Instituto Tomie Ohtake

nota 4.1 de 5 em 84 opiniões
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Aproveitei a noite de terça-feira livre para ir ao Instituto Tomie Ohtake, conferir a exposição sobre a vida e obra de Frida Kahlo e outras importantes mulheres do surrealismo.
Cheguei próximo às 19h, último horário para entrar. Era só se aproximar da bilheteria que eles já entregavam seus ingressos gratuitos.
Ao entrar, é possível ver dois andares. No segundo, está a exposição. Antes de conhecer, é preciso guardar bolsas ou mochilas em um chapelaria após as escadas. Tudo gratuito e cuidadoso. Te entregam uma chave com um número para você pegar suas coisas no final.
Há dois espaços grandes, um de cada lado, com as obras. No meio, há um espaço que parece um cubo, onde transmitem um documentário sobre a vida da artista.

Além de Frida, há obras de Kati Horna, Alice Rahon, Maria Izquierdo, Remedios Varo, Leonora Carrington, entre outras artistas que representam o surrealismo no México, ou foram influenciadas por tal. A exposição é linda. Há alguns modelos das roupas que Kahlo usava também. Além há cartas, reportagens e gravuras. As obras refletem sua personalidade e contam sua história.
Havia uma monitora, que visitou todos os espaços, contando sobre cada uma das peças, das autoras e a conexão entre elas. Você pode se juntar ao grupo e ir ouvindo as histórias, ou admirar tudo por conta própria. Ela abre para questões do público também e é bem dinâmica durante o tour. Uma aula e tanto sobre arte!

Há muitos seguranças, para evitar que ultrapassem os limites de aproximação dos quadros.
No segundo andar visualizei uma lanchonete, que já estava fechada quando saí. Há também banheiros no segundo andar. Nos outros dias da semana, a entrada é R$10 inteira e R$5 meia. O Instituto vem recebendo importantes exposições nos últimos tempos e ganhou mais popularidade, o que gera grandes filas em alguns dias. Acredito que durante a semana o movimento seja menor, então se puder ir nesses dias, melhor. Recomendo e sem dúvidas, irei voltar ainda nessa exposição.
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Sempre fui ao Instituto. Vi exposições maravilhosas como a de Charlie Chaplin e Salvador Dalí. A última vez que fui, vi a exposição de Frida Kahlo. A artista mexicana teve toda sua vida contada na exposição e sua curadora está de parabéns. Até suas roupas estão na exposição. A não perder.
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Aproveitei a noite de terça-feira livre para ir ao Instituto Tomie Ohtake, conferir a exposição sobre a vida e obra de Frida Kahlo e outras importantes mulheres do surrealismo.
Cheguei próximo às 19h, último horário para entrar. Era só se aproximar da bilheteria que eles já entregavam seus ingressos gratuitos.
Ao entrar, é possível ver dois andares. No segundo, está a exposição. Antes de conhecer, é preciso guardar bolsas ou mochilas em um chapelaria após as escadas. Tudo gratuito e cuidadoso. Te entregam uma chave com um número para você pegar suas coisas no final.
Há dois espaços grandes, um de cada lado, com as obras. No meio, há um espaço que parece um cubo, onde transmitem um documentário sobre a vida da artista.

Além de Frida, há obras de Kati Horna, Alice Rahon, Maria Izquierdo, Remedios Varo, Leonora Carrington, entre outras artistas que representam o surrealismo no México, ou foram influenciadas por tal. A exposição é linda. Há alguns modelos das roupas que Kahlo usava também. Além há cartas, reportagens e gravuras. As obras refletem sua personalidade e contam sua história.
Havia uma monitora, que visitou todos os espaços, contando sobre cada uma das peças, das autoras e a conexão entre elas. Você pode se juntar ao grupo e ir ouvindo as histórias, ou admirar tudo por conta própria. Ela abre para questões do público também e é bem dinâmica durante o tour. Uma aula e tanto sobre arte!

Há muitos seguranças, para evitar que ultrapassem os limites de aproximação dos quadros.
No segundo andar visualizei uma lanchonete, que já estava fechada quando saí. Há também banheiros no segundo andar. Nos outros dias da semana, a entrada é R$10 inteira e R$5 meia. O Instituto vem recebendo importantes exposições nos últimos tempos e ganhou mais popularidade, o que gera grandes filas em alguns dias. Acredito que durante a semana o movimento seja menor, então se puder ir nesses dias, melhor. Recomendo e sem dúvidas, irei voltar ainda nessa exposição.
Obra de Frida Kahlo
"Obra de Frida Kahlo"

Acabei me lembrando de escrever somente agora no Kekanto, porém postei no meu facebook e acho importante expor o que aconteceu comigo, pois tenho um filho que é criança e para o futuro das crianças tanto para conhecimento como educação é interessante levá-las para visitar locais culturais.
Vou transcrever o que postei no meu face.

27 de novembro de 2012 ·
Fui num sábado à tarde conhecer o Instituto Tomie Ohtake. Na entrada tinha umas obras e tiramos fotos. Nas salas ao lado tinham algumas exposições. Resolvemos tirar fotos e antes disso acontecer o segurança veio nos advertir e de longe. Muito chato isso, tudo bem que ele estava fazendo o trabalho dele, mas eu me senti constrangida por esse ato.
Primeiro, esse criador/expositor de MERDX tinham que ter colocado que "não é permitido tirar fotos" ou algo do gênero, porque tudo que não é proibido, é permitido e eu não sou adivinha.
Segundo, fui com uma criança e quem conhece e todos já passaram por isso, criança quer tocar o que vê. Veio outra vez o segurança, mas este veio até nós e nos orientou que não é permitido tocar. Adulto entende perfeitamente, eu suponho, mas quando é que uma criança vai ter noção disso se ela está em fase de aprendizado, mesmo o adulto está sempre em fase de aprendizado. E desse vez também não tinha nada escrito ou quem sabe um desenho, que é explicativo e vale mais que muitas palavras.
Pensei em reclamar no local, mas meu companheiro disse para deixar quieto porque depois o primeiro segunrança veio se desculpar e o segundo segurança foi super gente boa.
Mas como pra mim não foi justo, vim postar aqui.
Foi no sábado do dia 10 de novembro, se não me engano, para v6 saberem quem é que estava expondo nessa época.

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Fui com uns amigos quando havia uma exposição no local. Fica até que perto do metrô Faria Lima, então é bem acessível. Alguns dizem que o prédio é feio por fora, mas eu acho ele muito bonito, principalmente se compararmos com os outros prédios quadrados-desbotados-descascados-etc de São Paulo.
É bem espaçoso lá dentro.

É um prédio chamativo, muito espaço e ótima iniciativa cultural para quem é do ramo. Oferece participações gratuitas facilitando a entrada dos estudantes em geral, colaborando com o refinamento do ser humano. Muito gratificante e estão de parabéns.

Um prédio que divide opiniões com relação a sua beleza e estrutura! Eu particularmente acho ele com a arquitetura bem interessante e diferente, e gosto do fato de ele ter esses atributos. Confesso que aquela "aba" que dai do topo do prédio eu não entendo muito, mas no geral acho que ele é um belo arranha-céu!
Conheci o instituto na exposição do artista Salvador Dali, que trouxe fotos, ilustrações e obras do gênio surrealista. A exposição foi boa, e o espaço atendeu bem as necessidades de sediar uma mostra tão importante.
No dia vi que tem outros salões com outras exposições, o que enriquece mais ainda seu visita ao lugar. Você encontrará também um restaurante bem interessante nas dependências.
Foto opinião do Rafael Carlos Gonçalves sobre Instituto Tomie Ohtake

O Instituto Tomie Ohtake é um prédio que chama a atenção na Pedroso pela cor rosa-choque, que destoa da arquitetura dos outros edifícios. Destoa tanto que pra mim chega a ser brega, e sempre achei assim desde a primeira vez que o vi.

Lá dentro há um teatro; um restaurante maravilhoso, mas super caro (Santinho); e recebe várias exposições bacanas, como a do Salvador Dalí e "Obsessão Infinita" da Yayoi Kusama. Porém, muitas delas formam filas quilométricas.

Há também o sócio-educativo, que promove workshops e eventos para jovens artistas. Não tem todo o investimento e divulgação que deveriam, mas realizam várias coisas bacanas.

Somente acho que pelo espaço o lugar deveria ser mais bem explorado em exposições e eventos.

Linda estructura geométrica que alberga en su planta baja un centro cultural en el que hay exposiciones, cine y presentaciones musicales. Cuenta con una tienda (libros, ropa, regalos) y un restaurante bastante agradable, pero costoso. Cuando fui estaban exhibiendo la obra de Salvador Dalí y la verdad es que se trató de una muestra muy completa, porque no solo incluía pinturas y serigrafías, sino también las ilustraciones que hizo para diversos libros (el Fausto de Goethe, Alicia en el país de las Maravillas, El Quijote...). También se exhibían sus colaboraciones cinematográficas con Luis Bunuel, Walt Disney y Alfred Hitchcock, así como muchas de las portadas de las que fue protagonista en revistas importantes de todo el mundo. También recrearon el departamento que había hecho con la cabeza de Mae West, en el que se pueden apreciar algunos de los muebles que disenó.

Lo que no me gustó fue la forma cómo habían organizado la entrada a la exhibición. Es entendible que por estos días vaya mucha gente al centro, pero creo que a la gente se la hace perder tiempo innecesariamente. La boletería la abren a las diez, la entrada es a la once. Tuvimos que hacer tres filas en casi dos horas de espera. Además, las entradas (que son gratuitas, todo hay que decirlo) solo se podían usar para un determinado turno: el nuestro fue de 11 a 13:30. No me parece un sistema práctico y creo que se ahorrarían bastante tiempo si dejaran entrar a la gente por orden de llegada, tomando las precauciones del caso para que las salas no se abarroten de gente.

El lugar me pareció genial, tanto a nivel estético, como en la calidad de las obras expuestas. pero el sistema de entrada disminuyó las energías que necesitaba para disfrutar de una muestra a la que valía la pena dedicar toda la concentración del caso.
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