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É fácil passar pela fachada do Oficina do Sabor e não perceber que aquela construção simples, pintada em tons fortes, guarda um dos maiores tesouros gastronômicos do Brasil. Por outro lado, é impossível não encontrar o restaurante já que ele é indicado por todos os taxistas e guias da cidade como sendo o melhor de Olinda.

A localização é privilegiada, nas ladeiras do Sítio Histórico, a poucos metros da Igreja Nossa Senhora do Amparo. A fachada simples justifica-se, já que o prédio é tombado pelo patrimônio histórico de Olinda e precisa ter suas características originais preservadas.

A área interna desenha um ambiente que pode ser classificado como um bistrô nordestino. Clima bem humorado, arejado, colorido e cheio de representações culturais.

É impossível não ficar boquiaberto com a incrível coleção de Pratos da Boa Lembrança. Para onde quer que você olhe poderá admirar exemplares raros de todo o Brasil, reflexo do amor do chef César Santos pela associação, a qual já foi presidente e faz parte do conselho consultivo permanente.

Mas nenhum espaço do Oficina do Sabor é tão desejado e concorrido quanto a varanda, com suas toalhas de mesa artesanais e as charmosas cadeiras de vime. O xodó da casa conta com uma surpreendente vista para os casarios de Olinda e boa parte da cidade de Recife, e ainda contempla uma verdadeira floresta preservada ao redor.

Para este almoço mais que especial tivemos a companhia de nossos amigos Carlos Pimenta e Anna Paula, pernambucanos de corpo e alma que completaram nossa tarde perfeita.

Escolhi um drink que geralmente é servido com álcool, o Coquetel de Frutas. Como optei pela versão sem álcool meu drink transformou-se em no melhor suco que já tomei na vida, com o sugestivo título de Mentirosa: Um mix de frutas da estação, tinha de tudo ali, kiwi, tangerina, acerola, uva, umbu-cajá, caju, cajá, morango e jabuticaba siriguela. Uma delícia sem igual! – R$ 12,00 (06/2015) –

Diante de tamanha admiração com o Mentirosa, confessei ao garçom Francisco que conhecia quase todas as frutas, mas não tinha ideia da diferença entre o umbu-cajá e o cajá. Em um passe de mágica ele trouxe este lindo prato de frutas para experimentarmos e entender as diferenças. Preciso dizer que o antedimento do Oficina é o máximo?

A entrada chegou recheada de coisa boa, Mix do Chef: Filé de agulhinha frita, bolinho de charque, queijo coalho frito e servido com uma erva muito deliciosa, bolinho de bacalhau, mexilhões grelhados, pasta de berinjela, rissoles de provolone e ainda uma charmosa cestinha de torradas. – R$ 35,00 (06/2015) –

A Agulhinha Frita estava tão deliciosa que decidimos pegar uma porção extra, que vem acompanhada de um inesquecível molho de mostarda com hortelã. – R$ 33,00 (06/2015) –

O carro chefe do cardápio é o jerimum recheado. Conhecido no resto do Brasil como moranga. O Oficina do Sabor conta com quinze variações deste prato.

Foi difícil optar por apenas um, mas decidimos experimentar o Jerimum Frevoé, recheado com camarão e lagostim ao molho de maracujá, servido com arroz de coco. – R$ 129,00 (06/2015) – Com sabor agridoce equilibrado serve tranquilamente 2 pessoas.

Também pedimos o Charque a Moda do Chef: Charque frita, purê de macaxeira, farofa de jerimum e cheiro-verde. – R$ 85,00 (06/2015) – Um prato tipicamente nordestino.

E é lógico que não podíamos deixar de experimentar o Prato da Boa Lembrança 2015, Bacalhau Dourado: Lombo de bacalhau confitado ao molho de especiarias, servido com purê de grão de bico, arroz, cuscuz e queijo. – R$ 78,00 (06/2015) –

É incrível como o chef César Santos consegue criar sabores exóticos a partir de ingredientes tão simples, cada prato é uma obra de arte.

Para sobremesa optamos por um Mix com as pérolas da casa: Doce de coco, Bolo Souza Leão, Bolo de rolo, Cartola e Sorvete de coco. – R$ 20,00 (06/2015) –

Cada doce tem sua característica, mas eu sou fã da cartola, pra mim esta é, disparado, a melhor sobremesa tradicional de Pernambuco.

O Oficina do Sabor é um daqueles lugares cultuados que são realmente o que se espera. É impossível não ter expectativa elevada quando o assunto é a cozinha do chef César Santos e mesmo assim me surpreendi com a riqueza dos pratos, as cores vibrantes e a viagem por toda a diversidade da culinária pernambucana em um único lugar.
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O Chef Cesar Santos torna o restaurante Oficina do Sabor em um mix que atende a todos os paladares com muita arte aliada ao sabor gracioso dos requintados pratos. Tem ainda local agradável, com vista para o sítio histórico, decoração incrível e um atendimento bom. Os vinhos são ótimos também. Num dia de calor, peça um vinho verde.

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Achei caro (R$ 300,00 para 2 pessoas e 1 drink apenas para cada uma) e o atendimento bem precário. Os garçons bem atrapalhados (um garçom fica pedindo para o outro e eles acabam esquecendo de trazer o que pedimos). A qualidade da comida é boa; porém o prato que pedi veio com excesso de gosto de maracujá (Camarão no Forró). Bom... Achei bem a desejar o meu pedido.

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Lugar muito agradável e com um cardápio variado e criativo. Dispõe de um bom serviço de atendimento mesmo com o ambiente cheio. Recomendo sua moqueca que pelas mãos da chef Vera harmonizou frutos do mar com frutos da terra produzindo uma fantástica iguaria.

É fácil passar pela fachada do Oficina do Sabor e não perceber que aquela construção simples, pintada em tons fortes, guarda um dos maiores tesouros gastronômicos do Brasil. Por outro lado, é impossível não encontrar o restaurante já que ele é indicado por todos os taxistas e guias da cidade como sendo o melhor de Olinda.

A localização é privilegiada, nas ladeiras do Sítio Histórico, a poucos metros da Igreja Nossa Senhora do Amparo. A fachada simples justifica-se, já que o prédio é tombado pelo patrimônio histórico de Olinda e precisa ter suas características originais preservadas.

A área interna desenha um ambiente que pode ser classificado como um bistrô nordestino. Clima bem humorado, arejado, colorido e cheio de representações culturais.

É impossível não ficar boquiaberto com a incrível coleção de Pratos da Boa Lembrança. Para onde quer que você olhe poderá admirar exemplares raros de todo o Brasil, reflexo do amor do chef César Santos pela associação, a qual já foi presidente e faz parte do conselho consultivo permanente.

Mas nenhum espaço do Oficina do Sabor é tão desejado e concorrido quanto a varanda, com suas toalhas de mesa artesanais e as charmosas cadeiras de vime. O xodó da casa conta com uma surpreendente vista para os casarios de Olinda e boa parte da cidade de Recife, e ainda contempla uma verdadeira floresta preservada ao redor.

Para este almoço mais que especial tivemos a companhia de nossos amigos Carlos Pimenta e Anna Paula, pernambucanos de corpo e alma que completaram nossa tarde perfeita.

Escolhi um drink que geralmente é servido com álcool, o Coquetel de Frutas. Como optei pela versão sem álcool meu drink transformou-se em no melhor suco que já tomei na vida, com o sugestivo título de Mentirosa: Um mix de frutas da estação, tinha de tudo ali, kiwi, tangerina, acerola, uva, umbu-cajá, caju, cajá, morango e jabuticaba siriguela. Uma delícia sem igual! – R$ 12,00 (06/2015) –

Diante de tamanha admiração com o Mentirosa, confessei ao garçom Francisco que conhecia quase todas as frutas, mas não tinha ideia da diferença entre o umbu-cajá e o cajá. Em um passe de mágica ele trouxe este lindo prato de frutas para experimentarmos e entender as diferenças. Preciso dizer que o antedimento do Oficina é o máximo?

A entrada chegou recheada de coisa boa, Mix do Chef: Filé de agulhinha frita, bolinho de charque, queijo coalho frito e servido com uma erva muito deliciosa, bolinho de bacalhau, mexilhões grelhados, pasta de berinjela, rissoles de provolone e ainda uma charmosa cestinha de torradas. – R$ 35,00 (06/2015) –

A Agulhinha Frita estava tão deliciosa que decidimos pegar uma porção extra, que vem acompanhada de um inesquecível molho de mostarda com hortelã. – R$ 33,00 (06/2015) –

O carro chefe do cardápio é o jerimum recheado. Conhecido no resto do Brasil como moranga. O Oficina do Sabor conta com quinze variações deste prato.

Foi difícil optar por apenas um, mas decidimos experimentar o Jerimum Frevoé, recheado com camarão e lagostim ao molho de maracujá, servido com arroz de coco. – R$ 129,00 (06/2015) – Com sabor agridoce equilibrado serve tranquilamente 2 pessoas.

Também pedimos o Charque a Moda do Chef: Charque frita, purê de macaxeira, farofa de jerimum e cheiro-verde. – R$ 85,00 (06/2015) – Um prato tipicamente nordestino.

E é lógico que não podíamos deixar de experimentar o Prato da Boa Lembrança 2015, Bacalhau Dourado: Lombo de bacalhau confitado ao molho de especiarias, servido com purê de grão de bico, arroz, cuscuz e queijo. – R$ 78,00 (06/2015) –

É incrível como o chef César Santos consegue criar sabores exóticos a partir de ingredientes tão simples, cada prato é uma obra de arte.

Para sobremesa optamos por um Mix com as pérolas da casa: Doce de coco, Bolo Souza Leão, Bolo de rolo, Cartola e Sorvete de coco. – R$ 20,00 (06/2015) –

Cada doce tem sua característica, mas eu sou fã da cartola, pra mim esta é, disparado, a melhor sobremesa tradicional de Pernambuco.

O Oficina do Sabor é um daqueles lugares cultuados que são realmente o que se espera. É impossível não ter expectativa elevada quando o assunto é a cozinha do chef César Santos e mesmo assim me surpreendi com a riqueza dos pratos, as cores vibrantes e a viagem por toda a diversidade da culinária pernambucana em um único lugar.

O Oficina do Sabor é sem dúvida um dos restaurantes mais requintados da cidade e porque não do estado de Pernambuco.
Localizado nas ladeiras do centro histórico de Olinda, é dono de um ambiente charmoso, no estilo rústico contemporâneo, com decorações coloridas e um terraço e vista incrível para a cidade.
Sua cozinha é magnífica, criativa, exótica e seu ponto forte são os pratos com frutos do mar.
Eu como amo comida agridoce, pedi o prato de camarão ao creme de maracujá, com arroz e batata soutéed, uma delícia!!!!
O atendimento também é de primeira qualidade.
Apesar de ser caro, tudo lá vale a pena.
Restaurante perfeito para momentos especiais em família.

Já fui ao restaurante diversas vezes e é aquele tipo de lugar que você quer ir sempre que pensa em alguma ocasião especial. Ou quando quer comer uma comida realmente bem feita ou simplesmente quer juntar tudo isso à bela vista que te espera da cidade do Recife.
O cardápio é bem variado e vai de Jerimum com carne seca feito de uma maneira que só eles sabem à camarão na moranga, ao coco, lagosta etc. As entradas e sobremesas também não perdem em nada. São realmente fantásticas.
Não é um restaurante barato. Longe disso. Mas se você está disposto a pagar um pouco mais, vale a pena.
O atendimento é bem feito e eficiente. A ambientação é realmente aconchegante.

Sou suspeito para falar da Oficina do Sabor já que foi graças a uma conversa no avião com o Chefe César Santos(a qual duvido que ele se recorde) quando fui participar de um concurso oferecido pela revista GULA em 2008 lá em Salvador - BA que oficialmente decidi que seguiria a carreira de gastrônomo. Simpático e prestativo, foi-me dizendo um pouco da sua história e devo dizer, embora não recorde muito hoje, poutz... fantástica!
O Oficina do Sabor é um ponto paradisíaco onde as pessoas vão sendo gradativa e sugestivamente envolvidas por uma gama de fatores a começar pela entrada, situado a pouco mais de 400m do Alto da Sé em Olinda, ponto histórico de nossas raízes e palco eterno da magia de nosso carnaval!
Casas pintadas em tons fortes e tombadas pelo patrimônio histórico já nos adiantam o que esperar dentro do restaurante e não falha, uma falsa cozinha logo após a sala de espera, onde os pratos são finalizados nos mostra em detalhes como é bela a arte de saber cozinhar e a paixão envolvida no assunto!
Entre panelas, temperos e o calor do fogão, uma jovem chef(esqueci de questionar o nome mas, descobrirei no próximo dia 15 de dezembro quando minha irmã comemorará seu aniversário lá!) abrilhanta com toques sutis os já belos pratos que descem das escadarias que trazem e levam pratos prontos para consumo e verdadeiros marcos da esbornia feita pelos comensais que degustaram obras de artes em forma de pratos!
Minha entrada foi um mix de aperitivos que a casa possui, bolinhos de bacalhau, filé de agulhinha fritas(DIVINA!!), caldinhos de siri, empanados de charque, queijo provolone e queijo normal, um queijo coalho fantasticamente frito e servido com uma erva frita que lembrava uma erva japonesa que comi em outra ocasião no ITIBAN da Madalena(vale igualmente cada centavo!). Simplesmente perfeita combinação que, como se já não fosse o bastante, ainda é acompanhada por um pesto de beringela e torradinhas e pedaços de pão! R$ 35,00 super bem pagos!
Eu iria reclamar do preço da jarra de suco mas, uma TORRE de limonada suíça arregalou-me os olhos de tal forma que pela primeira vez na vida tive medo de não conseguir tomar tudo(sério, uma torre de 1,5L de limonada me assustaram de verdade! JURO!)
Prato principal, foi o prato da boa lembrança(motivo óbvio de poder levar o souvenir para casa!)(foto do prato já publicada!) O Tico-Tico no fubá estava divino, mas, sendo bem crítico, por R$ 74,00 não pode NUNCA ser dito que aquele prato serve duas pessoas. Uma forma de petit gâteau de cuscuz que não consegui identificar direito quais ingredientes faziam parte do mesmo, já o polvo, os anéis de lula e os camarões estavam perfeitamente balanceados e com um ótimo sabor e textura.
Da próxima vez, fica a dica, façam duas forminhas de cuscuz e tá ótimo! Até porque CUSCUZ é BARATO!!
Jarra de Suco - 17,00,
Quase esqueço, a varanda oferece uma vista única e maravilhosa de Olinda e Recife em uma experiência gastronômica inesquecível!
Antes mesmo de entrar , o guia que me acompanhava em Olinda apontou pro restaurante e disse, "esse é o mais caro daqui". Como eu já havia programado ir lá, antes mesmo de saber desse rótulo de "mais caro" continuei e fui.

O lugar é agradável, decoração típica e artística com muitas cores, atendimento é muito bom.

A média de preço é de R$79,00 para cima.

A jarra de suco, água de coco etc são em garrafas generosas de 1litro, o que é muito bom. Os pratos são excelente e assinados, as especialidades geralmente vem dentro de uma abóbora (jerimum ). Delicia!

Vale conhecer, provar as comidas dos chefes. O preço pago é válido.

Na foto, filé de peixe ao molho de coco no Jerimum
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