ser reeditado – com uma imensa dose de boa vontade – na retina de quem observa hoje a praça de forma isolada, sem desviar a atenção para o seu entorno. Mas o fato é que desde 2005 o mesmo local abriga o Santa Fé, um elegante restaurante contemporâneo, que destaca a culinária italiana e é outra boa opção no centro velho.

Os boêmios intelectuais deram lugar aos executivos modernos, boa parte deles funcionários da companhia espanhola que controla a comunicação por telefone no Estado. Um público que os guias gastronômicos definiriam como “arrumadinho”.

Antes de ir com a Débora, já tinha almoçado lá algumas vezes. Sabia, portanto, que o nhoque de mandioquinha e o linguini ao brandy eram deliciosos. Insisti nas massas e pedi o ravióli de mussarela Paribar, servido com molho de manteiga, amêndoas, sálvia e crutons de legumes (R$ 18,90). Delicioso.

A Débora foi um pouco mais ousada: escolheu camarões grelhados ao molho de mel (26,70), com cebola, mostarda, creme de leite e arroz piemontese. Uma receita interessante, porém mal executada, o que resultou em um prato doce demais.

Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
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Primeira opinião do lugar

Lá na Praça Dom José Gaspar, atrás da Biblioteca Municipal, funcionou por muitos anos um dos bares históricos de São Paulo, o Paribar. Dizem que naquela época, meados das décadas de 50 e 60, a cidade tinha uma certa aparência européia, algo que pode ser reeditado – com uma imensa dose de boa vontade – na retina de quem observa hoje a praça de forma isolada, sem desviar a atenção para o seu entorno. Mas o fato é que desde 2005 o mesmo local abriga o Santa Fé, um elegante restaurante contemporâneo, que destaca a culinária italiana e é outra boa opção no centro velho.

Os boêmios intelectuais deram lugar aos executivos modernos, boa parte deles funcionários da companhia espanhola que controla a comunicação por telefone no Estado. Um público que os guias gastronômicos definiriam como “arrumadinho”.

Antes de ir com a Débora, já tinha almoçado lá algumas vezes. Sabia, portanto, que o nhoque de mandioquinha e o linguini ao brandy eram deliciosos. Insisti nas massas e pedi o ravióli de mussarela Paribar, servido com molho de manteiga, amêndoas, sálvia e crutons de legumes (R$ 18,90). Delicioso.

A Débora foi um pouco mais ousada: escolheu camarões grelhados ao molho de mel (26,70), com cebola, mostarda, creme de leite e arroz piemontese. Uma receita interessante, porém mal executada, o que resultou em um prato doce demais.

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