Cantina Piacenza

nota 4.1 de 5 em 15 opiniões
| Rank: 13º de 80 | Restaurantes Italiano
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Pegue um restaurante italiano com uma tradição familiar de gerações e acrescente um sabor contemporâneo de cozinha internacional, um espaço aconchegante, uma boa adega, poucas mesas e um carinho único em preparar os pratos um a um.

Pronto! Essa é a receita da Cantina Piacenza – dos vinhos selecionados aos azeites aromatizados, da sofisticação da culinária contemporânea ao ambiente íntimo como a cozinha da casa da gente.

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Depois de muito planejar e algumas tentativas frustradas devido à dificuldade para estacionar, escolhemos um feriado bem tranquilo para conhecermos este interessante italiano.

Era hora do almoço e conseguimos uma mesa com tranquilidade na parte interna e gostamos muito do ambiente mais informal.

Para começar os trabalhos pedimos uma bracciola que estava desmanchando e muito saborosa acompanhada de pães e um bom tinto. Logo após o pedido o chef foi até a nossa mesa curioso sobre o pedido, pois segundo o mesmo estava insistindo nessa entrada a meses na casa mas ninguém nunca havia pedido! Explicamos que adoramos o prato e que comemos com frequência e ele voltou satisfeitíssimo para a cozinha!

Empolgados com a entrada fomos de pappardelle de ragu de carne de sol e camarões flambados com legumes e molho de laranja que estava bons, mas não espetaculares quanto a entrada. Outro detalhe foi o valor da conta que ficou acima da média de outros bons italianos e que em função da "difícil" localização e do ambiente mais simples poderia ser melhor.

Acredito que se todos os restaurantes dessem mais ênfase à comida e fossem mais generosos com os valores dos vinhos (como o Amadeus, AA, Matiazzi e Flores, por exemplo) não só aumentariam a frequência do seu público cativo como se tornariam mais atraentes aos clientes eventuais ou que ainda não conhecem a casa.
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Em uma noite de sexta, aguardar meia hora por uma mesa, até aí nada de anormal...
Carta de vinhos com poucas opções de vinhos em conta.
Como entrada, pedimos uma bruschetta de abobrinha e gorgonzola, muito boa...
Os pratos principais decepcionaram. Pedimos um steak com risoto trufado, carne no ponto ideal, porém o risoto muito sem graça. O outro, um talharim com frutos do mar e molho de leite de côco, não bastasse o único sabor do prato ser o leite de côco, os frutos do mar eram poucos e estavam contadíssimos...
Enfim, não vale o custo benefício.

Depois de muito planejar e algumas tentativas frustradas devido à dificuldade para estacionar, escolhemos um feriado bem tranquilo para conhecermos este interessante italiano.

Era hora do almoço e conseguimos uma mesa com tranquilidade na parte interna e gostamos muito do ambiente mais informal.

Para começar os trabalhos pedimos uma bracciola que estava desmanchando e muito saborosa acompanhada de pães e um bom tinto. Logo após o pedido o chef foi até a nossa mesa curioso sobre o pedido, pois segundo o mesmo estava insistindo nessa entrada a meses na casa mas ninguém nunca havia pedido! Explicamos que adoramos o prato e que comemos com frequência e ele voltou satisfeitíssimo para a cozinha!

Empolgados com a entrada fomos de pappardelle de ragu de carne de sol e camarões flambados com legumes e molho de laranja que estava bons, mas não espetaculares quanto a entrada. Outro detalhe foi o valor da conta que ficou acima da média de outros bons italianos e que em função da "difícil" localização e do ambiente mais simples poderia ser melhor.

Acredito que se todos os restaurantes dessem mais ênfase à comida e fossem mais generosos com os valores dos vinhos (como o Amadeus, AA, Matiazzi e Flores, por exemplo) não só aumentariam a frequência do seu público cativo como se tornariam mais atraentes aos clientes eventuais ou que ainda não conhecem a casa.

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O lugar é simpático , com todo o charme de uma cantina italiana familiar (o que no caso é verdade ,já que a família tem tradição na comercialização de comida), carta de vinhos boa, e, importante, comida saborosa. Comi uma das opções da Restaurant Week: salada de folhas , filé acompanhas de massa recheada com batata baroa - muito bom.

Restaurante muito gostoso, local aconchegante para casais ou turma.
Ótima entrada para pedir é o Cebiche, uns pães e a variedade de azeite que são muito bons, experimente todos.
O forte da casa é a massa, que não tem uma variedade tão grande, mas que atende a todos os gostos, ótimo para tomar com um bom vinho, no qual a casa tem uma boa variedade e um profissional para te ajudar a escolher.
Um bom preço faz com que você queira voltar várias vezes.
Atendimento muito bom, recomento mesmo o local, Ambiente muito agradável

Restaurante muito requintado,de bom gosto, a meia luz, bem romantico (otimo pra ir casal). O chef Americo e sua mae que fazem as massas servidas lá! (foi o prato saboreado quando estive na casa). Muito bem servido, atendimento otimo, o pedido nao demora. As entradas foram deliciosas, ceviche ( peixe branco com pepino delicioso) e carpaccio de picanha com sorvete de mostarda dijon, ambos com cesta de paes servido com azeites de varios sabores, como por exemplo azeite com carvao, pimenta, alecrim e cafe. A carta de vinhos inclui vinhos de todos os valores. A água que é daquelas de garrafinha Nao foi dificil de estacionar. Recomendo super!

Das boas cantinas italianas! Ambiante gostoso, muito aconchegante, bem intimista mesmo, decorado com verde escuro, faz a noite ficar romântica! Só tem cerveja em long neck, mas tem opções boas em vinhos. Os pratos individuais são em torno de 30 a 50 reais, com bos opções saborosas e inovadoras. Só não se assuste com o fato de que os mais exaltados em algumas mesas, fazem-se ouvidos por todos no local, que é pequeno.

Especialista em Restaurantes Italianos com 17 opiniões na categoria

Nonada. Nem o desconforto causado pela questão relativa à reserva de mesas foi capaz de nos incomodar. Quando nos assentamos na mesa próxima à cozinha, o cheiro que vinha de lá teve o mágico poder que desfazer qualquer desconforto.
Estávamos prontos para saborear as criações do chef Américo Piacenza. Como entrada provamos o Carpaccio de Picanha defumada com sorvete de mostarda Dijon (R$22,00) acompanhado dos pães da Pão&Companhia e o Ceviche de Tilápia (R$23,00) servido numa taça para ser comido com os pauzinhos japoneses. Os azeites aromatizados de baunilha, canela e de carvão (sim, de carvão) acrescentavam surpreendentes sabores em cada mastigada.
Escolhi o Tortelli de Cordeiro e os que me acompanhavam escolheram Risoto Brie, Risoto Funghi e Ravioli de Salmão, pratos individuais que custaram entre R$30,00 e R$35,00. Um português e longs necks da Brahma (R$4,00) e Devassa (R$6,00) nos acompanharam. Para ir embora, comemoramos o achado com a excelente escura “1999” da Baden Baden, bebida no balcão. Numa garrafa de 600 ml, suas fragrâncias de caramelo e espuma intensa, teor alcoólico de 6% e amargor pronunciado de uma típica Bitter Ale, justificam seu preço de R$18,00.
O aspecto externo do pequeno restaurante localizado na Rua Amorés, 2422, 2515-6092, Lourdes, perto do Diamond Mall, esconde o que se pode encontrar lá dentro. Atrai todo mundo, propositalmente, e não afugenta ninguém, nem pelos preços, nem com pretensa formalidade. É o mais buteco dos bons restaurantes. E isso deve ser entendido como um lugar para ser freqüentado sempre e não apenas em momentos especiais das nossas vidas.

Depois de duas edições do Belo Horizonte Restaurant Week, uma em agosto do ano passado e outra em fevereiro deste ano, eis que em sua terceira versão experimento, enfim, um menu promocional do festival. Contudo a minha estréia só foi possível por algumas razões. A primeira delas é a possibilidade de comparecer aos restaurantes participantes na semana que antecede o início oficial, o que infelizmente é restrito aos clientes da Mastercard, bandeira esta que patrocina o evento.

Leia o restante desta resenha no blog butecage.blogspot.com

BH tem uma nova safra de chefs e restaurantes que se destacam por uma série de fatores. Alguns deles, muito merecidamente, seja pelo talento, pela proposta dos pratos e por dar uma sacudida no mercado. Outros, pelo menos para nós, nem tanto, apesar de superestimados. Um deles é o Piacenza, onde decidimos almoçar.

Ambiente simples, de cantina italiana, mas sem ser piegas. Lá não tem toalha xadrez nem barril de vinho. Na parede, uma foto do “Poderoso Chefão”, mas também como em vários outros restaurantes, reportagens sobre a casa em molduras. Engraçado isso! São reportagens, que obviamente devem orgulhar aos donos, mas não são críticas gatronômicas de pessoas renomadas nem prêmios. Enfim, cada um põe na parede da sua casa ou do seu restaurante o que quiser e nós não temos nada com isso.

Já estivemos lá antes por duas vezes, por causa de boas indicações, e a comida não foi nada além de boa. O preço não é tão caro quanto os medalhões da cidade, mas também não chegam a ser baratos. Barato mesmo é o menu do almoço, que tem algumas opções de massa. E foi nele que decidimos os pratos.

Uma das escolhas foi o fagotine de alho poró com crocante de bacon (R$ 16,90). Ótima escolha. Bem temperado, e nada gorduroso. O recheio de alho poró era bem suave!

A outra pedida foi a tradicional lasanha à bolonhesa (R$ 16,50). Muito bem preparada e muito bem servida. Faltou, talvez, um pouco mais de firmeza quando partida, mas estava bem gostosa.

O almoço, apesar de bom, não melhorou nossa impressão sobre o restaurante. É verdade que almoçar lá foi muito melhor do que comer em um self-service metido a besta, pelo mesmo preço. Ainda assim, o Piacenza não nos conquistou, mas também não fez feio.

http://2byfood.wordpress.com/
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