Casa Museu Magdalena e Gilberto Freyre

nota 4.8 de 5 em 4 opiniões
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Endereço: Rua 2 Irmãos, 320 - Apiucos, Apipucos - Recife , PE - Brasil - 52071-440

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Maravilhosa casa museu na zona norte do Recife. Em estilo colonial, o antigo engenho foi escolhido pelo sociólogo para instalar-se com sua família. A casa está intacta como quando os ilustres moradores a deixaram. Fica em um lindo sítio arborizado, possui visita guiada e uma lojinha para comprar souvenires e obras do Freyre.i
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Maravilhosa casa museu na zona norte do Recife. Em estilo colonial, o antigo engenho foi escolhido pelo sociólogo para instalar-se com sua família. A casa está intacta como quando os ilustres moradores a deixaram. Fica em um lindo sítio arborizado, possui visita guiada e uma lojinha para comprar souvenires e obras do Freyre.i
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Em fevereiro (2012) estive na casa museu de Gilberto Freire. Maria do Carmo descreve com propriedade o ambiente, apenas acrescento que o espaço é mágico, pois entramos em contato com a forma viva da cultura brasileira. Gilberto é um marco para todos os brasileiros.
O bosque em torno da casa é um caso a parte, a alameda das pitangueiras leva ao mausoléu.
Na entrada há uma loja com diversos itens, abasteci a minha biblioteca com algumas obras que não tinha, bem como recordações para presentear amigos e parentes.
Não é permitido fotografar o interior do museu.
Parte externa da casa.
"Parte externa da casa."
Primeira opinião do lugar

Casa Museu Magdalena e Gilberto Freyre um CONVITE
Na sala de estar da casa museu se encontra vários quadros retratando os avôs, tios e tias, seu pai, Alfredo Freyre e José Lins do Rego, um dos melhores amigos de Gilberto.
Existem numa mesa central as obras Casa Grande e Senzala, cuja primeira edição é de 1933 e o Nordeste, lançado em 1937, obra preferida do Gilberto. Ainda está exposto um exemplar de Os Lusíadas, de Camões, uma edição especial, editada em número reduzido. No Brasil existem apenas dois exemplares, . Além dos livros há uma charuteira em prata e uma coleção de bengalas utilizadas pelo Gilberto para caminhar no sítio,
Passando-se a um segundo cômodo chamado Sala lula Cardoso Ayres, famoso pintor pernambucano e amigo e comadre de Gilberto Freyre. Nesta sala está os livros mais antigos da casa, uma coleção que pertenceu ao pai de Gilberto,além dos quadros pintados por Lula Cardoso Ayres.
A casa de Gilberto Freire tornou-se Museu quando ele ainda estava vivo, (março de 1987), passando a família a residir num anexo.
Na sala de Jantar são preservados os móveis de jacarandá do séc. XIX. Há um aparador, feito pelo alemão Spiller que utilizava em suas esculturas na madeira motivos de frutas e flores tropicais. Na época, sobre o aparador eram colocadas as bebidas e licores servidos as visitas, principalmente, o conhaque de pitanga, uma receita especial, elaborada por Gilberto Freyre, Nesta sala encontram-se oito painéis em azulejos portugueses da Igreja de nossa Senhora da Anunciação, de Portela de Sacáven, Portugal,
No final da Sala há um solário, onde Gilberto costumava receber seus visitantes e fazia suas pinturas. Há uma mesa com banquinhos, todos em azulejo, que foram presenteados pela família real a Gilberto. Cada azulejo representa uma antiga província do Brasil. Sobre esta mesa encontram-se dois cinzeiros de cerâmica, presentes do Brennand para Gilberto. Até hoje, numa área externa, sobrevive o jaboti chamado Chiquito, também presente de Brennand, O jaboti tem mais de 60 anos. Imagens de São Francisco e Santo Antônio, também estão presentes neste recinto.
Depois se adentra a cozinha, onde o casal costumava cozinhar e onde são mantidos utensílios por eles utilizados, além de livros de receitas de Magdalena. É neste local que está à mostra o livro açúcar de Gilberto Freyre, um dos primeiros escritores a associar culinária com cultura.
Tem uma sala denominada Gilberto Freyre, onde estão as comendas recebidas pelo autor de Casa Grande e Senzala, como a Order of the British empire Sir, concebida pela Rainha Elizabeth II, em 1971, além de outras comendas. Gilberto deve ter sido um dos brasileiros mais condecorados. Recebeu uma das mais importantes condecorações italiana (Prêmio Internacional La Madonnina, Itália, 1969), Publicou aproximadamente 76 obras em vida. Há neste recinto importante quadro original do pintor Cícero Dias, a Família de Luto. Foi ele quem ilustrou a obra Casa Grande e Senzala. Nesta sala estão todas as obras de Gilberto e as várias edições de sua mais importante obra: Casa Grande e Senzala, traduzida para mais de 15 idiomas.
Na biblioteca, onde se encontra a maior parte dos livros e uma poltrona onde o Gilberto costumava escrever. Lá existe um boneco simbolizando o Gilberto e a sua forma de escrever, sempre utilizando lápis e com uma perna sobre a poltrona. Há também uma vitrina onde estão contidas várias placas comemorativas recebida pelo autor durante a passagem dos seus 80 anos, que foi bastante festejado.
No cômodo superior da casa se encontram os quartos do casal e dos dois filhos, Sônia e Fernando. No quarto de casal é interessante observar à cama disposta de uma forma bem central no quarto, disposição essa atribuída à superstição do Gilberto, de que a cama não poderia estar posicionada de frente para as portas. De um lado há o guarda roupa e pertences que foram do Gilberto e do outro de Magdalena, principalmente destacando suas linhas de bordado, pois, toda a tapeçaria e almofadas da casa foram tecidas por ela, em ponto de cruz. Existem três grandes espelhos de cristal, com molduras banhada a ouro.
No quarto de Sônia aparecem várias pastas com manuscritos de Gilberto e, ela própria, chegou a escrever um livro: Vidas vivas e revividas, onde conta sua história de criança convivendo nesta casa com seus pais. No quarto de Fernando os móveis também foram feitos pelo escultor alemão Spiller e existem coleções de barro (cerâmica) provindas de caruaru e do artista Zé do Carmo,
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