Braca Botequim

nota 4.0 de 5 em 1 opinião
| Rank: 707º de 708 | Bares e Botecos
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Primeira opinião do lugar

Festival Bar em Bar, pouquíssimo divulgado, (www.barembar.com.br), que congrega os renegados do Comida di Buteco, conduziu-me ao Braca, na Rua Rio de Janeiro, 2201, em Lourdes.
         O bar tem um enorme charme. Com seu espaço interno diminuto, ocupado totalmente pelo balcão, oferece 120 lugares nas mesas colocadas apenas no recuado do prédio, sem interferir com o trânsito de pessoas no passeio.
         Em tudo remete ao Rio de Janeiro, sem descuidar da identidade de BH. Desde o endereço (Rua Rio de Janeiro) até ao nome que é uma homenagem ao Bracarense – ícone da noite carioca – passando pelas letras das músicas do Pacífico Mascarenhas (pai de um dos donos) falando do Rio, até no detalhe de servir mandioca e chamá-la de aipim.
         Segui a orientação do folheto que me levou lá e pedi uma porção de “Bolinho de picanha”; cada um dos seis bolinhos é recheado com queijo canastra e cobertos com molho barbecue, por apenas R$9,50, uma pechincha. Estava com o sal no ponto para quem é chegado e para quem está pronto para beber diversos chopps, mas não pra mim que venho reduzindo o consumo deste pó branco.
         Os donos são parentes dos sócios do Redentor e antigo Urca e seguem a mesma tática com a carta de chopp. Com dois tipos de chopp fazem a carta completa, misturando estes dois tipos e mudando o colarinho. Escolhem nomes sugestivos para cada combinação e vamos que vamos.
         No Braça o mote para os nomes dos chopps são de jogadores de futebol famosos que têm seus nomes modificados de forma bastante humorada. Lá você encontra o Mano Dedios, Bequen Bauer, Quizi Dane  e Homer Hito, entre outros, todos vestidos com a camisa do América para agradar a gregos e goianos.
         O cardápio é um primor de bom gosto tanto na estética como na diversidade e na criatividade. Carne de panela com chopp preto e Exibidinho de camarão ficaram para a próxima. Restou, também, a esperança de que a empadinha tenha a mesma qualidade dos grandes butecos do Rio.
         Resolvi desobedecer a recomendação médica e para a minha venialidade escolhi um Garotinho de 220 ml, que veio com um terço de espuma, conforme a minha solicitação, e voltou com a metade do líquido que veio.
         Guilherme, um dos sócios que estava de plantão, aceitou cortesmente o meu convite para aparecer na foto comigo. Escolhi uma mesinha alta pra combinar com o pouco tempo que fiquei lá.
         Incômodo foi só com a palavra “cracaço” escrita “cracasso” no cardápio. Incômodo por que, se não são dicionarizadas? Não sei. Só sei que pelotaço é com cê cedilha. Guilherme vai perguntar: Mas isto é um blog de buteco ou de português?
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Primeira opinião do lugar

Festival Bar em Bar, pouquíssimo divulgado, (www.barembar.com.br), que congrega os renegados do Comida di Buteco, conduziu-me ao Braca, na Rua Rio de Janeiro, 2201, em Lourdes.
         O bar tem um enorme charme. Com seu espaço interno diminuto, ocupado totalmente pelo balcão, oferece 120 lugares nas mesas colocadas apenas no recuado do prédio, sem interferir com o trânsito de pessoas no passeio.
         Em tudo remete ao Rio de Janeiro, sem descuidar da identidade de BH. Desde o endereço (Rua Rio de Janeiro) até ao nome que é uma homenagem ao Bracarense – ícone da noite carioca – passando pelas letras das músicas do Pacífico Mascarenhas (pai de um dos donos) falando do Rio, até no detalhe de servir mandioca e chamá-la de aipim.
         Segui a orientação do folheto que me levou lá e pedi uma porção de “Bolinho de picanha”; cada um dos seis bolinhos é recheado com queijo canastra e cobertos com molho barbecue, por apenas R$9,50, uma pechincha. Estava com o sal no ponto para quem é chegado e para quem está pronto para beber diversos chopps, mas não pra mim que venho reduzindo o consumo deste pó branco.
         Os donos são parentes dos sócios do Redentor e antigo Urca e seguem a mesma tática com a carta de chopp. Com dois tipos de chopp fazem a carta completa, misturando estes dois tipos e mudando o colarinho. Escolhem nomes sugestivos para cada combinação e vamos que vamos.
         No Braça o mote para os nomes dos chopps são de jogadores de futebol famosos que têm seus nomes modificados de forma bastante humorada. Lá você encontra o Mano Dedios, Bequen Bauer, Quizi Dane  e Homer Hito, entre outros, todos vestidos com a camisa do América para agradar a gregos e goianos.
         O cardápio é um primor de bom gosto tanto na estética como na diversidade e na criatividade. Carne de panela com chopp preto e Exibidinho de camarão ficaram para a próxima. Restou, também, a esperança de que a empadinha tenha a mesma qualidade dos grandes butecos do Rio.
         Resolvi desobedecer a recomendação médica e para a minha venialidade escolhi um Garotinho de 220 ml, que veio com um terço de espuma, conforme a minha solicitação, e voltou com a metade do líquido que veio.
         Guilherme, um dos sócios que estava de plantão, aceitou cortesmente o meu convite para aparecer na foto comigo. Escolhi uma mesinha alta pra combinar com o pouco tempo que fiquei lá.
         Incômodo foi só com a palavra “cracaço” escrita “cracasso” no cardápio. Incômodo por que, se não são dicionarizadas? Não sei. Só sei que pelotaço é com cê cedilha. Guilherme vai perguntar: Mas isto é um blog de buteco ou de português?
Foto opinião do Augusto Rodrigues Borges sobre Braca Botequim
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