Salomé

nota 4.0 de 5 em 42 opiniões
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Bares e Botecos

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No Salomé Bar eu já havia comparecido em Agosto de 2012, por ocasião do evento mensal do Kekanto. Trazia ótimas recordações do ambiente, mas queria tirar uma segunda prova da cozinha, que não me encantou naquela primeira visita. Fomos, Vivian e eu, no cair da tarde de um domingo de novembro do mesmo ano.

Chegando ao estabelecimento, fiz o "reconhecimento" do lugar, começando pelo último pavimento. É lá onde se localizam os banheiros, que vale dizer, são amplos, limpos e agradáveis. Quanto ao ambiente em si, ao que parece este somente é ocupado pela clientela a partir da lotação dos demais, o que pode ser explicado inclusive pelo seu exacerbado calor.

O ambiente intermediário, que é uma espécie de sacada do primeiro pavimento, tem a preferência dos casais. Já o primeiro a ser avistado quando se entra no Salomé, por fim, é o escolhido pelas turmas em suas confraternizações ou happy hours. Como sou muito encalorado, sugeri à Vivian ficarmos neste, e nos assentarmos na última mesa disponível junto aos janelões que dão vista para a rua. A nossa escolha, porém, só foi possível depois de termos convencido o garçom disso, já que a mesma lhe obrigaria a enxugar o chão próximo. Ainda hoje estamos na espera de tal iniciativa.

Para dar início ao que nos levou a este bar, que foi a expectativa por beber e comer bem, chamamos um segundo garçom. Este, mais simpático e proativo, serviu-nos um balde com duas garrafas de Original (R$ 6,20 cada), que estavam na temperatura adequada. Já a Vivian pediu um suco de abacaxi com hortelã, que por sua vez era bem menos encorpado do que o desejado.

No intuito de desfazer o desapontamento quanto aos quitutes da primeira visita, que foram a carne seca acebolada, o filé ao gorgonzola, o medalhão de frango e as bolinhas de queijo, sendo apenas o último deles realmente bom, resolvemos pedir algum prato que tivesse indicação. Foi quando me lembrei que um amigo me havia sugerido, certa vez, o sanduíche. Dentre as doze opções de lanches quentes e frios, optamos pelo "Mignon com cheddar" (R$ 17,90), para dividir. Composto por filé mignon (infelizmente em iscas), cheddar, muçarela e vinagrete na baguete, após a segunda mordida reclamei com o garçom pela ausência do queijo processado que dá nome ao sanduíche. Ele concordou que a cozinha pode ter esquecido, e logo me trouxe uma porção extra do mesmo. Ao me deparar com o potinho do pálido requeijão, notei que o "cheddar" já existia dentro do nosso lanche, por mais que que não tivesse nem o sabor e nem a aparência do mesmo. Uma pena que tenha me esquecido de fotografá-lo, para compartilhar com os amigos e leitores a "nova variedade" de cheddar. Seja como for, e apesar desse porém, considero que o sanduíche seja regular.

Depois de mais algumas garrafas, decidimos experimentar também o escondidinho de carne seca, este recomendado por meio de uma grande fotografia na capa do cardápio. Chegando à nossa mesa, notei que o Salomé trabalha com o purê de batatas, que na minha opinião não harmoniza tão bem com a carne de sol quanto o purê de mandioca.

Custando na faixa dos R$ 15,00, o seu recheio se mostrou tão insosso quanto a porção de carne seca experimentada em minha primeira visita.

O bar, há que se dizer, é uma franquia da rede paulistana com matriz em Sorocaba, e para que se posicione em um patamar mais elevado, talvez lhe falte justamente um acompanhamento mais efetivo dos proprietários da marca, sobretudo no que se refere à cozinha. O recebimento de todos os cartões, aliado a um interessante ambiente, e ainda uma invejável carta de cachaças, são aspectos que hoje representam os pontos fortes da casa. Acertados os demais quesitos, o Salomé terá plenas condições de competir com os inúmeros estabelecimentos existentes ao seu redor.

Obs: o bar fechou as portas no início de 2013.
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No Salomé Bar eu já havia comparecido em Agosto de 2012, por ocasião do evento mensal do Kekanto. Trazia ótimas recordações do ambiente, mas queria tirar uma segunda prova da cozinha, que não me encantou naquela primeira visita. Fomos, Vivian e eu, no cair da tarde de um domingo de novembro do mesmo ano.

Chegando ao estabelecimento, fiz o "reconhecimento" do lugar, começando pelo último pavimento. É lá onde se localizam os banheiros, que vale dizer, são amplos, limpos e agradáveis. Quanto ao ambiente em si, ao que parece este somente é ocupado pela clientela a partir da lotação dos demais, o que pode ser explicado inclusive pelo seu exacerbado calor.

O ambiente intermediário, que é uma espécie de sacada do primeiro pavimento, tem a preferência dos casais. Já o primeiro a ser avistado quando se entra no Salomé, por fim, é o escolhido pelas turmas em suas confraternizações ou happy hours. Como sou muito encalorado, sugeri à Vivian ficarmos neste, e nos assentarmos na última mesa disponível junto aos janelões que dão vista para a rua. A nossa escolha, porém, só foi possível depois de termos convencido o garçom disso, já que a mesma lhe obrigaria a enxugar o chão próximo. Ainda hoje estamos na espera de tal iniciativa.

Para dar início ao que nos levou a este bar, que foi a expectativa por beber e comer bem, chamamos um segundo garçom. Este, mais simpático e proativo, serviu-nos um balde com duas garrafas de Original (R$ 6,20 cada), que estavam na temperatura adequada. Já a Vivian pediu um suco de abacaxi com hortelã, que por sua vez era bem menos encorpado do que o desejado.

No intuito de desfazer o desapontamento quanto aos quitutes da primeira visita, que foram a carne seca acebolada, o filé ao gorgonzola, o medalhão de frango e as bolinhas de queijo, sendo apenas o último deles realmente bom, resolvemos pedir algum prato que tivesse indicação. Foi quando me lembrei que um amigo me havia sugerido, certa vez, o sanduíche. Dentre as doze opções de lanches quentes e frios, optamos pelo "Mignon com cheddar" (R$ 17,90), para dividir. Composto por filé mignon (infelizmente em iscas), cheddar, muçarela e vinagrete na baguete, após a segunda mordida reclamei com o garçom pela ausência do queijo processado que dá nome ao sanduíche. Ele concordou que a cozinha pode ter esquecido, e logo me trouxe uma porção extra do mesmo. Ao me deparar com o potinho do pálido requeijão, notei que o "cheddar" já existia dentro do nosso lanche, por mais que que não tivesse nem o sabor e nem a aparência do mesmo. Uma pena que tenha me esquecido de fotografá-lo, para compartilhar com os amigos e leitores a "nova variedade" de cheddar. Seja como for, e apesar desse porém, considero que o sanduíche seja regular.

Depois de mais algumas garrafas, decidimos experimentar também o escondidinho de carne seca, este recomendado por meio de uma grande fotografia na capa do cardápio. Chegando à nossa mesa, notei que o Salomé trabalha com o purê de batatas, que na minha opinião não harmoniza tão bem com a carne de sol quanto o purê de mandioca.

Custando na faixa dos R$ 15,00, o seu recheio se mostrou tão insosso quanto a porção de carne seca experimentada em minha primeira visita.

O bar, há que se dizer, é uma franquia da rede paulistana com matriz em Sorocaba, e para que se posicione em um patamar mais elevado, talvez lhe falte justamente um acompanhamento mais efetivo dos proprietários da marca, sobretudo no que se refere à cozinha. O recebimento de todos os cartões, aliado a um interessante ambiente, e ainda uma invejável carta de cachaças, são aspectos que hoje representam os pontos fortes da casa. Acertados os demais quesitos, o Salomé terá plenas condições de competir com os inúmeros estabelecimentos existentes ao seu redor.

Obs: o bar fechou as portas no início de 2013.

Conheci o Salomé em um dos eventos do Kekanto, e de cara já amei o local.
A entrada por si já chama atenção.
O ambiente é agradável, pois dois pavimentos.
Atendimento excelente, um cardápio muito bom!
Os garçons não deixam seu copo vazio. Os drinks são excelentes!
Os banheiros estão sempre limpos e com cheiro agradável de limpeza...
Amo os pasteis desse lugar, são deliciosos!!
Virei fã, sempre que posso dou uma passada por aqui.
Um dia estava passando de carro pelo sion em busca de algum ambiente diferente pra ir com meu namorado. Foi aí que na rua passa tempo avistei á esquerda um lugar bonito, com iluminação pra la de aconchegante e uma decoração muito original!! O bar tem um cardápio bem variado que vai de petiscos de filé á pizza frita, cervejas de variadas marcas e drinks inusitados feitos com cachaça, tudo á um preço "bem camarada". O lugar ainda oferece um buffet de queijos e frios a R$64,90/kg (recomendo pois os queijos são de exelente qualidade) .Experimentei um palmito gratinado com carne seca e creme ($26,00 )que é uma delícia e serve muito bem 3 pessoas. A cerveja serramalte estava muito gelada. Em outra data, voltei com um grupo de amigos, experimetei a porção de linguiça com mandioca que estava divina!! O antendimento é muito bom, e a decoração, nota 10, vale a pena conferir!!!
Bom, outro dia fui conhecer o tão famoso Salomé. O bar é bacana, tem um espaço grande e vários petiscos diferentes. Uma ressalva pra linguiça flambada na cachaça que é realmente muito apetitosa e o drink de amora que é muito gostoso.
Além dos petiscos oferecidos pelo cardápio, lá também tem um self-service de frios, de vários os tipos, para quem curte mais essa pegada.
Atendimento bom e banheiros limpos.

Um bar em uma Regiao de tantos bares que ao meu ver se destaca. Um ambiente que mistura requinte e ao mesmo tempo lembra um boteco tambem. Apesar de se localizar em um ponto complicado para estacionar, vale a pena pois o ambiente é bem grande, mesmo cheio se consegue lugar.O atendimento é bom, mas em dias que enche muito,fica um pouco defasado, pelo tamanho do bar. A cerveja é bem gelada, para quem nao gosta de cerveja tem um mix bem amplo de bebidas, alem de um cardapio de dar inveja nas tradicionais cachaças. Tira gosta tambem nao falta. Das porções com carnes de varios tipo, tradicionais batatas fritas ate o buffet de frios. Um bar que sempre estou indo e recomendo a todos que gostam tambem de um som ambiente para animar um pouco mais. O preco é normal dos bares em geral e tambem aceitasse maioria dos cartoes. Recomendo demais!
Conheci o Salomé em um evento do kekanto, logo na primeira visita eu me senti em casa. Depois do evento voltei lá outras vezes, apenas para aproveitar mais o lugar em si.
O espaço do estabelecimento é amplo e agradável, com uma bela decoração. Lá tem uma mesa de frios que é ótima, só produto de primeira.
O atendimento é bom e a cerveja é gelada. Vale lembrar que os drinks são ótimos.
É uma bar completo com um preço razoável. Cerveja gelada, petiscos e porções deliciosos e um bom atendimento.

Sempre achei o Salomé um charme! Além de ser lindo por fora, por dentro tem um espaço muito bom!

O atendimento é rápido e bom!
Eles tem uma coisa que achei muito interessante e diferente! Um buffet de queijos! Vários tipos de queijo e vc pega o que quiser e paga no kg! Muito legal!
as porções parecem todas ótimas!
E a cerveja é geladinha! Ah! E os drinks tbm são ótimos!

O lugar é bem legal, descontraído, ambiente agradável ...
Cerveja geladinha.
Porém a porção é bem fraquinha, vem nada... não que eu seja uma esfomiada, que isso rsrs ^^
mas vem pouco mesmo a carne de sol tava longe de ser uma CARNE DE SOL.
Mas para beber o lugar é bem legal.

Fica próximo a bares mais disputados na rua piumhi, talvez por isso não lote tanto, o que particularmente acho bom. A cerveja é servida em baldes e mantem bem a temperatura. Quanto as porções nada demais, e não vem muito. O atendimento não foi ruim, mas o garçom é um pouco desesperado pra te atender. Não sei se rola, mas um som ao vivo faria toda a diferença no lugar. Apesar de não lotar, é bom não chegar muito tarde pq é bem difícil estacionar na região.

O Salomé demonstrou ser um bom bar. E não poderia ser diferente, pois um bar que possui franquias pelo país, algo que não é tão comum, tem que ter um diferencial.
É diferenciado mas não é perfeito.
Na minha visita ao Salomé, o bar pecou em dois quesitos graves e fundamentais: comida e atendimento.
Explico.
Cheguei lá por volta de 21:00 a 21:30, e a casa já se encontrava bastante movimentada, ainda haviam mesas disponíveis para quem não tinha feito reserva, mas eram poucas.
De início o atendimento foi muito bom, diria até insistente, sabe quando o garçom fica parado do lado da mesa esperando você escolher?!
Para iniciar os trabalhos, fomos conhecer o cardápio e pedimos duas bebidas: marido foi de Sedução Salomé e eu de Dança de Salomé a R$15,90, todos os dois muito gostosos, mas um pouco enjoativos por serem adocicados, não consegui tomar mais de um.
Os drinques vieram rápido, pedimos um bolinho de bacalhau para acompanhar (20 unidades a R$27,90) já advertidos pelo cardápio que demoraria meia hora para a porção ficar pronta.
Mas parecia ser uma noite de sorte e demorou menos que isso.

Os bolinhos estavam bons, mas não eram surpreendentes, como é de costume, o bacalhau fez falta. Veio acompanhado de pimenta biquinho e algo que parecia ser uma maionese com legumes, de sabor delicado, que complementava, mas não comprometia o sabor um pouco salgado do bolinho de bacalhau.

Papo vai, papo vem, nos distraímos com os vários televisores espalhados pela casa e com as garrafas de cachaça com rótulos diferentes por todos os lados, fazendo jus à ampla carta dessa bebida que a casa ostenta.
Uma hora depois, a casa estava completamente lotada, pessoas formavam fila à espera de mesas, outras menos pacientes, desistiam e iam embora, os garçons sumiram e todo o encantamento inicial se foi.

Quando conseguimos chamar novamente o garçom, pedimos uma porção de pastéis de frango com catupiry a R$22,30 com 10 unidades. Não sabia, e não nos foi informado, nem consta no cardápio, que as porções poderiam ser feitas metade um sabor, metade outro.

Essas porção, demorou muito mais que a meia-hora prevista, e quando finalmente chegou à mesa, me deparei com pastéis de tamanho razoáveis, com recheio satisfatório, mas completamente murchos, culpa de um gênio da cozinha que resolveu colocá-los sobre uma cama de alface úmido. Pastéis novos com aspecto e textura de pastel dormido, triste!

Para acompanhar, Guaraná Antárctica lata a R$3,60, já que eu não me aventuraria em esperar muito por uma bebida.

Deveria ter seguido minha intuição e ido me servir do buffet de queijos e frios a R$64,90/kg, que estavam com uma ótima aparência e pareciam ser de excelente qualidade.

O bar é enorme, possui dois andares, com várias mesas distribuídas, cabe muita gente lá.
Grande também é o banheiro, espaçoso, arejado e impecavelmente limpo.
O público é bem selecionado, gente bonita, casais, famílias e grupos de amigos, nada de badalação/azaração.

Eu voltaria ao Salomé, mas num horário mais cedo, pois a casa não comporta e os garçons não dão conta de atender a tanta gente no melhor/mais movimentado horário de sábado à noite.

Este foi mais um lugar que conheci graças ao Kekanto. Já de cara vc fica deslumbrado com a decoração do lugar, o atendimento na ocasião foi de primeira, não faltou nada.

Os tira gostos são uma coisa formidavel, muito saborosos, os pasteis então nem se fala.

Neste dia tomei caipifruta (morango e amora) são muito boas, só a de morango que achei um pouco fraca, mas não perde nada por isto e a cachaça (mel, coco, canela) que são uma delicia, se não tiver cuidado vc sai de lá trebado.

O local ainda conta com uma carta de cachaças e uma variedade de cervejas muito grande.
Vale a pena conhecer
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