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Não sei o garçom estava em um mau dia, se era porque o Flamengo estava perdendo, mas tudo que eu sei é que saí de lá com uma péssima impressão do atendimento. Fiquei lá cerca de 3h e nesse tempo, todas as vezes em que pedi cerveja fiquei esperando bastante tempo até ser atendida e quando era atendido o garçom não fazia o mínimo esforço em ser simpático e prestativo. Porém o problema maior foi na hora de pagar, tentamos chamar o garçom diversas vezes e o mesmo fingia não estar vendo. Até que comecei a falar alto, reclamando do descaso e ele apareceu com a máquina para passar o cartão e efetuarmos o pagamento.
Tirando esse problema todo, até que apreciamos bastante a cervejinha gelada e a patanisca que é marca registrada da casa.

Graças ao trabalho das irmãs Vera e Bete Afonso, o Café e Bar Pavão Azul é um ambiente muito frequentados em Copacabana.

Os frutos do mar compõe a maioria das opções da casa. Destaque para prato com risoto de camarão, arroz de polvo e filé de linguado com batata e arroz e para a casquinha à moda pavão azul (casquinha de bacalhau com molho da casa). Para beber, os chopps Brahma e Original são muito pedidos.

Fica na esquina da Barata Ribeiro com a Hilário de Gouveia está sempre lotado.

Pergunte para algum boêmio de Copacabana qual é o seu botequim favorito? A maioria vai responder o Pavão Azul. Com mais de 50 anos de tradição, o bar é um excelente lugar para beber e saborear uns petiscos, como os pastéis e a patanisca de bacalhau. O lugar é bem informal, ou seja, vá de roupas casuais e se misture aos boêmios de Copa.
Fica do lado da delegacia, então, totalmente seguro.. e os carros de polícia ainda servem de mesa para apoio das cervejas.....

Simplesmente amo esse lugar!!! Sempre que vou ao Rio dou uma passada lá! Um lugar sem frescura, público simpático e acolhedor! Preços justos! Atendimento de primeira!!! O cardápio é ótimo!!! difícil até de dizer o que é mais gostoso!!! Mas o escondidinho de camarão é de comer de joelhos!!!!

Bem, como já diz o título, o Pavão Azul é um bar simples, mas muito bom. Tão bom que e super bem frequentado, que o dono abriu outro praticamente do outro lado da rua do primeiro. Esse mais novo, com mais mesas e cadeiras para galera. Quanto à segurança do local, o bar fica em frente à Delegacia de Copacabana, ou seja, sem bebuns fazendo arruaça na madrugada!! Haha!! Foi um dos primeiros lugares aqui no Rio a vender a famosa e estupenda cerveja Serra Malte. Além disso, o grande destaque do bar é a patanisca, um bolinho de bacalhau que não leva batata na massa, e, por isso mesmo, é muito mais gostoso. Chegou, inclusive, a ser premiado no concurso gastronômico "comida de buteco". O detalhe do lugar é que, por o bar ser bem pequeno, a galera prefere ficar em pé na rua bebendo e comendo, sempre improvisando lugares para colocar as cervas e os petiscos. Para quem prefere ficar sentado, a dica é ir para o Pavão Azul do outro lado da rua, na esquina com Barata Ribeiro. Super indicado esse lugar!!

Frequentemente cheio, o que obriga a turma a se espalhar pela calçada, o tradicional boteco é convivido por artistas a mais de 50 anos com especialidade em pataniscas de bacalhau e pastéis servidos em mesas na calçada. O bar é conhecido pelo chope e pela cerveja gelado. É um excelente lugar para beber e saborear uns petiscos, como os famosos pataniscas de bacalhau e os pastéis.
O cardápio traz petiscos como pasteis de queijo com tomate-seco, croquetes de carne e bolinhos de bacalhau sem batata.
Para almoçar, um dos mais pedidos são os frutos do mar. Destaque para prato com Risoto de camarão, arroz de polvo e filé de linguado com batata e arroz e para a casquinha à moda pavão azul (casquinha de bacalhau com molho da casa).
O lugar é bem informal (na linguagem: Pé sujo), ou seja, vá de roupas casuais e se misture aos boêmios de Copacabana.
O Pavão Azul é apontado por 9 entre 10 moradores como o melhor botequim do bairro.


Conheci com amigos e achei bem divertido. Se você não gosta de ficar em pé, talvez não se de bem nesse bar, recomendo o antigo, onde encontrará lugar para sentar.
Apaixonada pelas putanescas. comeria até virar Dona Redonda....kkkkkkk
Preço razoável, divertido, atendimento agradável, clima de diverssão.....recomendo. Ah! cerveja geladinha!!!!!

        Começamos cedo, por volta das 13 horas. Chegamos ao meio-dia, malas no hotel e fomos direto para o Pavão Azul, na Rua Hilário Gouveia 71, (2236-23819, em Copacabana. Fomos para este buteco devido à proximidade com o hotel, eatávamos loucos para fazer a abertura dos trabalhos.
         É uma bar pequeno com umas dez mesas, todas na calçada. Estava cheio. Oferece mesas altas do lado de fora da calçada, enquanto se aguarda que mesas fiquem vagas. Os toldos ficam lá, disponíveis para os dias de chuva ou muito sol.
         Com metade do bar ocupado por turistas, os fregueses habituais eram obrigados a ir para outros bares. O garçom entrega a conta, onde estavam  indicados dois valores, com gorjeta e sem gorgeta. Tive que autorizar a cobrar os 10%, pois a dona já preenchia o cartão com o valor normal.
         Os pastéis de camarão, queijo e carne estavam ótimos. O mesmo não se pode dizer do risoto de camarão e polvo, porque foram servidos frios. E a pimenta era tão fraca que não conseguiu esquentar o risoto. Já tinha ouvido falar desta característica carioca de não servir pratos muito quentes, mas não sabia que a pimenta era tão fraca.
         E muita, muita cerveja. Com Leo pedindo duas saideiras e o Gêra não abrindo mão de pedir mais uma saideira, aquela que ele paga por fora, depois que a conta já tinha sido paga.
         E nós, que não deixamos um colega beber sozinho a última cerveja, matamos mais esta.
         Depois de um chuveirada e um breve descanso voltei a acompanhar Gêra no Boteco Três Caravelas, enquanto esperavávamos a hora de ir para a Lapa, para comer o famoso filé à Osvaldo Aranha no Restaurante Cosmopolita.
         O Restaurante Cosmopolita fica em plena Lapa (Travessa Mosqueiro 4 – 2224-7820) e sempre foi frequentado por famosos (desde Madame Satã a Jaguar, Pixinguinha, Hermínio Belo, Darcy Ribeiro, Hugo Carvana, enfim toda a inteclectualidade carioca. Até Mário Soares esteve por lá); foi apelidado de “Senadinho” por ser frequentado por muitos senadores. As paredes estão repletas de prêmios recebidos e por quadros com reportagens de jornais e revistas, que contam parte de sua história.
         O prédio é uma antiga e simples construção de esquina, que foi preservada e tem portas do tipo vai-e-vem, estilo saloom, vitrais nas portas e janelas de madeira, mantendo o seu estilo antigo.
         Ficamos apenas no filé à Osvaldo Aranha que é servido na própria frigideira onde é feito. A história conta que o Osvaldo Aranha sempre pedia um filé alto, com muito alho, batatas portuguesas, arroz e farofa e outros fregueses, repetiam: quero um filé igual ao do Osvaldo Aranha. A casa serve ainda bacalhau, polvo, peixe e cabrito.
         Para garantir o sossego de quem o frequenta, o restaurante mantém o acesso apenas por uma porta, que é mantida sempre fechada por seguranças, que também impedem o acesso de grande número de pessoas que estão utilizando as mesas externas. A casa garante, desta forma, uma dupla personalidade, permitindo que o local seja um tranquilo restaurante ou um agitado bar com mesas externas.
         Quando os pratos foram servidos, Chico explicou para Leo:
         - Agora você vai degustar história! – “pois entrar no Cosmopolita e voltar no tempo para um Rio, ainda capital federal, centro do poder político e cidade de vocação artística e boêmia” como avisa uma matéria de revista, afixada na parede.

É o botequim favorito da maioria dos boemios de Copacabana. Não há uma só noite da semana em que a esquina da Barata Ribeiro com a Hilário de Gouveia não esteja cheia de moradores e/ou trabalhadores da região com uma garrafa de cerveja na mesa.
O lugar é um pé sujo pra lá de informal. Com algumas mesas na calçada, nos fins de semana tem tanta gente, que as cadeiras viram apoio de garrafas e copos e fica todo mundo em pé mesmo. O banheiro é lá nos fundos junto com os engradados de cerveja com aquela descarga de cordinha. Se quer beber, vá até o balcão e peça. Se for esperar alguém te atender na calçada, vai morrer de sede.
Dizem que os pastéis e o risoto (servido no almoço) são bons, mas eu nunca tive coragem de experimentar. Pé sujo, pra mim, é pra beber e colocar as fofocas com os amigos em dia!
Foto opinião do Samanta Costelha sobre Pavão Azul

Por que nem só de Mr Lam e Antiquarius é feita a nossa vida gastronômica, kkk! Nessa cidade os botecos mais simples, conhecidos como 'pés sujos', fazem parte da cultura, do q é ser carioca. Tanto q os melhores, aqueles cujas cozinhas podem ser visitadas sem desmaios, são chamados 'pés limpos'. Alguns tiram onda de 'gastro pubs', inovam em receitas, criam petiscos à base de quinoa, etc.
Ñ é o caso do Pavão Azul: ele é um 'pé limpo', tradicional', onde os aperitivos ñ vão além das pataniscas e dos pastéis (uns 3 ou 4 sabores diferentes). Mas a comida é super honesta e farta. Um risoto de camarão, dividido com sobras por 2 mulheres (talvez algum marmanjo faminto conseguisse sozinho), com camarão de verdade, por R$ 30,00. A cerveja ñ é barata, mas só trabalham c as melhores e o chopp é gelado e bem tirado, segundo informaram os apreciadores. Vale a pena conferir e apreciar a diversidade humana de Copa, q é uma história à parte!
Exibindo 14 opiniões | Total de 76 opiniões
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