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Restaurante lindo, com um tema decorativo super agradável.
Com salas de tatamis aconchegante, e seu atendimento tem um toque diferencial "tocar um sino"
Me senti no japão rs
Atendimento maravilhoso, com uma culinária japonesa diferenciada das que já provei. Bebidas e sobremesas deliciosas.
Preço padrão de um restaurante japonês.

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Restaurante lindo, com um tema decorativo super agradável.
Com salas de tatamis aconchegante, e seu atendimento tem um toque diferencial "tocar um sino"
Me senti no japão rs
Atendimento maravilhoso, com uma culinária japonesa diferenciada das que já provei. Bebidas e sobremesas deliciosas.
Preço padrão de um restaurante japonês.

Sala de tatami.
"Sala de tatami."
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Pesquisei no Kekanto e resolvi almoçar neste restaurante num domingo. Estava calor, então resolvi ficar na varanda. Ao entrar na varanda percebi que uma mesa estava com vários pratos usados por um cliente anterior e as atendentes estavam conversando no caixa tranquilamente (parecia que não queriam trabalhar). Enfim... esperei a atendente limpar a mesa e pedi inicialmente missoshiro (R$5,00). Estava bom. Em seguida pedi um suco de morango+kiwi (R$5,00) e um yakissoba Kouguem (R$20,00), que vem com todos os tipos de carne (carne bovina, suína, frango e camarão). O suco veio como se esperava... bem ácido. Só achei que talvez eles pudessem me surpreender com algo diferente misturando essas duas frutas bem ácidas. Quanto ao yakissoba, chegou à mesa muito bonito e bem rápido. Mas sem ainda tem mexido no prato, algo me saltou aos olhos, era um cílio em cima de um pedaço de acelga. Humm, pensei: "tudo bem, isso deve ter acontecido enquanto ela trazia o prato". Entretanto, achei mais alguma coisa, que realmente não dava pra negar... era um inseto morto em cima de um outro pedaço de acelga, aquele que eventualmente vem com as folhas e são descartados quando se lavam as folhas ou coloca-se de molho. Esse bichinho, particularmente para mim, mostra que as coisas não funcionam como deveria na cozinha desse restaurante.
Eu não mencionei nada à atendente, não estava a fim de me estressar naquele dia. Para piorar a situação, pedi a nota fiscal paulista. A funcionária do caixa começou a escrever em uma nota fiscal de papel, ou seja, a modernidade não chegou até lá ainda, e comecei a ditar os números... acontece que eu ditava em dezenas e a funcionária alegou que eu a estava confundindo, já que ela só conseguia escrever se eu ditasse por centenas! Resultado final: ela escreveu errado e como era uma nota fiscal de papel, a probabilidade que eles reproduzam esse número de cpf no sistema NFP de forma correta é quase zero.
Decepcionei-me com o restaurante. Funcionários de fora de temporada despreparados e falta de limpeza.
Uma bela resenha,descreve de uma forma resumida,porem,nos minimos detalhes como aproveitar bem a ida a um restaurante japones,fez tb uma bela equacao do custo/consumo/proveito.....a dica ta ai,quem desejar experimentar um restaurante japones em Campos do Jordão aproveitem.....
Primeira opinião do lugar

Passear pelo Capivari à noite é um bom negócio para quem quer encontrar um restaurante com a sua cara. Como eu tinha acabado de chegar de viagem - meus pais me buscaram na rodoviária e já era tarde (22h) - optamos por andar e encontrar um lugar aberto. O Kouguem fica até meia noite - eles esperam até o último cliente - e a fachada me foi bem convidativa, resolvemos entrar.

Passando pelo Tori - o portal vermelho símbolo do xintoísmo - temos um espaço externo com algumas mesas e decoração característica. Imagino que num dia mais ameno, permanecer aqui fora é uma opção apreciável para ver o movimento; no entanto, o frio típico tornou o ambiente interno muito mais atraente.

Seguindo pela porta de entrada, encontrei um salão principal com uma iluminação à base de lanternas japonesas que valorizava o aspecto quentinho e confortável do lugar. Mesas de madeira e ornamentos - vasos de cerâmica, painéis com ideogramas, pinturas, kimonos e bonecas japonesas - agregam um pouco mais da cultura nipônica a casa e em nenhum momento são exagerados. O silêncio é um ponto positivo, reina o crepitar da lenha na lareira. O piso no salão central é de madeira e nas paredes, várias premiações e citações - que muito me chamaram a atenção - reforçam a qualidade do lugar no quesito gastronomia. Fiz questão de tirar fotos e ler cada um deles.

Há quem prefira ficar no salão principal, mas meus pais flertaram com um lugar fechado para 4 pessoas que fica ao canto - mais pessoal e valoriza seus ocupantes - entramos e nos acomodamos. Há outros espaços na casa que são voltados para reuniões familiares ou executivas, para 8 ou 12 pessoas: senta-se na almofada sobre o tatame (para quem não está acostumado, há um espaço sob a mesa para se pôr os pés), a mesa é baixa e torna as conversas privadas para os ocupantes. Um ponto que mudaria são as cadeiras brancas de plástico em alguns dos ambientes, destoa de todo o resto.

E a comida, Wiliam?

Para início de conversa, o menu é bem completo e está em português e japonês. A gama de entradas é bem variada: guiozas (o "pastel chinês"), harumaki ("rolinho primavera") e tempurás (massa frita de vários recheios: camarão, legumes, shitake, truta). Antes de você escolher, uma toalha enrolada com água morna é trazida para cada pessoa, afim de limpar as mãos.

Comecei por um Missoshiru (4,50$) - a tradicional sopinha de missô (massa de soja) com tofu ("queijo de soja"), algas e cebolinha - que ajuda a esquentar o corpo e só abre o apetite. Meus pais já tinham jantado e só me fizeram companhia, mas optaram pela porção de 10 guiozas que estava crocante e bem recheada.

Para quem não sabe, Campos do Jordão tem uma grande criação de um peixe de montanha, a truta. E esse restaurante japonês - um dos poucos na cidade - faz verdadeiras maravilhas com esse ingrediente: pode ser grelhada, preparada como sashimi, marinada, caviar ou em vários outros pratos. Optei pelo yakissoba que veio preparado com legumes e o peixe saboroso de carne macia e leve. Saiu por 16 reais e garanto que valeu a pena, opinião sincera!

Uma opção que me chamou a atenção são os pratos Kodomo - criança, em japonês - que são balanceados e a atendente explicou que são "atraentes" para os pequenos comerem sem reclamar e tem um preço de acordo com a faixa etária (de 1 a 3 anos, 15$; de 3 a 7 anos, 18$).

Quem gosta de um bom vinho, a adega no salão principal diz tudo. Mas por que não fazer jus à bebida típica, o saquê? A caipirinha sai por 13$. Fora isso, refrigerante, sucos, chás, cervejas e água completam a lista.

Para fechar a noite, há vários doces japoneses, banana caramelizada flambada e mesmo o sorvete de tempurá (vulgo "sorvete frito"). Gastamos bem pouco na nossa visita por que pegamos os pratos mais simples e porções de entrada, mas o preço médio para quem quer mais sofisticação é de 40 reais por pessoa.

Uma sugestão ao estabelecimento é a criação de um site para disponibilizar um cardápio virtual e outros recursos ao cliente, facilitaria na divulgação.

Recomendo o Kouguem para famílias (com ou sem crianças), casais, amigos e apreciadores de uma boa culinária japonesa. O atendimento foi cordial e impecável em todos os momentos e a casa se empenhou em transmitir os valores que mais admiro na cultura nipônica: a disciplina na busca pela perfeição, o respeito e a hospitalidade.
Missoshiru
"Missoshiru"
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