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O Casa da Suíça é a fusão de um ambiente muito agradável, excelente atendimento, excelente gastronomia e a habilidade do chef Volkmar Wendlinger: Austríaco de nascimento, carioca de coração e suíço de “profissão”.

Já passava das 20:30 quando chegamos ao restaurante Casa da Suíça, um imponente prédio no bairro da Glória, onde também funciona o Consulado Geral da Suíça.

Assim que entramos no restaurante, um radiante: “Oláaaa Senhores!” ecoou. Foi o nosso primeiro contato com o carismático chef Volkmar Wendlinger.

Nos acomodamos em uma mesa super agradável, ao lado de uma grande janela, com vista para o jardim de inverno.

O ambiente é requintado, imponente, aconchegante, rustico e já nos ganhou na chegada, com o aroma dos pratos já servidos. Estar aqui é como fazer uma viagem no tempo. O mobiliário é muito confortável com grandes cadeiras estofadas em couro.

O atendimento é feito com cordialidade, sofisticação e tranquilidade. Cada cliente sente-se único com a atenção dada por toda a equipe.

A noite toda teve como trilha sonora um jazz suave. O cardápio chegou e impressionou com a capa em couro com imagens variadas feitas com a técnica de pirogravura, outro trabalho do artista Volkmar.

O Couvert foi servido rapidamente: Uma seleção de vegetais frescos, azeitonas pretas, um prato de pães variados , entre outras iguarias deliciosas. – couvert facultativo – R$ 16,50 (03/2015) –

O Casa da Suíça tem uma culinária diversificada, me surpreendi muito ao encontrar pratos de países como Alemanha, França, Itália e Áustria. Outro detalhe é que parte do menu muda a cada estação, buscando sempre o que há de melhor qualidade.

Embora a especialidade da Casa da Suíça continue sendo o fondue, Volkmar Wendlinger consegue provar aos cariocas que a culinária suíça é muito mais do que isto. Encontramos no cardápio pratos como o Basler Wurstsalad, uma salada de salsicha a moda de Basileia e o Jambon de Parme et Poire fraiche, nada mais, nada menos do que presunto cru e pera fresca.

Com tantas opções variadas, só mesmo pedindo ajuda para o mestre. O chef nos recomendou como entrada um queijo Raclette – R$ 36,30 (03/2015) - Como estávamos em três pessoas, os pratos foram fracionados para que todos pudéssemos experimentar, um mimo extra que só restaurantes muito comprometidos com os clientes conseguem proporcionar. Voltando ao raclette, este queijo é original do cantão de Valais, eu ainda não conhecia, e acabei me apaixonando. No Casa da Suíça ele é servido derretido, com consistência relativamente firme e ao mesmo tempo macio e cremoso. O sabor é médio, frutado e o prato é muito aromático.

Para prato principal escolhemos da seção “À Votre Table” do cardápio. Estes pratos são preparados à mesa, pelo próprio Chef Volkmar. Funciona como uma espécie de apresentação culinária privée, para quem gosta de cozinhar é uma grande aula. A comida é preparada, temperada, finalizada e servida na frente dos comensais e atrai não só os olhares de quem ordenou o pedido, mas também das mesas ao redor. Culpa das labaredas, que alcançam mais de 1 metro de altura.

O primeiro, Crevettes Sir Williams: Uma explosão de sabor! O camarão é a estrela do prato e com ingredientes como maçã, alho e pimenta verde fica divino! O prato tem sabor marcante, com uma picância moderada. – R$ 158,40 (03/2015)

O segundo prato principal escolhido foi Laminas de filé mingon “Dourado”, este é o Prato da Boa Lembrança de 2015 do Casa da Suíça. Também preparado à mesa, esta obra de arte tem como base um filé mignon cortado em laminas bem finas, salteadas e, depois, flambadas com Jaegermeister (destilado de ervas alpinas). O molho é feito com cebola, presunto cru e ervas frescas, vinho madeira seco e um pouquinho de creme de leite fresco. Estava dos deuses! Por todos os czares e moscovitas!

Para a sobremesa entra em cena mais um grande artista. O maître-sommelier Arnaldo de Paula Souza Filho veio até nossa mesa para preparar uma Cereja Flambée com vinho tinto e sorvete. – R$ 44,00 (03/2015) – Não sei do que gostei mais, se foi da sobremesa preparada com perfeição ou da ótima conversa que tivemos durante a preparação. Arnaldo é uma pessoa incrível e as cerejas foram as melhores da minha vida!

A possibilidade de ter grandes chefs finalizando pratos ao seu lado é inesquecível e um exemplo difícil de ser seguido!

Tudo tem um toque de cordialidade inigualável. Até o cafezinho é um charme, feito na própria mesa e acompanhado com trufas de chocolate.
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O Casa da Suíça é a fusão de um ambiente muito agradável, excelente atendimento, excelente gastronomia e a habilidade do chef Volkmar Wendlinger: Austríaco de nascimento, carioca de coração e suíço de “profissão”.

Já passava das 20:30 quando chegamos ao restaurante Casa da Suíça, um imponente prédio no bairro da Glória, onde também funciona o Consulado Geral da Suíça.

Assim que entramos no restaurante, um radiante: “Oláaaa Senhores!” ecoou. Foi o nosso primeiro contato com o carismático chef Volkmar Wendlinger.

Nos acomodamos em uma mesa super agradável, ao lado de uma grande janela, com vista para o jardim de inverno.

O ambiente é requintado, imponente, aconchegante, rustico e já nos ganhou na chegada, com o aroma dos pratos já servidos. Estar aqui é como fazer uma viagem no tempo. O mobiliário é muito confortável com grandes cadeiras estofadas em couro.

O atendimento é feito com cordialidade, sofisticação e tranquilidade. Cada cliente sente-se único com a atenção dada por toda a equipe.

A noite toda teve como trilha sonora um jazz suave. O cardápio chegou e impressionou com a capa em couro com imagens variadas feitas com a técnica de pirogravura, outro trabalho do artista Volkmar.

O Couvert foi servido rapidamente: Uma seleção de vegetais frescos, azeitonas pretas, um prato de pães variados , entre outras iguarias deliciosas. – couvert facultativo – R$ 16,50 (03/2015) –

O Casa da Suíça tem uma culinária diversificada, me surpreendi muito ao encontrar pratos de países como Alemanha, França, Itália e Áustria. Outro detalhe é que parte do menu muda a cada estação, buscando sempre o que há de melhor qualidade.

Embora a especialidade da Casa da Suíça continue sendo o fondue, Volkmar Wendlinger consegue provar aos cariocas que a culinária suíça é muito mais do que isto. Encontramos no cardápio pratos como o Basler Wurstsalad, uma salada de salsicha a moda de Basileia e o Jambon de Parme et Poire fraiche, nada mais, nada menos do que presunto cru e pera fresca.

Com tantas opções variadas, só mesmo pedindo ajuda para o mestre. O chef nos recomendou como entrada um queijo Raclette – R$ 36,30 (03/2015) - Como estávamos em três pessoas, os pratos foram fracionados para que todos pudéssemos experimentar, um mimo extra que só restaurantes muito comprometidos com os clientes conseguem proporcionar. Voltando ao raclette, este queijo é original do cantão de Valais, eu ainda não conhecia, e acabei me apaixonando. No Casa da Suíça ele é servido derretido, com consistência relativamente firme e ao mesmo tempo macio e cremoso. O sabor é médio, frutado e o prato é muito aromático.

Para prato principal escolhemos da seção “À Votre Table” do cardápio. Estes pratos são preparados à mesa, pelo próprio Chef Volkmar. Funciona como uma espécie de apresentação culinária privée, para quem gosta de cozinhar é uma grande aula. A comida é preparada, temperada, finalizada e servida na frente dos comensais e atrai não só os olhares de quem ordenou o pedido, mas também das mesas ao redor. Culpa das labaredas, que alcançam mais de 1 metro de altura.

O primeiro, Crevettes Sir Williams: Uma explosão de sabor! O camarão é a estrela do prato e com ingredientes como maçã, alho e pimenta verde fica divino! O prato tem sabor marcante, com uma picância moderada. – R$ 158,40 (03/2015)

O segundo prato principal escolhido foi Laminas de filé mingon “Dourado”, este é o Prato da Boa Lembrança de 2015 do Casa da Suíça. Também preparado à mesa, esta obra de arte tem como base um filé mignon cortado em laminas bem finas, salteadas e, depois, flambadas com Jaegermeister (destilado de ervas alpinas). O molho é feito com cebola, presunto cru e ervas frescas, vinho madeira seco e um pouquinho de creme de leite fresco. Estava dos deuses! Por todos os czares e moscovitas!

Para a sobremesa entra em cena mais um grande artista. O maître-sommelier Arnaldo de Paula Souza Filho veio até nossa mesa para preparar uma Cereja Flambée com vinho tinto e sorvete. – R$ 44,00 (03/2015) – Não sei do que gostei mais, se foi da sobremesa preparada com perfeição ou da ótima conversa que tivemos durante a preparação. Arnaldo é uma pessoa incrível e as cerejas foram as melhores da minha vida!

A possibilidade de ter grandes chefs finalizando pratos ao seu lado é inesquecível e um exemplo difícil de ser seguido!

Tudo tem um toque de cordialidade inigualável. Até o cafezinho é um charme, feito na própria mesa e acompanhado com trufas de chocolate.
Foto opinião do Fábio Junior Alves sobre Casa da Suíça

Fui à Casa da Suíça em um almoço com companheiros de trabalho em uma quinta feira. O restaurante, dentro do consulado da Suíça, tem sua entrada em uma porta a direita após subir a escada em frente à porta principal do edificio.

O ambiente é antigo, com muita madeira revestindo paredes, mesas, divisórias, etc. Há um agradavel jardim de inverno que pode ser visto pelos janelões da parede oposta a entrada. De dia, o desgaste do mobiliário fica mais evidente, portanto tenho certeza que a boa é ir de noite, com meia luz amarela o lugar deve derreter quaisquer corações...

Os executivos custam por volta de R$38,00 Pedi uma paillard com molho de fungi, batatas da casa (com alecrim) e vegetais. O prato não me surpreendeu em nada, achei bem comum, os dos companehiros também eram bem normais.

Fique com uma grande pulga atrás da orelha com a comida. O cardápi otem pratos com descrição simples e valores bem elevados (entre 60 e 120), e pelo que provei eu não arriscaria uma potencial não satisfação.

Acho que a boa mesmo é ir jantar e pedir um fondue, esse dificilmente tem erro. No de queijo é só espetar o pãozinho, molhar no queijo derretido (dificilmente dá errado) e mandar ver. O de carne é só fritar os pedacinhos de filé no óleo da panela de fondue, molhar em um dos molhos e mandar ver.

Importante: No de carne, jamais jogue muitos pedaços de carne ao mesmo tempo na panela de fondue. Espete 1 em cada espeto e deixe lá, apoiado, fritando um pouco. A dica é básica, mas ja vi um acidente de grandes proporções p q mandaram as carnes direto pra dentro da panelinha... : )
Eu tinha um certo preconceito com a Casa da Suiça. Tinha ido ao piano bar uma vez e fiquei c a impressão de um lugar meio antiquado, sombrio. Um dia foi ao restaurante, e embora o ambiente também tenha ares de velha europa nas sombras, no final das contas entende-se que a proposta é essa mesmo, criar um outro ambiente no meio da ensolarada Rio de Janeiro. Juro que não lembro o que comi (!!!) mas sei que adorei, era um menu fechado da Restaurant Week, a carta de vinhos é boa, e os garçons são MUITO atenciosos, o que é muito bom de se ver pois estou cansada de chegar em lugares caros, ser mal atendida por garçons impacientes e mal informados. Nota dez a Casa da Suiça nesse quesito.
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