Bar Kintarô

nota 4.3 de 5 em 9 opiniões
| Rank: 158º de 1162 | Bares e Botecos

Aberto em 1993, o Bar Kintarô é um típico boteco japonês. Decorado com imagens de lutadores de sumo, a casa traz em seu cardápio petiscos como o ceviche de salmão, ostra agridoce e o tofu frito. Vale a pena provar também a costela temperada com missô. Tudo bem acompanhado por cervejas em garrafa.

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Você nunca ouvirá alguém comentar “eu conheço um lugarzinho muito parecido com o Kintaro”. Nada é muito parecido com o Kintaro, porque este é um daqueles lugares que não podem existir em lugar algum do mundo, exceto em São Paulo.
O Kintaro (pronuncia-se “Kintarô”) é uma espécie de izakaya – os bares japoneses especializados em sakês – mas bem “abrasileirado”, no sentido de trocar as tradicionais cerimônias dos bares orientais pela descontração e a informalidade quase escrachada dos botequins brasileiros.
Trata-se de um minúsculo boteco, cuja porta passa quase despercebida entre os diversos restaurantes japoneses da rua Tomás Gonzaga, onde os freqüentadores se espremem para saborear as exóticas e fartas porções preparadas por dona Líria e exibidas diretamente na vitrine.
Muito do que há ali, só há ali, pois não costuma fazer parte dos cardápios mais refinados do bairro, repletos de sushis, tamakis e sashimis. Ali é comida de boteco mesmo, só que japonesa (algumas com sotaque brasileiro) e servida em porções.
Ali os desbravadores encontram, entre diversas opções, Kakiague (tempurá de camarão com legumes), costelinha no missô e cebolinha, Nirá (um parente do alho e da cebolinha) com ovo, Tamagoiaki (um tipo de omelete com shoyu e sakê) com algas, bardana (uma planta oriental) apimentada, berinjela com missô, Carapau (um peixe de sabor bem forte) com vinagre, ovas de peixe, marisco, ostra agridoce e polvo com pepino – normalmente a porção mais vendida na casa. Tudo preparado pela matriarca da família proprietária. Tudo muito estranho, mas muito saboroso e sempre acompanhado de cervejas extremamente geladas.
E tem também, claro, o famoso Chanko Nabe, conhecido como “a comida dos lutadores de sumô”, feita por encomenda para, no mínimo, seis pessoas. O Chanko Nabe é um grande cozido feito com grandes quantidades de fontes de proteína, como frango, peixe, tofu, carne de gado e de porco, frutos do mar, verduras, legumes e o que mais houver pelo caminho entre a cozinheira e a panela. É comumente consumido pelos “sumotoris” em enorme quantidade e acompanhado por cerveja e arroz, para aumentar o consumo calórico dos lutadores.
Explica-se: os simpatissíssimos irmãos William e Wagner – ou Kato e Yoshi – Higushi, filhos de dona Líria, são praticantes do sumô e grande divulgadores desta arte em São Paulo. Kato e Yoshi participam – e vencem – de diversos campeonatos da tradicional luta japonesa, tanto no próprio bairro da Liberdade quanto mundo afora, enquanto seguem a tradição de dedicação nipônica e se desdobram entre o estudo durante o dia e o trabalho – o alegre e festivo atendimento ao público do bar – no período da noite.
A clientela, geralmente formada por um grupo eclético que inclui jovens brasileiros, muitos nisseis e sanseis e majoritariamente masculina, costuma receber também os amigos e diversos outros lutadores de sumô, que se esbaldam com as comidas, o divertido bate-papo e os diversos cartazes da milenar luta, incluindo aí a tabela do campeonato japonês, devidamente acompanhado em seu andamento.
Estranho para alguns, apertado e desajeitado para outros, o fato é que o Kintaro já está lá desde 1993 e nestas quase duas décadas passou a ser conhecido por todos como o “izakaya brasileiro” – um lugar onde Brasil e Japão se abraçam, numa saudável e deliciosa mistura de cultura e simpatia, criatividade e respeito, despojamento e tradição.
Foto opinião do Pedro Schiavon sobre Bar Kintarô
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Fui na hora do almoço aproveitando uma compra na Liberdade. Por resenhas em outros sites, me interessei e fui para experimentar esse boteco. Pedi um pratinho de acepipes (marisco e sardinha marinada crua) e onigiri (bolinho de arroz cozido) pois como nissei, não consigo comer sem gohan (arroz). Para acompanhar, água com gás.

O marisco e a sadinha estavam gostosos, mas o arroz cozido com excesso de água tornou o onigiri empapado (erro que julgo básico: o arroz deveria estar impecável para um izakaya (boteco).

O preço não agradou: deu R$ 31 por isso e por esse valor, daria para comer lámen nos restaurantes da redondeza.

Não sei se retorno pois não apresentou bom custo/benefício

via iPhone

Aproveitando a imensa do feriado, fui conhecer o bar Kintaro, uma boa surpresa, o bar em si é muito pequeno, mas bem rústico para a temática, o atendimento é feito pelos próprios donos, que são bem atenciosos, e para comer só vai encontrar petiscos com temperos orientais, bem gostoso, cada porção que escolhe de petisco sai por R$10,00 a porção, preço muito justo, para beber cerveja, bem gelada, quem gosta de bebida mais forte, vai ter saque.
É um bar que vale ir conhecer, vou voltar

Assim ó: caminhando pela Tomaz Gonzaga, cuidado pra não piscar descuidado ao passar por este boteco genial, senão você perde ele de vista! A entrada dele, estreitinha, parece a de um boteco pé-sujo qualquer. Confia em mim: não é. Meu namorado é nissei e sempre me dizia que ia me levar no "bar dos lutadores de sumô de SP, o lugar mais legal do mundo, bar favorito", e minha curiosidade foi aumentando.

Chegamos lá e já me encantei de cara. Balcão extenso, escurinho, o legítimo boteco bacana onde ninguém te julga se você sentar pra tomar uma cerveja às duas da tarde. E foi o que fizemos. Há um mundo de aperitivos, acepipes típicos da culinária japonesa, preparado pela mãe dos dois meninos que lutam sumô e trabalham ali no balão. A mãe, uma simpática japonesa chamada Dona Liria, e seus filhos, William e Wagner, são simpaticíssimos e receptivos.

O preço das porções? Barato! E você ainda pode pedir meia. Tem balcão de opções fritas e balcão de opções quentes, mas... Como eu estava com um habitué, quis ousar e provar um pouco de tudo. Do balcão frio, comemos a porção de lombinho suíno e o polvo com pepino. E vale também o nirá com ovo, o fantástico tamagoyaki com alga, a bardana agradavelmente apimentada, a moelinha de frango com tarê e o quiabo com missô.

Passamos a tarde inteirinha conversando entre uma cerveja e outra e experimentando preciosidades da culinária japonesa. Se você busca por uma experiência nipônica diferente, vá! No melhor estilo izakaya (espécie de pub japonês), o Kintarô vai te acolher e você vai sair apaixonado e disposto à voltar. Sempre.
Primeira opinião do lugar

Nã, Não você não está no Japão. Esse é o bar Kintaro, no Bairro da Liberdade. Um legítimo Izakaya.

Pra quem não sabe, Izakaya são os botecos no Japão. Aqui, o Kintaro, representa bem isso. O lance lá é só petisco e uns petiscos classe A.

A família toda toca o boteco, que aliás tem tradição de Lutadores de sumô, arte marcial que também foi fonte de inspiração para o nome do estabelecimento. A Dona Líria é a responsável pelos acepipes e os filhos, tomam conta do atendimento aos clientes.

Acepipes, como ostra agridoce, conserva de bardana, tofu frito e até joelho de porco estão entre as opçãs para acompanhar a cerva, sempre bem gelada.

Se estiver em SP, dê um pulo lá e tome uma ou 9 e trace qualquer acepipe do balcã, que são coisa muito fina!

Saludos,
Guti Oliveira

Botecão na Liberdade especializado em acepipes japoneses, com quase 20 anos de bons serviços. Ambiente pitoresco, tudo lembra sumô – cartazes, fotos de jogadores e tabela do campeonato japonês nas paredes, além de luta de sumô na TV.

O atendimento é feito pelos filhos da matriarca, dois “sumotoris” de verdade. Não tem cardápio – as porções (quentes e frias) ficam dispostas no balcão, e variam diariamente. Para começar, as brazucas mini coxinhas de frango. Do cardápio japonês, kakiague (tempurá de camarão com legumes), carapau (peixe de sabor intenso) com vinagre e cebola, costelinha no missô, polvo com pepino, e bardana (uma planta oriental) com pimenta merecem repeteco de tão boas.

Para acompanhar, garrafas quase trincando de Bohemia, Original e SerraMalte.

Não aceita cartões.

O Viajante Comilão - http://oviajantecomilao.blogspot.com

Texto extraído do post "São Paulo - 10 lugares imperdíveis para happy-hour"
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