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Associação Arte, Cultura e Sensibilidade

Seria uma criança, um “feto cultural” o qual,dentro de uma incubadora e com todos os cuidados possíveis, poderia se fortalecer e ganhar o mundo, semeando e germinando seus ideais ( arte, cultura e sensibilidade) pelo qual este projeto seria gerado, diagnosticado e fortalecido.

Este espaço vem sendo construido há anos, com muita dificuldade e sem nenhuma ajuda financeira. Agora, visando a continuidade deste projeto cultural, e também na ampliação do espaço interno, bem como na aquisição de mais objetos antigos necessitamos de uma imediata parceria ou associação cultural e financeira. Para que um dia este espaço se torne real, sólido, digno a todos que vierem nos vistar.

Já temos em média 3000 a 4000 objetos do cotidiano comum do homem simples do sertão do Jacui, médio e baixo Rio Grande e Serra da Canastra.

O lema deste projeto, para que o mesmo se faça em conjunto, é um dito popular: ” uma mão lava a outra e as duas lavam a cara”. Assim todos aqueles que associarem, contribuírem ou que, no futuro, venham fazer parte do mesmo, formando uma solida corrente social e cultural que possa beneficial a todos.

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Espaço Cultural
Serão criados novos espaços que, somados aos espaços já existentes,poderão ser usados por artista de diversas modalidades , divulgação de eventos e manifestações populares e folclóricas assim como: Reinado, Congada, Folia de Reis, Varal de poesia, Sarau, Recital, etc. Tudo isso dentro de um cronograma simples e objetivo. Assim, será criado um espaço físico , eclético e generoso sempre com os pés na realidade.

Acreditamos na visão de sustentabilidade e responsabilidade social, confirmadas no comércio justo e nas economias tradicionais que ligam o passado e o presente com o futuro da realidade e sustentabilidade do ser humano. Buscamos no respeito à cultura, o resgate do ser tradicional.

Sem uma visão utópica da cultura tradicional, observamos a força do estabelecimento da tradição cultural
às mudanças do tempo. A arte, os ofícios,os grandes mercados e feiras populares sobrevivem ao tempo em toda parte do mundo.

Na intenção de trabalhar no fortalecimento do comercio justo, neste local será criado um centro de vivência e cozinha regional que funcionará como feira na comercialização de produtos tradicionais como doces, queijos, embutidos, bebidas e culinária regional.

Também vai abrigar toda produção artesanal e oficinas sociais de música, manufatura de moveis, selarias, grafismo, cerâmica, tecelagem, culinária, madeiras recicladas, cinematografia e fabricação de instrumentos musicais.

Haverá um espaço para performaces, poetas, músicos, tropas de Congo, Moçambique e Cavalhadas entre outras manifestações culturais que vem perdendo espaço por falta de apoio.

O encadeamento produtivo criado pela atividade comercial justa, transparência orçamentária e auto-gestão, dará sustentabilidade econômica ao centro de vivência.

O estabelecimento da justiça econômica como padrão do comportamento social remunera o trabalho, aproxima o artesão do seu cliente sem interferência de especuladores.O consumidor terá uma opção de ética de comprar do artesão e do produto tradicional.

Na atualidade vemos o consumidor optando por tendências éticas na hora de consumir, optando pelo ecológico ou socialmente responsável. Desejamos promover o equilíbrio social pela arte e respeito ao conhecimento tradicional e protegendo o ambiente como a prática econômica solidária.

A cultura como um todo pode ser mobilizada através do resgate de artistas do passado e presente com um Festival Anual de Som e Imagem durante as festas de Santos Reis, onde poderemos fortalecer a cultura local homenageando pintores regionais (Wilson Balci, Jerônimo Neto, Roberto Figueredo, Wagner de Castro), escultores( Levy Leonel, Walter Oliveira), mestres do Congo e Moçambique (Senhor Castilho e Sinhô Jerônimo), teatro e vídeo (Gustavo Lemos, Gabriel Vilela e Selton Mello) entre outros tantos anônimos.
Assim, o incentivo da cultura, o resgate da prática social solidária poderá promover o equilíbrio social ligando o passado através do acervo de peças históricas ao futuro onde o equilíbrio social está em proteger o ambiente com a conscientização de uma prática social crente na tradição, sensibilidade, cultura e arte
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Espaço Cultural
Serão criados novos espaços que, somados aos espaços já existentes,poderão ser usados por artista de diversas modalidades , divulgação de eventos e manifestações populares e folclóricas assim como: Reinado, Congada, Folia de Reis, Varal de poesia, Sarau, Recital, etc. Tudo isso dentro de um cronograma simples e objetivo. Assim, será criado um espaço físico , eclético e generoso sempre com os pés na realidade.

Acreditamos na visão de sustentabilidade e responsabilidade social, confirmadas no comércio justo e nas economias tradicionais que ligam o passado e o presente com o futuro da realidade e sustentabilidade do ser humano. Buscamos no respeito à cultura, o resgate do ser tradicional.

Sem uma visão utópica da cultura tradicional, observamos a força do estabelecimento da tradição cultural
às mudanças do tempo. A arte, os ofícios,os grandes mercados e feiras populares sobrevivem ao tempo em toda parte do mundo.

Na intenção de trabalhar no fortalecimento do comercio justo, neste local será criado um centro de vivência e cozinha regional que funcionará como feira na comercialização de produtos tradicionais como doces, queijos, embutidos, bebidas e culinária regional.

Também vai abrigar toda produção artesanal e oficinas sociais de música, manufatura de moveis, selarias, grafismo, cerâmica, tecelagem, culinária, madeiras recicladas, cinematografia e fabricação de instrumentos musicais.

Haverá um espaço para performaces, poetas, músicos, tropas de Congo, Moçambique e Cavalhadas entre outras manifestações culturais que vem perdendo espaço por falta de apoio.

O encadeamento produtivo criado pela atividade comercial justa, transparência orçamentária e auto-gestão, dará sustentabilidade econômica ao centro de vivência.

O estabelecimento da justiça econômica como padrão do comportamento social remunera o trabalho, aproxima o artesão do seu cliente sem interferência de especuladores.O consumidor terá uma opção de ética de comprar do artesão e do produto tradicional.

Na atualidade vemos o consumidor optando por tendências éticas na hora de consumir, optando pelo ecológico ou socialmente responsável. Desejamos promover o equilíbrio social pela arte e respeito ao conhecimento tradicional e protegendo o ambiente como a prática econômica solidária.

A cultura como um todo pode ser mobilizada através do resgate de artistas do passado e presente com um Festival Anual de Som e Imagem durante as festas de Santos Reis, onde poderemos fortalecer a cultura local homenageando pintores regionais (Wilson Balci, Jerônimo Neto, Roberto Figueredo, Wagner de Castro), escultores( Levy Leonel, Walter Oliveira), mestres do Congo e Moçambique (Senhor Castilho e Sinhô Jerônimo), teatro e vídeo (Gustavo Lemos, Gabriel Vilela e Selton Mello) entre outros tantos anônimos.
Assim, o incentivo da cultura, o resgate da prática social solidária poderá promover o equilíbrio social ligando o passado através do acervo de peças históricas ao futuro onde o equilíbrio social está em proteger o ambiente com a conscientização de uma prática social crente na tradição, sensibilidade, cultura e arte

Associação Arte, Cultura e Sensibilidade
Seria uma criança, um “feto cultural” o qual,dentro de uma incubadora e com todos os cuidados possíveis, poderia se fortalecer e ganhar o mundo, semeando e germinando seus ideais ( arte, cultura e sensibilidade) pelo qual este projeto seria gerado, diagnosticado e fortalecido.

Este espaço vem sendo construido há anos, com muita dificuldade e sem nenhuma ajuda financeira. Agora, visando a continuidade deste projeto cultural, e também na ampliação do espaço interno, bem como na aquisição de mais objetos antigos necessitamos de uma imediata parceria ou associação cultural e financeira. Para que um dia este espaço se torne real, sólido, digno a todos que vierem nos vistar.

Já temos em média 3000 a 4000 objetos do cotidiano comum do homem simples do sertão do Jacui, médio e baixo Rio Grande e Serra da Canastra.

O lema deste projeto, para que o mesmo se faça em conjunto, é um dito popular: ” uma mão lava a outra e as duas lavam a cara”. Assim todos aqueles que associarem, contribuírem ou que, no futuro, venham fazer parte do mesmo, formando uma solida corrente social e cultural que possa beneficial a todos.
"BULE VERDE: CULTURA E ARTE"
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