Uma assinatura. Um nome. Um trabalho com as mãos. Um bordado, uma linha que, como uma narrativa, parte do passado até o infinito. Memória reinventada a partir de um traço: uma assinatura.

D. Hermengarda, avó mineira, filha de portugueses, matriarca, transmitiu à família o gosto em receber, em reunir. Os requintes do gosto. Sua assinatura, como um traço da memória, desliza, no tempo, de ontem para hoje, e lança-se ao futuro. Passado e presente se reúnem numa comida recriada: brasileira, contemporânea. A criação de uma nova assinatura.

Assinar um cardápio é imprimir-se no gosto, artesanalmente, mesclar o passado e o típico com estilo singular, recombinar ingredientes. Sabores, aromas, cores. Tocar o gosto com a inovação e a tradição, inventar sabores procurados entre a memória e a criatividade. Assinar um modo de sentir e fazer comida. Um prazer. Um nome: Hermengarda.

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O Hermengarda une a cozinha criativa, com ingredientes brasileiros e técnica impecável, em um ambiente terno e aconchegante com o espírito mineiro em cada detalhe.

Para quem é apaixonado por experiências gastronômicas como nós, descer do táxi em frente à casa da década de 1940, no número 314 da rua Outono, é motivo suficiente para ficar com o coração acelerado, afinal de contas, este é o templo sagrado do premiado chef Guilherme Melo.

No centro do restaurante uma jabuticabeira reina absoluta e as mesas ao seu redor são disputadas noite após noite.

O atendimento foi muito simpático desde a nossa chegada, enquanto líamos o cardápio recebemos saborosos shots de creme de alho Poró, uma cortesia de boas vindas. Um mimo destes é para se apaixonar.

Nossa opção de prato de entrada foi o camarão empanado na tapioca ao Molho de pitanga com Bouquet de Folhas. Muito gostoso e vem decorando o prato delicadas “flores estrelinha” comestíveis.

As opções de bebidas são bem variadas, desde diversos rótulos de cervejas importadas a uma carta de vinhos especial com a curadoria de um dos melhores sommelier do Brasil, Jean Carlo Medeiros. Optamos pelo Alento Tinto, um vinho português jovem, com uma boa estrutura de taninos.

A sequência se deu com o arroz Amado. Não demorou muito e o garçom surgiu com um lindo cloche. O ritual de tirar o cloche na frente do cliente, espalhando o aroma do prato por todo o ambiente é encantador. E lá estava ele: Arroz com polvo, queijo coalho e castanhas portuguesas com um toque de dendê, coentro e flor comestível, tudo em perfeita harmonia e equilíbrio.

O Hermengarda é um dos restaurantes que fazem parte do notável grupo da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. O Prato da Boa Lembrança de 2015 do Hermengarda é costelinha de porco com risoto de feijão, carnes Defumadas e couve. O leitão desossado é temperado a mineira e vem acompanhado de uma incrível farofa de alho poró e azeitonas pequenas. A salada que acompanha é com maçã verde. O desenho do prato mostra justamente isto, a salada equilibrando a gordura do porco.

A escolha da sobremesa é sempre complicada, principalmente quando encontramos na carta pratos como “Nêmesis de chocolate com farofa e sorvete de banana” ou então “bolinho quente de queijo da Serra da Canastra com calda de vinho do porto e figos”…

Decidimos fazer uma escolha de casal, pedimos uma Surpresa de Chocolate com calda de frutas vermelhas e sorvete de creme e também seu complementar, Surpresa de doce de leite com Sorvete de Queijo e Coco Ralado.

A cozinha contemporânea e os ingredientes nacionais, marcas do Hermengarda, ficam em perfeita sintonia com o atendimento eficiente e cordial dos funcionários, que conhecem a fundo cada item oferecido. Um espaço feito exclusivamente para os apreciadores das coisas boas da vida.
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Lugar agradável, bom atendimento e comida deliciosa. Vale a pena conhecer.
Pedimos Steak com risoto e Filé de vermelho com purê de banana da terra, ambos maravilhosos.
Os garçons são muito educados, o que é difícil em Beli Horizonte.
Recomendo muito.

Estive no restaurante há alguns meses no Restaurant Week, e vale muito a pena conhecê-lo, principalmente se for em uma ocasião especial, como noivado, comemoração de bodas de casamento, ou algum evento familiar. O restaurante tem um ambiente intimista em um casarão antigo do Sion e luzes baixas que deixam o lugar com um clima bem romântico. O atendimento é excelente, com o dono e chef do restaurante indo em cada uma das mesas para cumprimentar os clientes. A comida é muito boa, bem elaborada e mais focada na culinária contemporânea. Na casa, acredito ser melhor pedir vinhos, pois eles tem uma carta extensa da bebida e que combina com o ambiente agradável.

Excelente restaurante italiano em um dos ambientes mais chique de BH. O cardápio é vasto e requintado com sabores bem administrados. Tem uma jabuticabeira nos fundos onde o cliente pode desfrutar de sua comida junto à natureza.

Sem o que dizer, decoração muito boa, ambientação agradavel, comida indiscutível, o serviço top. O preço é justo pelo que é oferecido. Muito, muito , muito bom. Preciso votar lá.

Penso que um bebedor de vinho, desses acostumados com Sangue de Boi ou Canção, perceberá que bebeu coisa melhor a que está acostumado quando beber um vinho mais caro. O que penso, ainda, é que esta pessoa não alcançará toda a qualidade do vinho melhor e estaria jogando qualidade, ou parte do dinheiro, fora quando bebesse este vinho.
Essa mudança de patamar que damos nos nossos paladares é lenta e precisa de um constante contato com o produto de melhor qualidade para que esta característica fique marcada na memória e sirva de referência nos contatos futuros. No caso dos vinhos pode-se perguntar para alguém “Qual é o preço do vinho que você bebe?” o que equivale a perguntar “Qual é a qualidade que você consegue reconhecer?”.
Acredito que com as comidas também funciona da mesma forma. Comigo, principalmente. Não adianta ir a um restaurante de qualidade superior à minha capacidade de percebê-lo, pois estarei jogando fora uma qualidade que não consigo alcançar. Percebo que estou comendo algo melhor, mas não consigo evitar a sensação de que estou perdendo dinheiro.
Não acontece, entretanto, comigo, com as cervejas. Pagamos, no Hermengarda (Rua Outono, 316 – 3225-3268) R$18,00 pelas garrafas de 600 ml da Índia Pale Ale da Cervejaria Colorado de Ribeirão Preto ou R$16,00 pela Appia, de trigo com mel, da mesma marca e não me senti lesado, pois tive o prazer de sentir novos sabores com qualidade. Não arrisquei, entretanto, a ver o que tinha dentro das garrafas da La Trappe que custavam mais R$50,00.
O Hermengarda funciona em uma casa da década de 40 e seu nome é uma homenagem á avó do chef proprietário, Guilherme Melo, que nos recebeu pedindo desculpas pela trapalhada do funcionário que tinha dito não ser necessário fazer reserva e estava cheio quando chegamos. O Guilherme com muita honestidade e humildade admitiu o erro, não tentando justificar nada.
Da entrada composta de pães, manteiga de ervas, sardela e berinjela em conserva (R$12,00), posso dizer que me chamou atenção a qualidade do pão e que o preço é muito justo. Do petisco de Lingüiça de vitelo ao molho de mostarda com cogumelos de Paris, a R$25,00, devo dizer que ainda demorarei para saber a procedência dos cogumelos e que o meu paladar aceita da mesma maneira este prato que aquele que fazemos em casa com lingüiça feita com vinho, quando se cozinha a lingüiça até secar o vinho.
O “Filé alto de badejo com moquequinha de caju, mandioca e caju cozidos” a R$46,00 estava perfeito e o caju cozido desafiava a memória a descobrir que fruta era essa. A mandioca? Teria preferido outra coisa no lugar dela, não sei o que seria, pois sumiu no meio dos sabores.
Gera se deu mal com seu “Lombo grelhado com molho de cupuaçu e farofa de azeitona e damascos – R$32,00”, pois queria um prato “molhadinho” e ficou com o mais seco de todos.  Vou deixar para a Juliana e Cristina falarem de seus “Risoto de cogumelos frescos e castanha do Pará”, R$29,00 e “Steak de filé com crosta de manjericão e risoto de parmesão e manteiga”, R$41,00.
As jabuticabas colhidas na hora e servidas na mesa compensaram a falha do funcionário e sinto que estou pertinho da hora de gastar R$75,00 em um almoço e sair sem a sensação de estar deixando algo pra trás.

Ambiente aconchegante e ótimo atendimento. A comida é maravilhosa. Carta de vinho com opções variadas. De entrada peça camarão empanado e como prato principal cabrito ao vinho, a carne vem desmanchando. Ideal para ir a dois!!
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