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Com 36 anos de tradição, o Carlinhos Restaurante é consagrado como rei da picanha fatiada, onde a carne recebe um corte artesanal e espacial, feito pelo próprio Carlinhos, que não abre mão de estar à frente da cozinha desde a abertura do restaurante.

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Vale a visita e a oportunidade unica de uma experiencia gastronômica inesquecível.
Desde a kafta ao bastuma e o arais.
Tudo feito com muito cuidado e qualidade
Boa carta de cervejas
Indico o basturmá, carne de boi curada com especiarias.
Atendimento super 10
Aceitam cartões
Nao possui estacionamento mais da pra parar pela rua

Lugar apertado,não arejado,o atendimento é péssimo,a garçonete que era uma senhora,totalmente despreparada para lidar com várias pessoas ao mesmo tempo. O pior de tudo era um dos garçons,um homem 'gordinho' que parecia ser o chefe dos outros atendentes,esse totalmente 'ogro' para tratar com as pessoas,parecia garçon de boteco daqueles bem fuleiros,derrubava tudo no chão,para limpar as mesas se debruçava em cima das pessoas,derrubava resto de comida em cima dos clientes.Fomos em várias pessoas e tínhamos encomendado um carneiro para o almoço e quando esse mesmo veio servir,derrubou metade do carneiro no chão,fazia tudo com a maior grosseria tentando ser rápido,só que a única coisa que ele conseguiu foi ser infeliz no seu atendimento.Não recomendo esse restaurante para ninguém!Minha nota na verdade é zero à esquerda!

Não acho nada espetacular, mas volta e meia vou lá porque é um dos poucos lugares de São Paulo que serve comida armênia. Sempre como o basturmá (um tipo de carne seca armênia, bem salgadinha), às vezes puro, às vezes com um ovo em cima. A carne também é temperada com várias especiarias, fica bem diferente. Lá também tem mergez, uma linguiça de cordeiro típica, mas eu ainda não experimentei (fica pra próxima visita). Tirando as especialidades armênias, não tem nada de mais - tudo gostoso e farto, mas nada memorável.

O restaurante do Carlinhos é absolutamente impecável. Seja no serviço, seja no preço, seja na comida (excelente), experimente além das típicas, o filé mignon au poivre que é um absurdo de bom. Amanhã ele inaugura um outro, próximo só pra servir o ARAI que é uma febre na região.
O Carlinhos me deu de presente um dos momentos inesquecíveis da minha vida. Fui apresentar o restaurante do Carlinhos para o meu pai, almoçamos e aí vem o Carlinhos à mesa, apresentei-o ao meu pai e o Carlinhos soltou a seguinte frase: - O Senhor deve ficar muito orgulhoso, pois tem um filho que é um bom homem. Vi meu "véio" ficar com os olhos inundados. 6 meses depois ele se foi. Espero que orgulhoso... Ao amigo Carlinhos, toda a sorte do mundo na nova empreitada e toda a glória no nosso "CARLINHOS RESTAURANTE". Não o visito há 5 anos, preciso voltar pra me deliciar com sua comida e sua companhia. SUCESSO AMIGO. Ass: Dotô Olavo.

O Carlinhos é um restaurante fantástico na região do centro da cidade. Não sei definir o tipo de comida que ele serve pois são vária especialidades: cozinha armênia, carnes, massas, etc (veja a foto do cardápio), só que a comida é boa!

O prato mais famoso da casa é o ARAIS (R$8,50), uma espécie de beirute que só tem Kafta grelhado de recheio. Simplesmente fantástico! Na próxima vez que for lá vou comer só isso!

De prato principal, pedi a Picanha Artesanal (R$47) que lembra bastante a famosa Picanha do Juarez só que sem o rechaud (aquela grelha para fazer a carne na hora). O sabor é ótimo e satisfaz duas pessoas caso peça 1 ou 2 Arais de acompanhamento.

Uma invenção do lugar que achei bem legal é a coca com gelo e limão. Os cubos de gelo são feitos com mini pedaços de limão dentro (veja a foto), é bem legal!

O atendimento é eficiente e o ambiente bem familiar. O problema do lugar é a localização não muito privilegiada e um pouco perigosa.
Foto opinião do Allan P. sobre Carlinhos Restaurante

via iPhone

Restaurante divíno! Comida de ótima qualidade, sabor e boa apresentação... Só não ganhou 5 estrelas pq nas duas últimas vezes que fui não tinha possibilidade de fazer dois pratos que estavam no cardápio, isso me deixou um pouco chateado. Escolher o prato e não poder comer. Sai mais ou menos em média 50 reais por pessoa o almoço com uma bela e gelada terezópolis. Muito bom 👍

Ótimo restaurante!!

É um restaurante que serve de tudo: comida armênia, massa, risoto, carnes, aves...

Eis o que pedimos e adoramos:

Entrada: com certeza peça o ARAI! é um pão síriio recheado de kafta grelhada. DELICIOSO!
Uma porção (4 pedaços) custa R$ 8,50. Gostamos mais do tradicional do que o com queijo, pq o queijo tira o gosto da kafta.

Prato principal: Pedimos a picanha com corte especial (R$ 46,80). Eles dizem que é pra uma pessoa, mas deu tranquilo para duas pessoas que antes comeram duas poções de Arais. Vimos uma mesa pedir a Fraldinha acebolada e vem muuuito! Pareceu deliciosa!

Ambiente: simples, mas o esperado para um restaurante no centro da cidade. Achei bem limpo.

Atendimento: excelente! garçons sempre atentos, qualquer um que vc chama te atende rapidamente e ainda dão dicas de pratos para vc escolher. A comida chega beem rápido!

Vallet: R$15, mas acho que vale a pena, apesar de caro. É bem ruim achar vaga nos arredores e tbm parece ser um pouco perigoso.

Ambiente bem familiar.
Primeira opinião do lugar
Vem kafta!

Quando você começa a achar que conhece a quatroscentona cidade de São Paulo, onde nasceu e sempre morou, ela te surpreende. O bairro do Pari é uma dessas boas revelações.

Recentemente, o Miguel agitou um almoço no Carlinhos Restaurante, especializado em carnes grelhadas e na culinária armênia, que fica neste bairro pouco explorado da zona Norte da cidade. E então percebi porque Miguelito fez um especial sobre as delícias do Pari na Vejinha.

Nosso anfitrião e habitué do Carlinhos fez os pedidos. Só nos preocupamos em degustar as maravilhas da culinária armênia e muitos goles da leve Cerveja Therezópolis, fabricada na região serrana do Rio de Janeiro.

Se você acha que a cozinha armênia não difere muito da libanesa, espere até provar o arais – pão sírio na chapa recheado com carne moída bem temperadinha. Não tem uma mesa que não peça arais de entrada.

Outra boa pedida é o basturmá, carne de boi curada com especiarias. Este tipo de ‘pastrami armênio’ é servido simples ou, como provamos, com ovos fritos de gema mole, que é uma delícia. Matei a fome e a curiosidade.

O tabule, bem molhadinho e mais para o ponto do vinagrete, é o acompanhamento perfeito para a kafta… ah… a kafta. A versão do Carlinhos é bem gordinha, com tempero na medida e grelhada ao ponto. Com certeza, a melhor que eu já comi.

O pedido até gerou dúvida na cozinha. “São 14 kaftas mesmo?”, indagou uma das cozinheiras. Fui perguntar ao simpático Carlinhos se não era exagero, mas ele olhou para a mesa com mais de dez pessoas e me tranquilizou.

Carlinhos estava certo. Não sobrou uma kafta para contar a história, nem para fazer a foto.

(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 27 de janeiro de 2008)
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