Botequim do Hugo

nota 4.5 de 5 em 12 opiniões
| Rank: 88º de 1192 | Bares e Botecos
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Em pleno coração do Itaim Bibi desde 1927, o Botequim do Hugo se faz presente na vida de seus frequentadores fiéis. Com ambiente animado, pequeno e aconchegante, mas mantendo sempre sua tradição e originalidade, o local é ideal para uma prosa entre amigos. Buraco quente, pastel da Zizi e a cerveja gelada são os grandes atrativos da casa.

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Ambiente descolado, pequeno, bem simples, com acessórios adversos decorando a entrada do botequim! Para um Happy Hour é bom chegar cedo, o lugar é pequeno e não comporta muita gente, caso contrário, irá ter que esperar liberar mesas. Mas quer saber? Vale a espera para tomar cerveja, comer o melhor buraco quente da região e bater um bom papo com as companhias. O melhor é a saída, que a conta sai bem barata, dado que estamos no Itaim.
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Ambiente descolado, pequeno, bem simples, com acessórios adversos decorando a entrada do botequim! Para um Happy Hour é bom chegar cedo, o lugar é pequeno e não comporta muita gente, caso contrário, irá ter que esperar liberar mesas. Mas quer saber? Vale a espera para tomar cerveja, comer o melhor buraco quente da região e bater um bom papo com as companhias. O melhor é a saída, que a conta sai bem barata, dado que estamos no Itaim.
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Eu trabalho na Faria Lima, na boca do Itaim, por isso acabo almoçando muito pela região. Para sair, porém, todo o chiquetê do bairro não me atrai. Eu sou um ser mais estilo Vila Madalena – meio largada, meio maloqueira, meio artsy, meio hipster e meio nerd.

Apesar disso, entre todos os bares e restaurantes sofisticados da região, em um espacinho bem pequeno, está o Botequim do Hugo. Só de passar na frente dá pra notar que o bar não segue o padrão dos bares ao redor. Algumas poucas mesas, um pequeno balcão com baldes de conserva e prateleiras suspensas nas pareces cheias de garrafas, copos e outras bugiganguinhas que refletem a história do lugar.

A relíquia está no mesmo endereço desde 1927, fundado por Marcelino Cabral, o avô do Hugo. O local era então uma mercearia, primeiramente chamada de Mercearia São José e logo renomeada, pelos próprios moradores do bairro, de Empório Cabral, e não mais fazia que atender as necessidades do bairro. Porém, o Itaim cresceu, enriqueceu, e o lugarito ali estava, perdendo espaço para os grandes mercados e empórios requintados. Foi em 1986 que Hugo, junto com a irmã Emiliana, transformaram o empório em um bar, que desde então que conserva clientes fieis, setentões que, quando começaram a frequentar o bar, ainda eram charmosos quarentões.

No legítimo e minúsculo botequim, o tempo parou. O bar conserva, a duras penas, sua fachada original, com paredes amarelas e um portão de grade ao lado, que dá num pequeno quintal que leva à casa da família, mas que virou espaço para mais algumas mesas. As paredes internas e o quase centenário armário que guardava os produtos da mercearia hoje hospedam uma infinidade de lembranças, instrumentos, rádios antigos, copos, lampiões, bonecos, quadros, cornetas, revistas, berrantes, fotografias e sabe-se lá mais o quê ou quantas coisas, tudo junto e misturado, formando um conjunto com uma certa beleza caótica onde é possível passar horas descobrindo velhas novidades.

Como um bom boteco, a atração é a cerveja gelada. Original e Serramalte por R$9, enquanto a Brahma sai por R$8. Como saco vazio não para em pé, petisquinhos são preparados com primor. A grande estrela é o Buraco Quente, com carne moída bem temperadinha recheando um pão francês sem miolo. R$8 pela versão simples e R$9 pela opção com queijo. A sugestão do cardápio é o gorgonzola, mas pode ser servido com qualquer queijo disponível. Os pastéis tampouco são para se dispensar, nos tradicionais sabores de queijo, carne e palmito, valendo R$4 cada.

Quem preferir algo só para beliscar pode pedir uma porção de queijos, de R$12 a R$14 dependendo do tipo, azeitonas (R$8), tremoço (R$7) ou até uma linguicinha acebolada (R$13). Seja o que for, tudo o que é servido no Botequim do Hugo é feito com amor, apesar de, segundo os fieis clientes, o Hugo ser o único dono de bar que se irrita quando a casa está muito cheia!

Se você estiver programando uma noitada das fortes no botequim, pode tirar seu cavalinho da chuva. O bar abre somente de segunda a sexta, das 16h às 22h. Perfeito para um happy-hour, mas é preciso chegar cedo para conseguir uma mesa. E o Hugo também detesta fazer filas de espera; não tem mesa, ele manda vazar!

Trabalhando atualmente na mesma rua, nunca tinha ido la. Fui e gostei.
Não me senti em SP...haha..
Boteco/casa do Hugo.
Ceveja = R$ 7,00
Pastel = r$ 4,00
Sandiche de carne moida = R$ 8,00

Aprovado

O Hugo é um botequinho bacana, cerveja gelada, petiscos gostosinhos, porções de amendoim (porque pra mim isso faz diferença) que fica dentro da casa do... HUGO!
E ele, a mulher e mais os brothers ficam no atendimento do bar, ou seja, não vá achando que será tratado como rei porque lá não é esse lugar.
Em compensação, o público é animado e acaba se divertindo com essas peculiaridades desse paulistano.

Ir ao Botequim do Hugo é dar uma volta ao passado. Como diria um amigo nosso do Kekanto, André Comber, quando houver um processo de tombamento de Bares em SP, certamente irão começar com o BOTEQUIM DO HUGO....

Inaugurado pelo Sr. Marcelino Cabral em 1927, hoje o Bar é comandado por seus netos HUGO e EMILIANA. Na equipe do bar ainda tem a Dona Zizi e a Débora que fazem os deliciosos quitutes que saem da pequena cozinha do bar.

O Botequim do Hugo está localizado em um lugar caríssimo de São Paulo e cercado por botecos chiques e estilosos como o Coisa Boa e o Vaca Véia, por exemplo.

A casa é super simples que quando o bar está cheio, o Hugo avisa que vai tirar o carro da garagem pra caber mais gente.... SURREAL.

Tá afim de almoçar no Hugo? Quer fazer um esquenta pra Balada? E que tal comer aquela feijuca no sábado ou levar a família no Botequim no domingo.... ESQUECE!!!!!!!! O Botequim do Hugo só abre de segunda a sexta das 16h até 22h.... mais uma coisa SURREAL.

Fazia tempo que queríamos conhecer o boteco, mas devido ao complicado horário do bar, ficava difícil, mas foi num terça-feira que resolvemos visitá-lo PARA A NOSSA ALEGRIA.

Era por volta das 18h15 e o bar já estava com suas 5 mesas cheias e foi aí que o Hugo falou: "Eu vou tirar o carro, aí vocês sentam lá fora..."

Pedimos de cara uma cerveja que chegou na mesa gelaaaaaada e trazida pelo seu Hugo com muita simpatia.

Logo liberaram uma mesa na parte interna e corremos para lá, afinal de contas o balcão do bar já estava lotado. No Botequim do Hugo rende ótimas fotos, graças ao seu salão interno lotado de quinquilharias como livros, penduricalhos, e tem até um aquário com vários peixinhos....:)

O primeiro petisco do dia foi o carro chefe da casa: Pastel!!! Pedimos um de carne e outro de queijo. Eles têm também o de palmito. O Pastel estava sequinho com bastante recheio. A massa estava acima da média.

Partimos então para o segundo petisco do dia: Buraco Quente que segundo o cardápio era o Hot Hole.. rs Um sanduíche com carne moída. O pão veio que veio desmanchando com muito recheio. Um delicioso mata fome.

Depois desses lanches, pedimos a conta e fomos bater mais algumas fotos, afinal de contas não é sempre que a gente vai num Botequim de 1927, onde o cardápio é todo feito a mão....:) Cultural e histórico, vale a pena!

Para ir nesse boteco, tem que sair bem cedo de casa: ele abre às 16 e fecha às 22 hrs, sem atraso!..... Ah e não abre aos finais de semana.

Eis que precisamos deixar para conhecê-lo nas férias, visto que só assim para conseguirmos um lugarzinho no concorrido bar.

O bar é minúsculo, mas o Hugo tira o carro dele da garagem para caber mais algumas mesinhas no bar. O atendimento é realizado pelo Hugo e sua irmã: não existe garçom!!! E o cardápio é escrito à mão!

A cerveja vem geladinha e os petiscos são ótimos: provei o buraco quente e tô com água na boca só de lembrar. Os preços são super tranquilos e o que pega mesmo é conseguir ir até lá.

É o verdadeiro boteco, com aquelas centenas de quinquilharias espalhadas pelo bar, que são colírios para os olhos de quem ama boteco de verdade! Recomendo!
Foto opinião do Vânia MG sobre Botequim do Hugo

O botequim mais raiz que eu conheço. O próprio Hugo que te atende. Se não me engana a casa dele fica nos fundos do bar, que é a garagem da casa. Nos armários centenas de objetos antigos: máquinas de escrever, filmadoras super8, máquina fotográficas, posters, fotos, esculutras de ferro, madeira, papel...uma infinidade de detalhes que mesmo depois de ter ido lá inúmeras vezes fica difícil de descrever. Apesar do pequeno espaço, tem algumas mesas e cadeiras, umas diferentes das outras; tem até uma carteira escolar!

Os petiscos e sanduíches são simples - o buraco quente, pão francês recheado com carne moída - é muito bom e o pastel de carne também.

O legal dali é passar e tomar uma na saído do trabalho ou chegar com uma turma para um happy hour entre amigos. Nada de negócios ou trabalho: aqui é para tentar esquecer a maluquice de SP, parar no tempo, esquecer os problemas.
Primeira opinião do lugar

O Botequim do Hugo é aquela relíquia da cidade, que poucos tomam conhecimento. Numa portinha estreita, fica o bar, que logo chama a atenção pela quantidade de coisas expostas nas prateleiras. Tem de tudo que você possa imaginar, de todas as épocas possíveis. Cheguei antes dos meus amigos e fiquei um bom tempo tentando entender todos os objetos que compõem a decoração. Um museu lúdico em forma de bar. Quadros, bilhetes, garrafas, brinquedos, latas, tudo exposto para relembrar a infância dos mais velhos.

O lugar é bem pequeno, mas a clientela é bem assídua e muito simpática. O tempo que fiquei aguardando os amigos, acabei fazendo outros. O cardápio também é muito enxuto, mas o pouco que oferece, é bem gostoso. O pastel é bem caseiro, frito na hora (o que demora bastante), mas é delicioso. O buraco quente (pão com carne moída) também é uma delícia à parte, que merece ser degustada. A cerveja sempre gelada completa uma boa visita por lá. A carta de vinhos, como tudo, enxuta também, não desagrada. Nos dias frios é uma boa companhia aos petiscos do bar.

Há mesas do lado de fora, no quintal, e algumas do lado de dentro. Muitos livros completam a decoração, e podem ser folheados. O atendimento do Hugo e de sua esposa é muito solícito, informal, como se todos já fossem de casa.

Vale a pena conhecer. Uma descoberta diferente em pleno Itaim Bibi.
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