Cachorro-quente do Bigode

nota 3.3 de 5 em 12 opiniões
| Rank: 42º de 162 | Lanchonetes


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Primeira opinião do lugar

Li esses dias uma coisa muito intrigante sobre o poder que o nome de um estabelecimento exerce. Em resumo, falava que o nome, subliminar e inconscientemente, não indica somente o tipo de comida oferecida, como também a relação humana proposta com o cliente.
Pensem nisso. Por essas que outras que “Cachorro do Bigode“, de largada, já me passa uma coisa bem roots e próxima, na medida em que o dono “emprestou” o tradicional codinome que o consagrou, ao seu humilde estabelecimento. Tipo, “cara, vamos dar uma chegada ali no Bigode?”. Soa bem né!O Cachorro do Bigode que ganhou o mundo fica (ou ficava) na Galeria do Rosário, mas acabei indo numa filial dele, na Zona Norte. Novamente, culpa do Floriano, que por ter sido criado à base de gemada, sundae de ovomaltine e – obviamente – muito cachorro quente, enlouqueceu quando assumi na cara-dura essa lacuna na minha vida, de nunca ter provado essa iguaria.O cardápio é absolutamente didático e esclarecedor. Sem frescura.

São cinco opções, vem com aquilo ali e já era. É pegar ou largar. Novamente, usei a filosofia da “importância que o nome exerce” e escolhi o que me pareceu ser o maior: o cachorrão. O Floriano foi na minha onda, e na busca de sei-lá-o-quê (até me surpreendi!), pediu um cão linguiça. Será que ele também pensou no lance do nome?Ali é pá e pum. Não tem muita firula. E justamente pra mostrar que não tem firula é que eles seguiram o conceito de cozinha à vista tão utilizado pelos restaurantes mais aplaudidos do mundo. Ó o Bigode seguindo tendência. Viu só!?

Não sabia (até porque tava tirando essas fotos que ilustram o texto), mas o Floriano, como é local do pico, pediu “porção extra de maionese”. Cara, o cachorro veio que tava pura maionese. No começo fiquei meio assim, mas relaxei.Enfim, não tem a menor diferença mostrar o “Cão Linguiça” do Floriano, ou o meu “Cachorrão”. A única diferença é que o dele era com linguiça (ui!)……enquanto o meu, ao invés disso, vinha com duas salsichas (garanto que vocês, danadinhos, pensaram bobagem ao ler “duas salsichas”). Além disso, mudava o acompanhamento: Coca-cola normal pro Floriano, e Fanta pra mim. Sabem porquê Fanta né? Porque a Lela curte.Cara, na real mesmo? Bom demais. Essa maionese que o pequeno-monstro pediu em demasia, de fato faz a diferença.

É MUITO boa. Segundo o dono, não é simplesmente uma maionese, é um “molho de maionese”. Rá! Isso que é gastronomia. E a gente preocupado com béarnaise, reduções e o escambau. Só complica um pouco na hora de comer. Tanto é que eles gentilmente oferecem talheres (e não são de plástico!!) pra facilitar a nossa vida.A única dica que eu deixo de legado pro Bigode é que o pão não estava assim essas coisas. Podia ter vindo mais quente e fofinho.

Mas enfim… nada que tenha interferido muito no meu processo alimentar. Tipo, fui me dar conta disso só no final.Deu vontade de pedir um pãozinho pra “limpar” a bordinha da embalagem. Mas deu né, já tava de bom tamanho, apesar de ter sido impedido à força de encomendar um “Bigodinho” pra viagem. Nada que fosse pesar muito nos 18 reais da conta. Saudades do tempo em que as festas terminavam em lugares como este!
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Adoro o cachorro do Bigode. Peço sempre o nro. 4, que é o Cachorrão (pão, duas salsichas, milho, ervilha, tomate, tempero verde, ovos, queijo ralado, maionese e batata palha) sem cebola (a cebola vem crua, fica forte e deixa com bafo). O diferencial neste cachorro é a maionese e muito ovos picados com tempero verde e queijo ralado. Vale uma refeição. O ideal é pedir talheres para degustar, pois precisa abrir muuuuito a boca para morder e com certeza ira se lambuzar.
Agora eles tem também porção de batatas fritas, que são deliciosas ao preço de R$ 4,90.

Hoje parece q so estou reclamando, mas esse cachorro quente aqui nao sinto o q mais aprecio no lanche q é o MOLHO. Tem muita maionese e quase nada de molho de tomate q ao meu ver, repetindo o q ja postei em outro local deste mesmo lanche, é imprescindível ter.

Gosto muito do cachorro do bigode, mas de um tempo pra cá, caiu muito a qualidade.
O pão já não tem mais aquele sabor e não é tão macio como antes, e a maneira com que vem sendo feito os cachorros também me decepcionaram um pouco.
Acho que pode e tem tudo para voltar a ser o melhor cachorro quente de Porto Alegre( na minha opinião).

Como o Juliano, eu sempre AMEI o cachorro-quente do Bigode. Era a melhor maionese, a melhor salsicha, os melhores acompanhamentos...

Até encomendar o meu último cachorro-quente, com certeza, da sede da Avenida do Forte. Demorou quase uma hora e meia, e veio frio.

Ok, até aí, um pouco de paciência foi utilizada. Quando comecei a comer, a maionese estava horrível, o pão estava velho, veio todo desmantelado, com pouquíssimo recheio... Que desilusão!!!!

Espero que as nossas críticas cheguem aos olhos do dono, para que algo seja feito e se melhore o atendimento da sede da Avenida do Forte, pois nunca mais pedirei de lá... Ou seja, não pedirei mais, pois é a única que atende a minha região.

via iPhone

Sempre gostei do cachorro-quente servido, mas a ultima vez que comi o ovo estava com gosto azedo e eu passei mal horas depois em casa. Por essa razão nunca mais retornei. O atendimento não é ruim, mas os funcionários se comportam como se estivessem em um recreio, com risadas altas e conversa sobre suas vidas particulares no momento em que estão nos atendendo.

Nunca mais volto lá. Discordo da opinião do amigo Diogo, mas acho o cachorro muito ruim. Estivemos lá em dezembro e tudo estava ruim.

O local estava sujo e fedendo, os banheiros então nem se fala. As atendentes de chinelo e conversando alto sobre suas vidas enquanto nos atendiam.

Quando estávamos terminando, tipo dando a última mordida, a moça já veio retirando a bandeja. Tudo bem que estava quase fechando, mas mesmo assim...

E o cachorro, apesar de ser bem servido, na minha opinião é muito ruim. Não vale a pena. Saímos de lá com nojo. E olha que não somos "frescos"!
Primeira opinião do lugar

Li esses dias uma coisa muito intrigante sobre o poder que o nome de um estabelecimento exerce. Em resumo, falava que o nome, subliminar e inconscientemente, não indica somente o tipo de comida oferecida, como também a relação humana proposta com o cliente.
Pensem nisso. Por essas que outras que “Cachorro do Bigode“, de largada, já me passa uma coisa bem roots e próxima, na medida em que o dono “emprestou” o tradicional codinome que o consagrou, ao seu humilde estabelecimento. Tipo, “cara, vamos dar uma chegada ali no Bigode?”. Soa bem né!O Cachorro do Bigode que ganhou o mundo fica (ou ficava) na Galeria do Rosário, mas acabei indo numa filial dele, na Zona Norte. Novamente, culpa do Floriano, que por ter sido criado à base de gemada, sundae de Ovomaltine e – obviamente – muito cachorro quente, enlouqueceu quando assumi na cara-dura essa lacuna na minha vida, de nunca ter provado essa iguaria.O cardápio é absolutamente didático e esclarecedor. Sem frescura.

São cinco opções, vem com aquilo ali e já era. É pegar ou largar. Novamente, usei a filosofia da “importância que o nome exerce” e escolhi o que me pareceu ser o maior: o cachorrão. O Floriano foi na minha onda, e na busca de sei-lá-o-quê (até me surpreendi!), pediu um cão linguiça. Será que ele também pensou no lance do nome?Ali é pá e pum. Não tem muita firula. E justamente pra mostrar que não tem firula é que eles seguiram o conceito de cozinha à vista tão utilizado pelos restaurantes mais aplaudidos do mundo. Ó o Bigode seguindo tendência. Viu só!?

Não sabia (até porque tava tirando essas fotos que ilustram o texto), mas o Floriano, como é local do pico, pediu “porção extra de maionese”. Cara, o cachorro veio que tava pura maionese. No começo fiquei meio assim, mas relaxei.Enfim, não tem a menor diferença mostrar o “Cão Linguiça” do Floriano, ou o meu “Cachorrão”. A única diferença é que o dele era com linguiça (ui!)……enquanto o meu, ao invés disso, vinha com duas salsichas (garanto que vocês, danadinhos, pensaram bobagem ao ler “duas salsichas”). Além disso, mudava o acompanhamento: Coca-cola normal pro Floriano, e Fanta pra mim. Sabem porquê Fanta né? Porque a Lela curte.Cara, na real mesmo? Bom demais. Essa maionese que o pequeno-monstro pediu em demasia, de fato faz a diferença.

É MUITO boa. Segundo o dono, não é simplesmente uma maionese, é um “molho de maionese”. Rá! Isso que é gastronomia. E a gente preocupado com béarnaise, reduções e o escambau. Só complica um pouco na hora de comer. Tanto é que eles gentilmente oferecem talheres (e não são de plástico!!) pra facilitar a nossa vida.A única dica que eu deixo de legado pro Bigode é que o pão não estava assim essas coisas. Podia ter vindo mais quente e fofinho.

Mas enfim… nada que tenha interferido muito no meu processo alimentar. Tipo, fui me dar conta disso só no final.Deu vontade de pedir um pãozinho pra “limpar” a bordinha da embalagem. Mas deu né, já tava de bom tamanho, apesar de ter sido impedido à força de encomendar um “Bigodinho” pra viagem. Nada que fosse pesar muito nos 18 reais da conta. Saudades do tempo em que as festas terminavam em lugares como este!
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