Lelé de Troya

nota 4.6 de 5 em 7 opiniões
| Rank: 127º de 1617 | Restaurantes


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Primeira opinião do lugar

Palermo Viejo é um bairro arborizado e que chama a atenção, entre outros atrativos, pelas lojas de roupa e decoração. Numa das nossas caminhadas por lá, passamos em frente ao Lelé de Troya e de cara fomos atraídos pelo agradável ambiente. Mal sabíamos que aquele seria o jantar inesquecível da nossa viagem.A decoração é criativa. Cada um dos seis ambientes tem estilo e cor diferenciados. Nós gostamos do salão amarelo, que, além de alegre, fica perto da cozinha totalmente aberta, de onde se pode ver o preparo dos pratos. Porém, acabamos ficando em uma dos sofás do elegante espaço vermelho.
O serviço cuidadoso logo nos serviu pães caseiros e um patê de cenoura com mel e gengibre leve e bastante saboroso, combinando bem com o Lagarde Rose Blanc de Noire Reserva 2007 (52 pesos). E só para deixar registrado, vale dizer que dessa vez acertamos na escolha do vinho.

O cardápio, apesar de curto, apresenta criações interessantes – e algumas muito elaboradas –, com opções de massas, carnes, aves, peixes e frutos do mar. Nós fomos extremamente felizes em ambas escolhas e não sabemos dizer se o Crocante de Lomo (48 pesos), um filé mignon especial recheado com mousse de champignon e espinafre envolto em massa filo estava melhor do que o Cordero de Troya (49 pesos), que trazia cordeiro desfiado com pistaches e amêndoas acompanhado de bouquet de tomate com hortelã e batatinhas ao molho de vinho merlot e chocolate.

A carne enrolada na massa filo nos deixa saudosos até hoje. O sabor do molho de vinho merlot com o chocolate é tão diferente e gostoso que não conseguimos explicar a harmonia com o restante do prato. Foram verdadeiras obras de arte comestíveis.E depois de pratos tão especiais como estes, nada melhor que uma ótima sobremesa. Ou melhor, seis delas, já que nossa escolha foi a overdose de açúcar da Picada Dulce (40 pesos), uma espécie de menu-degustação.

Achamos sem graça o sorvete de creme com pistache e água de rosas e apenas básica a pêra cozida com vinho malbec. A massa filo com crocante de nozes e amêndoas acompanhada de laranjas confitadas estava um pouco doce, mas a textura agradou. Sucesso mesmo fizeram o manjar de chocolate branco e preto, e a tortinha de chocolate branco, todas cobertas com calda de frutas vermelhas. Mas o destaque doce ficou com a mousse de chocolate com um toque de pimenta, cardamono e gengibre, servida com laranja confitada.E depois de tantos sabores inesquecíveis numa mesma noite, foi difícil acreditar que pagamos apenas R$ 50 por cabeça!

Sugestão do chef: só quando fomos embora vimos que um dos ambientes se trata de um agradável jardim, boa pedida para almoçar ao ar livre ou para uma noite em época de calor.
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Era pleno outuno e eu lembro bem como a calçada da Calle Thames estava coberta de folhas secas.

Faz muito tempo que nao volto lá, nem sei porque. Acho que, nos últimos 6 anos, fomos a tantos “novos” restaurantes em Buenos Aires que acabamos esquecendo do Lelé. Talvez esteja na hora de voltar. Será que eles ainda servem o mesmo prato de camarões com molho de maracujá que eu pedi naquele dia?

O Lelé de Troya foi um dos pioneiros de Palermo e ainda existe, conservando um clima de nostalgia, com móveis antigos  e jeitinho mediterrâneo. Cada parte da casa tem uma cor diferente. A nossa mesa era na sala vermelha, sem dúvida a mais romântica de todas.
Foto opinião do Mariana Pereira Mason sobre Lelé de Troya

Já era a quarta e última noite de minha estada em Buenos Aires, eu fui a este restaurante que fica localizado no requintado e tradicional bairro Palermo, seguindo uma indicação de um blog que consultei antes da viagem. A vontade de conhecer o local não impediu-me mesmo devido à grande distância que o hotel estava de Palermo, afinal andar de táxi em Buenos Aires é bastante em conta.

Cheguei cedo ao local, e encontrei o lugar ainda vazio, e minha expectativa foi superada assim que entei no hall de entrada para a parte interna do Lelé de Troya, conservando um clima de nostalgia, com móveis antigos e jeitinho mediterrâneo, o restaurante foi adaptado a um casarão antigo, onde cada parte da casa tem uma cor diferente. Pedi a mesa na sala vermelha, sem dúvida a mais romântica de todas.

Fui servido prontamente pelos garçons, que serviram muito bem e com uma simpatia nota 10, do contrário ao que se comentam dos argentinos, durante minha estada em terras porteñas não tenho do que reclamar nesse quesito. Pedi um vinho tinto Cabernet Sauvignon argentino, pois lá fora o frio era grande naquele inicio de primavera, e o ambiente e a situação eram mais que apropriados, e fiquei conversando entre um e outro gole daquele delicioso vinho, enquanto algumas pessoas chegavam aparentemente para happy hour.

Pedi então as entradas: bruchettas de tomate, abobrinha e shitake com mussarela e molhos especiais, que foram servidas com muito bom gosto e detalhes. Apenas um prenúncio do que seria o jantar, eu pedi uma macarronada ao molho de creme de leite com nozes, delicioso! A noite foi perfeita em todos os sentidos, sai dali com a certeza de que estava encerrando a estada em Buenos Aires da melhor maneira possível, no outro dia voltei para terras tupiniquins.
Primeira opinião do lugar

Palermo Viejo é um bairro arborizado e que chama a atenção, entre outros atrativos, pelas lojas de roupa e decoração. Numa das nossas caminhadas por lá, passamos em frente ao Lelé de Troya e de cara fomos atraídos pelo agradável ambiente. Mal sabíamos que aquele seria o jantar inesquecível da nossa viagem.A decoração é criativa. Cada um dos seis ambientes tem estilo e cor diferenciados. Nós gostamos do salão amarelo, que, além de alegre, fica perto da cozinha totalmente aberta, de onde se pode ver o preparo dos pratos. Porém, acabamos ficando em uma dos sofás do elegante espaço vermelho.
O serviço cuidadoso logo nos serviu pães caseiros e um patê de cenoura com mel e gengibre leve e bastante saboroso, combinando bem com o Lagarde Rose Blanc de Noire Reserva 2007 (52 pesos). E só para deixar registrado, vale dizer que dessa vez acertamos na escolha do vinho.

O cardápio, apesar de curto, apresenta criações interessantes – e algumas muito elaboradas –, com opções de massas, carnes, aves, peixes e frutos do mar. Nós fomos extremamente felizes em ambas escolhas e não sabemos dizer se o Crocante de Lomo (48 pesos), um filé mignon especial recheado com mousse de champignon e espinafre envolto em massa filo estava melhor do que o Cordero de Troya (49 pesos), que trazia cordeiro desfiado com pistaches e amêndoas acompanhado de bouquet de tomate com hortelã e batatinhas ao molho de vinho merlot e chocolate.

A carne enrolada na massa filo nos deixa saudosos até hoje. O sabor do molho de vinho merlot com o chocolate é tão diferente e gostoso que não conseguimos explicar a harmonia com o restante do prato. Foram verdadeiras obras de arte comestíveis.E depois de pratos tão especiais como estes, nada melhor que uma ótima sobremesa. Ou melhor, seis delas, já que nossa escolha foi a overdose de açúcar da Picada Dulce (40 pesos), uma espécie de menu-degustação.

Achamos sem graça o sorvete de creme com pistache e água de rosas e apenas básica a pêra cozida com vinho malbec. A massa filo com crocante de nozes e amêndoas acompanhada de laranjas confitadas estava um pouco doce, mas a textura agradou. Sucesso mesmo fizeram o manjar de chocolate branco e preto, e a tortinha de chocolate branco, todas cobertas com calda de frutas vermelhas. Mas o destaque doce ficou com a mousse de chocolate com um toque de pimenta, cardamono e gengibre, servida com laranja confitada.E depois de tantos sabores inesquecíveis numa mesma noite, foi difícil acreditar que pagamos apenas R$ 50 por cabeça!

Sugestão do chef: só quando fomos embora vimos que um dos ambientes se trata de um agradável jardim, boa pedida para almoçar ao ar livre ou para uma noite em época de calor.
Foto opinião do Débora Cheruti sobre Lelé de Troya
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