Madeleine - Jazz Bar

nota 4.1 de 5 em 30 opiniões
| Rank: 68º de 1168 | Bares e Botecos

Dividido em 4 ambientes (mezanino, lounge, adega e varanda), o Madeleine se destaca por seu requinte em cada espaço e por tornar um sobrado em algo tão especial. A casa já ganhou diversos prêmios por conta da música tocada ao vivo todos os dias – o Jazz, claro. O cardápio é bem variado, mas a boa pedida é a pizza-bistrô. O local oferece diversos rótulos de vinhos e boa carta de cervejas especiais.

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Localizado na Vila Madalena, nos interessamos em visitar o local devido a boas referencias que tivemos de amigos. O bar é ideal para ir em casal e ouvir uma boa música. Fomos em um sábado a noite e, apesar do lugar já estar bem cheio, não precisamos aguardar para nos sentarmos. Recomendo o fundue, simplesmente fantástico!
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Uma casa antiga escondida em uma das ruas da vila madalena, o local está sempre cheio e é frequentado por amantes de jazz e curiosos..
Tem uma área externa na frente que fica bem agradável, no dia que eu fui estava chovendo entāo, como o térreo ja estava lotado, tivemos que ficar no piso de baixo, uma espécie de porão.. mas dava para ouvir o show perfeitamente!
A comida / bebida deixou bem a desejar..pedi uma caipirinha de saque e frutas vermelhas que nāo tinha gosto de absolutamente nada, bem aguada mesmo!
Para comer fomos de mix de bolinhos (arroz, queijo, carne seca e linguiça) , o de arroz estava incomível de tāo seco e os outros estavam ok... pedimos tb uma espécie de massa de pizza bem fininha com queijo, chamada canaleta, estava gostosinho rs

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Um lugar mto romântico e aconchegante, a luz de velas, super bonito, ótimo pra ir a dois. As músicas e bandas de jazz são ótimas. O preço é meio salgado, mas pra quem curte uma boa comida, uma boa música, não pode deixar de conhecer esse lugar. É mto fofo!

Infelizmente, visitei este lugar somente uma vez. Preciso voltar urgentemente! Até para poder fornecer uma opinião mais apurada.

A primeira impressão que ficou foi ótima. Ambiente muito aconchegante, ótima música e proposta. São Paulo carece de lugares assim, com a programação focada no jazz.

Bom para ir em casal, a atmosfera favorece. Mas em amigos a experiência também deve ser proveitosa.

Muito charme e longa vida ao Madeleine!

Parte 2 (Continuação...)

É essa a mesma orientação da gastronomia do Madeleine, assinada pela chef Ana Soares que usa toda a expertise em consultoria gastronômica e toda a criatividade para harmonizar sabores e elaborar pratos originalíssimos, sejam eles à base de massas, risotos incrementados – como o Madeleine, peixes -como o Linguado ao Vermut e vôngole ou o Robalo ao limone, saladas ou as pizzas-bistrô assadas em forno a lenha, como a de massa verde e recheio de mussarela de búfala, tomates marinados e rúcula, que você vai experimentar e adorar, assim como os petiscos e sobremesas especiais.

Para aqueles que relacionam o nome da casa ao bairro em que ela está localizada, o sempre atencioso Gil Dantas – sommelier e agora um dos sócios – nos explica que a “responsabilidade” é toda de Marcel Proust: o narrador de “Em Busca do Tempo Perdido”, escrito em 1913, mergulha um pedaço de um pequeno bolo – a Madeleine – no chá que estava tomando, o que o faz relembrar e trazer ao presente os sabores, cores e odores sentidos em momentos especiais de sua remota infância.

Nós, que não somos personagens da literatura, mas da vida desse mundo, podemos nos apropriar das ideias do escritor e do poder transformador do jazz para esquecer um pouco da nossa contingência e mortalidade e vivermos, no Madeleine, “algumas horas de poderosa alegria”, como Proust escreveu.

Parte 1

A rua Aspicuelta é famosa na Vila Madalena: concentra bares, empórios, lojas e restaurantes diversos, para públicos, paladares e ouvidos de todos os estilos.

Caminhando à noite na parte da rua que desce (se você estiver vindo da Fradique Coutinho) ou na parte que sobe (se vier da Medeiros de Albuquerque), ao se aproximar do número 201 você ouvirá timbres diversos: palhetas, contrabaixo, saxofone, pratos de uma bateria, talvez as teclas de um piano. Uns passos a mais e você se sentirá tão envolvido por aquele som e pelo local de onde ele vem que será impossível recusar a proposta para que a sua noite comece ali, no Madeleine.

O local que o abriga foi descoberto anos atrás por André Guilguer, o idealizador: uma casa em que funcionava uma loja de móveis antigos e que não estava a venda. André sempre foi apaixonado por música e buscava, com o auxílio de amigos, um espaço em que pudesse conciliar música e gastronomia de maneira a proporcionar o que descreve como uma experiência surpreendente.

Em 2009, após um planejamento que durou cerca de três anos, a loja de móveis antigos passou a acolher o charmoso Madeleine, com trilha sonora jazzística, variada e aberta a experimentações, um cardápio audacioso, uma adega com dezenas de rótulos de vinhos e uma carta de cervejas especiais.

A casa

É através de uma grande vitrine que se vê da rua os músicos durante as apresentações. Essa proximidade de quem está do lado de fora com a manifestação artística, esse embalo que acontece do lado de dentro, torna o local ainda mais irresistível. O prêmio para quem cede a esse apelo é a sensação deliciosa de assistir a uma performance exclusiva, de altíssimo nível e para poucos eleitos. Uma das muitas magias do Madeleine.

O “observatório” desse bistrô que é ao mesmo tempo bar e restaurante – ou, se preferir, desse bar que é ao mesmo tempo restaurante e bistrô – é o mezanino, a intervenção arquitetônica que confere intimidade e vista exclusiva dos shows e do lounge de forma análoga.

Se o clima for propício a conversas mais próximas da companhia do que das bandas de jazz, basta passar pelo balcão do bar até chegar à varanda e, de lá, ter a visão de 180° da Vila Madalena, num amplo terraço coberto. Quem vê a fachada do Madeleine não é capaz de imaginar que os espaços internos se multipliquem tanto e, mesmo assim, preservem o clima aconchegante, intimista e romântico.

Falando no balcão do bar, aliás, é bom comentar que as bebidas fazem parte de uma área que se destaca, pois detém criações exclusivas que levam nomes de lendas do jazz, como os coquetéis Midnight Special, Cantaloup Island ou o Amilton Godoy, feito sem álcool à base de frutas vermelhas e pimenta jamaicana.

E caso a pedida da noite seja a informalidade (ou a intimidade), leve seu par até o subsolo para que vejam juntinhos a fantástica adega climatizada, cuidadosamente mantida pela casa, assim como a extensa carta composta por mais de 70 rótulos. Se o momento pedir um brinde, aproveite para provar o exclusivo espumante Madeleine Brut, elaborado a partir da mescla das uvas Chardonnay, brancas, e Pinot Noir, tintas, além de aromas cítricos.

A disposição natural para um contentamento inesperado

Diz-se que no século 19 as manifestações religiosas dos escravos africanos por liberdade levaram à New Orleans muita miscigenação harmônica e rítmica, improvisações e toda a influência das chamadas músicas de trabalho e das músicas folclóricas, as spirituals. Essas características do jazz em seu nascedouro são preservadas na proposta musical do Madeleine: como o próprio jazz, artistas nacionais e internacionais transitam por inúmeros estilos musicais para ligarem improvisação e interação de instrumentos e vozes, somando esses elementos à peculiaridade da interpretação que jamais será a mesma, quantas vezes forem executadas as composições.

Assim o digam os músicos do Hammond Grooves, o Organ Trio do apresentador Daniel Daibem, ou os da banda GroofBoogaloo, resultado da mistura de funk, blues, drum’m n’ bass e MPB , ou mesmo os que fazem do Trincheira MPB Jazz uma impressionante variedade de arranjos, todas essas bandas fixas da casa que se apresentam respectivamente às quintas, sextas e sábados.

(Continua...)
Foto opinião do Karina Del Monte Schiavon sobre Madeleine - Jazz Bar

Já tinha ouvido falar muito (e bem) do Madeleine, mas na noite em que fui achei meio decepcionante. O local é pequeno, sem gdes atrativos. Drinks apenas OK. A banda estava tocando MUITO alto, praticamente impedindo qualquer conversa na mesa (e o som não era dos melhores.)

Muito caro para o q oferece. Música boa mas com intervalos longuíssimos. Ficamos na varanda, de onde não dava pra ver o show e mesmo assim pagamos couvert. Fomos informados que mesmo quem fica na adega paga couvert. Acho absurdo. Nesse dia alguém estava comemorando aniversário e uma mesa gigante foi montada na varanda. O garçom pediu para mudarmos de mesa para que a nossa fosse acoplada à grande mesa. Pelo jeito não estavam preparados pois o atendimento ficou super demorado depois disso. Enfim, tirando a boa música, é muito caro pelo que oferece. Não voltarei e não recomendo.

Caro pelo que oferece. Consumação mínima de R$50, mais couvert artístico (no dia que fui, 27 Reais).

A banda é boa, mas nada em especial, já fui em bares de jazz na mesma faixa de preço (e mais baratos) com bandas melhores.

O atendimento é bom, porém o local é muito escuro (a ponto de ser difícil ler o cardápio) e não tem lugares onde a música não seja muito alta, sendo difícil conversar num tom de voz mais natural.

Preços salgados por coisas simples. Sem dúvida existem locais com melhor custo-benefício que oferecem a mesma proposta do bar.

O cardápio de cervejas é interessante, mas poderiam ter mais opções e o preço também é bastante salgado comparado com as mesmas cervejas em outros locais. O preço dos vinhos são absurdamente caros, muito superfaturados. Nem em muitos bares com especialidade em vinho se encontram preços tão altos.

Pelo preço, eu esperava coisa melhor.

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Lugar incrível! O ambiente é muito agradável. Apesar do clima romântico, a casa fica lotada de amigos e pessoas comemorando aniversario.
São 3 ambientes, mas apenas dois dão vista para a banda. A banda é excelente!! A comida também é bem gostosa e o preço muito justo.
Não sei como eu nunca tinha ido no Madeleine.
Exibindo 14 opiniões | Total de 30 opiniões
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