Bar do Magrão

nota 3.9 de 5 em 59 opiniões
| Rank: 43º de 1162 | Bares e Botecos
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Para os mais novos, eu apresento o Campeão do Comida di Buteco SP 2012, o famigerado BAR DO MAGRÃO localizado no Ipiranga na Zona Sul de SP.

Após o sucesso do escondidinho de bacalhau, o Magrão recorreu novamente ao seu filho Giovanni que é chef de cozinha formado pela faculdade Anhembi Morumbi para desenvolver o seu TIRA GOSTO para 2013 e disputar o título do Comida di Buteco SP 2013.

Mas antes de falar do petisco, vamos falar de cerveja!!! O Bar do Magrão tem uma carta de cerveja SENSACIONAL com mais de 150 rótulos, superando até mesmo alguns Pubs aqui da cidade. E foi vendo tamanha variedade que decidimos começar com uma Alemã, estilo Kolsch chamada FRUH! Uma baita cerveja refrescante. Vale muito a pena....

Depois ainda tivemos um tempinho para provar uma artesanal de Volta Redonda-RJ no estilo Strong Golden Ale. A cerveja tem um teor alcoólico elevado e perceptível, mas para o tempo que tava fazendo no dia, foi um "tiro certo"!!!

O Tira Gosto de 2013 criado pelo Bar do Magrão exclusivamente para o concurso Comida di Buteco SP era o apetitoso e bem elaborado caldo DE MANDIOQUINHA COM RODELAS DE LINGUIÇA E FOLHAS DE AGRIÃO.

O prato caiu como uma luva no friozinho que caia no sábado a tarde, dia em que visitamos o Magrão. O caldinho foi capaz de nos deixar aquecido por um bom tempo, sem pesar muito no estômago, o que nos agradou demais. Inclusive cheguei a perguntar "E aí? Bi-Campeão?"

O tira gosto mescla momentos em que você petisca com a mão, com outros em que você come o caldinho de mandioquinha com a colher. Pra quem acha que o agrião é só um detalhe está enganado, pois ele misturado no caldo dá todo um toque especial para o tira gosto.

O Bar do Magrão está de parede e meia com a cantina do Magrão, outro estabelecimento de sucesso do proprietário Luiz Antônio Sampaio, o Magrão. O salão interno é pequeno e as mesas sempre concorridas, principalmente após o título do Comida di Buteco SP 2012.

É difícil falar da química que rola no Bar do Magrão, pois gostamos de cervejas especiais, mas também gostamos de Rock e foi na nossa penúltima visita que literalmente fechamos o bar num domingo a noite ao som de clássicos do Rock e um ótimo bate papo com alguns clientes fiéis e assíduos do bar.

No final da nossa visita ainda conseguimos bater um papo com o Magrão que disse estar confiante para a vitória e o bicampeonato no dia 23 de Maio. Bom, enquanto isso o bar segue movimentado tanto por pessoas que procuram o "campeoníssimo" Escondidinho de Bacalhau como por aqueles que vieram provar o inédito Caldo de Mandioquinha.

Data da Visita: 20/04/2013

Simulação de gastos para 2 Pessoas:
R$ 42,00 (Tira Gosto: CALDO DE MANDIOQUINHA = 2 X r$ 21,00)
R$ 40,00 (Cervejas Epeciais = 2 x R$ 20,00)
R$ 8,20 (10%)
TOTAL R$ 90,20
Foto opinião do Luís Gustavo Botelho Verdelone sobre Bar do Magrão
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Petiscos deliciosos, varias cervejas e vinhos na temperatura perfeita.
Bolinhos sequinhos e as carnes no rechaud sempre no ponto perfeito.
O restaurante em conjunto tbm vale a visita, massas com bom tempero e sabor dos deuses.
Música ambiente de agradar aos ouvidos.
Otimo para um happy hours ou para um jantar romântico.

Opa, o que dizer do Bar do Magrão?

Campeão do Comida di Buteco e merecido pelo delicioso sabor do escondidinho de bacalhau.

Mais que isso, o bar tem uma ampla carta de cervejas e fica parede e meio com uma cantina que também pertence ao Magrão. Tem um "quadrado" na parede, que mais parece um espelho e ficar vendo as garçonetes indo de um lado pri outro pode resultar num susto, pois uma hora olhando para o "espelho" e vendo a menina sair de dentro dele, foi uma ilusão ótica muito doida - e elas disseram, acontece o tempo todo isso de clientes se assustarem.

Tem até uma adega de vinhos pequena e bem arrumadinha no Bar, que serve as duas casas... e sim, é possível pedir algo do bar, estando na cantina e vice-versa.

O ambiente é rock and roll.. e antes havia até uma múmia pendurada, que tiraram pra lavar e nunca mais voltou para o lugar ( que pena!), quem sabe agora com a evidência que o bar terá ele não volta com essa ideia inusitada?

Antigamente lá tinha som ao vivo e num lugar super estratégico: um mini andar superior, que hoje apenas guarda alguns pertences do bar, como a placa do Boteco BOhemia.

O atendimento, quando estivemos lá, no início foi um pouco estranho, mas depois engrenou e ficamos fãs do barman que fazia um drink e percebendo o quanto gostávamos de fotografar, ele chamava a gente - muito legal!

Ah, e o Magrão tá sempre por lá! Vale a visita - comida boa, cervejas diferenciadas e ambiente bacana. Valeu a nossa andança de Osasco até o Ipiranga.
Foto opinião do Vânia MG sobre Bar do Magrão

"Um país não pode ser um país de verdade se não tiver ao menos uma cerveja e uma empresa aérea. Ajuda se tiver uma equipe do futebol ou armas nucleares, mas o mais importante é a cerveja” (Frank Zappa)
Zappa sabia das coisas. Era um cara que fazia de tudo um pouco e lançou 60 discos bem diferentes um do outro, nos quais tocava vários instrumentos e desenhava a capa. Estava sempre disposto a experimentar novidades e se sentia apto a avaliar o potencial de uma nação através do conceito acima. Ele ia adorar o Bar do Magrão.
O Bar do Magrão é um lugar meio difícil de explicar. Original, cheio de personalidade e instalado num lugar bem improvável do Ipiranga, já quase no Sacomã, o botequim tem jeitão de pub, destacado pela iluminação baixa e pela grande oferta de cervejas do mundo todo.
O jeito é ressaltado também pelo velho e bom rock and roll que sai de suas caixas de som, já que Luiz Antonio Sampaio, o Magrão, é roqueiro de carteirinha e no seu aparelho de som só toca coisas como Stones, Led, Beatles, Floyd, Hendrix e afins.
Mas o bar não é bem um pub, pois é aberto, com algumas mesas dentro e outras na calçada e alguns degraus onde o povo se amontoa quando a casa está cheia, o que acontece quase todos os dias.
A decoração também não parece com nada, mas é muito bacana. A casa é completamente abarrotada de quinquilharias doadas pelos freqüentadores. São coisas como instrumentos musicais, luvas de boxe, sapatos de palhaço, pratos e pranchas de surf, com destaque para a múmia pendurada no teto – herdada de um Halloween – e para os relógios parados atrás do balcão, marcando 5 minutos para as 5 horas, horário em que o bar abre suas portas, pontualmente, durante a semana.
Outra peculiaridade é que o bar é meio vizinho / meio anexo à Cantina do Magrão, que obviamente é do mesmo dono. Ocorre que, com a existência do bar desde 1995, Mônica, esposa do Magrão, começou a usar a cozinha durante o dia para fazer massas frescas e vender na rotisseria que abriu ao lado. Só que a clientela, que em boa parte era formada por freqüentadores do bar, pedia uma cerveja, sentava para conversar e acabava por comer a massa ali mesmo, em mesas improvisadas na calçada.
Como uma coisa leva à outra, a rotisseria virou cantina em 2000 e passou a funcionar ao lado do bar. Oficialmente, são casas distintas, mas como a informalidade impera no pedaço, é comum os fregueses estarem em um e pedirem coisas do outro.
Diga-se de passagem, mesmo o bar tendo ótimas opções de petiscos, incluído aí diferentes tipos de escondidinhos, é muito difícil resistir ao raviolli di nonno, feito com massa verde de espinafre e recheio de vitela, ou ao pavoni, que leva damasco e queijo brie.
Mas como Zappa disse que o que importa é a cerveja, concentremo-nos no boteco. Ali tem cerveja para qualquer um se esbaldar e tentar avaliar as qualidades de cada país. Há coisas como a francesa Bière du Désert, a belga Kasteel Rouge, a irlandesa Guiness, a tcheca Primátor, a Holandesa Urthel, a alemã Warsteiner e dezenas de outras.
A idéia é a seguinte: sente-se, experimente e embarque numa viagem de país em país através das cervejas. Se você vai aprender alguma coisa sobre esses lugares, não sei. Se vai ter grandes lembranças de viagem, é pouco provável. Mas que será uma maneira bem divertida de dar a volta ao mundo, lá isso será.

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Fui lá no último sábado convidado por um amigo. O lugar é apertado e pequeno, mas bem aconchegante. O ambiente é agradável, sendo um bom lugar para ir em casal. Eles possuem uma variedade de cervejas especiais, o que torna o lugar bem atrativo. A comida é muito boa. Mesmo. O atendimento foi bem legal também. O preço é um pouco salgado, mas ainda condizente com o mercado para este tipo de lugar. Recomendo uma visita.
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