Comandado pela chef Morena Leite, o Capim Santo é um restaurante de comida brasileira que mistura a técnica francesa com ingredientes do nosso país. A casa oferece um elegante espaço interno, mas o charme é sentar-se nas mesas posicionadas em um belo jardim externo. No almoço, é servido um grande buffet com muita variedade de alimentos (grãos, massas e tapiocas, por exemplo). No jantar, um menu à la carte apresenta alguns clássicos do local, como a Moqueca e o Picadinho de Filé Mignon.

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Depois de uma experiência desastrosa no dia do meu aniversário de casamento, postei nas redes sociais e inclusive aqui a forma terrivel como fui tratada, e no mesmo dia recebi um email da chef Morena Leite que me pediu desculpas pelo ocorrido, ela devolveu o dinheiro que meu marido pagou pelo jantar (cerca de trezentos reais) através de um depósito feito na conta dele co dia seguinte e nos pediu pra voltarmos ao restaurante que ela fazia questão de nos proporcionar um jantar a altura do restaurante e que ela pessoalmente faria alagosta no abacaxi pra mim, prato este que ela me contou ter sido ensinado pela mãe dela a 30 anos atrás.
No dia combinado retornamos ao restaurante e o maitre que na primeira vez nos tratou mega mal parecia até outra pessoa, foi gentil, cordial, rapidamente chegou o couver com os deliciosos pãezinhos de capim santo, assim como as bebidas, um pouco depois a chef Morena Leite foi a nossa mesa e conversamos um bom tempo, ela é uma pessoa muito bacana e parecia que eramos amigas de longa data, ela me presenteou com o seu livro de receitas lançado recentemente em Miami em parceria do Romero Brito e realmente fez a lagosta no abacaxi pra mim e um cordeiro para o meu marido, os pratos estavam divinos, ainda comemos o mix de petiscos que são uma combinação de todos os maravilhosos bolinhos com seus respectivos molhos e são muito gostosos, comi novamente o bolinho de chocolate com sorbet de cupuaçu e experimentamos uma degustação dos brigadeiros de colher de capim santo. Enfim, foi tudo maravilhoso como esperava que tivesse sido. O que eu achei mais bacana foi o fato dela mesma ter se preocupado em reparar o ocorrido, a chef Morena Leite está de parabéns pelo seu pós venda e atendimento ao cliente.
Compartilhar experiências reais é nosso objetivo. São filtradas resenhas spam, ofensivas, que não se refiram ao local ou que sejam/pareçam resultado de conflito de interesse.

O Capim Santo está localizado nos Jardins e pertence a badalada chef Morena Leite, estivemos em 24/11/2015 ocasião importante pois comemorávamos nosso terceiro ano de casamento, meu marido preocupou-se em fazer a reserva com 1 mês de antecedência e qual não foi nossa decepção, assim que chegamos o maitre olhou a reserva e bem de qualquer jeito disse que podíamos sentar lá dentro ou na área externa que é muito bonita e agradável, claro que escolhemos a mesa na parte externa, a mesa não estava arrumada o mesmo apenas colocou os pratos, talheres e guardanapos eu tive que solicitar que a vela da mesa fosse acesa, coisa que em todas as mesas a vela estava acesa. Demoraram mais de 15 minutos para trazer o cardápio, e só trouxeram porque meu marido ficou insistindo com os garçons que passavam e nos ignoravam. Depois de mais um bom tempo o mesmo maitre veio tirar o pedido, como não foi nos oferecido o couver que eu queria ter experimentado pedimos uma entrada e já pedimos so pratos, ai o mesmo lembrou que deveria ter oferecido o couver, mas como já haviamos pedido tudo não tinha mais importância.
As bebidas vieram rapidamente, o suco de capim santo com abacaxi estava muto bons, assim como a seleção de petiscos (R$ 49,00) muito boa, o garçom que trouxe foi o unico simpático que e explicou sobre os molhos e petiscos todos muito gostosos, depois disso esperamos por cerca de 1 hora pelos pratos principais, que só foram servidos depois que meu marido mais uma vez chamou um dos garçons que foi com muita má vontade buscar nossos pratos, pedi a lagosta no abacaxi com batata baroa (R$ 115,00) a mesma chegou fria, borrachuda e com pedaços de cartilagem, estava na cara que o prato ficou muito tempo esperando pra ser servido.
O pior é que ao nosso lado havia uma mea com cerca de 10 homens falando em espanhol e para eles foi dado outro tratamento, assim que sentaram o cardápio foi entregue, havia um garçom o tempo todo ao lado da mesa pra atender as solicitações, foi oferecido o couver, e o maitre ficava toda hora servindo o vinho e super simpático querendo saber se estavam sendo bem atendidos, outras mesas também não demoraram todo esse tempo pra chegada dos pratos, meu marido pediu um simples picadinho, ou seja, fomos discriminados e mal tratados, ainda depois que tinhamos comido o prato principal quis ver o cardápio de bebidas pra pedir um outro suco, mais uma vez houve demora pra trazer um simples cardápio e o mesmo garçom grosseiro querendo que fizessemos rapidamente o pedido. Fiquei indignada com tal procedimento e por isso não pagamos a taxa de serviço, pois pagar pra ser mal tratada não dá.

Em uma visita ao Brasil, o pai de um amigo meu que vive no Canadá disse que "o brasileiro não tem noção dos preços das coisas". Hoje concordo com ele porque essa falta de noção é até mesmo para distinguir o que é "caro" e "barato". Eu nunca havia pisado no Capim Santo que é pertíssimo da minha casa porque sempre ouvia falar que era "os olhos cara".

Tendo como referência a perda de bom senso que a precificação de produtos e serviços anda em Sampa, não considero o valor cobrado neste restaurante fora do padrão não. Já vi lugares bem mais simples com comida bem mais irregular cobrar mais do que este estabelecimento.

Se você é do tipo que paga o que for para comer bem, recomendo que vá ALMOÇAR aqui no esquema buffet com estômago vazio. É livre! Aqui se classifica como "cozinha contemporânea", que eu não sei até hoje o que é porque é tudo que é tipo de comida junto e misturado.

Aos sábados o buffet é baseado em saladas, feijoada, carnes, aves, peixes, frutos do mar, guarnições e sobremesas (que não provei por falta de espaço estomacal) É guacamole (Mexicano) ao lado de banaganush (árabe) sendo servido perto de paella (espanhola) e tapioca (brasileira). Valor: R$67,00 por pessoa.

De terça a sexta-feira as opções são baseadas em saladas, carnes, aves, peixes e acompanhamentos. Nas quartas-feiras, é servido tudo isso e mais uma feijoada completa que pelo ambiente dá para deduzir que tem de tudo, menos um pagodinho para acompanhar. Isso sai pela bagatela der R$49,00 (mesmo valor nas quartas, quando é dia de feijoada). Aos domingos o valor aumenta para R$73,00 (mesma coisa de sábado, porém sem feijoada. Mais caro? Vai entender!).

Desconheço como é o serviço à la carte pela noite, no jantar.

Em todo lugar a taxa de 10% é opcional, mas aqui há um aviso na porta alertando os clientes disso. Crianças de 0 a 5 anos não pagam e as de 6 a 10 anos ganham um desconto de 50%. O maior escorregão aconteceu no início conosco quando demoraram um tanto para nos entregar as cervejas pedidas, mas depois as coisas se ajeitaram.

Achei muito bacana e aconchegante a parte da frente e os fundos do restaurante. Mas tivemos que nos mudar para dentro do estabelecimento por causa de um vento frio que batia na nossa mesa colocada em um piso cheio de pedrinhas bem legal conforme vocês podem ver nas fotos. Me chamou a atenção os quadros com fotos muito bem escolhidas.

Banheiros no andar superior (sem acessibilidade) OK, limpos e bem conservados, com disponibilidade de fio dental e enxaguatório bucal gratuito para clientes. Na saída do banheiro, uma surpresa: uma portinha pequena e você chega em uma ESCOLA DE CULINÁRIA! Sério, fiquei amarradão no ambiente que até eu queria fazer algum curso. Até fotografei para trazer aqui ao Kekanto.

Vamos para a parte tensa da minha avaliação: as bebidas! O suco de capim santo é delicioso e vale a pena. Mas estranhamos na minha mesa que não apareciam as opções e muito menos os preços das cervejas. Fazendo o raciocínio lógico - que depois se mostrou sem a menor lógica -, deduzimos que uma cerveja Paulistânia em garrafa padrão para três pessoas não custaria tanto tendo em vista que o buffet livre estava na faixa dos R$67,00. Na hora de prestar contas, o susto: cada uma custava pornográficos R$17,00!!!!

Depois de sairmos vitoriosos no "Troféu Joinha 2012", uma lição: perguntar preço quando não está no cardápio não é deselegante! É, vou lembrar do pai do meu amigo com mais frequência antes de cair de cabeça em alguma experiência gastronômica. Pelo bem do meu bolso! ;)
Buffet de sábado
"Buffet de sábado"

Aproveitei o Restaurant Week para conhecer esse tão falado restaurante!

O local é muito bonito, cheio de coqueiros e plantas, com ar bem "natureza". E como todo local com muitas plantas, tinham uns pernilongos para completar o cenário.

O segurança na porta foi extremamente simpático e a hostess idem!

Os garçons, um era super simpático e atencioso e o outro parecia que só queria se livrar o mais rápido possível da gente, e olha que a noite só estava começando!

De entrada tinha Mix de folhas ou Pastel de catupiry. Com medo de o pastel ser enjoativo, acabei optando pela salada e foi uma péssima escolha! Parecia aquelas saladas que vc lava em casa e não coloca nada para temperar. Totalmente sem sabor, sem molho nenhum: sem graça. Arrependimento bateu forte.
Experimentei um pastel da minha amiga e estava super suave, pequeninho e fino, sem muito recheio. Na medida certa para não se tornar enjoativo.

Pedi um suco de abacaxi com capim santo. Veio quente, sem gelo. O sabor, nada demais.

Para o prato principal, escolhi o Tucunaré com vinagrete de pupunha. O tempero do Tucunaré estava bem suave e a carne bem macia. O vinagrete de pupunha estava espetacular! Nunca comi algo com esse sabor! Tinha pedacinhos de pupunha, tomate, cebola roxa, abacaxi e sagu (juro!).
Mas eu gosto de um tempero mais forte, então pedi uma pimentinha para colocar no peixe.

De sobremesa: brigadeiro de capim santo ou queijadinha de abacaxi com sorbet de abacaxi.
Escolhi a segunda opção e degustei cada colherada! Que doce gostoso!
O sorbet quebrava o doce da queijadinha, que era super cremosa.

Meu amigo pediu um café e veio acompanhado de 3 mini brigadeiros. Muito legal!

O público da casa é mais arrumado (leia-se ryco). Me senti meio pobre e com medo que as pessoas escondessem a bolsa quando eu passasse. Mas faz parte! =P

Gostei muito e voltaria mais vezes para experimentar outros pratos!
Foto opinião do Jujinha sobre Capim Santo
Já fui ao Capim almoçar e jantar, e a experiência é sempre maravilhosa. O buffet do almoço é extremamente variado e com viversas opções de pratos brasileiros. Tudo muito saboroso.
Ja no jantar o cardápio a la carte traz versões inusitadas das receitas brasileiras e tudo com muito bom gosto. Adorei a caipirinha de jabuticaba e o mix de aperitivos.

via iPhone

O lugar tem um ambiente extremamente agradável! Lindo mesmo.

Mas vamos ao que interessa: atendimento e comida.

Atendimento maravilhoso! Cordial e gentil.
O único problema foi a Hostess que ao chegarmos para almoçar nos informou que todas as mesas na parte do fundo estavam reservadas e então sentamos na frente do restaurante. Até aí tudo bem, quando escutamos um grupo de 3 senhores chegar, pedir mesa e ao serem questionados sobre reservas os mesmos disseram que não tinham e que preferiam sentar nos fundos. Para minha surpresa a recepcionista levou os senhores até os fundos do restaurante. Mas não estava tudo reservado????

Hmmm eu não devo ter cara de rica :(

Comida: saladas maravilhosas, mas os pratos quentes deixam a desejar.
Picadinho de mignon,sem gosto! Muqueca, só tinha gosto de coco e nada mais . Tapioca, feita com a farinha mais estranha que já comi até hoje. Suco de laranja: 70% água.
Desta forma, não vale pagar R$ 68 no buffet a vontade, quando a única coisa boa são as saladas.
Péssimo custo benefício.

Ja fui uma vez no buffet, onde encontrei uma variedade enorme de comidas diferentes, bem brasileiras. Você também pode se servir do buffet de sobremesas ao final...recomendo o brigadeiro de capim santo, que leva o nome da casa.
Na minha opinião, prefiro o serviço a la carte, onde os pratos são preparados com mais capricho, todos muito bons. O cafezinho acompanha colheres com brigadeiros sortidos.
A nota não foi completa apenas pelo atendimento, que deixa a desejar. Os garçons são atrapalhados e o serviço demorado.
Recomendo, mas faça reservas.

Fui com o meu marido e como compartilhamos da mesma opinião, falarei na primeira pessoa do plural! :)

Primeira vez que fomos ao Capim Santo e ao evento Restaurant Week. O famoso restaurante de comida brasileira da Chef Morena Leite fazia parte do Restaurant Week, então resolvemos conhecê-lo e fizemos uma reserva.

Vou contar primeiro as coisas boas! Chegamos com 30 minutos de antecedência e fomos encaminhados diretamente para a mesa. Pedimos 2 drinques muito bons, um feito com capim santo e o outro com maracujá.O couvert da casa com pães de mandioquinha e capim santo estavam ótimos! Acompanhava um potinho com requeijão, um potinho com manteiga, duas colheres com ceviche e duas conheres com sorbet de cajá. Achei o ceviche um pouco forte.

O cardápio do jantar a R$ 47,90 por pessoa era o seguinte:

Entrada: salada de trigo com castanhas brasileiras ou bolinho de aipim com queijo Canastra da Serra.

Prato principal: Saint Pierre ao molho de limão cravo acompanhado de ratatouille brasileiro ou costela desfiada na cia de canjiquinha com requeijão do norte ou nhoque de banana da terra com carne seca ao molho de ervas.

Sobremesa: galette de tapioca com coco servida em sorvete de cupuaçu ou brigadeiro de capim santo.

Escolhemos pratos diferentes para poder experimentar um do outro. As entradas estavam gostosas, mas achamos que veio muita salada de trigo, não comemos tudo pois o trigo começou a nos dar sensação de saciedade. O Alvaro pediu o Saint Pierre de prato principal e eu o nhoque de banana da terra. Também estavam bons, achamos a posta de peixe bem pequena, já o prato de nhoque veio com uma boa porção, acabamos não comendo tudo. Consideramos as sobremesas a melhor parte da refeição! Sorvete muito saboroso e o brigadeiro uma delícia!

Nossa conta: R$ 178,00, já com o serviço.

Agora vamos para a parte ruim!

Infelizmente nos colocaram em uma mesa que estava em um lugar horrível, na porta do estabelecimento, junto com a espera de todos os clientes, parecia ter sido colocada ali para suprir a demanda do evento. Todo mundo que chegava ao estabelecimento passava por nossa mesa, muitas vezes esbarravam nas cadeiras e o barulho estava muito alto, não conseguimos ter um jantar agradável. O local em que estávamos estava tão escuro que nem deu para tirar fotos! Pedi para trocar de mesa, mas me disseram que não era possível.

Os garçons estavam morrendo de pressa em servir as refeições e te mandar embora para o próximo cliente sentar. Nunca comi tão rápido, fomos embora em 1 hora! Assim que sentamos, o garçom perguntou o que queríamos beber sem nem mesmo apresentar o cardápio e quando perguntamos por ele, fez uma cara de poucos amigos e foi buscar. Escolhemos 2 drinques, água e os pratos que seriam servidos. Nesse momento chegou o couvert de pães que prontamente aceitamos e para a nossa surpresa a entrada foi servida 1 minuto depois! Como assim? Pedimos para atrasar os pedidos, pois nem os drinques e água haviam chegado à mesa e já estavam nos servindo a entrada!?

Ficamos decepcionados. A idéia era aproveitar o evento Restaurant Week para conhecer o Capim Santo e parece que foi a pior coisa que fizemos. Se Restaurant Week é sinônimo de desprezo ao cliente, é melhor o restaurante Capim Santo não fazer parte dele. Se o restaurante está lotado, não faça mais reservas e não crie mesas em lugares absurdos deixando os seus clientes sem graça e insatisfeitos.

Ao sair, fiz uma reclamação para a hostess e chegando em casa fiz uma reclamação no site do restaurante, vamos ver se retornam.

via Android

Visitamos o Capim Santo durante o Restaurant Week e fizemos uma das melhores refeições da vida por lá. Tudo estava delicioso, a começar pelo couvert (R$18,50 por pessoa, fora da promoção) com pãozinho de capim santo (diferente, levinho demais) com manteiga, pães de mandioquinha e chips de batata doce com catupiry, ceviche e sorbet de cajá.
Em relação aos pratos do evento, pedimos primeiro os ótimos churros de tapioca recheados com vatapá de frutos do mar. Na sequência, escolhemos o pirão de leite com carne seca acebolada (sensacional) e o arroz da roça com galinha caipira, maxixe, palmito, banana da terra e abóbora. Para terminar, pedimos o igualmente delicioso manjar de milho branco com coco.

Restaurante muito bom e com itens originais e bem exclusivos no cardápio. Localizado na região da Avenida Paulista, conta com uma decoração bem rústica e natural, muito aconchegante.
Atendimento: Funcionários atenciosos e sempre presentes.
Comida: Em minha última visita pedi um item vegetariano que estava muito bem servido porém com um exagero de sal. O melhor está nas bebidas, sobremesas e couvert. Apesar de um preço bem "salgado" os itens feito de capim santo, são os carros chefes e muito saborosos.
Preço: É um restaurante relativamente caro, em uma visita gasta-se, em média, R$100,00 por pessoa.

A Chef Morena Leite é muito criativa e delicada em suas criações. Recomendo!

Nome e preço não são sinônimos de sabor. Lugar lindo, atendimento bom, mas preços altos demais para o que é servido. Nenhum sabor surpreendente, aliás, umas das sobremesas dita como tradicionais da casa, o brulee de abóbora não me agradou, sendo salvo apenas pelo sorvete de coco caseiro, muito gostoso.

Quem avisa amigo é: aproveite essa última semana de Restaurant Week para almoçar no Capim Santo, está excelente!

O menu do RW nem havia me chamado muita atenção (as combinações que me interessavam mais eram bem básicas), mas acabei aproveitando a proximidade do trabalho para almoçar lá e não me arrependi!

Fora do RW, a casa trabalha com sistema a la carte à noite, e buffet no almoço (R$49 de segunda à sexta, cerca de R$70 no final de semana), com sobremesas à vontade. É um valor alto para um buffet, mas a comida é deliciosa, normalmente o restaurante oferece combinações brasileiras com toques mais sofisticados. O doce mais famoso de lá é o brigadeiro de capim santo, que eu pessoalmente não gosto muito, ainda porque substituiu o brigadeiro de pistache que tinha antigamente e era infinitamente melhor.

É um bom lugar para levar visitantes de fora, pela comida com toques regionais, o som ambiente (músicas brasileiras calminhas estilo mpb e sambinha tranquilo) e o local, que é bem charmoso. Há a área interna, onde fica o buffet, e duas externas (na entrada e nos fundos do restaurante), que na minha opinião são bem mais agradáveis, rodeadas por muitas árvores. Um toque: algumas cadeiras ficam no sol, o que pode ser ruim para os "calorentos".

Agora enfim, ao cardápio do RW:

Entrada: pedi bolinhos de aipim com queijo canastra. Estavam maravilhosos, sequinhos, com o queijo derretido dentro, que era super saboroso. Gostei também da apresentação do prato, combinando com o espírito do local (o que acho ótimo no RW, pra dar um gostinho do lugar pros novos clientes).

Prato: pedi carne de panela com cerveja preta e farofa de ovo. O molho da carne estava uma delícia (só pra constar, não tinha gosto de cerveja), a carne estava bem macia e a porção era grande. Vinha também com batatas e cebolas, e era bem fiel à foto divulgada no site do evento (nada de propaganda enganosa).

Sobremesa: como não sou fã do brigadeiro de capim santo da casa, dispensei a opção do pudim de capim santo e fui no brigadeiro tradicional. Sem grandes surpresas, mas delicioso como todo brigadeiro bem feito.

Em resumo, o almoço do RW está valendo demais pela qualidade da comida, tamanho das porções, e pela pechincha que sai se comparado ao preço original da casa (tá certo que o original é buffet, mas mesmo assim). À noite, o cardápio é igualzinho, só tem uma opção a mais de moqueca. Vale a pena reservar, cheguei cedo e a casa estava vazia, mas logo encheu totalmente.

O único ponto contra do local é não aceitar visa vale, diferente da grande maioria de restaurantes da região (que é um local cheio de escritórios).
Foto opinião do Andrea Britto sobre Capim Santo
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