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O cemitério do Pèrre Lachaise é o melhor lugar de Paris na minha opinião. Lá é um lugar super grande e lindo. É o maior cemitério de Paris e um dos mais famosos do mundo. Lá estão enterrados os artistas, compositores, filósofos mais conceituados do mundo como, Frédéric Chopin, Jim Morrison, Edith Piaff, Allan Kardec entro muitos outros. Cada tumulo é mais bonito que o outro, mostrando a riqueza que a família tinha. É um passeio perfeito. Super recomendo.
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Esse não é um passeio muito comum, diria que é até meio bizarro, mas vale muito a pena ir. Esse era mais um dos lugares que eu sonhava visitar quando fosse a Paris, principalmente por causa do túmulo do Oscar Wilde, meu escritor favorito.
O cemitério é muito interessante por ter muitos túmulos de gente importantíssima para a história, como Balzac, Victor Hugo, Allan Kardec, Jim Morrison, além de homenagens aos soldados nas guerras, fazendo dele uma espécie de museu.
Um ponto em que eu particularmente fiquei abalada foi o memorial às vítimas do acidente da Air France, foi muito inesperado pra mim encontrar ele lá, foi emocionante.
Foto opinião do Carolina Ribeiro Rezende sobre Cimitiere Du Pèrre Lachaise
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O cemitério do Pèrre Lachaise é o melhor lugar de Paris na minha opinião. Lá é um lugar super grande e lindo. É o maior cemitério de Paris e um dos mais famosos do mundo. Lá estão enterrados os artistas, compositores, filósofos mais conceituados do mundo como, Frédéric Chopin, Jim Morrison, Edith Piaff, Allan Kardec entro muitos outros. Cada tumulo é mais bonito que o outro, mostrando a riqueza que a família tinha. É um passeio perfeito. Super recomendo.

Es un paseo por la historia, la arquitectura, y los grandes personajes. Es para recorrer con tiempo ,me gustó mucho la señalización en general , podes ubicarte sin demasiados inconvenientes. Al estar alejado de otros puntos turísticos de París te conviene arrancar a la mañana temprano si querés conocerlo o dedicar medio día a recorrer el cementerio y el barrio que tiene sus encantos !

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O Père Lachaise não é apenas um cemitério. É o Père Lachaise, ponto turístico. Aonde estão enterrados as maiores celebridades francesas. Entre Edith Piaf e Alain Kardec E também claro aquele que traz 80% do turismo, Jim Morrison. Além disso o lugar é muito bonito e bem cuidado, além de ser enorme. E existe uma paz. Engraçado dizer isto de um cemitério mas é a pura verdade.

Só fui até este cemitério porque meu marido queria muito visitá-lo... eu mesma não teria ido porque não gosto desse tipo de lugar: nem por obrigação e muito menos por lazer... ok, dizem que é praticamente um museu a aberto e que esse abriga o túmulo de muitas personalidades, blá, blá, blá... Preferia ter gasto as horas que passeei nesse lugar no Louvre... mas, o que a gente não faz por amor né... rs.

Há uma estação de metrô bem próxima, só que essa não dá acesso à entrada principal: é melhor andar um pouco mais adiante e aproveitar para pegar um mapinha dos túmulos mais procurados... caso contrário terá que mentalizar a quadra daqueles que quer visitar olhando um painel... coisa praticamente impossível.

Uma coisa não posso negar: fiquei emocionada ao visitar o túmulo de Allan Kardec, o 'pai' do Espiritismo... sou espírita e como tal fiz minhas preces por ele e por toda a iluminação que a doutrina trouxe à minha vida e a de tantas pessoas... apesar que percebi que essa religião e ele próprio são muito conhecidos aqui no Brasil, por lá o nome dele ainda causa interrogação e também um certo ar de estranhamento dos franceses.

Outra coisa que me emocionou muito e que descobri meio sem querer foi o monumento às vítimas do voo 447, da Air France... ao me aproximar não entendi o motivo de um vidro enorme e muitos nomes aparentemente brasileiros: só depois vi que há um jogo de imagens foscas e só era possível enxergá-las com um contraste ao fundo... muito triste imaginar que muitos deles estavam buscando o mesmo que eu em Paris: férias e diversão... e tiveram suas vidas interrompidas de forma tão brusca e trágica.

Ao visitar o túmulo do Jim Morrison eu achei o cúmulo do absurdo toda aquela proteção em volta... verdade ou não, diz a lenda que algumas pessoas iam lá para fazer sexo (!)... achei também ridículo e bem piegas um casal que bebia e fumava ao som de músicas do The Doors tocadas ao celular... e o desrespeito aos túmulos vizinhos? Muitos deles rabiscados e super depredados... uma árvore estava repleta de chicletes grudados, e uma delas tinha até uma esteira de palha para minimizar o estrago no tronco... acho que não sou tão 'rock'n'roll' assim e acho que o respeito deveria existir em primeiríssimo lugar.

Enfim, o cemitério é gigantesco e suas ruas estão com o calçamento bem gasto... sofri ao caminhar pois a sola da minha bota era fina... então fica a dica: vá de tênis ou algum calçado com sola mais grossa.

Na boa? Tem tantos lugares mais legais em Paris... recomendo que vá ao Pèrre Lachaise depois de conhecer todos os pontos turísticos e esgotar todas as possibilidades ok! Deixe esse passeio para os góticos, que curtem esse tipo de 'rolê'... rs.
Foto opinião do Juliana EugeniA Ribeiro sobre Cimitiere Du Pèrre Lachaise
Primeira opinião do lugar

Pode parecer meio estranho (e até meio tétrico) escrever opinião sobre cemitérios, mas esse lugar é praticamente um museu a céu aberto! Ou, para que preferir, uma espécie de santuário em homenagem a algumas grandes personalidades da História, principalmente das artes e da literatura.

Eu quis conhecer o local inicialmente por causa de todo o "folclore" envolvendo o túmulo de Jim Morrison - muita gente presta suas homenagens lá bebendo, fumando, tocando violão e até queimando um cigarrinho "daqueles" ou fazendo sexo em cima ou ao lado da cripta. Mas claro que não fui lá para fazer nada disso, fui apenas para honrar minhas "veias rock'n'roll" e reverenciar um de meus ídolos musicais. De tanto que o pessoal já aprontou lá, hoje há uma grade para evitar que cheguem a menos de 2 metros. O túmulo em si não tem nada de mais, está até bastante degradado, mas todo roqueiro que se presa que passa por Paris tem que ir lá ao menos uma vez na vida.

Muitas outras celebridades de diferentes épocas também estão sepultadas e homenageadas lá: compositores, músicos ou cantores(as) como Frédéric Chopin, Georges Bizet, Edith Piaf e Maria Callas; atores, dramaturgos e outros dedicados às artes cênicas como Yves Montand, Oscar Wild e Moliére; pintores como Delacroix e Modigliani; escritores como Balzac e Marcel Proust; filósofos e pensadores como Lyotard, Bourdieu e Auguste Comte; e até o "pai do espiritismo" Allan Kardec, entre muitos outros. Também há monumentos em homenagem aos soldados das duas guerras mundiais e às vítimas do acidente do voo 447 da Air France.

Claro que a ida ao Père-Lachaise não vai te acrescentar muitas informações quanto uma visita a um museu como o Louvre ou o d'Orsay, mas sem dúvida tem um valor simbólico muito relevante.

Como é um cemitério bem antigo (sua abertura data de 1804), suas vias estão bem desgastadas e as pedras ovaladas, dificultando a caminhada. O relevo bastante sinuoso e inclinado também pode ser um desafio aos andarilhos. Por isso, recomendo calçar tênis com amortecimento e solas espessas ou botas com grossas solas de borracha, próprias para longas caminhadas em terrenos acidentados. Nada de chinelos, rasteirinhas, solas finas (como as dos tênis AllStar) ou saltos altos, senão você irá sofrer!

No portão principal ou no do lado oposto costuma haver mapas impressos atualizados com a lista das personalidades e sua localização, basta solicitar a um dos funcionários ou seguranças. Também há um tour virtual (não oficial) em www.pere-lachaise.com


A estação de metrô mais próxima fica logo ao lado e leva o mesmo nome do cemitério (há uma pequena entrada lateral a pouquíssimos metros da saída, mas sugiro caminhar um pouco mais até o portão principal para pegar o mapa). Também é possível chegar pela parada Philipe Auguste, um pouco mais perto da entrada maior. Depois da caminhada, uma ótima opção para recarregar as energias bebendo e/ou comendo algo é o simpático Café Le Père Lachaise, quase em frente à entrada principal (mas os detalhes dele ficam para outra resenha!).
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