Hotel Deville

nota 3.8 de 5 em 5 opiniões
| Rank: 11º de 62 | Hotéis
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Primeira opinião do lugar

Quando eu era criança, adorava os sábados do inverno que a minha família se reunia toda em volta de uma mesa de um bom restaurante para saborear e curtir uma feijoada. Esse hábito já não é tão comum na família, mas volta e meia eu faço questão de trazê-lo de volta ao presente. No findi passado, convidei meu amigo de longa data, Rodrigo Cambará (que não é o do livro) pra experimentar a feijoada do Deville.

Chegamos lá achando que não teríamos grandes problemas pra conseguir uma mesa. Engano nosso. Restava apenas uma mesinha pra dois. Muita sorte! Antes de sentar, paramos na atrativa mesa que recepciona os convidados. Nela, provamos cachaças e batidas de toda a sorte, além de um acarajé show servido por uma baiana. Mas o que mais me cativou naquela mesa foi o Limãozinho, um limão furadinho que tem cachaça e mel dentro. Bom demais. Disse o Camba que a gente devia tomar aquilo todo o dia pra não ficar “mal da garganta”. Ahan, garganta…sei…

Sentamos e logo partimos para as ilhas do buffet. A primeira delas era de saladas. O Camba deu um giro e eu só olhei. Notei que ao lado desta, tinha uma ilha de feijoada light. Agora me digam, quem é o insano que vai até uma feijoada e comete só meio pecado? Bom, deve existir né, senão eles não colocariam ali.

Eu fui mesmo às ilhas de pratos quentes tradicionais. Fiz um pratinho carregado com tudo que tinha direito: arroz, farofinha, couve, bisteca e feijão preto, além das tradicionais carnes de feijoada. Fui nas minhas preferidas apenas: paio, costela, calabresa e lombo. Coisa bem boa! Com um gostinho especial de infância ainda. Acho feijoada uma comida muita família.

Quando a gente não agüentava mais comer, eis que olhamos pro lado e avistamos a fantástica ilha de sobremesas. Falando sério, era um exagero. Tinha de tudo: cocadas, pudim de leite, tortas de tudo que é tipo. Eu fui na clássica ambrosia. O Camba fez um pout pourri com um pouquinho de cada coisa que gostou. O mais interessante, que eu lasquei um pedaço, era um pudim de tapioca.O ambiente era muito família e um tanto animado. Não dava vontade de sair dali, ainda mais com a banda que animava o lugar.

Depois dessa, tomamos um café, pagamos os 36 reais por pessoa e saímos contentes, loucos por um sofá ou uma rede qualquer.
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Hotel localizado na beira da avenida zaida jarros.
Tem uma piscina bem bonita e grande.
O quarto é bem confortável e a duche bem forte e quente.
O pessoal do atendimento é super simpático e prestativo.
Para quem está de carro a diária do estacionamento custa 15 reais dia.
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É um belo hotel com amplos espaços e decoração sóbria de bom gosto.
Dispõe de boa estrutura para reuniões e convenções, embora sua cozinha não apresenta nada de excepcional. Sua grande vantagem é a localização pertíssima do aeroporto, oferecendo incluive serviço de van para locomoção.
Primeira opinião do lugar

Quando eu era criança, adorava os sábados do inverno que a minha família se reunia toda em volta de uma mesa de um bom restaurante para saborear e curtir uma feijoada. Esse hábito já não é tão comum na família, mas volta e meia eu faço questão de trazê-lo de volta ao presente. No findi passado, convidei meu amigo de longa data, Rodrigo Cambará (que não é o do livro) pra experimentar a feijoada do Deville.

Chegamos lá achando que não teríamos grandes problemas pra conseguir uma mesa. Engano nosso. Restava apenas uma mesinha pra dois. Muita sorte! Antes de sentar, paramos na atrativa mesa que recepciona os convidados. Nela, provamos cachaças e batidas de toda a sorte, além de um acarajé show servido por uma baiana. Mas o que mais me cativou naquela mesa foi o Limãozinho, um limão furadinho que tem cachaça e mel dentro. Bom demais. Disse o Camba que a gente devia tomar aquilo todo o dia pra não ficar “mal da garganta”. Ahan, garganta…sei…

Sentamos e logo partimos para as ilhas do buffet. A primeira delas era de saladas. O Camba deu um giro e eu só olhei. Notei que ao lado desta, tinha uma ilha de feijoada light. Agora me digam, quem é o insano que vai até uma feijoada e comete só meio pecado? Bom, deve existir né, senão eles não colocariam ali.

Eu fui mesmo às ilhas de pratos quentes tradicionais. Fiz um pratinho carregado com tudo que tinha direito: arroz, farofinha, couve, bisteca e feijão preto, além das tradicionais carnes de feijoada. Fui nas minhas preferidas apenas: paio, costela, calabresa e lombo. Coisa bem boa! Com um gostinho especial de infância ainda. Acho feijoada uma comida muita família.

Quando a gente não agüentava mais comer, eis que olhamos pro lado e avistamos a fantástica ilha de sobremesas. Falando sério, era um exagero. Tinha de tudo: cocadas, pudim de leite, tortas de tudo que é tipo. Eu fui na clássica ambrosia. O Camba fez um pout pourri com um pouquinho de cada coisa que gostou. O mais interessante, que eu lasquei um pedaço, era um Pudim de Tapioca.O ambiente era muito família e um tanto animado. Não dava vontade de sair dali, ainda mais com a banda que animava o lugar.

Depois dessa, tomamos um café, pagamos os 36 reais por pessoa e saímos contentes, loucos por um sofá ou uma rede qualquer.
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