Tom Brasil (HSBC Brasil)

Uma casa de show menor que recebe grandes nomes da música nacional e internacional
nota 4.0 de 5 em 74 opiniões
| Rank: 6º de 31 | Casa de Shows


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Resolvi dar uma lida rápida antes nos comentários, para só então fazer a minha avaliação e percebi logo de cara que 95% das opiniões são completamente diferentes da minha, pois quem frequentou o lugar, foi assistir algum stand up comedy, algum show tranquilo, alguma peça ou até mesmo para festas particulares e formaturas. Já eu, tive o prazer de conhecer a casa no show da banda de love metal H.I.M (uma banda finlandesa em seu primeiro show ao Brasil)... VOCÊS JÁ PODEM IMAGINAR NÉ???

Desde o 12h na fila, que por sinal estava gigantesca (mesmo estando dividida em setores), embaixo de chuva, sem ter onde sentar, com gente do Brasil inteiro e muitos vendedores ambulantes em volta. Mas já no lado de fora as filas estavam bem organizadas e a toda hora os seguranças colocavam grades nas calçadas e ajeitavam a fila.

Quando as portas se abriram e consegui entrar (correndo, que nem uma loucaaaaaa, para pegar grade), os seguranças foram bem rápidos em pegar meu ingresso, minha carteirinha de estudante e revistar minha bolsa. Lá dentro a casa estava dividida em área premium, pista, camarote e mezanino. Fiquei na fila premium, e os seguranças também foram muito legais e atenciosos, conversaram bastante com a galera, pegavam objetos que caiam no chão, retiravam as meninas que desmaiavam, hauahuahau SIMMM!! E o principal: não ficaram na frente no palco na hora do show.

Achei o palco uma beleza (super baixinho, dava pra ver muito bem) e a qualidade do som também estava muito boa. Durante o show, os garçons passavam pegando dinheiro da galera que queria comprar água, cerveja ou qualquer outra coisa (pois claro que ninguém ia perder o lugar na grade para ir até o bar, haha),e achei caríssimo, assim como em qualquer outra casa de show, mas para que estava horas e horas na fila, valia a pena pagar R$6,00 em um copo de água.

O ar condicionado estava bem geladinho também, mas no dia estava um pouco frio, não sei dizer se o ar daria conta com tanta gente assim em dias mais quentes. No dia que fui a casa estava em sua lotação máxima, 5.000 pessoas. O estacionamento era bem caro, então se preparem. O banheiro??? Nem entrei...

Um ponto bem ruim é que a casa de shows fica muito longe de tudo. Eu sai do Tucuruvi e até chegar a Estação mais próxima (Granja Julieta), foram longas horas entre metrô e trem. O show acabou lá pelas 23h, e a sorte foi que bem na hora passou um ônibus que nos levou direto até o metrô e consegui chegar no último minuto. Mas dependendo do horário, só táxi mesmo. Mas no final a experiência foi muito boa, e assisti uma de minhas bandas favoritas bem de pertinho!!! ♥
avaliações recomendadas

Eu tenho certa relutância em ir a shows. Pra mim é meio "festa estranha, com gente esquisita". O valor dos ingressos geralmente é alto, e socam todo mundo praticamente uns no colo dos outros. É um bacanal moderno.

Enfim, é só uma humilde opinião... Vamos lá: todas as casas de show, assim como as cartas de amor, são ridículas. Pelo menos no banheiro sempre tem uma moça limpando a porcaria que a mulherada faz. Os preços das coisas são mais altos, mas não extorsivos. Você tem de entender que está pagando por um serviço especial, num dia especial. Se quer, peça, se não quer, não reclame. Eu acho digno, tomar um espumante no colo de alguém que você acabou de conhecer pq está dividindo a mesa contigo.

A qualidade do som do HSBC foi infinitamente superior à do Credicard Hall. Não houve interferência, não estava ensurdecedor, e me permitiu ter meus minutos de alegria me emocionando com a artista. As pessoas é que são mal-educadas e insistem em aparecer mais que a própria cantora, mas aí não é problema da casa.

Um ponto negativo é o HSBC ainda ter serviço de cozinha e bebidas durante a apresentação. É um entra e sai infernal de garçons pq o povo não para de pedir. daí durante a música vc tem de se deparar com um facho de lanterna na sua cara, ou com o garçom atrapalhando sua visão.
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Não sei se estou pouco acostumada com as estruturas de casas de show, mas não achei que o HSBC é um local ótimo pra shows. Não acho interessante o sistema de mesas em que uma parte das pessoas fica de costas pro palco e precisa virar as cadeiras para conseguir assistir ao show. E, pior, ao virar as cadeiras nos deparamos com a falta de espaço, já que as mesas são praticamente coladas umas nas outras. Resultado, até eu, que sou alta, enxerguei mal a cantora, já que não existe um desnível das mesas e um "mar de cabeças" fica na nossa frente (E eu estava na área 2). De uma próxima vez, escolherei ir no camarote, frisas ou ainda área "super vip", pagando "o olho da cara", para conseguir ter uma experiência decente de show.

Fora tudo isso, o local fica numa área que não facilita o acesso por transporte público. Parece que os estacionamentos são caríssimos, também.

Em outubro irei ao HSBC para outro show, num local melhor, e talvez mude minha primeira impressão.

1. INFO GERAL: Fui no HSBC assistir o BMW Jazz Festival
2. PREÇO: A meia-entrada foi R$50, sentei em uma mesa entre o meio e o fundo (os setores mudam de lugar dependendo do show), recomendo comprar com antecedência para não correr o risco de esgotarem os ingressos
3. AMBIENTE: O local é bacana, relativamente grande, infra-estrutura bacana para shows. A acústica é boa e tem 2 telões grandes. Não sei no camarote, mas no térreo as pessoas sentam em mesas de 4. Estava com um amigo e 2 desconhecidos. Ficou bem apertado na mesa, e pra encontrar o lugar e passar pelas cadeiras no escuro deu trabalho, pois estava bastante amontoado. Como as mesas estavam todas no mesmo nível, tive que esticar o pescoço para conseguir enxergar melhor o palco.
4. PÚBLICO: Muito bom, todos respeitaram o show e ninguém ficou falando alto ou causando durante as músicas.
5. QUALIDADE: As bandas que se apresentaram foram fenomenais, o show durou em torno de 4 horas e valeu muito a pena!
6. Fila/Espera: Tivemos que pegar os ingressos na bilheteria já que compramos pela internet, mas foi extremamente rápido!
8. Curti: A acústica, os telões, o palco, tem banheiro e ar condicionado. Também da pra pedir bebidas e petiscos na mesa. E tiveram intervalos de 10 min entre as diferentes bandas.
9. Falha: Foi bem complicado a locomação dentro do local, principalmente no escuro. Os garçons passavam na frente das mesas entregando pedidos, pessoas perdidas não encontravam os lugares e tinha gente esbarrando direto porque os corredores de passagem eram muito estreitos. O local poderia ser um pouco mais inclinados para as pessoas no fundo conseguirem enxergar melhor.
10. Dica: O local tem vallet , mas é um pouco caro e disputado, principalmente na saída. A estação de trem mais próxima é Granja Julieta ou Santo Amaro e é um pouco longe para ir a pé. Então se o show for terminar após as 0h (o trem não estará mais funcionando), recomendo pegar taxi ou parar em algum estacionamento na proximidade.
Fui assistir o show do Yes no HSBC e numa formatura em fevereiro. Aqui eu vou escrever o que eu percebi de lá meio junto.

Chegando lá, o possui um vallet na porta, meio que numa faixa reservada pra isso. Pelo preço que custou, achei que valeu mais a pena do que deixar em algum estacionamento meio obscuro dos arredores. Paga-se num guichê na bilheteria.

Dentro, tem um salão grande, mas dependendo do evento, no caso da formatura, pode ficar um pouco cheio. No show foi tranquilo, porque era nas próprias mesas da casa, então o pessoal vai chegando e sentando.

O bar e o cardápio achei carinhos. Expresso, daqueles curto mesmo, meia boca a R$6, é só um exemplo.

O lugar tem uma boa acústica. O show foi muito bom, mas por não ter sido um estilo de música barulhento como heavy metal não sei como vai ser.

Na saída, o vallet é disputado. Eu e meus amigos aguardamos bastante a chegada do carro, que era meio confusa e bem cheia.

PS: retornarei no show do Avantasia final do mês, aí vou poder concluir esta opinião.

Já fui várias vezes assistir shows no HSBC Brasil, e sempre volto muito feliz por conseguir um bom resultado da minha ansiedade.
É uma casa bem grande, cabem muuuuitas pessoas lá. Não importa se estou no fundo, sempre consigo ver alguma coisa do palco. Claro que quando a casa lota fica meio difícil, por isso que tem um telão do lado esquerdo e outro do direito para melhor visualização.
A recepção é um lugar bem agradável, onde acontecem os merchans das bandas e vendas de lanches e bebidas. Os preços são meio caros, eu particularmente não gosto de pagar R$4,00 em uma garrafa de água ou R$10,00 em um hot dog (preço da última vez que fui). Por isso que sempre compro com os tiozinhos que vendem lanches na porta da casa. Sai mais barato e é realmente muito gostoso.
A segurança do lugar é muito boa, o atendimento também. Nas portas e no corredor da grade para o palco ficam alguns paramédicos caso precise. O ar-condicionado também é bom.
Posso dizer que o HSBC é a minha segunda casa de tanto que fui lá, e não vejo a hora de voltar de novo.

Uma das melhores casas de shows de São Paulo, o HSBC é sempre muito bem organizado do começo ao fim dos seus eventos. As filas são bem feitas e não há confusão em suas formações, além de ser fácil e até mesmo agradável falar com os atendentes da bilheteria.
Seus pontos fracos, no entanto, são os preços da alimentação e o difícil acesso. Não é permitida a entrada de alimentos e a água é uma garrafinha pequena e cara. Estacionamentos ao redor são caros e não há uma linha de trem ou metrô que passe perto dali, deixando seu público dependente dos taxis quando os eventos acabam tarde e não há mais ônibus na avenida ao lado.
Apesar disso, a opinião final é positiva, porque não há um comprometimento na apreciação de um bom show sob um bom ar condicionado.
Estive lá na última sexta-feira, dia 08/03, para assistir ao show do Ney Matogrosso. O HSBC é relativamente bem organizado, mas poderia melhorar e muito. Nesse show os assentos estavam dispostos em cadeiras ao redor de mesas sempre com 4 lugares ao redor. Como de praxe, as bebidas custam entre 2 e 3 vezes o valor normal e o atendimento foi muito demorado e confuso. O garçom esqueceu duas vezes nosso pedido. Durante o show não ligaram os telões. Na saída, esperei 50 minutos pelo meu carro numa fila desorganizada. Apesar de tudo isso a acústica do lugar é excelente e o show valeu muito a pena.

Conheci a casa em um show da lendária banda de hard rock Mr. Big. Foi uma experiência sensacional, não só pela banda ter sido fenomenal, mas também pois o Espaço HSBC Brasil possui toda a infra estrutura necessária para acomodar um espetáculo de médio porte (talvez não daria pra acomodar um show do Iron Maiden, mas pra isso existem estádios de futebol :P ).
Em nenhum momento tive problemas para entrar, ou algum problema de segurança. Filas bem organizadas, sem estresse.
O único ponto negativo vai para o preço das coisas no bar, que é extremamente caro e a falta de um estacionamento adequado (parei razoavelmente longe da casa e paguei uma fortuna).

Frequento essa casa de shows desde quando se chamava Tom Brasil. É um lugar espaçoso, bem conservado e organizado. Sempre recebe bons espetáculos.
Quando for assistir peças é muito importante prestar atenção se não há alguma coluna na frente da sua mesa, há várias espalhadas pela casa.
Comida e bebida lá dentro são caríssimas, assim como na maioria das casas de shows.

Domingo fui ao teatro HSBC ver o stand up do ator Paulo Gustavo,apresentador do programa 220 Volts no multishow.O show começa as 19:00 horas.
Peguei um trânsito na marginal,cheguei 19:15.Graças a deus que antes do show eles mostram alguns episodios do programa.Tive sorte,assim começou 19:20,justamente neste horário que eu começei a rir..rir,mas rir tanto que os cantos da boca doia e a barriga também.O cara é muito,mas muito bom.
Na minha opinião é o melhor show de stand que já vi.Falo isso porque sou macaca velha em stand up.
Ele não força nada,não pega pesado com nenhuma pessoa famosa..é o dia-a-dia dele.
Ele também faz o monologo: Minha mãe é uma Peça,conta a história de Hermínia, uma dona de casa que busca ocupações já que o tempo disponível aumentou por conta da ausência dos filhos que cresceram e não moram mais com ela.
No dia do show fui informada que esse monologo vem para SP em Fevereiro/13.
Estou mega anciosa para assisti.
Ah,e na plateia de domingo,tinha vários famosos,como por exemplo: Thiago Abravanel,pessoal que trabalha na Galisteu.
Super,hiper,mega recomendo a peça dele.Eu pegeui a area vip que inteira era R$100.00 Valeu super a pena.Mas de não deixem de ir,se tiverem oportunidade.
Voltei para casa super feliz,com a barriga doendo de tanto rir..e claro a fotinha dele :))

Domingo fui ao teatro HSBC ver o Stand up com o ator Paulo Gustavo,apresentador do programa 220 Volts do multishow.
O atendimento é muito bom,só pecou o serviço de manobrista,estavam todos perdidos com tanta gente,saindo e querendo os carros ao mesmo tempo.
Mas em geral gostei bastante do teatro.
Vou escrever mais sobre o stand up,que por sinal super recomendo.

Fui uma única vez no HSBC e volto lá agora, dia 28 de julho, para a gravação do DVD da banda The Maine (não me chamem de emo, ou chamem, sei lá). Estive lá para o show do All Time Low (eu sei, as bandas que eu gosto não são famosas), e achei o lugar muito bom. Os seguranças ficaram o dia todo com as filas, que são separadas por setor, e o esquema foi muito bem organizado. Não houve problemas com fila, entrada, furões e essas coisas que costumam acontecer. Foi tudo bem tranquilo. O ambiente é bem confortável, a iluminação e a acústica são ótimos. O ponto negativo do lugar é que a pista é reta, então se você fica no meio da galera não dá pra ver muita coisa, apesar do espaço não ser tão grande. Como em toda casa de show, os preços são bem puxados lá dentro, até R$5,00 um copo de refrigerante. A saída também foi bastante tranquila, sem grandes problemas. Durante e após o show, foram vendidos produtos oficiais da banda dentro da casa, o que foi ótimo também. Pelo que pude notar, a banda também não teve problemas ao chegar, entram por algum lugar onde as pessoas das filas não vêem. No geral, o lugar é excelente. Pelo menos, foi a impressão que tive no show anterior. Acredito que o próximo, por ser gravação de DVD, será um pouco mais tumultuado, mas espero que a organização prevaleça e, levantem as mãos para o show começar!

O projeto arquitetônico do novo Tom Brasil é do escritório Konigsberger Vannucchi, os mesmos que criaram o da Vila Olímpia. Mas a diferença entre ambos se mostra já na entrada da casa, onde será construída uma torre de vidro de 15 metros de altura. Na parte interna os arquietetos se inspiraram no tradicional Scalla de Milão e no moderno Frederick Mann em Tel Aviv, entre outros.
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