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Endereço: Rua Castro Alves, 678, Rio Branco - Porto Alegre , RS - Brasil - 90430-131

Telefone: 51 3264-6000

Preço: $$$$  (De R$51 até R$100)

Sou dono deste estabelecimento

A culinária é francesa por excelência, pelo cozimento longo e lento dos molhos-base, feitos a partir da técnica da não-fervura; esses molhos garantem um sabor genuíno.

A arte de ressaltar sabores confere ao Lorita uma cozinha aromática, cheia de "perfumes".

Várias técnicas estão envolvidas na cozinha dos perfumes, desde o cozimento por descanso, defumação, elaboração de marinadas e de azeites perfumados, ou épices.

Trabalhar com produtos frescos, orgânicos e de qualidade também favorece o sabor.

Fusion Cuisine envolve a participação de cozinhas de outras culturas, países ou regiões, como tons que, de forma artística, vão compondo a tela dos sabores. No Lorita, a fusion fica por conta da influência das culinárias vietnamita, peruana e indiana.

A arte está, na cozinha do Lorita, pela evidência da sensorialidade, do prazer e do inusitado.

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Primeira opinião do lugar

Eu passo praticamente todo o santo dia pela frente do Lorita. Sem exagero. E sempre que passo, dou uma freiadinha, abaixo o vidro, fixo os olhos na direção da janela, como quem tenta pescar alguma informação, e digo pra mim mesmo que do próximo final de semana ele não escapa. As vezes chego a prometer isso em voz alta mesmo.Mas por ironia do destino, termina o final de semana e eu me dou conta de que, novamente, não consegui conhecer o restaurante do chef Peter Knoblich, que junto da sua mulher (e sommelier) Roberta, recebem os comensais na própria casa.

Finalmente consegui visitá-lo noite dessas, com a Rê. Imaginem esse clima todo de lareira, luz de velas, flores, etc e tal, ao som de Édith Piaf. Não consigo pensar agora num ambiente mais propício para um jantar romântico na cidade. É golaço na certa, não tem do que reclamar.E observando com mais calma os detalhes que dão o tom ao restaurante, podemos prever que teremos um cardápio fortemente influenciado pelo berço da gastronomia mundial. Porque esses teasers não seriam de graça.Aproveitei que tivemos que esperar uns 15 minutinhos pela nossa mesa (portanto, faça reserva!) e saí clicando tudo. E cliquei tanto essa mesinha da janela que acabei atraindo-a.

Mesinha que chamamos de “nossa” pelas 3 horas seguintes.Ao abrir o cardápio, já notamos o bom gosto e o cuidado ao extremo dedicado pelo casal proprietário. Sem folha amassada, nem pingo de molho, muito menos preço rasurado. Parece que ele foi feito momentos antes, especialmente pra gente.Dele, conseguimos extrair num primeiro momento o rosé mais surpreendente que provamos nos últimos tempos. Era um rosé de Syrah chileno da Viña Montes, chamado Cherub.

Mais do que o próprio vinho – que repito, era espetacular – a Rê amou o rótulo.Aí, como não sabíamos muito bem o tamanho das porções, decidimos pedir uma entrada somente, e compartí-la: a escolha foi uma charmosa e deliciosa panelinha com cogumelos defumados e queijo brie.Daí na hora dos pratos principais, nos demos conta de que a escolha da entrada, muito embora tivesse nos agradado, poderia ter sido diferente, já que re-encontramos os cogumelos com queijo brie no filé da Rê, que ainda veio acompanhado de um delicado purê de cenoura com castanha de cajú e pesto.

Em função disso, o prato nota dez da noite foi o meu: entrecôte grelhado sobre cama de tomates perfumados ao molho de vinho do porto, guarnecido com batata noisette e sálvia crocante. Não saberia dizer o que mais me surpreendeu, se foi a maciez do filé, a sálvia crocante, as batatinhas, ou os tomates com perfume do defumado. O sabor dos tomates era impressionante.Na hora da sobremesa decidimos não dividir nada. Cada um comeria a sua. Daí eu optei por um crepe-soufflé recheado de kashmir e baunilha, com calda de goiabada e vinho do porto. Era muito bom, mas confesso que, em função da pompa do nome da sobremesa, esperava mais.Já a Rê optou pela simplicidade e mandou muito bem: mousse aromático sobre fundo de carambola. Sensacional, sem tirar nem pôr.

Existem lugares que tem como único objetivo trazer o cliente pra dentro do restaurante. Uma vez que ele já esteja sentado, já era. Eles pintam e bordam, nos tratam mal, são grossos, e não estão nem aí se vai rolar 10% ou não. O Lorita é bem o contrário. Nos conquista a cada segundo que passa. E nem na hora de pedir a conta esquece que deve constantemente nos agradar. Me refiro ao cuidado especial com a conta, que veio dentro de um charmoso livrinho.E a conta sinalizou que havíamos consumido exatamente 109 reais cada um. Um preço diferenciado, seguramente. Mas nada mais justo, tratando-se de um lugar diferenciado como o Lorita.
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O diferente irreverente maravilhoso, comandado pela chef Roberta Gomes, funciona 10 dias por mês e há um evento gastronômico por mês, elaborado por ela, como aula de culinária chef e aprendendo a harmonizar com vinhos, espumantes, etc. Ótimo para quem aprecia culinária e pensa que não sabe ou consegue cozinhar com excelência!
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Adoro o Lorita, na minha opinião é a conjunção perfeita de excelente comida, requinte, charme e romantismo na Capital. Todo casal deveria ter a chance de passar um momento romântico embaixo da parreira do Lorita ao som de um tango ou de Edith Piaf...
A Chef Roberta simplesmente me surpreende com a sua "mão agridoce".
Ingredientes como damasco, beringela, alho, salmão, etc, ficam perfeitamente harmonizados em combinações meso ácidas, meso doces. Uma delícia!
O mesmo acontece com as sobremesas!
Os ingredientes são de primeira linha, o atendimento é muito carismático e o ambiente bem aconchegante!
Primeira opinião do lugar

Eu passo praticamente todo o santo dia pela frente do Lorita. Sem exagero. E sempre que passo, dou uma freiadinha, abaixo o vidro, fixo os olhos na direção da janela, como quem tenta pescar alguma informação, e digo pra mim mesmo que do próximo final de semana ele não escapa. As vezes chego a prometer isso em voz alta mesmo.Mas por ironia do destino, termina o final de semana e eu me dou conta de que, novamente, não consegui conhecer o restaurante do chef Peter Knoblich, que junto da sua mulher (e sommelier) Roberta, recebem os comensais na própria casa.

Finalmente consegui visitá-lo noite dessas, com a Rê. Imaginem esse clima todo de lareira, luz de velas, flores, etc e tal, ao som de Édith Piaf. Não consigo pensar agora num ambiente mais propício para um jantar romântico na cidade. É golaço na certa, não tem do que reclamar.E observando com mais calma os detalhes que dão o tom ao restaurante, podemos prever que teremos um cardápio fortemente influenciado pelo berço da gastronomia mundial. Porque esses teasers não seriam de graça.Aproveitei que tivemos que esperar uns 15 minutinhos pela nossa mesa (portanto, faça reserva!) e saí clicando tudo. E cliquei tanto essa mesinha da janela que acabei atraindo-a.

Mesinha que chamamos de “nossa” pelas 3 horas seguintes.Ao abrir o cardápio, já notamos o bom gosto e o cuidado ao extremo dedicado pelo casal proprietário. Sem folha amassada, nem pingo de molho, muito menos preço rasurado. Parece que ele foi feito momentos antes, especialmente pra gente.Dele, conseguimos extrair num primeiro momento o rosé mais surpreendente que provamos nos últimos tempos. Era um rosé de Syrah chileno da Viña Montes, chamado Cherub.

Mais do que o próprio vinho – que repito, era espetacular – a Rê amou o rótulo.Aí, como não sabíamos muito bem o tamanho das porções, decidimos pedir uma entrada somente, e compartí-la: a escolha foi uma charmosa e deliciosa panelinha com cogumelos defumados e queijo brie.Daí na hora dos pratos principais, nos demos conta de que a escolha da entrada, muito embora tivesse nos agradado, poderia ter sido diferente, já que re-encontramos os cogumelos com queijo brie no filé da Rê, que ainda veio acompanhado de um delicado purê de cenoura com castanha de cajú e pesto.

Em função disso, o prato nota dez da noite foi o meu: entrecôte grelhado sobre cama de tomates perfumados ao molho de vinho do porto, guarnecido com batata noisette e sálvia crocante. Não saberia dizer o que mais me surpreendeu, se foi a maciez do filé, a sálvia crocante, as batatinhas, ou os tomates com perfume do defumado. O sabor dos tomates era impressionante.Na hora da sobremesa decidimos não dividir nada. Cada um comeria a sua. Daí eu optei por um crepe-soufflé recheado de kashmir e baunilha, com calda de goiabada e vinho do porto. Era muito bom, mas confesso que, em função da pompa do nome da sobremesa, esperava mais.Já a Rê optou pela simplicidade e mandou muito bem: mousse aromático sobre fundo de carambola. Sensacional, sem tirar nem pôr.

Existem lugares que tem como único objetivo trazer o cliente pra dentro do restaurante. Uma vez que ele já esteja sentado, já era. Eles pintam e bordam, nos tratam mal, são grossos, e não estão nem aí se vai rolar 10% ou não. O Lorita é bem o contrário. Nos conquista a cada segundo que passa. E nem na hora de pedir a conta esquece que deve constantemente nos agradar. Me refiro ao cuidado especial com a conta, que veio dentro de um charmoso livrinho.E a conta sinalizou que havíamos consumido exatamente 109 reais cada um. Um preço diferenciado, seguramente. Mas nada mais justo, tratando-se de um lugar diferenciado como o Lorita.
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