Fundado há mais de 30 anos, o Die Meister Stube é um restaurante encantador que coleciona prêmios, elogios e receitas maravilhosas. Com arquitetura e gastronomia alemã, o Die oferece pratos fartos e com ótimo custo-benefício. Grande parte dos pratos que estão no menu são compostos por receitas herdadas pela família da chef, o que garante muito mais qualidade no preparo de cada um deles.

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Já tinha lido algumas opiniões no Kekanto e morria de vontade de conhecer o Die Meister Stube. Pois fui parar lá domingo passado (dia de eleição), com um casal de amigos do meu namorado.
Chegamos lá umas 16 h e não havia mesas disponíveis; no entanto, a nossa espera de 20 minutos não levou nem 5 =) Mas, infelizmente, os pratos demoraram um tempo desagradável para chegar =(

O restaurante possui um cardápio bem vasto, que conta tanto com especialidades alemãs quanto com pratos mais brasileiros. Todos os pratos alemães servem 2 pessoas, a não ser que esteja indicado o contrário, e o preço é sensacional: exceto um prato de R$ 90 (o Schlachtplatte, que vem com várias carnes, batata e chucrute), todos os outros ficam entre R$ 44 e R$ 55.
Eu e meu namorado pedimos o Paprikaschnitzel, um escalope de porco à milanesa ao molho de páprica, acompanhado de bolinhos de pão (recheados, é claro, com mais porco) e spätzle, uma massa alemã. O prato custou R$ 49 e estava muito gostoso!! Admito que não sou a maior fã do mundo de Paprikaschnitzel, mas valeu bastante a pena!! E o tamanho também foi bem suficiente para duas pessoas.
Nosso casal de amigos pediu um pato à Berlin, assado ao molho madeira, acompanhado de repolho roxo e batata sauté (R$ 55). Eu experimentei apenas o pato e achei muito saboroso!
Para beber, pedimos uma Erdinger (R$ 15,50, 500mL) e o outro casal pediu sucos (R$ 5,50).

Aproveitando que o prato era barato.... é claro que pedimos sobremesa! O Apfelstrudel (R$ 15) estava muito gostoso, bem suave e pouco doce (e até o chantilly que o acompanhava era pouco doce); e a torta de chocolate (que era a Torta do Dia, R$ 13) tinha uma consistência muito cremosa e um gosto delicioso. Muito boas!!

O local fica dentro do clube Kolping, um clube alemão. Se você não é sócio ou não conhece o local, fique tranquilo! O restaurante é a primeira construção à esquerda, logo na entrada. Fácil de achar e você não corre o risco de se sentir um “intruso” ;)
Além disso, o bairro é bem tranquilo e é fácil achar vaga na rua.

No fim das contas, um ótimo almoço saiu por menos R$ 50 por cabeça, com direito a sobremesa. Adorei o lugar, a comida e a tranquilidade que reina lá dentro. Voltaria fácil!!
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Comida gostosa e barata. Atendimento bom. Você encontra alguns dias da semana também pães e tortas para comprar. Já fui em vários restaurantes alemães aqui em em São Paulo, muito bem recomendados, mas nada se compara ao sabor, preço e fatura dos pratos. Lamento muito que sempre o encontre vazio, deveria ser melhor divulgado. A variedade de cervejas é boa. Aproveite para pedir os pratos com paprika, são os melhores!.
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Já tinha lido algumas opiniões no Kekanto e morria de vontade de conhecer o Die Meister Stube. Pois fui parar lá domingo passado (dia de eleição), com um casal de amigos do meu namorado.
Chegamos lá umas 16 h e não havia mesas disponíveis; no entanto, a nossa espera de 20 minutos não levou nem 5 =) Mas, infelizmente, os pratos demoraram um tempo desagradável para chegar =(

O restaurante possui um cardápio bem vasto, que conta tanto com especialidades alemãs quanto com pratos mais brasileiros. Todos os pratos alemães servem 2 pessoas, a não ser que esteja indicado o contrário, e o preço é sensacional: exceto um prato de R$ 90 (o Schlachtplatte, que vem com várias carnes, batata e chucrute), todos os outros ficam entre R$ 44 e R$ 55.
Eu e meu namorado pedimos o Paprikaschnitzel, um escalope de porco à milanesa ao molho de páprica, acompanhado de bolinhos de pão (recheados, é claro, com mais porco) e spätzle, uma massa alemã. O prato custou R$ 49 e estava muito gostoso!! Admito que não sou a maior fã do mundo de Paprikaschnitzel, mas valeu bastante a pena!! E o tamanho também foi bem suficiente para duas pessoas.
Nosso casal de amigos pediu um Pato à Berlin, assado ao molho madeira, acompanhado de repolho roxo e batata sauté (R$ 55). Eu experimentei apenas o pato e achei muito saboroso!
Para beber, pedimos uma Erdinger (R$ 15,50, 500mL) e o outro casal pediu sucos (R$ 5,50).

Aproveitando que o prato era barato.... é claro que pedimos sobremesa! O Apfelstrudel (R$ 15) estava muito gostoso, bem suave e pouco doce (e até o chantilly que o acompanhava era pouco doce); e a torta de chocolate (que era a Torta do Dia, R$ 13) tinha uma consistência muito cremosa e um gosto delicioso. Muito boas!!

O local fica dentro do clube Kolping, um clube alemão. Se você não é sócio ou não conhece o local, fique tranquilo! O restaurante é a primeira construção à esquerda, logo na entrada. Fácil de achar e você não corre o risco de se sentir um “intruso” ;)
Além disso, o bairro é bem tranquilo e é fácil achar vaga na rua.

No fim das contas, um ótimo almoço saiu por menos R$ 50 por cabeça, com direito a sobremesa. Adorei o lugar, a comida e a tranquilidade que reina lá dentro. Voltaria fácil!!

Este es um restaurante p tu vires c a tua familia e com amigos de fora da capital!
Peças o paprika schnitzel (tanto faz, de porco ou de filet mignon), mas peças o tamanho inteiro, pq das p duas pessoas de boa, e tres +ou-.... mas es uma delicia.
Só nao peças POR FAVOR, o prato do Pato, pq alem de vires so cheio de ossos e pouca carne, tu ainda t q ouvir e ver piadas totalmente desnecessarias de um garçom metido a "dono" do restaurante!
Tirando isto, e chegando ou MTO cedo, ou extremamente tarde do dia (tipo umas 16 horas) tu vais conseguir comer bem, pq nao t prato frio e mto menos cara fechada de garçons

Fomos no sábado, nesse que considero um do melhores restaurantes alemães de sp. Tinha uma pequena espera mas nada demais uns 20 a 30 min. Fui com amigos e começamos com os deliciosos bolinhos de carne com uma mostardinha fica demais, depois devoramos o Schlachplatte(90reais) que vêm joelho de porco, chucrute, batata e vários tipos de salsicha e linguiça , é sensacional carne macia e bem temperada linguiças e salsinhas idem e para acompanhar mandamos uma bela cerveja. Devoramos em 3 pessoas, um belo custo beneficio. O único porem do restaurante é o atendimento que as vezes pode ser bem confuso. Se você não conhece tem que conhecer esse alemão demais.

Eu e minha família freqüentamos o restaurante há alguns anos. Geralmente pedimos o Schlachplatte que vêm joelho de porco, que é o mais gostoso, chucrute, batata e vários tipos de salsicha. Dá para a família toda (5 pessoas) e sai muito em conta, além de ser gostoso.
Já pedimos outras coisas não alemãs como frango à milanesa com creme de milho e também é muito bem preparado. Além disso, o apfelstrudel também é uma delícia.
Tem um garçom que trabalha lá faz tempo que não sei o nome, mas acredito que seja o maitre. Ele e os outros garços sempre nos atenderam bem.
Lá são vendidos bolos, tortas e pães alemãs pré-assadas para comprar e levar para casa.
Costumamos ir no jantar durante a semana e nunca peguei fila mas não sei como é nos fins de semanas.
Tem vallet gratuito, algo muito muito raro aqui em São Paulo.
Recomendo!

Gosto bastante desse restaurante Alemão. O lugar é simples, mas muito agradável. Fica dentro de um clube (Kolping), e a sensação é de estar fora de São Paulo. O preço também é bem justo. Os pratos são muito bem feitos, de comida bem típica da cozinha alemã. Como destaque eu recomendo o Paprikaschintzel, o Eisbein grelhado e o Filé Viena. Pra quem vai com criança pequena, o lugar possui bastante espaço ao ar livre para entrete-los durante o programa. Um ponto importante: levar dinheiro ou cheque, pois a casa não aceita cartão!

via Android

Restaurante alemão com bom custo-benefício.

Localizado dentro do clube Kolpinghaus (informação importante para você localizá-lo pela rua).

Ambiente simples (restaurante de clube mesmo), atendimento e comida boa. Experimente o frango paprika com spaetzle. Para aperitivos, linguiça branca é uma boa pedida.

Nao aceita cartao. Leve dinheiro.

Se você está procurando um excelente restaurante Alemão o Kolping vale a visita.

O restaurante fica dentro do clube alemão, sempre muito bem frequentado, você encontra desde casais a famílias. A comida típica alemã é excelente e o custo fantástico, já que os pratos servem duas pessoas. Além dos deliciosos pratos tradicionais, tem as sobremesas que não deixam nada a desejar e ainda você pode levar bolachinhas e pães traidicionais que tem a venda lá! (Adoro essa parte)

O restaurante conta com o sistema de buffet em seus dois salõeas adicionais para as comemorativas como Páscoa, Natal, a comida e o serviço mesmo em estilo buffet é muito bom!!!

Para estacionar próximo ao clube tem ruas tranquilas e facilmente você encontra vaga no mesmo quarteirão, então é tranquilo e sem custo!

Outra coisa boa é que antes o restaurante só aceitava cheques, agora já aceitam cartões master e visa!

via iPhone

Resumo: comida muito boa por preço justo. Para ficar 5 estrelas só faltava dar uma melhorada no ambiente (que já é agradável) e ter mais garçons (normalmente casa está bem cheia). Dica: chegue cedo ou tarde hehe. Detalhe que agora também aceite cartão.

Recomendo este lugar.

Graças aos alemães temos o pára-quedas, a aspirina, as lentes dos óculos, o raio-X e – mais importante que tudo – a cerveja com salsichão e batata frita. Graças às guerras na Europa e uma certa maluquice de nosso Império, o Brasil é o único lugar do mundo onde há colônias alemãs. E graças a uma destas colônias – a de Santo Amaro – temos em São Paulo coisas como o Mosteiro de São Bento, o Clube Pinheiros, o Hospital Santa Catarina e, claro, muita cerveja com salsichão e batata frita.
Prometo ser breve nessa história, que é mais ou menos assim: na ocasião do casamento de Dom Pedro I com Dona Amélia de Leuchtenberg, o imperador solicitou que trouxessem ao Brasil europeus dispostos a trabalhar na lavoura em troca de terras. Com a crise atacando principalmente a Alemanha, muitos desses colonos vieram de lá. Distribuídos por regiões assim que chegaram ao Brasil, parte deles foram encaminhados a São Paulo, onde receberam terras na região de Santo Amaro.
Nessa leva vieram famílias como os Gottfried, os Kasper, os Klein, os Sellig e os Ulrich (olha aí, Rodone, tinha uns por aqui também), entre outros, que formavam um grupo de pouco mais de cem famílias.
O acerto era que, além das terras, receberiam assistência social, ferramentas e sementes – o que, obviamente, não aconteceu. A sorte é que qualquer camponês alemão parece ser mais organizado que qualquer governo brasileiro e, aos poucos, toda a região de Santo Amaro, Moema, Campo Belo e Brooklin passou a ser – a até hoje é – conhecida pela forte influência alemã.
É ali que vamos encontrar o Die Master Stube, restaurante alemão dentro do Kolpinghaus, clube alemão que oferece os esportes habituais e uma série de atividades culturais, como xadrez, filatelia e filmes e espetáculos teatrais falados em alemão.
Criado há mais de 30 anos, o “Die Master” é comandado pela simpática Helga Mathi, filha de alemães que cuida pessoalmente de todos os detalhes da cozinha, incorporando ao cardápio um grande número de receitas herdadas de sua família.
A “Casa do Mestre” ocupa uma casa com muitos detalhes em madeira escura e simpáticas janelinhas com cortinas brancas. Lá dentro, várias mesas de madeira com toalhas brancas e vermelhas. E só. O resto cabe às delícias do cardápio.
Dizem que o principal propósito da comida alemã é manter o corpo aquecido no rígido inverno do país. Daí o alto grau calórico dos ingredientes. Brincadeira ou não, o fato é que a carne de porco parece ser o principal ingrediente da maioria dos pratos, que aqui costumam ser muito fartos.
Para muitos, petiscos como a lingüiça branca, o bolinho de carne ou o salsichão aperitivo já costumam satisfazer os menos comilões, mas vale experimentar pratos como o Paprikaschnitzel (escalope de porco à milanesa ao molho páprica, acompanhado de nhoque alemão e bolinho de pão), o Pato à Berlim (pato ao forno com molho madeira, com batata gratinada e repolho roxo) ou o Leberkäse à cavalo (um bolo de carne suína prensada, companhado por dois ovos fritos, cebola e batata frita).
A maioria dos clientes, no entanto, devora sem dó o Schlachplatte, um gigantesco combinado que inclui Eisbein (joelho de porco), Kassler (costela de porco), chouriço, patê de fígado, salsichão, lingüiça branca, salsicha Viena, batata cozida e chucrute.
Adolph Kolping, criador da Obra Kolping – movimento social, popular e católico a serviço do trabalhador e sua família, e que dá nome ao clube – dizia que “Deus dá a felicidade, mas o homem tem que percebê-la”. Ao que parece, conhecer o Die Master Stube já é um bom caminho para isso.
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