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O Restaurante Patrício é um dos pioneiros da gastronomia árabe em Curitiba. Os fundadores, de origem libanesa, trouxeram para o Brasil as delícias e os segredos da culinária oriental.



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Local muito agradável de ir, ambiente super aconchegante, sem sombra de dúvidas que é um dos melhores restaurante árabe da cidade.
O atendimento achei muito simpático.
A comida servida achei excelente, recomendo o quibe assado (meus filhos adoram), esfiha abertas, kafta, tabule entre outros pratos, todos muito saborosos.
E no final não sai tão caro assim, vale a pena conhecer.
avaliações recomendadas

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Um restaurante ótimo comida muito satisfatória atendimento excelente e custo benefício e baixo adorei ir com a minha família na minha opinião o melhor restaurante que eu já entrei
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Local muito agradável de ir, ambiente super aconchegante, sem sombra de dúvidas que é um dos melhores restaurante árabe da cidade.
O atendimento achei muito simpático.
A comida servida achei excelente, recomendo o quibe assado (meus filhos adoram), esfiha abertas, kafta, tabule entre outros pratos, todos muito saborosos.
E no final não sai tão caro assim, vale a pena conhecer.

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Um dos melhores restaurantes árabes de Curitiba que vendem ao sistema rodízio a noite
Tem kafta, arroz típico, charutos , saladas , esfiha, kibe
O valor é propriamente cobrado pelo que se oferece
Fica em uma região residencial da avenida Silva Jardim , próximo do bar do carioca nesta mesma rua

Para quem adora comida árabe, conhecer um novo restaurante árabe é sempre super bem-vindo. Aproveitando o jantar étnico de Curitiba foi conhecer o Restaurante do Patrício, indicação do Walter (que não foi né seu Walter).
O restaurante trabalha com sistema de “traz tudo na mesa”, na real não sei como chama esse sistema, mas eles vão trazendo a comida na mesa até você dizer chega, e se acabar uma coisa que você quer repetir é só pedir que o garçom traz para você.
O atendimento foi muito bom, o garçom era extremamente simpático e atencioso, inclusive no final sobrou comida na mesa e ele embalou para levar para casa.
O preço, se eu não me engano é R$40,00, mas pelo que oferece achei bom. Outra coisa legal é que criança até 12 anos não paga.

Conheci o Restaurante do Patrício em nosso primeiro jantar étnico do Kekanto. Eu já passei várias vezes pelo local e nunca tinha percebido que ali é um restaurante árabe. O restaurante trabalha com o sistema de rodízio, o garçon vai trazendo aos poucos os pratos frios e depois os pratos quentes. De entrada comemos kibe cru, coalhada, o baba não sei o que (não sei direito o nome rsrs) que é feito de grão de bico e mais um molho com lentilha. Vieram também salada, kibe e sfiha. Depois vieram os pratos mais quentes como arroz com lentilha e uma cebola caramelada, aliás, a cebola tava uma delícia, veio também a Kafta e alcatra. Estava tudo muito bom. Como não conhecia muito de comidas árabes, alguns pratos foram novidades pra mim. Ah, não posso deixar de comentar sobre o tempero árabe que o garçom nos trouxe para experimentar.

Falando em garçom, gente, o que era aquele garçom? Uma simpatia só, como disse nosso amigo Paulo, era uma mistura de garçon com stand up haha.

Depois de comer muuuito ainda nos deixaram fazer umas "quentinhas" pra levar pra casa rs.

2 pontos negativos do lugar. O local não estava muito cheio, éramos a ultima mesa do restaurante mas estávamos ainda conversando, a dona do local começou a fechar as janelas pra nos tocarmos que estavam fechando. Aí quando fomos pagar, todos iriam pagar com cartão, mas o local ainda não está aceitando cartão. Por sorte tínhamos dinheiro para pagar, senão não sei como faríamos.

Ontem tivemos nosso primeiro jantar Étnico e a escolha foi Árabe no Restaurante Patrício.
Não conhecia muitos pratos então achei a proposta do restaurante bem legal. Por um valor fixo tivemos a oportunidade de comer pratos frios, quentes e sobremesa. E todos inclusos no pacote - que não contempla bebidas e também não cobram taxa de serviço.

Gostei das comidas, mas por não conhecer a culinária Árabe não sei dizer se estava nos padrões. Para o meu paladar, achei pouco temperado com exceção da Kafta que estava uma delícia e o arroz com lentilha e cebola que, também, estava MUITO bom. Mas não tenho do que reclamar, para a primeira experiência valeu para conhecer!!

O atendimento do garçom seria (!) excelente, mas há quem deva reclamar pois ele segue a linha "engraçadão"! "Seria", pois somente quando fomos pagar a conta é que descobrimos que não aceitavam nenhum tipo de cartão desde que estão no novo endereço, somente dinheiro ou cheque. Considero, particularmente, uma falha grave visto que não havia nenhum cartaz indicativo e também não fomos alertados anteriormente pelo garçom. E, que me desculpem os amigos dos proprietários, mas achei que faltou um certo "tato" pela Senhora do caixa para nos informar isto.

O ponto positivo: as "sobras" da mesa podem ser embaladas e levadas para casa!

**Mudou para o número 4.261 da Av. Silva Jardim, esquina com a Rua Rodrigues Alves**
Aberto em 1988, aceita encomendas de pratos e salgados para festas por telefone, com dois dias de antecedência. O endereço correto (novo local) é na Avenida Silva Jardim, 4.261, onde no número 2.235 conheci minha amada... é, sou cheio de historinhas, o que torna minha vida um palco iluminado, hehe. Bem, sou fã da culinária árabe, ou sírio-libanesa, e minha família me acompanha. Minha querida mãezinha fazia um tabule e um quibe cru deliciosos, um charuto e um quibe assado inesquecíveis, e um (a) babaganuche (pasta de berinjela) que hoje minha norinha aprendeu a fazer também.

Homus, o popular grão-de-bico, a coalhada, a kafta, os espetinhos, abobrinha recheada, arroz com lentilha, e com aletria... isso é música aos ouvidos, néctar ao paladar, e de uma inspiração divina da D. Jamile, chef da casa.

Vá lá e delicie-se com um meze (coleção de pratos frios) seguido das esfihas, dos quibes, e da coleção harmoniosa de pratos quentes do Patrício. E depois, leite de camela (porque camelo não é o fornecedor, e sim a fêmea, hehe) com Arak (árak), mais gelo. Finalizando, o taif (pastel recheado com nata e coberto com calda de água-de-rosas).
Chef Jamile, ladeada de minha esposa e sua mãe
"Chef Jamile, ladeada de minha esposa e sua mãe"

Aberto em 1988, aceita encomendas de pratos e salgados para festas por telefone, com dois dias de antecedência. O endereço correto (novo local) é na Avenida Silva Jardim, 4.261, onde no número 2.235 conheci minha amada... é, sou cheio de historinhas, o que torna minha vida um palco iluminado, hehe. Bem, sou fã da culinária árabe, ou sírio-libanesa, e minha família me acompanha. Minha querida mãezinha fazia um tabule e um quibe cru deliciosos, um charuto e um quibe assado inesquecíveis, e um (a) babaganuche (pasta de berinjela) que hoje minha norinha aprendeu a fazer também.

Homus, o popular grão-de-bico, a coalhada, a kafta, os espetinhos, abobrinha recheada, arroz com lentilha, e com aletria... isso é música aos ouvidos, néctar ao paladar, e de uma inspiração divina da D. Jamile, chef da casa.

Vá lá e delicie-se com um meze (coleção de pratos frios) seguido das esfihas, dos quibes, e da coleção harmoniosa de pratos quentes do Patrício. E depois, leite de camela (porque camelo não é o fornecedor, e sim a fêmea, hehe) com Arak (árak), mais gelo. Finalizando, o taif (pastel recheado com nata e coberto com calda de água-de-rosas).

Sou suspeita para falar do restaurante do Patrício. Frequento o restaurante desde criança quando era na R. Francisco Rocha. Minha família sempre gostou muito do Sr. Patricio e da Dona Jamile sua esposa. No ano passado o Sr. Patricio faleceu e a D. Jamile vem cuidando do restaurante sozinha desde então. Ela faz questão de preparar pessoalmente os pratos e está sempre atenta para que tudo esteja de acordo com o pedido do cliente.
Desde maio/2012, o restaurante está em novo Endereço na Av. Silva Jardim e hoje resolvi prestigiar a Dona Jamile em seu novo estabelecimento.
O estilo do restaurante continua o mesmo. Ainda não deu tempo de colocar as fotos do Líbano na parede, mas o lugar continua com aquele ar simples e tradicional.
A comida não preciso nem falar que continua excelente.

É com certeza tristeza que eu escrevo essa opinião. Depois de ler a review postada pela Denise me bateu uma saudade imensa da comidinha do Restaurante do Patrício; aproveitei que hoje não tinha almoço em casa para fazer uma visita ao estabelecimento.
O Restaurante continua o mesmo de anos, com a mesma comida deliciosa que a Denise descreveu até o último detalhe e quase que poeticamente. Tudo fresco, saboroso e com aquele diferencial que só a comida de casa tem. O ambiente também continua simples mas aconchegante....lembra aqueles casarões de vó.
O que me deixou triste foi saber, pela proprietária, que o famoso "Patrício" morreu. Lembro-me da figura sempre alegre do Patrício (qual eu nunca soube o verdadeiro nome), passando de mesa em mesa, papeando com os clientes, averiguando que estava tudo nos conformes.... era uma pessoa carismática, que enxergava nos clientes mais do que os bolsos.
A cozinha sempre esteve sob o comando de sua esposa, a Dona Jamile, que agora toca o restaurante sozinha com a ajuda dos sempre atenciosos e ágeis garçons. Ela se encarrega de preparar tudo na hora, com perfeição, e eles certificam-se que nada falte nas mesas. Durante a refeição eles reforçam várias vezes que o cliente pode repetir o que quiser, quantas vezes quiser. É como disse a Denise, se quando você chega lá você não sente tanta certeza que a comida vale a pena, quando você termina você tem a sensação que deveria pagar mais pela excelente refeição e atendimento que teve.

Recomendo para aqueles que, acima de tudo, apreciam a boa mesa. Os clientes são de maioria "da raça", o que indica a excelência da comida. O governador Beto Richa (libanês), que poderia ir a qualquer lugar, bate ponto lá.
Foto opinião do Nica Cordeiro sobre Restaurante do Patrício

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Ja experimentei varios rest arabes. Este eh o caseiro bom e basico, com preco razoavel. Mas nao espere mais do que isto. Tem a mesma ambientacao ha 20 anos, precisando de reforma. Talvez seja melhor vc pegar a comida e levar para casa. Fui la ha algum tempo por puro saudosismo da Curitiba antiga, onde pouco se tinha alem de Santa Felicidade. Admiro a persistencia dos donos.
Primeira opinião do lugar

Quer conhecer um ambiente maravilhoso, simples e comida de primeira? Va ao Restaurante do Patricio.
Estava passando pela frente e o cheiro da comida me puxou para dentro.Parecia aquele desenho do Pernalonga em que ele prepara cenouras e acaba atraindo os caçadores pelo cheiro.
O ambiente é o mais simples possível: mesas simples, toalhas brancas e o garçom à espera de clientes, sem falar na casa antiga, sem muita preocupação com a decoração. Não se assuste. É a prova de que para resistir ao tempo e aos restaurantes moderninhos, só mesmo com uma comida de primeira.
O sistema da casa é o rodízio de comida árabe, cobrado por pessoa – R$ 30,00 no almoço ou no jantar. Começa pelos frios – tabule, babaganoush, coalhada, kibe cru, homus e salada de pepino, tomate e cebola. Acompanha o pão sírio artesanal, que sozinho já é uma refeição. A fartura até assusta no começo e você pensa que não vai dar conta de tudo. A dica é: aprecie com calma e tudo dá certo.
O tabule é temperado na hora e fica incrivelmente saboroso. O homus (aquele com grão de bico) beira à perfeição, enquanto o babaganoush ( o da berinjela) deixa dúvidas sobre o que, naquele prato, está mais saboroso. Imagine pedaços tenros de berinjela envoltos num molho com sabor levemente defumado. Até agora não saíram da minha memória. O kibe cru é suave e com umas gotas de limão, não tem pra ninguém. Já a coalhada é um pouco mais azeda, mas igualmente saborosa.
Enquanto você ainda se delicia com as entradas, o garçom pede se pode mandar os pratos quentes. Aqui vem a dica: na primeira vez que fomos, a mesa ficou sem espaço para tantas travessas: kibe, esfiha, charutos de repolho e folha de parreira, arroz com lentilhas, kafta, espetinho de alcatra e abobrinha recheada. E juro: você não consegue comer tudo. Então a dica é pedir aos poucos. A esfiha da foto e o kibe foram os primeiros “quentes”. Massa artesanal, recheio bem temperado e com um molho de pimenta, fica perfeito. Já o kibe é sequinho, quase sem vestígios de gordura. Nem parece que foi frito.
Depois foi a vez do arroz com lentilhas, bem tradicional, mas com um exagero delicioso de cebolas. Levemente adocicadas e não queimadas, como é de costume em alguns restaurantes árabes por aí. Acompanhou muito bem a kafta, trazida na mesa no espeto , prova de que estava no fogo à espera do nosso pedido.
Como falei, o rodízio ainda tem espetinho de alcatra, abobrinha recheada e os tradicionais charutos de repolho e de folha de parreira recheados com arroz e carne moída. Não cometi a indelicadeza de pedir para levar as sobras, mas há quem o faça e é permitido.
De sobremesa tem alguns doces árabes como o ataif e um bolinho de semolina com coco. O ataif é tipo um crepe recheado com nata e embebido numa calda de flor de laranjeira ou de rosas. Vem pra mesa geladinho e é o arremate perfeito. Já o bolinho (não sei o nome correto) é quase como uma queijadinha, mais seca e bem doce. Prefiro o ataif.
Se no começo você achou caro pagar R$ 30,oo por pessoa, no final fica pensando que deveria até pagar mais. Tive a impressão de que ali o lucro não é mais importante que a satisfação do cliente. Não à toa a clientela é fiel e o atendimento faz com que a gente se sinta em casa.

Enquanto comia, ficava pensando como somos injustos em certos momentos. Nem sempre escolhemos o restaurante pela comida. Se fosse assim, aquele lugar deveria estar cheio, com fila de espera na porta. Mas estava quase vazio, mesmo com a melhor comida árabe de Curitiba. Uma pena… Total da conta: R$ 32,00 por pessoa. Feliz de quem pensa diferente e dá valor ao que realmente importa: boa comida e atendimento de qualidade, acima de tudo.

O Restaurante do Patrício fica na Rua Francisco Rocha, 222, no Batel. Funciona de terça a domingo no almoço e jantar. O telefone para informações é o (41) 3242-0268. Importante: não aceita cartões, apenas pagamento em cheque ou dinheiro.
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