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O restaurante é bem aconchegante e fica localizado na principal via de Santa Teresa, a Rua Almirante Alexandrino. O lugar não possui estacionamento mas o ponto de ônibus (das linhas 006 e 007) fica bem próximo ao restaurante, o que facilita bastante o acesso. O restaurante dispõe de 2 ambiente, o interno e o externo. Ambos são bem confortáveis e fofos. O cardápio do restaurante é embasado na culinária da região Norte. Pedimos um frango marinado no suco de maracujá com condimentos de várias procedências que tinha como acompanhamento com arroz de coco e legumes. Nunca tinha comido o arroz de coco e fiquei encantada com o sabor tão suave!!! O restaurante também oferece bastante opções de sucos de diversas frutas exóticas e algumas cervejas importadas também. A experiência foi bem legal.
Foto opinião do Tayline Rezende sobre Espírito Santa
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Uma casinha vermelha, datada de 1936, no Largo dos Guimarães, em Santa Teresa. Ambiente simples, colorido, bem decorado com artesanato brasileiro, cestarias e objetos indígenas. São 60 lugares dividos entre o salão principal e a pequena varanda nos fundos da casa. A varanda é muito gostosa, com uma vista ótima pro casario de Santa Teresa. Infelizmente, na varanda não tem ar-condicionado, o que impossibilita a permanência nos dias de verão. Mas não se preocupem, porque o salão é refrigerado. O atendimento é muito bom, e os garçons são simpáticos conhecem bem o cardápio da casa. Lembrei de um prato com abacaxi que tinha comido lá há meses, e ele, sem olhar o cardápio, me disse qual era o prato e os outros ingredientes (era uma salada com abacaxi grelhados e tambaqui).

A comida é típica da região Norte, com alguns toques contemporâneos. Antes de falar qualquer coisa, é preciso saber que a comida do Norte foi criada basicamente por índios, e índios não tem o hábito de comer sal. Portanto não crie expectativas de que vai encontrar algo pareciso com a culinária do Nordeste, senão você vai se decepcionar.

Caso seja seu primeiro contato com a culinária do norte, você pode pedir um menu degustação ou o menu belisquetes, com 3 entradas frias, 3 entradas quentes e um suador (sopa).


Afogado (camarões e legumes cozidos no suco de taperebá - R$ 35); arroz de Tacacá (arroz de jambu com tucupi e camarão. - R$41)
caranguejo de rolo (um rolinho crocante de massa de arroz com recheio de caranguejo - R$ 35)
Bolinho crocante de queijo coalho (bolinho de aipim e queijo coalho, servido com chutney de açaí - R$ 24)
Costelinhas de tambaqui (8 costelinhas de tambaqui empanadas es servidas com pesto de jambu - R$40)
caldinho de tucupi e aipim: R$22
Salada Juma (abacaxi grelhado servido com tambaqui marinado em vinagrete de lima e folhas - R$ 25)
Filé de peixe em 7 folhas (peixe cozido no vapor, envolto em 7 folhas e batatas - R$45)
picadinho atolado (picadinho de mignon no vinho tinto, servido sobre aipim e farofa de erva mate 0 R$48)
Sobremesa: Bola Preta - R$15. chocolate trufado envolto em farofa crocante de castanhas

Para beber, ficamos na Amazon Beer, uma cerveja de taperebá bem aromatizada. Mas o forte da casa são as caipisantas. caipirinhas com cachaça artesanal de graviola, umbu, taperebá, morango com jambu, graviola com canela... R$ 11. Mas também tem os sabores mais tradicionais de lima, limão, tangerina, abacaxi... por R$9,50

Não é um restaurante barato. Mas também não é lugar onde a gente vá todos os dias, então vale a pena abrir a carteira e conhecer um pouco dessa parte mais exótica da gastronomia brasileira. A jornalista e chef amazonense Natacha Fink é uma autoridade em comida do norte e nordeste. Professora dessas disciplinas em cursos de gastronomia e irmã do proprietário do quiosque amazonense Palaphita Kitch na Lagoa, não se pode pensar em culinária do Norte sem pensar na Natacha.
Foto opinião do Lu sobre Espírito Santa

Especialista em Restaurantes Brasileiros com 22 opiniões na categoria

Santa Teresa tem um estilo peculiar para um bairro de cidade grande. Seus casarios que descem pelas encostas encantam pelos salões e vista privilegiada. Os habitantes do bairro se adaptam a um tempo diferente. Seja pela espera do temporariamente extinto bondinho ou pelo hábito de andar a pé, subindo e descendo as ladeiras do bairro. Um dia morarei numa dessas casinhas simpáticas, com pé direito alto, amplos espaços e uma varandinha com rede. Enquanto este dia demora a chegar passeio pelo bairro namorando meu projeto.

Foi numa tarde junina que voltamos ao Espírito Santa, restaurante da chef Natacha Fink alojado num casarão de 1875 e especializado em gastronomia amazônica. Apesar do bem decorado salão interno, o charme mesmo é a varanda externa com direito à integração com a arquitetura do bairro e ao espetáculo do anoitecer.

Fomos provar a feijoada de Rolo, uma releitura curiosa do prato, composto de uma fina camada de massa de arroz tipo crepe frita com recheio da mistura e acompanhada de couve crocante e laranja. Uma delícia que acompanhamos com a caipisanta de morango com jambu, folhagem típica do Norte que deixa o paladar levemente adormecido ao mastigar. Brincadeira gostosa !

Na sequência pedimos pratos de peixe do criativo cardápio. Desta vez foi o Namorado da Viúva e o Peixe no Pacotinho. A sutileza é algo que pertence e identifica a expertise da chef Natacha. Os sabores vão surgindo aos poucos, e a cada nova investida vão crescendo no paladar.

Definitivamente um local que sempre merece o retorno para testar novas combinações.

O restaurante fica na principal rua de acesso ao bairro, e costumava alegrar os clientes com a passagem do bonde. Nas noites de 6a a partir das 21h e tardes de domingo a partir das 17h o DJ Zod realiza sua Tertúlia preparando o espírito dos clientes para uma experiência gastronômica única.

Horário de Funcionamento: diariamente de 12h às 00 h, exceto terças feiras.
No domingo, a casa funciona das 12h às 22h.

R$ 24,90 a feijoada de rolo
Estive no último domingo para um almoço em família. Logo de imediato me encantei com o lugar, que é graciosamente decorado. E ficou nisso, Pedimos frigideira de camarão e Namorado na folha. Os pratos levaram mais de 1hora para chegar e não chegaram juntos. Apesar de termos chamado o garçom duas vezes não ouvimos nem um pedido de desculpa.

Adquiri um cupom para o restaurante pois, sempre quis conhecer e domingo, dia 30/8, infelizmente, toda a espectativa para experimentar os pratos se transformou em decepção.

Demoraram 1:05 minutos para trazer a entrada, 6 simples croquetes e mais 40 minutos para o prato principal. A desculpa era sempre a mesma, a casa está cheia. Ora, se não tem competência para atender quando a casa está com lotação máxima, diminua o número de cadeiras e mesas ou aumente a quantidade de funcionários. O que não pode é o cliente ser lesado como eu fui. Além de me estressar em pleno domingo ainda perdi um compromisso com amigos.

Não indico a ninguém.

Fui experimentar aproveitando uma promoção do Groupon. Tem um ambiente externo com vista para a cidade, mas eu preferi ficar no salão com ar condicionado, pois estava calor. Por causa das obras na região, a rua estava empoeirada e cada carro que passava levantava uma nuvem que às vezes chegava a entrar no interior do restaurante, mas não foi nada que atrapalhasse muito.O pedido demorou a chegar, mas valeu a pena. Pedimos uma Frigideira de camarão e um Namorado da Viúva. Provei de ambos e estavam excelentes. Provei de sobremesa um bolo de chocolate com cobertura de manga que estava excelente também. Um dia eu volto lá prá provar outros pratos.
Conheci o restaurante Espírito Santa de uma forma muito legal, meio no improviso, pois não era a primeira opção para a noite.
Achei o lugar bastante bonito, bem decorado, realmente com o espírito de Santa Teresa, contudo, o que realmente me surpreendeu foi o cardápio. Com misturas inusitadas, pratos que pareciam deliciosos mesmo sem experimentá-los, lendo apenas a sua composição.
A casa oferece uma carta de vinhos bastante generosa, com boas opções.

Chef e proprietária do Espírito Santa, Natacha Fink inspirou-se na Copa do Mundo e criou o menu ‘O Jogo do Amor, segundo o Espírito Santa’ para comemorar o Dia dos Namorados em cinco etapas.

O jogo do amor inicia com a sedução saboreando um mix de bolinhas: salmão com cream cheese, mangarataia e raiz forte, queijo fresco de cabra e sálvia envoltos em presunto cru Ibérico, cambuci com siri catado e queijo de cabra com chutney de cupuaçu.
Para o aquecimento, a chef oferece o ceviche do mar com vinagrete de maracujá e menta orgânica.
No primeiro tempo, aprecie a salada de camarões e frutas vermelhas com mel silvestre sobre queijo fresco.
No segundo tempo, escolha entre o filé de pirarucu fresco com crosta de brócolis, ervas e arroz de palmito pupunha ou o coração de mignon com molho de vinho tinto, crosta de pimenta de cheiro e salada morna de hortaliças da floresta.
A prorrogação fecha a partida com um saboroso creme de baunilha com compota de goiaba e molho de chocolate amargo.
Disponível para o almoço e jantar, o menu para o casal custa R$182 ou R$266 com espumantes e vinhos harmonizados.

MAS, aproveitando que nao estava com grana disponivel para o tal cardapio degustacao da casa escolhi uma alternativa bem mais em conta?
Sopinha de Banana com laranja e gengibre.... uma delicia para comer de joelhos e vem acompanhada com um pao da casa...

Já resenhei sobre o Espirito Santa, quando estive nele pela primeira vez em 2012. Mas resolvi voltar pra falar do cardápio. Estive lá este fim de semana e o cardápio está ainda melhor com combinações inusitadas e maravilhosas!!
Fomos de croquete de tambaqui com aipim cozido, ameixa seca recheada com rodelas de linguiça artesanal (vem acompanhada de cebola), Blinis de tapioca (base de tapioca com coco, com camarão e alho poró por cima), e Gemido de Cabrita (queijo de cabra derretido coberto por camarão cozido em uma molho de frutas vermelhas. Vale experimentar todos!

Estive la para o menu degustacao no andar de baixo. O restaurante eh super bem frequentado e os garcons sao super atenciosos e explicam prato a prato. A comida eh deliciosa! A degustacao eh feita de mini porcoes, mas de " pouco em pouco a galinha enche o papo" entao nao pense que vai sentir fome... Come-se mais, inclusive. Os unicos pontos fracos que eu pontuaria seriam as sobremesas que, comparadas aos pratos salgados, sao sem graca e que os pratos nao vem juntos caso vc escolha um menu degustacao diferente dos seus acompanhantes.

O local agora tem 2 ambientes, em cima uma comida típica Brasileira, bem servida e deliciosa. Em baixo um estilo gourmet também com comida brasileira, mas com toques de chefe gourmet, muito bom, mas ainda prefiro o tradicional. Muito legal pra levar pessoas de fora do Brasil conhecer nossa culinária típica.

Santa Teresa por si só é um dos bairros mais charmosos do Rio de Janeiro e qualquer programa por esses lados terá um ar boêmio. O restaurante é um dos primeiros ao se adentrar o bairro vindo pelo centro, subindo pela Lapa. A decoração é bem divertida, remetendo ao artesanato, criando um ambiente confortável e convidativo.
Uma dica do que pedir é o Filé à Barbacena que vem com crosta de broa de milho sobre alho poró, acompanhando arroz salsado. Minha experiência de consumo foi ótima, fomos almoçar em um domingo na varanda, aos fundos, com uma bela vista para os arredores do bairro.

Lugar simpático e muito bonito! Os sabores amazônicos, especialidade da chef da casa, são uma festa para o paladar!! Por sorte havia lugar na varanda, que tem uma vista linda para o bairro de Santa Teresa. Pedi de entrada um tal de "Enroladinho Axé", muito bom!, e como prato principal um peixe com sete folhas, (DIVINO!) e para beber uma ótima caipirinha de laranja com gengibre.
Fiquei com vontade de voltar para experimentar e conhecer outros sabores amazônicos!!
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