Café Palhares

nota 4.2 de 5 em 70 opiniões
| Rank: 17º de 942 | Cafés e Comidinhas
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O Café Palhares se confunde com a história de Belo Horizonte. Toda uma geração conheceu esse lugar que fica no coração da cidade, bem pertinho da Praça 7 de setembro. Quem nunca ouviu falar do famoso e delicioso "Kaol" do Palhares. Cachaça (que sempre se tomava antes das refeições) cujo C foi trocado pelo K, para dar mais pompa ao prato, arroz, ovo e linguiça. Foi frequentado por boêmios de todas as formas, políticos famosos, jogadores não menos, artistas, jornalistas, etc. Foi fundado em 1938 pelos irmãos Palhares e vendido em 1944 para o uberabense João Ferreira, o Seu Neném e seu cunhado Aziz. Atualmente, o estabelecimento é administrado por João Lúcio e Luiz Fernando, filhos de Seu Neném. O nome "Kaol" foi batizado pelo Seu Neném em parceria com o radialista Rômulo Paes, lendária figura da boemia belo horizontina ( que tive inclusive o prazer de conhecer) Com o passar do tempo, o Kaol foi incrementado. A partir da década de 70, o prato ganhou farofa e couve e, nos anos 80, o torresmo. Hoje, ele pode ser acompanhado de pernil, carne cozida, dobradinha, língua e a tradicional linguiça.
E por cima de tudo serve-se um delicioso molho de tomate que o deixa ainda mais saboroso.O Café Palhares tem um atendimento diferenciado, bem familiar e continua sendo um dos bares mais frequentados do centro de Belo Horizonte. Além do Kaol o freguês encontra outras coisas mais como o delicioso sanduíche de pernil, sanduíche de linguiça, salgados e um chope geladinho, tudo isso, somados à simpatia de seus proprietários e funcionários.
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Conhecido pelo seu tradicional Kaol, e por ser um dos bares mais antigos de BH, fica bem no centro da capital, de facil acesso a todos que transitam por lá,vale a pena matar a fome lá,o prato é uma tradição mineira, a comida, além de saborosa, você percebe que é feita na hora. O arroz quentinho, a couve não é murcha, tudo é muito fresco e os atendentes são muito simpáticos.e o preço acessivel, mas se voce gosta de sofisticação e requinte sugiro que passe longe, as vezes voce fica no balcao mesmo, sem nenhum conforto.
O pão de queijo recheado com pernil também é bom, entre os salgados e outros petiscos que servem por lá, geralmente fica bem cheio no horario de almoço.
O bar abre para café da manhã, almoço e no final da tarde para o happy hour.

Este e das antigas ponto de encontro,,, que tenho excelentes lembrancas e só coisas boas... pois ssempre rodeados de amigos queridos... um ambiente familiar de excelente qualidade e localidades,,, pois e localizado na area central de Belo Horizonte

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Quem não conhece o Café Palhares! Serve como referência para qualquer um em Belo Horizonte. Se te perguntam onde é determinado lugar, você diz: sabe o Café Palhares, então, fica lá perto!

Foi fundado em 38, pelos irmãos Palhares e foi vendido em 44 ao uberabense. Passado de geração em geração, sempre foi visto como reduto de boêmios, pois ficava aberto 24hs. Ponto de encontro da turma do futebol, do jornalismo, da política, da música e de uma clientela fiel, que não abre mão do Kaol. Que nada mais é do que as iniciais de "cachaça", cujo o "c" foi trocado pelo "k" para valorizar mais o prato.
De início era composto pôr: arroz, ovo e linguiça, mas com o passar do tempo foi incrementado. Na década de 70 o prato ganhou farofa e couve, e nos anos 80, o torresmo. Atualmente você encontra o prato com pernil, carne cozida, dobradinha, língua e a tradicional linguiça.

Papai gostava muito de frequentar o Palhares! Me deu saudades do meu herói!
Fui conhecer o famoso e tradicional Café Palhares na hora do almoço. Localizado na Rua Tupinambás esquina com Av Afonso Pena. Chegando lá tivemos que esperar na calçada alguém terminar de comer, mas como é horário de almoço as pessoas pegam os pratos, comem, pagam a conta e saem, sem ficar de prosa. Enquanto esperava alguém levantar fui pedir um refrigerante e o dono do estabelecimento já me perguntou se era de BH, pois tinha reparado que estava tirando fotos. Ele foi bem simpático e se tivesse tempo daria para ficar conversando bastante tempo com ele. Não esperamos muito tempo por um espaço no balcão em U. Fomos em um grupo de 5 Kekanteiros e conseguimos sentar um do lado do outro. Pegamos os bancos dos fundos. E para chegar até lá é bem apertadinho tendo que pedir desculpas e licença para passar por trás dos clientes.
Enquanto os 5 não sentavam a moça que nos atendeu esperava para fazer os pedidos que eram de 2 em 2. As Damas primeiro.
O ritual para quem pedia o famoso KAOL (Não pedimos a cachaça) era como gostava do ovo (Mal Passado ou bem Passado) aí depois era o tipo de carne. Pedi a linguiça é claro. Os pratos saiam rapidamente e reparei que ao fazer o pedido podia pedir mais arroz, mais molho, ovo extra e por ai vai. Em menos de 5 minutos nós todos já estavamos saboreando o nosso almoço. Pedi o KAOL Completo: Arroz, Ovo, Linguiça (que é bem magra quase sem gordura nenhuma e bem gostosa mesmo), Couve frita, Farofa com feijão (Gostei por substituir o tradicional feijão), e torresmos (Bem Fritinhos e não quebram o dente, crocantes) e o molho de tomate por cima de tudo (Eu particulamente gostei para molhar o arroz e servir de molho para a Linguiça) . E a pimenta da casa não estava muito forte então devo ter derramado umas 10 colheres de pimenta para sentir um pouquinho... Rs. O forte da casa é o KAOL mas durante o evento Comida Di Buteco (Somente durante o Comida Di Buteco) eles participam sempre e o dono até me explicou que para eles é melhor fazer o KAOL sempre bom do que vários outros pratos mais ou menos. Por isso eles não fazem fora do evento além é claro do espaço fisico deles não suportarem a quantidade de clientes a mais. Os funcionários que estavam no nosso lado do balcão estavam constantemente prestando atenção em todos daquele lado e quando derramei comida no balcão imediatamente limparam o balcão. A moça que nos atendeu trocou um Ovo que veio muito bem passado quando pedimos mal passado na mesma hora. Gostei da velocidade e praticidade do atendimento.
Vamos aos preços: KAOL com Linguiça ou Carne Cozida (R$9,90),KAOL com Lingua ou Dobradinha (R$9,90), KAOL com pernil (R$11,30), KAOL com 2 Carnes (R$17). Chopp 300 ml R$3,50, Refrigerante Lata R$3. Porção de Linguiça ou Carne Cozida (R$14), Porção de Lingua ou Dobradinha (R$14), Porção de pernil (R$17), Porção de Torresmo R$7, Meia Porção de Torresmo R$4, Meia Porção de Pernil R$9, Meia Porção de Linguiça ou Carne ou lingua ou dobradinha R$8.
Pela quantidade que vem no KAOL vale a pena pagar o preço que eles cobram pois satisfaz um adulto faminto facilmente e claro dependendo pode ate pedir mais arroz.
Se nunca foi até o Café Palhares não deixe de ir conhecer este estabelecimento que desde 1938 está servindo o KAOL. E claro me chama para ir junto!!

O tradicionalíssimo Café Palhares, que já beira os oitenta anos em atividade, dispensa apresentações para o público belo-horizontino. Pioneiro também no Comida di Buteco, já se sagrou campeão em 2009, e costuma brindar a clientela com pratos interessantes. Na edição de 2013, quando ofereceu o “Prata da casa” (Linguiça artesanal do Palhares, servida com chucrute brasileiro e batatas cozidas. Acompanha mostarda clara e escura) não foi diferente. A boa linguiça que vai no Kaol serve também como um bom petisco, sobretudo se acompanhada pelo chucrute brasileiro, conserva essa que recebe o acréscimo de bacon, e também das duas boas mostardas. Os pães de queijo, ausentes na descrição, permitem ao frequentador montar sanduichinhos, que pela inspiração alemã do “recheio”, caem muito bem com a cerveja em lata (R$ 4,00 a Skol) ou com o chopp Nova Schin (R$ 4,50).

Falando dos demais itens, o ambiente é o mesmo há décadas, com vinte e poucas banquetas muito juntas da bancada. O atendimento no balcão em U, por outro lado, é quase personalizado, e os diminutos banheiros se situam no segundo pavimento.

Falar o que se o Caol (C-ouve, A-rroz, O-vo, L-inguiça) foi inventado aqui?

Tradicionalíssimo no Centro de BH o restaurante de balcão serve salgados de lanchonete (pastel, coxinha) e suas versões de KAOL (também se escreve com "K" e uns dizem que é K de cachaça...) onde se muda a opção de carne (linguiça, pernil, etc.)

Geralmente, tem fila na porta que dura pouco tempo. O difícil é ir acompanhado e achar dois ou mais lugares para sentarem juntos.

Não, não tem mesa. Mas, a comida é sempre fresquinha, o arroz quentinho, o ovo frito na hora, a couve refogada ali mesmo na sua frente e o prato satisfaz.

Em torno de quinze reais o PF. Pode ir conhecer.

Fui ao centro fazer um filme com o Dani e aproveitamos parta tomar um café com pão-de-queijo, no meio da manhã, no Café Nice, que é só um Café mesmo, bem tradicional e tem mais velhos por metro quadrado que qualquer asilo.
Por volta do meio-dia fomos butecar no Café Palhares, fundado em 1938 e que funciona há mais de 60 anos no mesmo endereço, ou seja, Rua Tupinambás, 638, Centro, 3201-1841.
O prato mais famoso do Palhares é o Kaol, que foi assim batizado pela radialista e boêmio Rômulo Paes, e nada mais é que as iniciais de cachaça (cujo “c” foi trocado pelo “k” para dar mais pompa ao prato), – que costumava proceder às refeições, arroz, ovo e lingüiça. A partir da década de 70, a receita foi sendo incrementada e ganhou farofa e couve e, nos anos 80, um pouquinho de torresmo. Atualmente, a lingüiça pode ser trocada por pernil, carne cozida, dobradinha, língua ou peixe. Antes de ser servido, cobre-se o prato com molho de tomate para deixá-lo mais saboroso e molhadinho. E vale o choro: – Capricha no molho! – pedem os fregueses. Os preços variam de R$7,40 a R$8,20 e o com duas carnes custa R$12,00. O balcão do Palhares serve Kaol, neste horário, para a grande maioria dos fregueses.
Como pretendíamos almoçar em casa, apenas petiscamos o prato da Comida di Buteco: Karacol de de Pernil (tradicional pernil do local servido em forma de caracol, regado com molho picante de abacaxi, acompanhado de hortaliças, fios de couve, pão árabe e uma pimenta dedo de moça) com dois chopps. É a sexta participação do Café Palhares neste evento. Este prato custa R$17,00 e a diferença de preço é pela sofisticação.
Sofisticação e qualidade no atendimento, pois o garçom até pediu para uma senhora, que estava comendo um Kaol ao nosso lado, se mudar de lugar, para vagar um lugar ao meu lado para o Daniel.
Foto opinião do Augusto Rodrigues Borges sobre Café Palhares

The first place I tried for Comida di Boteco was at Cafe Palhares. It was right around lunchtime on a Friday and the place was super crowded. We had to wait awhile for to sit, but it was worth it. This place reminded me of a little breakfast type spot in the states, very old school. I was told Cafe Palhares use to be open 24hrs a day (which is why it probably reminded me of a diner) but it is now only open for lunch and dinner. The plate we were offered for Comida di Boteco (the ingredient all places have to use is Minas cheese) was a dish with shredded meat on top of a melted cheese sauce with fried onions on the side. It was a very deli-shish dish. Not sure I would have gone to this place if it wasn't for Comida di Boteco, but I might have to go back and try something else now.
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