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O Café Palhares se confunde com a história de Belo Horizonte. Toda uma geração conheceu esse lugar que fica no coração da cidade, bem pertinho da Praça 7 de setembro. Quem nunca ouviu falar do famoso e delicioso "Kaol" do Palhares. Cachaça (que sempre se tomava antes das refeições) cujo C foi trocado pelo K, para dar mais pompa ao prato, arroz, ovo e linguiça. Foi frequentado por boêmios de todas as formas, políticos famosos, jogadores não menos, artistas, jornalistas, etc. Foi fundado em 1938 pelos irmãos Palhares e vendido em 1944 para o uberabense João Ferreira, o Seu Neném e seu cunhado Aziz. Atualmente, o estabelecimento é administrado por João Lúcio e Luiz Fernando, filhos de Seu Neném. O nome "Kaol" foi batizado pelo Seu Neném em parceria com o radialista Rômulo Paes, lendária figura da boemia belo horizontina ( que tive inclusive o prazer de conhecer) Com o passar do tempo, o Kaol foi incrementado. A partir da década de 70, o prato ganhou farofa e couve e, nos anos 80, o torresmo. Hoje, ele pode ser acompanhado de pernil, carne cozida, dobradinha, língua e a tradicional linguiça.
E por cima de tudo serve-se um delicioso molho de tomate que o deixa ainda mais saboroso.O Café Palhares tem um atendimento diferenciado, bem familiar e continua sendo um dos bares mais frequentados do centro de Belo Horizonte. Além do Kaol o freguês encontra outras coisas mais como o delicioso sanduíche de pernil, sanduíche de linguiça, salgados e um chope geladinho, tudo isso, somados à simpatia de seus proprietários e funcionários.
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Conhecido pelo seu tradicional Kaol, e por ser um dos bares mais antigos de BH, fica bem no centro da capital, de facil acesso a todos que transitam por lá,vale a pena matar a fome lá,o prato é uma tradição mineira, a comida, além de saborosa, você percebe que é feita na hora. O arroz quentinho, a couve não é murcha, tudo é muito fresco e os atendentes são muito simpáticos.e o preço acessivel, mas se voce gosta de sofisticação e requinte sugiro que passe longe, as vezes voce fica no balcao mesmo, sem nenhum conforto.
O pão de queijo recheado com pernil também é bom, entre os salgados e outros petiscos que servem por lá, geralmente fica bem cheio no horario de almoço.
O bar abre para café da manhã, almoço e no final da tarde para o happy hour.

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Quem não conhece o Café Palhares! Serve como referência para qualquer um em Belo Horizonte. Se te perguntam onde é determinado lugar, você diz: sabe o Café Palhares, então, fica lá perto!

Foi fundado em 38, pelos irmãos Palhares e foi vendido em 44 ao uberabense. Passado de geração em geração, sempre foi visto como reduto de boêmios, pois ficava aberto 24hs. Ponto de encontro da turma do futebol, do jornalismo, da política, da música e de uma clientela fiel, que não abre mão do Kaol. Que nada mais é do que as iniciais de "cachaça", cujo o "c" foi trocado pelo "k" para valorizar mais o prato.
De início era composto pôr: arroz, ovo e linguiça, mas com o passar do tempo foi incrementado. Na década de 70 o prato ganhou farofa e couve, e nos anos 80, o torresmo. Atualmente você encontra o prato com pernil, carne cozida, dobradinha, língua e a tradicional linguiça.

Papai gostava muito de frequentar o Palhares! Me deu saudades do meu herói!

O tradicionalíssimo Café Palhares, que já beira os oitenta anos em atividade, dispensa apresentações para o público belo-horizontino. Pioneiro também no Comida di Buteco, já se sagrou campeão em 2009, e costuma brindar a clientela com pratos interessantes. Na edição de 2013, quando ofereceu o “Prata da casa” (Linguiça artesanal do Palhares, servida com chucrute brasileiro e batatas cozidas. Acompanha mostarda clara e escura) não foi diferente. A boa linguiça que vai no Kaol serve também como um bom petisco, sobretudo se acompanhada pelo chucrute brasileiro, conserva essa que recebe o acréscimo de bacon, e também das duas boas mostardas. Os pães de queijo, ausentes na descrição, permitem ao frequentador montar sanduichinhos, que pela inspiração alemã do “recheio”, caem muito bem com a cerveja em lata (R$ 4,00 a Skol) ou com o chopp Nova Schin (R$ 4,50).

Falando dos demais itens, o ambiente é o mesmo há décadas, com vinte e poucas banquetas muito juntas da bancada. O atendimento no balcão em U, por outro lado, é quase personalizado, e os diminutos banheiros se situam no segundo pavimento.

Falar o que se o Caol (C-ouve, A-rroz, O-vo, L-inguiça) foi inventado aqui?

Tradicionalíssimo no Centro de BH o restaurante de balcão serve salgados de lanchonete (pastel, coxinha) e suas versões de KAOL (também se escreve com "K" e uns dizem que é K de cachaça...) onde se muda a opção de carne (linguiça, pernil, etc.)

Geralmente, tem fila na porta que dura pouco tempo. O difícil é ir acompanhado e achar dois ou mais lugares para sentarem juntos.

Não, não tem mesa. Mas, a comida é sempre fresquinha, o arroz quentinho, o ovo frito na hora, a couve refogada ali mesmo na sua frente e o prato satisfaz.

Em torno de quinze reais o PF. Pode ir conhecer.

The first place I tried for Comida di Boteco was at Cafe Palhares. It was right around lunchtime on a Friday and the place was super crowded. We had to wait awhile for to sit, but it was worth it. This place reminded me of a little breakfast type spot in the states, very old school. I was told Cafe Palhares use to be open 24hrs a day (which is why it probably reminded me of a diner) but it is now only open for lunch and dinner. The plate we were offered for Comida di Boteco (the ingredient all places have to use is Minas cheese) was a dish with shredded meat on top of a melted cheese sauce with fried onions on the side. It was a very deli-shish dish. Not sure I would have gone to this place if it wasn't for Comida di Boteco, but I might have to go back and try something else now.
Exibindo 14 opiniões | Total de 68 opiniões
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