Em um ambiente rústico e minimalista, o restaurante Mani é comandado pelos chefs Daniel Redondo e Helena Rizzo que trazem pratos espetaculares. Entre os principais destaques estão o arroz de lula, o risoto de beterraba e o tentáculos de polvo na brasa sobre purê de batata-doce roxa e chips. O menu degustação é uma boa forma de provar várias das delícias feitas pelos chefs, mas prepare o bolso.

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Quando se começa a fazer coleção de alguma coisa, logo nasce uma listinha de itens de desejo. No nosso caso, colecionamos experiências gastronômicas. Nada nos deixa mais feliz que colocar uma bela figurinha no álbum. E o Maní estava lá, no topo da nossa listinha de experiências desejadas.Quando eu e o Diogo marcamos a viagem pra São Paulo, nem precisamos combinar que o primeiro almoço seria lá. Do aeroporto pro Maní, sem escalas.

A mesa seria composta por um time de responsa: Riq Freire, Nick e Lady Rasta. Tem como ser ruim um almoço desses?Confesso que foi um pouco difícil manter as expectativas baixas. Mas quer saber, de vez em quando a gente tem que se desafiar com uma expectativa lá em cima. Era o jeito.

Ainda mais quando se trata de um dos restaurantes mais badalados do país. E não tem como não falar da simpatia da chef Helena Rizzo, que nos provocou com alguns sabores e texturas beeeeeem diferentes. Seu par, Daniel Redondo, nós não avistamos.

Acho que ele segura as pontas no jantar.A adega nos trouxe a mais óbvia das idéias.Antes mesmo de liberar a nossa mesa, o povo já começou a bebericar um Pericó Taipa Rosé 2009. No mesmo dia, provamos também a Pericó Brut Rosé.A caminho da mesa, a gente ia curtindo o ambiente aconchegante, delicado e exclusivo. O bom gosto está por tudo.Até a água mineral merece cuidado. Gosto disso. Fala muito sobre o conceito de food experience que a gente tanto curte.Durante uns 20 minutos do almoço eu fui uma pessoa omissa. Culpa desse biscoitão de polvilho.

Por um minuto pensei que eu tava no banco de trás do carro, indo pra praia e perguntando quanto tempo faltava pra chegar. Mas não, era o Maní mesmo, fazendo a gente viajar.O misto de culinária saudável com texturas diferente e recriações inovadoras fazia eu me questionar se seria tudo isso mesmo. Começamos pelo consome frio de tomate e um bombom de foie gras. Vou te dizer, nem sou muito do foie, mas comeria estes bombons como se fossem brigadeiros.

As entradas chegaram causando. Primeiro essa salada gritando verde pro Nick. A salada Mata Atlântica vinha com agrião, rúcula selvagem, mache, azedinha, manga, pupunha, aipo e maracujá ao azeite de carvão.O Diogo e o Riq foram no mesmo. Era uma feijoada entre aspas. Nem precisava explicar o que era, que eles iam pedir. Mas explico, trata-se de um carpaccio de pé de porco com esferas de feijão, paio, laranja e couve.Eu preciso admitir que pedi a minha entrada por curiosidade. Eram pirulitos de parmesão.Os produtos orgânicos iam pipocando na mesa até que me aparece o tal Ovo Perfeito. Eu diria que é a sofisticação em forma de ovo.

A Lady Rasta chamou num tartar de vieiras que precisou ser provado por todos da mesa.Bora pros pratos? Que tal começar com o peixe do dia a baixa temperatura com tucupi? Pra mim, o melhor de todos.Eu provei um rosbife whang alguma coisa. Me esqueci do nome mas não do ótimo sabor da casquinha que envolvia a carne. Uma salada de batata morna acompanhou perfeitamente.O Nick foi no bacalhau a Braz…E a Lady foi de cordeiro com talharim de pupunha e farofa de castanha do Pará.Todo mundo com um sorriso no rosto. Como deixar melhor? Com doce ora.

A mesa dividiu quatro sobremesas sugeridas pela chef. Primeiro um sorvete de açaí com sorbet de frutas vermelhas e alguma coisa não identificada mais.O segundo foi o meu preferido. Canudo de canela com espuma de banana e sorvete de maracujá.Sabe quem apareceu de novo na mesa? O ovo. Mas dessa vez um ovo doce. Era um sorvete de gemada com espuma de côco e coquinhos crocantes.O último foi o preferido do Diogo. Trata-se do Café Padoca, com sorvete de doce de leite, gelatina de café, creme de leite e lascas de pão com manteiga.

Loucura né?Eram quase 6 horas da tarde e a gente ainda tava lá. Para um colecionador de experiências gastronômicas, isso significa uma tarde de puro prazer. Um espresso e um brigadeiro eram o desfecho perfeito. Ah, e as formiguinhas são só charme…Veio a conta. Digna da experiência e da cidade. 160 reais por pessoa. Pra quem tá preocupado em completar o álbum, isso pouco importa.
Foto opinião do Diego Fabris sobre Maní
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Recomendo o Maní por se tratar de um lugar ótimo para comer uma refeição boa e agradável para se reunir com a família e amigos. Localizado nos jardins. O restaurante é sensacional. Apesar da espera enorme que não é nada confortável, o atendimento foi bom e os pratos bem saborosos, valendo a pena esperar pra almoçar ou jantar no local. Nota 10!!!

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Sobre o restaurante Mani ( especialmente pra você Johanna Gomez Ampudia que pediu minha opinião )

Começo este post com um trecho muito pertinente do livro Mar sem Fim ( Amyr Klink ) e com ele quero dizer: Vá, experimente e dê sua opinião, pois a minha é só a minha e não uma verdade.

"“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor..." Amyr Klink

Começando pela estrutura, achei uma estrutura bastante simples, não feia e nem mal cuidada, porém simplista, sem requinte.
O atendimento foi nota 10, apesar da espera enorme que havia na porta ( 1h a 1h30 ). Todos educados, solícitos, simpáticos e impecavelmente uniformizados. Voltarei à estrutura quando for para concluir MEU veredito.

Ao sentar a mesa acabamos por pedir ( ou deixar vir ) o couvert e foi um grande erro de principiante, pois o couvert além de muito caro é dispensável: apenas um pão razoável e três grandes biscoitos de polvilho com dois tipos de manteiga e uma colhada ( porções ínfimas ). E quando digo não caia no couvert não é só ou para economizar, mas sim para evitar este mico. Pelo valor de dois couvert você e seu acompanhante poderá pedir uma entradinha que será muito mais criativa e saborosa sem estufar suas respectivas barrigas.

Sobre os pratos principais tenho a dizer que não me impressionaram tanto, a Dani pediu um talharim aos três cogumelos que estava feito a perfeição ( mas eu faço igual em casa, portanto não impressiona apenas pelo fato de estar perfeito ) e eu pedi uma bochecha de boi com tutano e purê de Taioba e sobre o meu prato tenho a dizer que as bochechas estavam perfeitamente cozidas, desmanchando na boca, o purê estava delicioso e equilibrado, MAS tanto o tutano quanto o molho estavam uma verdadeira salmoura.

O cardápio me decepcionou também pela falta de opções, poucos pratos e os mesmos não tinham uma identidade tão bem definida. É uma mistura de "brasilidade" com "francesidade" que me soou confuso ou pouco estimulante.

As sobremesas, apesar de caras, foram boas.

E, como prometi para o gran finale, tenho que voltar a falar da estrutura e demais itens mencionados. Como acredito que tudo na vida é uma somatória e "divisória" para ver se dá uma "multiplicatória" meu veredito é: não voltarei.

Sou do tipo que come na casa de pescador, em restaurante de PF, no Fasano ou num contemporâneo moderno de médio preço que impressiona por sua criatividade, MAS quando vou num lugar caro também sei ser chato.
E pelo preço que pagamos achei o lugar simples demais, com detalhes que incomodam como algumas fiações que aparecem, espelhos com bisotê mal feito, descascando e mal alinhados ao serem afixados na parede. Paredes muito brancas que ultrapassam a barreira do "clean" para ser um pouco sem decoração mesmo.... E os os defeitos mencionados em meu prato.
RSRSRSRS Falei que também sei ser chato? Pois é, se me cobram bem, têm que me impressionar....

Banheiros pequenos e feinhos completam a falta de requinte de um lugar que se propõe a cobrar bem carinho por sua comida e serviço.

Mas, como diz Amyr Klink: " um homem precisa viajar por sua conta "

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Começo este post com um trecho muito pertinente do livro Mar sem Fim ( Amyr Klink ) e com ele quero dizer: Vá, experimente e dê sua opinião, pois a minha é só a minha e não uma verdade.

"“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor..." Amyr Klink

Começando pela estrutura, achei uma estrutura bastante simples, não feia e nem mal cuidada, porém simplista, sem requinte.
O atendimento foi nota 10, apesar da espera enorme que havia na porta ( 1h a 1h30 ). Todos educados, solícitos, simpáticos e impecavelmente uniformizados. Voltarei à estrutura quando for para concluir MEU veredito.

Ao sentar a mesa acabamos por pedir ( ou deixar vir ) o couvert e foi um grande erro de principiante, pois o couvert além de muito caro é dispensável: apenas um pão razoável e três grandes biscoitos de polvilho com dois tipos de manteiga e uma colhada ( porções ínfimas ). E quando digo não caia no couvert não é só ou para economizar, mas sim para evitar este mico. Pelo valor de dois couvert você e seu acompanhante poderá pedir uma entradinha que será muito mais criativa e saborosa sem estufar suas respectivas barrigas.

Sobre os pratos principais tenho a dizer que não me impressionaram tanto, a Dani pediu um talharim aos três cogumelos que estava feito a perfeição ( mas eu faço igual em casa, portanto não impressiona apenas pelo fato de estar perfeito ) e eu pedi uma bochecha de boi com tutano e purê de Taioba e sobre o meu prato tenho a dizer que as bochechas estavam perfeitamente cozidas, desmanchando na boca, o purê estava delicioso e equilibrado, MAS tanto o tutano quanto o molho estavam uma verdadeira salmoura.

O cardápio me decepcionou também pela falta de opções, poucos pratos e os mesmos não tinham uma identidade tão bem definida. É uma mistura de "brasilidade" com "francesidade" que me soou confuso ou pouco estimulante.

As sobremesas, apesar de caras, foram boas.

E, como prometi para o gran finale, tenho que voltar a falar da estrutura e demais itens mencionados. Como acredito que tudo na vida é uma somatória e "divisória" para ver se dá uma "multiplicatória" meu veredito é: não voltarei.

Sou do tipo que come na casa de pescador, em restaurante de PF, no Fasano ou num contemporâneo moderno de médio preço que impressiona por sua criatividade, MAS quando vou num lugar caro também sei ser chato.
E pelo preço que pagamos achei o lugar simples demais, com detalhes que incomodam como algumas fiações que aparecem, espelhos com bisotê mal feito, descascando e mal alinhados ao serem afixados na parede. Paredes muito brancas que ultrapassam a barreira do "clean" para ser um pouco sem decoração mesmo.... E os os defeitos mencionados em meu prato.
RSRSRSRS Falei que também sei ser chato? Pois é, se me cobram bem, têm que me impressionar....

Banheiros pequenos e feinhos completam a falta de requinte de um lugar que se propõe a cobrar bem carinho por sua comida e serviço.

Mas, como diz Amyr Klink: " um homem precisa viajar por sua conta "

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O restaurante tem ótima localização e o cardápio surpreende da entrada à sobremesa! O biscoito de polvilho do couvert é imperdível! As opções de peixe sempre surpreendem! A carta de vinhos exige disposição para gastar, faltam rótulos a menos de 150 reais... O ambiente é bastante refinado sem ser constrangedor, se possível tente uma reserva na área externa!
Entradinha
"Entradinha"

Se o restaurante ja era bem falado antes, agora que está entre os 50 melhores do mundo ficou ainda mais cobiçado. Fizemos reserva com antecedência...mas havia gente na espera desde a hora em que chegamos e que ainda estavam lá a hora que estávamos indo embora, esperando por uma mesa.
A comida é excelente, desde o couvert, com um polvilho fresco enorme que vem dentro de um saco...é uma das especialidades da padaria deles, que fica ao lado.
Variedade de sucos naturais e sobremesas diferentes.
Minha namorada comeu um atum selado e adorou, enquanto eu optei por um file mignon.
Recomendo, mas vá de carteira aberta...os preços são altos.

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Ambiente simples mas muito agradável. O menu degustação é incrível. A releitura da feijoada é simplesmente perfeita.
O serviço é ótimo só que eu pedi para o chef incluir o ovo do Maní entre os pratos e ele não incluiu :(

O Mani é um restaurante para quem quer ter uma experiência com a alta gastronomia. Tudo é incrível. Da decoração ao prato final. Primeiro entramos em um corredor lindo e cheio de pinturas coloridas e depois passeamos para um espaço mais rústico, enfeitado com árvores. Os garçons são pessoas extremamente atentas aos clientes e dão as melhores dicas para quem já conhece ou para quem vai pela primeira vez.

Provei um delicioso Peixe do Dia com Tucupi, Banana da Terra e Migalhas do Mani (uma especie de farofa que fica em cima do peixe). Quem sugeriu esse prato foi o próprio garçom e acertou em cheio. Um peixe delicioso, leve e bem apresentado. Também pedimos uma sopa fria de jabuticaba, com um gostinho meio agridoce, feita com camarão no vapor de cachaça. Quem vai no Mani não se arrepende. A experiência culinária vale muito a pena!

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O lugar é bonito e pessoal muito atencioso. Quanto ao cardápio de drinks... abusivo, o dobro do preço dos outros restaurantes.
Já nos pratos são caros, mas não abusivos, bem elaborados e decorados, achei que faltam mais opções.
No mesmo nível de restaurante, não achei nada demais, sou muito mais o Carlota por exemplo

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Cheguei pouco antes das 21:00 e o restaurante estava completamente vazio. Mesmo assim a hostess me falou que até as 21:00 só trabalhavam com reserva e que eu teria que voltar mais tarde. Nunca mais volto.
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