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A Estação Júlio Prestes da CPTM é um verdadeiro marco no Centro histórico da cidade de São Paulo, além de abrigar a Sala São Paulo, algo importante para os amantes e apreciadores da música erudita. É uma estação centenária, do século XIX.

A Sala São Paulo, a magnitude arquitetônica, a nova iluminação e a redução dos intervalos nos trens da Linha 8 - Diamante da CPTM, contudo, não fazem com que a utilização da estação cresça significativamente. Hoje a demanda da estação flutua em 10 mil usuários por dia, muito pouco, pelo porte e pela região em que está situada.

A fachada ainda reserva o nome da Estrada de Ferro Sorocabana e internamente, os traços da modernização dos serviços dos subúrbios iniciada pela Fepasa na década de 70 ainda estão presentes. A marca da CPTM quase não é mostrada, existe uma placa imponente da Fepasa na parede e nenhum item de comunicação visual foi atualizado significativamente, ocorrendo apenas a retirada do logotipo e nome da Fepasa.

O bilhete magnético unitário custa R$ 3 e não existe qualquer tipo de integração tarifária na estação. Ela está bem próxima da Estação da Luz, mas não existe uma conexão por túnel, nem um bilhete "temporal". Ao contrário da Estação da Luz, mais bem conectada, não houve nenhuma mudança significativa na época do Projeto Integração Centro, de maneira que Júlio Prestes pouco mudou.

A próxima estação depois de Júlio Prestes é Palmeiras-Barra Funda, esta conta com mais itens de atratividade e, aliás, roubou parte da cena da Júlio Prestes, uma vez que a antiga rodoviária ficava instalada praticamente "do lado" da estação, porém hoje, a rodoviária mais próxima é justamente a da Estação Palmeiras-Barra Funda.

Todos os trens da Linha 8 são novos, tendo o último sido entregue há poucas semanas. A estação é interessante para quem vai na região da Sta. Ifigênia e em alguns lugares que também podem ser acessados pela Estação da Luz, mas o cuidado deve ser redobrado, uma vez que ao sair da estação, existe do outro lado da rua, do lado direito, uma concentração de usuários de crack.
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Não costumo ir muito nessa região, por que acho um pouco perigosa, mas sempre quando vou fico muito admirada com a estrutura do prédio da Estação Júlio Prestes, ela tem uma bela arquitetura, um estilo neoclássico com um toque Art Decó, na minha opinião, eu acho ela linda apesar de estar sem muitos cuidados, eu acho um que deveria ser investidos mais dinheiro na reforma de alguns prédios em São Paulo, na cultura e decoração da cidade. Quem estiver por lá, vale uma atenção nos detalhes de arquitetura do prédio.
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A estação tem muita arte e cultura envolvidos, ainda hoje funciona para transporte de trens metropolitanos. Devemos a Juscelino Kubitschek o sucateamento de nossa indústria ferroviária, porque no mundo todo, o desenvolvimento de vilas e cidades sempre ocorrem no entorno das estações ferroviárias. Aliás essa decisão comprometeu os serviços de trens metropolitanos de São Paulo, que estão pelo menos 40 anos atrasados.

Quanto a esta estação, estive hoje no seu entorno, e a visão dos droga dependentes é algo muito degradante que ofende a visão, e realmente compromete a segurança de quem tem de passar na região.

Um ex-belo local que aos poucos vem se deteriorando junto a todo resto do bairro. Logo logo os milhares de usuários de drogas que vivem nas proximidades vão tomar o local que ficará mais parecido com um bairro fantasma. Na verdade isso só não aconteceu ainda pois a empresa Porto Seguro vem fazendo um trabalho absurdamente insano comprando e restaurando dezenas de casas e prédios nos arredores com recurso próprio. Mas no que depender da iniciativa pública logo a estação será mundialmente conhecida como concentração maciça de usuários de drogas, tipo um "case" mundial de como não administrar um patrimônio público.

Aqui vai um pouco sobre a histórica estação ferroviária da cidade de São Paulo:

A estação original foi inaugurada em 10 de julho de 1872 pela Estrada de Ferro Sorocabana e denominava-se Estação São Paulo. Sua função era transportar sacos de grãos de café do Sudoeste e Oeste Paulista e Norte do Paraná para a capital. A antiga estação ficava ao lado da Estação da Luz, o que facilitava o bandeamento do café para a São Paulo Railway, a única ferrovia que fazia o trajeto da capital ao porto de Santos.

Com o tempo, a estação foi ficando abandonada, e na década de 1990, o governador Mário Covas, atendendo a um pedido do regente da Orquestra Sinfonica de Sao Paulo, John Neschling, decidiu restaurar a estação de maneira que o local onde antigamente localizava-se o jardim fosse convertido em uma sala de concertos, a Sala São Paulo.

Antigamente, no lugar da Sala São Paulo, havia um jardim clássico francês de 960 metros quadrados, hoje há rumores, que esta estação será desativada, mas tudo ainda é incerto.
Foto opinião do Bruno Resendes sobre Estação Júlio Prestes (CPTM)

via iPhone

Projetada por Cristiano Stockler das Neves, em 1925, no estilo francês Luís XVI, foi concluída em 1938, próximo da estação Luz e serve os trens da linha 8 da CPTM (Julio Prestes-Itapevi).

Por sua representatividade na cidade, vale a pena conhecer, se possível, também, o prédio todo. Sua localização permite fácil acesso à famosa rua Santa Efigênia.

A Estação Júlio Prestes da CPTM é um verdadeiro marco no Centro histórico da cidade de São Paulo, além de abrigar a Sala São Paulo, algo importante para os amantes e apreciadores da música erudita. É uma estação centenária, do século XIX.

A Sala São Paulo, a magnitude arquitetônica, a nova iluminação e a redução dos intervalos nos trens da Linha 8 - Diamante da CPTM, contudo, não fazem com que a utilização da estação cresça significativamente. Hoje a demanda da estação flutua em 10 mil usuários por dia, muito pouco, pelo porte e pela região em que está situada.

A fachada ainda reserva o nome da Estrada de Ferro Sorocabana e internamente, os traços da modernização dos serviços dos subúrbios iniciada pela Fepasa na década de 70 ainda estão presentes. A marca da CPTM quase não é mostrada, existe uma placa imponente da Fepasa na parede e nenhum item de comunicação visual foi atualizado significativamente, ocorrendo apenas a retirada do logotipo e nome da Fepasa.

O bilhete magnético unitário custa R$ 3 e não existe qualquer tipo de integração tarifária na estação. Ela está bem próxima da Estação da Luz, mas não existe uma conexão por túnel, nem um bilhete "temporal". Ao contrário da Estação da Luz, mais bem conectada, não houve nenhuma mudança significativa na época do Projeto Integração Centro, de maneira que Júlio Prestes pouco mudou.

A próxima estação depois de Júlio Prestes é Palmeiras-Barra Funda, esta conta com mais itens de atratividade e, aliás, roubou parte da cena da Júlio Prestes, uma vez que a antiga rodoviária ficava instalada praticamente "do lado" da estação, porém hoje, a rodoviária mais próxima é justamente a da Estação Palmeiras-Barra Funda.

Todos os trens da Linha 8 são novos, tendo o último sido entregue há poucas semanas. A estação é interessante para quem vai na região da Sta. Ifigênia e em alguns lugares que também podem ser acessados pela Estação da Luz, mas o cuidado deve ser redobrado, uma vez que ao sair da estação, existe do outro lado da rua, do lado direito, uma concentração de usuários de crack.
Chegando na estação. Ela se destaca em meio a outras construções.
"Chegando na estação. Ela se destaca em meio a outras construções."

Quando morava no interior, vinha direto para cá com um objetivo principal: fazer compras no Bom Retiro!

Como saindo de Osasco, a trecho mais cômodo, o qual eu usaria apenas uma condução, era pegar o trem e descer na estação Júlio Prestes, acabou sendo o que sempre fiz e embora achasse o lugar "histórico", nunca havia me dado conta da pura beleza desse local, que vai muito além do que eu conseguia ver.

Chegando próximo a estação, o trem já começa ir mais de vagar e infelizmente a "paisagem" que se vê ali na beira dos trilhos, onde os olhos alcançam após o muro, não é das melhores...afinal de contas, estamos chegando próximo ao centrão da cidade!

Ao descer e olhar para o teto, por exemplo, dá para perceber o quanto é enormeeeeeeeee e antigo aquele lugar - minha irmã me contou que o trem que saía lá de Ourinhos nos anos 1900 e bolinha para a capital, desembarcava lá - o que significa que já foi uma estação bastante importante, não só com o serviço da CPTM da Grande São Paulo, como é hoje.

Ao sair da estação, infelizmente é preciso tomar muito cuidado, pois há uma movimentação bastante estranha ali em volta e aquele espaço à sua porta sempre está cheirando mal :(

O legal é que há uma base de polícia logo ali na esquina.

E foi essa semana que eu tive uma visão que até então nunca havia tido da estação... estava um sol de rachar mamona, aquele céu azul da cor do mar, e ao invés de fazer o caminho para o Bom Retiro, eu sai em direção a Avenida Duque de Caxias e fiquei de frente para a estação... quando olhei para o alto e vi aquele monumento lindo de morrer, colossal, meus olhos até encheram de lágrimas - não sei como consegui atravessar a rua, porque eu não parava de olhar aquela imagem surreal do enorme monumento com aquela bandeira linda do estado frente ao lindo céu azul. Lindo de morrer!

Agora o jeito vai ser voltar, parar na Avenida Duque de Caxias e tirar uma foto daquela maravilha que vi diante dos meus olhos pela primeira vez - espero contar com o céu lindo como estava aquele dia!
Primeira opinião do lugar

Recentemente em um trabalho de campo da faculdade tive a oportunidade de conhecer um dos marcos arquitetônicos na cidade de São Paulo, uma pena estar abandonado pelo poder público e seus arredores abrigar centenas de usuários de drogas, mas é nessa estação que fica localizado um dos marcos culturais: a Sala São Paulo, reduto de cultura e lazer, algo que me chamou a atenção pela ambiguidade da região: de um lado, o lixo; de outro, o luxo.
A estação Julio Prestes foi construída em 1938, no estilo arquetetônico francês de Luis XV e era sinônimo do glamour e riqueza na Era do café, porém logo depois com a falência da Sorocabana, antiga administradora dos trens metropolitanos, a estação entrou em degradação e hoje está completamente abandonada, às traças, assim como todo seu entorno.
Em seu interior existe um jardim clássico francês com uma estátua de um maestro regendo uma orquestra, e é nesse espaço que está hoje a Sala São Paulo, que fora inaugurada na década de 1990, e é a uma das salas de concerto mais famosas do país.
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