Bienal de Arte de São Paulo

nota 3.8 de 5 em 11 opiniões
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Já fazia tempo que queria ir à Bienal: tinha muitos colegas que já tinham ido e que me falaram muito bem tanto do edifício como da exposição. Confesso que não tive muito tempo para "passar a pente fino" cada detalhe da exposição, mas num âmbito geral, gostei muito!

Ao entrar no edifício dei logo de caras com uma série de pontos expositivos e musicais: achei muito interessante haver uma série de actividades completamente diferentes dentro do mesmo espaço.
Arquitectonicamente falando o edifício é impressionante: com umas linhas exteriores simples, o interior acaba por ser uma enorme surpresa. Está dividido em 3 pisos de exposição que estão virados para um átrio central e limitados por umas formas curvas.

A 31ª Bienal, enquanto exposição, também vale muito a pena: está relacionada com conflitos, confrontos, relações e situações mal resolvidas/por resolver, mas de uma forma "não agressiva". É uma exposição bastante agradável, interessante e que nos dá a conhecer vários mundos, várias perspectivas, várias realidades...
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Além da Arquitetura do local já ser uma arte em si, todas as exposições que eu fui fiquei bem impressionada. Já fui em seis. Algumas pessoas não gostam, mas procure escolher bem o tema e os expositores e você não ira se decepcionar. Veja avaliações das exposições antes de ir. Além disso quase todas as vezes que eu fui encontrei algum artista, e tiete que sou, imagina se eu não gostei? Programinha bom para um sábado à tarde.

Já fazia tempo que queria ir à Bienal: tinha muitos colegas que já tinham ido e que me falaram muito bem tanto do edifício como da exposição. Confesso que não tive muito tempo para "passar a pente fino" cada detalhe da exposição, mas num âmbito geral, gostei muito!

Ao entrar no edifício dei logo de caras com uma série de pontos expositivos e musicais: achei muito interessante haver uma série de actividades completamente diferentes dentro do mesmo espaço.
Arquitectonicamente falando o edifício é impressionante: com umas linhas exteriores simples, o interior acaba por ser uma enorme surpresa. Está dividido em 3 pisos de exposição que estão virados para um átrio central e limitados por umas formas curvas.

A 31ª Bienal, enquanto exposição, também vale muito a pena: está relacionada com conflitos, confrontos, relações e situações mal resolvidas/por resolver, mas de uma forma "não agressiva". É uma exposição bastante agradável, interessante e que nos dá a conhecer vários mundos, várias perspectivas, várias realidades...
Foto opinião do Isabel Castro E Silva sobre Bienal de Arte de São Paulo

Eu sempre gostei muito da Bienal e já frequentei umas quatro, pretendo ir nessa última também que é a 30ª e faz um apanhado geral de todas as bienais.
Eu sempre gosto de visitar a Bienal e sempre vejo algo que acho lindo, revolucionário que me faz pensar, ou obras que não fazem sentido nenhum para mim, obras interativas ( lembro de uma que tinha um escorregador) e isso tudo é arte!
O legal é que pode fotografar, com qualquer tipo de câmera e isso é bacana para arquitetos, decoradores e artistas em geral, dá aquela inspiração.
Eu também gosto do prédio onde acontece a Bienal, que acontece sempre lá no Ibirapuera, e que também abriga outros eventos , tais como o SPFW.
As fotos que vou colocar aqui são da Bienal de 2010 , que eu lembro que tinha um stand da DASPU , achei super e uma banda , no dia que eu fui, que tocava um ritmo bem bacana com várias moças cantando e tocando em vestes coloridas.
Foto opinião do Samantha Testoni sobre Bienal de Arte de São Paulo

via iPhone

Minha primeira Bienal. Muitos expositores. Diferentes tipos de arte. Algumas na minha opinião nem poderiam ser considerada arte,., enfim..
Gosto das obras onde as pessoas podem interagir. Aquelas com cheiro, textura, sons. Pra quem gosta de artes visuais vale a pena. 03 andares de puro conceito.
Foto opinião do Adriana Cruxen sobre Bienal de Arte de São Paulo

Minha opinião não é sobre o espaço do prédio da bienal, que funciona durante o ano todo, e sim sobre essa edição 2012 da Bienal.
Ver essa edição completa exige fôlego e tempo, ela esta enorme, com muitas instalações e várias vivências que você pode compartilhar com amigos ou desconhecidos em ambos os casos e acasos pode ser uma das mais gratificantes coisas que a arte pode fazer por você, recomendo :)
Existem algumas áreas de convivência que estão bem legais e com disponibilidade pra uma comidinha ou beber algo pra refrescar, prepare os bolsos pra preços de buffets caros (sim, tem um restaurante montado no ambiente também).
Existe Wi Fi no local mas é da Oi e tem de ter algum tipo de acesso Oi para poder usá-lo, uma coisa que me interessou muito mas que não tive como utilizar eram os áudios guides que a Oi fez junto a curadoria do evento, mas para ouví-los você tem de ligar para um número da operadora e gastar um pouco com isso, não achei justo, deveria ser de graça e distribuído pela própria Bienal.
Com relação a mostra, tem bastante coisa interessante e muitas fracas, mas como todos apontaram é uma edição sem sobressaltos e sem valas também.
As pinturas de fato estão fraquíssimas, pra nem perder tempo com várias delas, tem uma instalação no segundo andar que dá a entender que trata-se de uma reforma, mas não é, é uma obra, achei muito de imaturidade artística muito sem graça e totalmente destoante das linguagens do andar.
Achei bem legal a instalação dos colchões dos orfanatos (mesmo minha renite me proibindo de chegar perto), mas só legal, nada muito dialogante, divertidas também são as vivências do primeiro andar, onde vc pode fazer parte de uma obra que é feita pela participação de pessoas com tecidos de diferentes formas para ativar a experiência.
Mas as melhores coisas dessa edição são: Tehching Hsieh, com suas experiências de um ano de duração, Hans Eijkelboom, David Moreno, Bernard Frize e Eduardo Berliner.
Vá e faça parte ;)
Primeira opinião do lugar

Este já é o quarto ano consecutivo que visito o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, também conhecido com Bienal, no Parque do Ibirapuera.
Sempre na SPFW, mexo meus pauzinhos para descolar um convite para dar uma conferida nas tendências da moda para a próxima estação. Não que eu seja uma fashionista, acho q estou meio longe disso, mas a verdade é que a cada SPFW, os organizadores do evento criam um conceito artístico que permeia todo o evento, e transforma a Bienal em mais do que um centro de moda, mas também numa grande galeria de arte fashion.
Na última edição, grandes estilistas de todo o mundo foram celebrados e entrevistas exclusivas foram exibidas em mais de 20 telas de LCD espalhadas pelo térreo da Bienal, e peças criadas pore eles eram expostas em andaimes altos sobre um chão forrado de carvão, o que eu interpretei como a importância da moda no semear da beleza até nos locais mais inóspitos (profundo, né? rs)

Apesar de por fora a arquitetura do prédio ser bem simples, literalmente uma caixa de concreto no meio do Parque do Ibirapuera, a estrutura interna é impressionante: o vão de mais de 15m de altura cercado por passarelas laterais e uma linda rampa no meio do páteo formam uma coisa muito bonita de se ver.

Apesar das dificuldades que existem para entrar em certos eventos, pretendo voltar sempre que for recebida :)
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