Milani Di Lui Restaurante & Bar

nota 2.7 de 5 em 3 opiniões
| Rank: 327º de 445 | Restaurantes


Opinião em destaque
Trabalho no Centro de Santos.e costumo sair para almoçar em bando. Hoje perguntei aos colegas aonde iríamos e indicaram o Milani. Alguns colegas se rebelaram e disseram que não iriam lá de jeito nenhum. O grupo se dividiu e eu fiz a infeliz escolha de acompanhar os que rumaram para o restautante em tela.

Vamos fazer uma pausa para uma consideração. Eu faço jejum intermitente. faço uma refeição à noite e depois só como no almoço.

Saímos às 11:30 como de costume e encontramos um restaurante absolutamente vazio. Nos instalamos em uma mesa grande no segundo andar pois éramos 8 pessoas. Um dos colegas teve problemas para escolher um prato, pois, apesar de constar vários pratos com carne no cardápio, hoje apenas havia maminha. Mas isso passou longe de ser um problema. Pedi um dos prados do dia: peixe. Começava ali nossa longa espera. Foram aproximadamente 40 minutos até que os pratos começassem a brotar na nossa mesa (eu tenho 1 hora de almoço) e todos caíram matando, pois aquela hora a fome era negra. Os garçons foram trazendo os pratos de dois em dois, pela escada.

A última leva veio apenas 1 prato e o garçom se mandou. Fiquei olhando para todos comendo e a essa altura minha cabeça já doía e meu estômago já queimava. Esperei por uns dois minutos olhando fixamente para a escada a espera de um garçom redentor que trouxesse meu tão aguardado prato. Finalmente uma garçonete irrompe pela escada... mas pera! Cadê meu prato? Chamo-a. Ela me olha sem entender meu descontentamento, que a essa altura já se transformara em labaredas escapando pelas minhas ventas e um olho estufado e cheio de veias. Informo que meu prato AINDA não havia chegado, ela corre assustada rumo a cozinha. Mais dois minutos e percebo que não há movimento no salão.

Um ar funebre se instaura. Temo pelo pior. Decido me dirigir até a cozinha no primeiro andar. Uma comissão de despreparados funcionários discute para entender o que havia acontecido. Naquele momento já tinha certeza. Fui esquecido. Não tomaram o meu pedido.

A garçonete que havia feito o meu pedido me pergunta:
-O que o senhor pediu?
-Você não sabe o que eu pedi?
-Foi maminha, não foi?
-Foi? - retruquei

Resolvi encerrar o diálogo de interrogações pois sabia que nenhuma explicação ou pedido de desculpas poderia resolver minha questão. Se você não tem um prato de comida

Meus 40 minutos de espera, que a essa altura já eram quase 50, foram em vão. Minha vista já escurecia. Minha vontade era de quebrar a cara daqueles infelizes utilizando para isso o sofisticado mobilhario do restaurante para isso. Mas não sou dado à cenas do tipo. E não tinha aminoácidos em meu sangue suficientes para isso. Agradeci pela atenção e fui embora me resolver em um buffet ao lado.

Gostaria de dedicar essa crônica ao proprietário deste estabelecimento. Saiba que você é uma vergonha para os proprietários de estabelecimentos (sejam eles de qualquer natureza). Explico: Você tem um restaurante super bem localizado, super bem montado e até dizem que sua comida é boa (infelizmente não me deram a honra de experimentar). Mas eu não sou a primeira vítima da sua ineficiência e, a depender da sua prontidão e disposição para resolver problemas, não vou ser a última. Me disseram que você fica na cozinha, mas eu não consigo acreditar nisso. Se essas coisas acontecem no seu restaurante com você lá dentro, desiste pois certamente você não nasceu para isso.
avaliações recomendadas
Trabalho no Centro de Santos.e costumo sair para almoçar em bando. Hoje perguntei aos colegas aonde iríamos e indicaram o Milani. Alguns colegas se rebelaram e disseram que não iriam lá de jeito nenhum. O grupo se dividiu e eu fiz a infeliz escolha de acompanhar os que rumaram para o restautante em tela.

Vamos fazer uma pausa para uma consideração. Eu faço jejum intermitente. faço uma refeição à noite e depois só como no almoço.

Saímos às 11:30 como de costume e encontramos um restaurante absolutamente vazio. Nos instalamos em uma mesa grande no segundo andar pois éramos 8 pessoas. Um dos colegas teve problemas para escolher um prato, pois, apesar de constar vários pratos com carne no cardápio, hoje apenas havia maminha. Mas isso passou longe de ser um problema. Pedi um dos prados do dia: peixe. Começava ali nossa longa espera. Foram aproximadamente 40 minutos até que os pratos começassem a brotar na nossa mesa (eu tenho 1 hora de almoço) e todos caíram matando, pois aquela hora a fome era negra. Os garçons foram trazendo os pratos de dois em dois, pela escada.

A última leva veio apenas 1 prato e o garçom se mandou. Fiquei olhando para todos comendo e a essa altura minha cabeça já doía e meu estômago já queimava. Esperei por uns dois minutos olhando fixamente para a escada a espera de um garçom redentor que trouxesse meu tão aguardado prato. Finalmente uma garçonete irrompe pela escada... mas pera! Cadê meu prato? Chamo-a. Ela me olha sem entender meu descontentamento, que a essa altura já se transformara em labaredas escapando pelas minhas ventas e um olho estufado e cheio de veias. Informo que meu prato AINDA não havia chegado, ela corre assustada rumo a cozinha. Mais dois minutos e percebo que não há movimento no salão.

Um ar funebre se instaura. Temo pelo pior. Decido me dirigir até a cozinha no primeiro andar. Uma comissão de despreparados funcionários discute para entender o que havia acontecido. Naquele momento já tinha certeza. Fui esquecido. Não tomaram o meu pedido.

A garçonete que havia feito o meu pedido me pergunta:
-O que o senhor pediu?
-Você não sabe o que eu pedi?
-Foi maminha, não foi?
-Foi? - retruquei

Resolvi encerrar o diálogo de interrogações pois sabia que nenhuma explicação ou pedido de desculpas poderia resolver minha questão. Se você não tem um prato de comida

Meus 40 minutos de espera, que a essa altura já eram quase 50, foram em vão. Minha vista já escurecia. Minha vontade era de quebrar a cara daqueles infelizes utilizando para isso o sofisticado mobilhario do restaurante para isso. Mas não sou dado à cenas do tipo. E não tinha aminoácidos em meu sangue suficientes para isso. Agradeci pela atenção e fui embora me resolver em um buffet ao lado.

Gostaria de dedicar essa crônica ao proprietário deste estabelecimento. Saiba que você é uma vergonha para os proprietários de estabelecimentos (sejam eles de qualquer natureza). Explico: Você tem um restaurante super bem localizado, super bem montado e até dizem que sua comida é boa (infelizmente não me deram a honra de experimentar). Mas eu não sou a primeira vítima da sua ineficiência e, a depender da sua prontidão e disposição para resolver problemas, não vou ser a última. Me disseram que você fica na cozinha, mas eu não consigo acreditar nisso. Se essas coisas acontecem no seu restaurante com você lá dentro, desiste pois certamente você não nasceu para isso.
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Local bombando, bonitinho, ajeitadinho com 2 pisos. Serviço lento, porém depois do pedido, os pratos chegaram logo. Pedi o linguado, que pra mim é aquele peixe importado proveniente do Vietnam, o Pangasus. O peixe pedido foi o grelhado com fritas, arroz e salada mista, porção individual por 20,90. O peixe estava salgado para o meu paladar, o arroz estava cru e as fritas murchas. O outro foi um contra filé com arroz, agrião, ovo frito e batata sauté. Esquecemos de pedir a carne ao ponto, estava bem passado. O ovo, esquecemos de pedir com a gema mais mole, veio dura. Too bad. E o suco de laranja veio com gosto de laranja passada, porém trocaram. Mesmo assim, ainda estava com gosto de laranja passada. Devia ter esperado a mesa no Café Paulista.
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