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Primeira opinião do lugar

O Bar Iraquiano fica no número 726 da Rua Santo Antonio do Monte, onde ela acaba e começa a Rua Aníbal de Matos. No Bairro Santo Antonio? Não, esse endereço já é na Vila Estrela que pertence ao Morro do Papagaio.
O bar recebeu esse porque seu primeiro dono, o Paulo, trabalhou vários anos no Iraque pela Mendes Júnior. Depois da sua morte, há uns sete anos, durante uma pescaria por afogamento, o negócio é tocado pela viúva Aline e pelo filho.
Já a vila recebeu esse nome na época em que não havia luz elétrica na região e os vagalumes pareciam estrelas nos céus. E o morro foi batizado Papagaio pela grande de aves e não pelas pipas que enfeitavam o céu. Também é dessa época os gatos nas tubulações da Copasa, única forma de se conseguir água.
Apesar da justificada desconfiada e compreensível receio dos moradores com a presença de estranhos serem maiores que a nossa injustificada desconfiança e incompreensível receio com eles, fomos recebidos de maneira muito amistosa pelo Antonio, que nos contou casos e nos mostrou outros bares da região.
Foi uma pena que nesse domingo não pudemos provar o pastel de estrogonofe (R43) que está com toda a pinta de ser a coqueluche da estação. É que aos domingos, com o baixo movimento, o bar não oferece os outros tira-gostos.
É a oportunidade de expandirmos as fronteiras da área botecável da cidade saindo dos espaços manjados e sem novidades.
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O Bar Iraquiano fica no número 726 da Rua Santo Antonio do Monte, onde ela acaba e começa a Rua Aníbal de Matos. No Bairro Santo Antonio? Não, esse endereço já é na Vila Estrela que pertence ao Morro do Papagaio.
O bar recebeu esse porque seu primeiro dono, o Paulo, trabalhou vários anos no Iraque pela Mendes Júnior. Depois da sua morte, há uns sete anos, durante uma pescaria por afogamento, o negócio é tocado pela viúva Aline e pelo filho.
Já a vila recebeu esse nome na época em que não havia luz elétrica na região e os vagalumes pareciam estrelas nos céus. E o morro foi batizado Papagaio pela grande de aves e não pelas pipas que enfeitavam o céu. Também é dessa época os gatos nas tubulações da Copasa, única forma de se conseguir água.
Apesar da justificada desconfiada e compreensível receio dos moradores com a presença de estranhos serem maiores que a nossa injustificada desconfiança e incompreensível receio com eles, fomos recebidos de maneira muito amistosa pelo Antonio, que nos contou casos e nos mostrou outros bares da região.
Foi uma pena que nesse domingo não pudemos provar o pastel de estrogonofe (R43) que está com toda a pinta de ser a coqueluche da estação. É que aos domingos, com o baixo movimento, o bar não oferece os outros tira-gostos.
É a oportunidade de expandirmos as fronteiras da área botecável da cidade saindo dos espaços manjados e sem novidades.
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