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Subindo pela estrada do Mirador Arrayán chegaremos até a antiga casa de troncos convertida em uma casa de chá, a “Casa de Té Arrayán”, cuja história e as vistas espetaculares para o lago tornaram-se praticamente uma lenda.

Vamos tentar entender um pouco esta história… Em 1936, um ano antes da criação do Parque Nacional Lanin, uma bela e visionária garota inglesa de 26 anos chamada Renée Dickinson visitou San Martín de los Andes para fotografar como modelo da loja Harrods, uma das mais famosas de Londres.

A moça ficou completamente apaixonada pela vista do Lago Lácar, decidiu se mudar para Argentina e comprou três hectares de terra com o objetivo de fazer negócios turísticos. Contratou o arquiteto Cullen, que já era famoso na época, e contou sobre sua ideia de construir um “lodge” com várias cabanas destinadas a alugar para caçadores e pescadores.

A denominação “Arrayán” foi proposta por seus novos amigos da tribo indígena Mapuche, que diziam que a moça parecia muito com a árvore de mesmo nome: alta, fina e com o cabelo avermelhado. Na língua Mapuche Arrayán significa “lugar onde os últimos raios de sol caem”, uma definição que ressoou perfeitamente com a realidade do entorno.

O edifício principal foi construído entre 1938 e 1939, com grandes dificuldades devido ao acesso ruim do local. Decidiram manter somente 2 prédios, 1 para a atual casa de chá e o outro para hospedagem.

Antes da obra ficar pronta a Renée Dickinson teve que voltar para inglaterra, acabou casando com um diplomata inglês, mas o casamento durou apenas um ano. Pouco tempo depois acabou casando com jornalista, também inglês. Infelizmente ela morreu aos 34 anos, em 1943, em decorrência de um câncer e nunca viu o prédio dos seus sonhos acabado. As cinzas dela foram espalhadas no terreno de Arrayán.

O irmão de Renée, Bernardo, participou da Segunda Guerra Mundial como piloto da Royal Air Force, após a guerra, ele se mudou com sua esposa para San Martín de los Andes e continuou o sonho da irmã, uma casa de chá aos moldes britânicos, que mais tarde seria continuada por Janet Dickinson, filha de Bernardo.

Em 1995, Arrayán foi declarado patrimônio histórico e arquitetônico da Argentina e, em 1998, Janet vendeu a propriedade aos atuais donos, Magdalena Urdapilleta e Raúl Pont Lezica, que assumiram o compromisso de melhora constante deste destino turístico e refúgio histórico.

A Casa de Té Arrayán é também uma tradição entre os casais de San Martin de los Andes, um costume que permanece intacto até hoje. Por aqui já passaram milhares de duplas que escolheram este lugar romântico para seu pedido de casamento.

O horário de funcionamento é das 16:00 às 22:00 diariamente. O cardápio da casa traz torradas, brownies, muffins, croissants, uma boa quantidade de sanduíches além de tábuas com fiambres e queijos. As estrelas do menu são os bolos e tortas artesanais produzidos com ingredientes locais.

Uma grande variedade de chás é ofertada, o valor é o mesmo para os Blends, as Infusões e os Chás Brancos, AR$ 100,00 (cerca de R$ 20,00 na conversão de 10/2017).

Optamos por experimentar o Chá Azul, uma variedade pouco conhecida, importada do sudeste da China, o sabor está entre o doce do chá verde e o amargo do chá preto. Adoramos a experiência, principalmente porque tem um toque de anis.

Também aproveitamos para tomar um Chá Verde Sancha, Rose Peach, um blend importado do Japão com damasco, pêssego, flores de malva européia, rosas brancas do Paquistão, calêndula do Egito e flor de laranjeira do Mediterrâneo. Bom, só pela descrição já dá para se ter ideia do sabor único.

Acompanhamos com uma torta de chocolate com camadas de doce de leite da patagônia intercalado com bolo de chocolate. A fatia gigante nos arrancou suspiros! – AR$ 130,00 (R$ 25,00 em 10/2017) –
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Subindo pela estrada do Mirador Arrayán chegaremos até a antiga casa de troncos convertida em uma casa de chá, a “Casa de Té Arrayán”, cuja história e as vistas espetaculares para o lago tornaram-se praticamente uma lenda.

Vamos tentar entender um pouco esta história… Em 1936, um ano antes da criação do Parque Nacional Lanin, uma bela e visionária garota inglesa de 26 anos chamada Renée Dickinson visitou San Martín de los Andes para fotografar como modelo da loja Harrods, uma das mais famosas de Londres.

A moça ficou completamente apaixonada pela vista do Lago Lácar, decidiu se mudar para Argentina e comprou três hectares de terra com o objetivo de fazer negócios turísticos. Contratou o arquiteto Cullen, que já era famoso na época, e contou sobre sua ideia de construir um “lodge” com várias cabanas destinadas a alugar para caçadores e pescadores.

A denominação “Arrayán” foi proposta por seus novos amigos da tribo indígena Mapuche, que diziam que a moça parecia muito com a árvore de mesmo nome: alta, fina e com o cabelo avermelhado. Na língua Mapuche Arrayán significa “lugar onde os últimos raios de sol caem”, uma definição que ressoou perfeitamente com a realidade do entorno.

O edifício principal foi construído entre 1938 e 1939, com grandes dificuldades devido ao acesso ruim do local. Decidiram manter somente 2 prédios, 1 para a atual casa de chá e o outro para hospedagem.

Antes da obra ficar pronta a Renée Dickinson teve que voltar para inglaterra, acabou casando com um diplomata inglês, mas o casamento durou apenas um ano. Pouco tempo depois acabou casando com jornalista, também inglês. Infelizmente ela morreu aos 34 anos, em 1943, em decorrência de um câncer e nunca viu o prédio dos seus sonhos acabado. As cinzas dela foram espalhadas no terreno de Arrayán.

O irmão de Renée, Bernardo, participou da Segunda Guerra Mundial como piloto da Royal Air Force, após a guerra, ele se mudou com sua esposa para San Martín de los Andes e continuou o sonho da irmã, uma casa de chá aos moldes britânicos, que mais tarde seria continuada por Janet Dickinson, filha de Bernardo.

Em 1995, Arrayán foi declarado patrimônio histórico e arquitetônico da Argentina e, em 1998, Janet vendeu a propriedade aos atuais donos, Magdalena Urdapilleta e Raúl Pont Lezica, que assumiram o compromisso de melhora constante deste destino turístico e refúgio histórico.

A Casa de Té Arrayán é também uma tradição entre os casais de San Martin de los Andes, um costume que permanece intacto até hoje. Por aqui já passaram milhares de duplas que escolheram este lugar romântico para seu pedido de casamento.

O horário de funcionamento é das 16:00 às 22:00 diariamente. O cardápio da casa traz torradas, brownies, muffins, croissants, uma boa quantidade de sanduíches além de tábuas com fiambres e queijos. As estrelas do menu são os bolos e tortas artesanais produzidos com ingredientes locais.

Uma grande variedade de chás é ofertada, o valor é o mesmo para os Blends, as Infusões e os Chás Brancos, AR$ 100,00 (cerca de R$ 20,00 na conversão de 10/2017).

Optamos por experimentar o Chá Azul, uma variedade pouco conhecida, importada do sudeste da China, o sabor está entre o doce do chá verde e o amargo do chá preto. Adoramos a experiência, principalmente porque tem um toque de anis.

Também aproveitamos para tomar um Chá Verde Sancha, Rose Peach, um blend importado do Japão com damasco, pêssego, flores de malva européia, rosas brancas do Paquistão, calêndula do Egito e flor de laranjeira do Mediterrâneo. Bom, só pela descrição já dá para se ter ideia do sabor único.

Acompanhamos com uma torta de chocolate com camadas de doce de leite da patagônia intercalado com bolo de chocolate. A fatia gigante nos arrancou suspiros! – AR$ 130,00 (R$ 25,00 em 10/2017) –
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Casa de te Arrayanes, es un lugar de bellas vistas, ( una de las mejores vistas , junto con Paihuen, otro lugar excelente para divisar el paisaje, y la pasteleria tambien es buena, pero los valores que comentas, no existen! o los deberas expresar en dolares.
WWW.hosteriaarrayan.com.ar
reservas425570/425571
San Martin de los Andes. Republica Argentina
Foto opinião do Victoria Paz Diaz sobre Casa de Té Arrayán
Primeira opinião do lugar

Alguém já deve ter escrito uma tese sobre a capacidade que uma vista linda tem de hipnotizar as pessoas. Pois uma das mais bonitas que eu já vi fica na Casa de Té Arrayan, em San Martin de Los Andes, na Argentina.

O Geraldo já tinha ido lá e nos guiou pelas estreitas ruelas que subiam a montanha. Chegamos um pouco antes de abrir o lugar. Fincamos o pé e esperamos na frente.Abriram as portas e lá estava uma casinha de madeira daquelas que parece de boneca. Os quatro marmanjos gostaram.Antes de entrar nela, um pouco de sua história na parede, mostra que esta casa foi amada desde seu primeiro dia.Quando eu falei “casinha de boneca”, eu não tava brincando.

Me diz aí qual menina não perderia uma semana brincando com esta prateleira.Até o banheiro era encantador.Tudo que eu queria naquela tarde gelada era sentar na frente dessa lareira.Mas a vista falou mais alto. Vai dizer que não dá pra fazer um quadro com ela?O Pedro e o Nardi tavam famintos. Foram correndo pedir um sandwich de pan casero negro com jamón crudo, queso feta, olivas, huevo y tomates secos fileteados. Hmmmm. Deu fome até.No entanto, eu e o Geraldo estávamos obcecados pelo balcão das tortas. Cheque mate.Pedi uma torta que intercalava camadas de chocolate e dulce de leche. Intercalava suspiros também depois de come-la.

O Figueras se puxou no pedido. A mesa toda babou e tirou um naco do cheesecake de dulce de leche acompanhada de uma generosa colherada de doce de leite e canela por cima. Uma das melhores que já provei na vida. Te lo juro…Eu já falei que se tratava de uma casa de chá? Pois bem, enquanto a gente tomava um hot chocolate, o Geraldo fez as honras e provou um Té Arráyan, o preferido da casa, com hebras rojas, cascara de frutos rojos, canela y cacao. Eu que não sou do chá, tive vontade.Pagamos os devidos 40 pesos por pessoa e fomos embora. Mas o lugar não foi embora da gente. A Casa de Té Arrayan é um daqueles lugares que não te abandona nunca mais.
Foto opinião do Diego Fabris sobre Casa de Té Arrayán
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