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Endereço: Boulevard Castilhos França, 208, Campina - Belém , PA - Brasil - 66013-030

Telefone: (91) 3241-2022

Preço: $$$$  (Econômico)

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Esse hotel, não é um dos mais luxuosos, nem o com melhor atendimento da cidade, nem o mais limpo, mais é o que tem umas das melhores localizações para quem nunca veio a belém e quer conhecer.
Pois ele fica perto de vários pontos turísticos de belém, a estações da docas, e o ver o peso, o mercado que não pode sair de locais a se visitar.

Para quem se hospeda no hotel ver o peso, fica em um dos pontos turísticos mais procurados e se não o melhor de nossa cidade.
Fica na frente do mercado ver o peso, onde você vai realmente conhecer o pará, e suas iguarias, novidades que talvez quem nunca veio aqui nunca nem viu, e isso que torna o local mais interessante.

Hotelzinho esperto em frente a feira do Ver-o-Peso, principal ponto turístico de Belém, localização que, por si só, já vale a pena à visita ao hotel. De quebra ainda fica bem próximo ao centro comercial e outros pontos turístico da capital paraense, como a Estação das Docas e ao bairro da Cidade Velha. Tratamento simples, mas de muita qualidade por parte dos atendentes e além disso, o hotel possui preços bem em conta. Excelente para turistas que estejam de passagem por pouco dias em Belém.

É um lugar surpreendente por dois aspectos. O primeiro pela variedade de produtos e iguarias a venda em inúmeras tendas e barracas, muitos de completo desconhecimento por gente de sul-sudeste. O que mais intriga se refere as garrafinhas milagrosas, cujos líquidos ou conteúdos servem para quaisquer males de saude ou outros propositos. Sendo cartão postal da cidade, o ambiente merece de ser melhor cuidado, pois a absoluta falta de limpesa e higiene é notória, que chega a afugentar os turistas.

Fera de mais essa feira..muito diferente das que eu conheço!!

só em Belém mesmo viu...boa demais...muitos frutos e produtos que a gente aqui do Sudeste nem imaginamos que existe!!!!!!!!

Ver - o - Peso ( Mercadão )

Localizado às margens da baía do Guajará, tem de um tudo. Ao chegar pegamos uma fila para estacionar o carro dentro do estacionamento que no fim de semana é lotado. A primeira impressão que se tem do lugar é um tanto estranha. É um mercado a céu aberto, bem sujinho e vc tbm encontra gente de todos os lugares do Brasil e do mundo, tem povão, tem bacana, tem gringo, tem nativo e como em todo mercado tem a culinaria local; Peixe com açai, Tacacá, Pato no tucupí com Jambu, Maniçoba, entre outras delícias. Vale realmente a pena experimentar essa culinária que tem forte influência indígena. As frutas regionais são maravilhosas em especial o Bacuri, o Açaí não pode ficar de fora. O gosto da comida é um tanto apurado, especial, eu poderia dizer que é algo Surreal. O clima da região é muito quente e abafado e de fato sempre vem a famosa chuva do final da tarde, para ir ao mercado sugiro que vá com roupas leves, em questão de segurança não tivemos nenhum problema, porém não vi policiamento em nenhum local do mercado ou da cidade. Há tbm no mercado os transportes Fluviais, algo bem diferente. O valor ? Baratinho : Lancha 6,50 e de Barco 5,00 uma das cidades mais prox. fica há 1 hora e meia de Barco e a população utiliza o transporte tranquilamente faz até fila para comprar as passagens. Sem contar que você poderá encontrar no mercado a famosa ceramica de Marajoara, as garrafadas que prometem milagres, o cheiro do Pará, perfume artesanal de cheirinho agradável. Deixe para comprar a cerâmica em Icoaraci, a variedade é muito maior e é um local que vale a pena conhecer. ( Depois postarei fotos )

O Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará,minha cidade natal, estando localizada no Boulevard Castilho Franca. Símbolo da cidade, é sua maior atração turística e a maior feira livre da América Latina ,não existe nada igual. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato à uma das 7 Maravilhas do Brasil.uma maravilha até os dias de hoje.
Localizado na área da Cidade Velha (Belém) e diretamente às margens da baía do Guajará, foi construído em 1625 no porto do Pirí, assim chamado na época. Enquanto um entreposto fiscal,maior ponto turistico visitado seu nome faz jus às chamadas Casas do Ver-o-Peso, projetadas no Brasil, em 1614, para conferir o peso exato das mercadorias e cobrar os respectivos impostos para a coroa portuguesa. A partir de então foi popularmente denomindo lugar de Ver-o-Peso, dando origem ao nome do mercado, já que era obrigatório ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à Amazônia, arrecadando-se os impostos correspondentes. No final do século XIX e XX, o local que temos hoje por Complexo sofreu uma série de modificações tanto funcionais quanto em sua paisagem se adaptando às necessidades e gostos da Belle Époque. Foi nessa época que houve aterramento da Baía do Guajará, amplicação do Mercado de Carne, construção do porto e o Mercado de Ferro, é um complexo arquitetônico e paisagístico que com uma área de 35 mil metros quadrados, com uma série de construções históricas, dentre elas o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, a Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo e o Solar da Beira e a Praça do Pescador. O conjunto foi tombado pelo IPHAN, em 1997.Esta é minha cidade Belem do Para que amo de paixão,EMBORA HOJE POR MOTIVO DE TRABALHO MORO EM CURITIBA NO PARA - NAR.
O Ver-o-Peso é um mercadão de rua, localizado a céu aberto em Belém, mais precisamente às margens da Baia de Guajará. É um lugar com reconhecimento internacional e o point de cozinheiros famosos que passam por lá em busca de especiarias e frutas típicas da Amazônia, como maniçoba, bacuri, ingá, murici e ginja. O mercado possuiu opções de artesanatos, principalmente em cerâmica marajoara (bem legal!), além de remédios e essências da floresta. No Ver-o-Peso é possível fazer refeições, como peixes com açaí, mas não recomendo. Não pelo sabor, mas pela questão sanitária. Embora exótico, o mercado é um lugar bem sujo. Tive a oportunidade de me deparar com pessoas fazendo refeições em locais com baratas. Vale mais a pena para conhecer, comprar e sair. Segundo o pessoal da região, as redondezas do mercado é também um pouco perigosa, principalmente com relação a assaltos aos turistas.

Minha mãe não cansa de repetir que o Mercado Público de uma cidade dá um panorama perfeito da gastronomia que ela oferece. Um mercado pobre em opções, acanhado ou até mesmo inexistente é um péssimo indício.

Desse mal não sofre Belém, na medida em que abriga o MAIOR MERCADO à céu aberto da América Latina. Com vocês, o Ver-o-Peso!

A primeira sensação que tive ao chegar lá foi de déjà vu. E certamente foi de um daqueles programas da Regina Casé ou do Mauricio Kubrusly e os “Me Leva Brasil” da vida. Cara, é BEM isso.

Nossa incursão começou passando pelo Mercado do Peixe, que é uma instalação absolutamente decadente, mas de uma poesia sem tamanho.

Tem peixe que eu não sei nem o nome e nunca tinha ouvido falar. E pela cara das pessoas quando batiam os olhos neles, imagino que realmente devam ser especiais, não só pela cor como também pelo sabor.

Pronto, achei o que faltava: um pescador com cara de Brutus e com voz de desenho animado. Ufa, agora sim podemos dizer que o Mercado do Peixe do Ver-o-Peso é completo!

Enfim, peixes e mais peixes. Posso confessar uma coisa pra vocês? Desçam aqui então porque caiu um guardanapo: peixe pra mim é tudo igual, só muda mesmo é quando chega no meu prato. Senão, tem tudo a mesma cara.

Aprendi que Belém é assim ó: piscou, choveu. E piscou novamente, já raiou o sol. Tudo naturalmente climatizado.

E pelo visto as pessoas já levam essa rotina diária sagrada numa nice porque olha, vá não se importar assim com chuva lá em Belém, viu!
Nessas, a gente percebeu que tinha ido parar fora do Mercado do Peixe já, no meio de uma área bem diferentona.

Aí chegamos numa zona que nos fez ter certeza de estarmos em Belém, graças às indefectíveis garrafinhas que prometem bebidas milagrosas. Dá certo? Não sei, mas segundo a tiazinha cura tudo.
Vai de dor de corno à viagra natural, passando por umas e outras que prometem trazer de volta a pessoa amada SE FOR INGERIDA EM SIGILO ABSOLUTO. Olha que genial!

Produção, dá um zoom ali nas garrafinhas pro pessoal entender. Foca ali ó, Picachu!

Eis que se avizinhou o fantástico mundo das frutas e dos temperos, bem diante dos nossos olhos…

Ó o açaí saindo fresquinho pra freguesia! Vai um aí, patrão?

A verdade verdadeira é que o que o Ver-o-Peso tem de lindo e delicioso, tem também de triste e sujinho na mesma proporção. Nada mais Brasil Brasileiro.

Porque se tem uma coisa que realmente veio pra ficar é essa tal de globalização. Não tem nada nessa vida, por mais estranha e exótica que seja, que a gente não bata o olho e diga “já vi um lance mais ou menos assim em algum lugar”.

Mas em Belém não. Taí um lugar que é diferente de tudo que se possa ter visto. Taí um lugar que nos tira da zona de conforto e que realmente nos entrega alguma coisa de diferente, tanto pra bom quanto pra ruim. E eu ADORO isso.

Mas vou te falar que rola uma sensação poética. Tipo, não que a poesia se revele somente na dureza, mas consigo ver uma beleza na feiúra, não sei se vocês me entendem… É tipo um passado bem presente, tipo uma viagem no tempo sem voltar no tempo.

Mas a maior lição que tiro nisso tudo é que JAMAIS nessa vida ousarei reclamar do preço de uma porção de Castanha do Pará. Só quem vê isso de perto é que percebe o quanto vale a artesanalidade desse trabalho. Ver-o-Peso, um beijo. Um dia voltarei.
Foto opinião do diogo c. sobre Hotel Ver-o-peso
Primeira opinião do lugar
Simplesmente incrível, a melhor tradução de mercado popular. Seja para dar uma volta pelas barracas de artesanato, frutas, garrafadas, seja para comer alguma coisa ou apenas tomar uma Cerpa gelada olhando pra água... lugar ótimo.

Super popular, é onde vai o povão, os turistas, todo mundo. A comida é muito barata e muito saborosa: maniçoba, tacacá, peixe com açaí, caranguejo fresco, tem de tudo. O artesanato também é farto, colares de sementes, cestos de palha, tudo que se pode imaginar. Já a feira traz frutas regionais, peixes mil, ervas e poções milagrosas.

Só podia ser um pouco mais limpo...
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