Bar Amigo Gianotti

nota 4.1 de 5 em 26 opiniões
| Rank: 86º de 1161 | Bares e Botecos

Fundado em 1983 por Antônio e Midya Gianotti, o bar Amigo Gianotti traz como carro-chefe as Fogazzas, feitas de uma receita especial da avó de Midya. Em um ambiente pequeno que lembra os botecos de antigamente, as boas pedidas são a de calabresa e a de chocolate. A casa oferece refrigerantes e cervejas bem geladas.

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É com grande alegria que venho aqui contar que voltei no Amigo Gianotti esse final de semana e com uma ilustre companhia....o Gabú do Blog "Soy loco por ti coxinha" e a experiência foi incrível e portanto irei fazer outra resenha mais completa a respeito!

Pra quem pensa que o famoso bairro italiano em São Paulo tem apenas Cantinas, se engana feio. Ali na Rua Santo Antônio já próxima a Rua 13 de Maio está uma versão bar/boteco das clássicas cantinas: é o Bar do Amigo Gianotti.

Ao passar pela rua, a simplória fachada até assusta com o seu minúsculo tamanho e sua pouca iluminação, mas isso faz dele um dos melhores exemplos do verdadeiro conceito de Boteco.

Ao passar pela porta, o cliente recebe um emaranhado e overdose de imagens que chegam a ser confusas. São camisetas de outros bares clássicos em SP, como o tradicional Bar do Luiz Fernandes, antiguidades como o santinhos do Getúlio Vargas e Ademar de Barros, broches da vassoura que Jânio Quadros distribuiu em sua eleição até um enorme jacaré pendurado na parede.

Tudo isso mostra como o clássico bar, fundado na década de 70 pela família Gianotti é realmente antigo e velho! Isso porque o imóvel já existia desde 1910.

Tamanha verdade é constatada pela inclusão do Bar na pré seleção em um Projeto da credenciadora de cartões CIELO, chamado "Sucesso na Certa", onde a empresa irá escolher 8 estabelecimentos que serão totalmente reformados no intuíto de ajudar o logista a vender mais. E acreditem..... quem mandou a história para cocorrer à tudo isso foi uma cliente.

Todos que vão até lá presenciam a impagável simpatia do Sr. Gianotti, fundador do Bar e do seu filho Savério, que é o chef de cozinha. Isso prova que o Bar tem toda a família envolvida.

O bar realmente é muito pequeno. Não existe separação entre banheiro masculino e feminino. Existem sim dois banheiros, mas ambos unissex! Já ali próximo à cozinha há uma escada caracol apertadinha que leva o cliente para um andar superior bem pequenino também. Uma grande parte dos clientes preferem carregar cadeiras para a calçada e apreciar o bom e velho bixiga.

Mas além do atendimento nota 10, o que mais faz esse bar (que precisa passar por uma ampliação e reforma urgente) dar tão certo?

Acontece que é nesse bar que é servida melhor fogazza da cidade! Elas são gigantescas, recheadíssimas e feitas ali na hora para o cliente. Tem de vários sabores com variações entre R$ 13,90 à R$ 19,90. São individuais, mas dá pra servir duas pessoas sem stress de tão gigantes que elas são.

Provamos a de calabresa e a de pepperoni.

Qual estava melhor? Impossível responder......... o único problema é que devido ao fato de tudo ser fresquinho, alguns recheios vão acabando ao desenrolar da noite.

Isso porque depois ainda pedimos de sobremesa uma fogazza de chocolate!! PERFEITO!

Além das famosas fogazzas, a casa oferece petiscos de alta qualidade, como os concorrentes e um deles até premiado, do extinto Boteco Bohemia: Croquenotti, Bolinotti e bolinho da Nona. Todos na casa dos R$ 30,00.

Inclusive a nossa primeira visita ao bar foi na época do evento, em 2008, onde provamos o Bolinho da Nona. Outro destaque são as massas. Estamos desesperados para provar o famoso nhoque do dia 29, que segundo a tradição traz muita sorte!


A cerveja vem geladinha, com pouca variedade, mas o suficiente para acompanhar os belos quitutes, na casa dos R$ 6,00.

O Bar funciona apenas à noite, abre às 19 horas e principalmente em finais de semana vai até quase ao amanhacer, sendo assim o seu público varia desde pessoas da pré-balada, pós balada ou até mesmo a própria noitada por ali mesmo!

Só um detalhe: Eles não aceitam cartão de crédito!

CIA DOS BOTECOS -
Foto opinião do Vânia MG sobre Bar Amigo Gianotti
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Visitar o Amigo Gianotti é conhecer a figura incrível que dá nome ao restaurante, que está há 50 anos acumulando histórias na Bela Vista. Há alguns pratos italianos deliciosos, como as massas e a porpeta, porém a premiada fogazza é a estrela da casa. Enorme, crocante e quentinha, faz você perceber que as fogazzas que experimentou antes nada mais eram que um esfihão. O atendimento é muito gentil, rápido e atencioso, ao menos em dias de semana. Quero voltar para comer a fogazza de doritos!

Um provérbio italiano afirma que “felicidade é: pão, amor e vinho”. Deve ser verdade. Para os italianos, principalmente, pois não há como negar que se trata de um povo simpático, festeiro e que gosta muito de comida.
Exemplo maior disso tudo é o senhor Antonio Gianotti, imigrante da “Velha Bota” que há mais de 40 anos resolveu montar no Bexiga um boteco com jeito de cantina, onde pudesse atender e conversar pessoalmente com a freguesia enquanto a empanturrava de cerveja gelada e boa comida. O nome do bar não poderia ser mais apropriado: Amigo Gianotti.
Para montar o bar, o hoje octagenário senhor escolheu aquela que provavelmente foi a menor casa que encontrou, e que já devia estar por lá antes mesmo de inventarem o Bexiga, embora o gesso da fachada com as cores italianas indique que sua construção seja de 1910.
E para completar decorou-o do modo mais confuso que se pode imaginar, misturando coisas como santinhos do Getúlio Vargas e broches da “vassourinha” de Jânio Quadros com camisetas de outros bares, a camisa da “Squadra Azurra” campeã de 2006 e um enorme jacaré empalhado.
Nada disso, nem o fato de o bar abrir bem depois da maioria dos outros, impediu que o minúsculo boteco se tornasse ponto de partida, de passagem ou de chegada para baladeiros ou para a moçada da região, que o lota madrugada adentro, espalhando mesas pela calçada para curtir a Bela Vista. O motivo? Simpatia, cerveja gelada e comida boa, muito boa…
O boteco andou participando (e sendo premiado) de alguns concursos graças a petiscos como o Croquenotti – um croquete feito com massa de nhoque recheado com provole e parmesão – o Bolinotti – bolinho de lingüiça calabresa curada com ricota, empanado com macarrão cabelo-de-anjo – e o Bolinho da Nona – um bolinho de carne cozido na cerveja preta envolto empanado em uma massa com um mix de castanhas.
Mas as estrelas da casa são mesmo as fogazzas. Não confunda com a focaccia, espécie de pão recheado assado, originário da Ligúria. A napolitana fogazza é uma espécie de pizza frita, na forma de um imenso pastel, que ali podem ser devoradas em tamanho gigantesco, com 12 recheios diferentes, que misturam ingredientes como mussarela, calabresa, atum, frango, provolone, pepperoni e outros, todas fartamente recheadas, listadas verbalmente pelo próprio Gianotti e seus descendentes, já que tudo é tão pessoal que, além de não aceitar cartão de crédito e ficar aberta quase até de manhã, a casa não tem um cardápio escrito.
Luís Fernando Veríssimo diz que a cozinha italiana é, no fundo, um pretexto para reunir a família à mesa o maior tempo possível, o que explica um pouco a constante fartura e a visível felicidade no rosto das pessoas.
Neste boteco de alma italiana ela é motivo para passar horas muito agradáveis batendo papo com os amigos, tomando cerveja geladíssima e ouvindo as deliciosas histórias do sr. Antonio, seu filho Savério e seu neto Toni Gianotti, que passam a noite de mesa em mesa distribuindo simpatia e bom humor.
Gente!!! Esse fds fui conhecer esse bar pois queria participar do comida di buteco e o aperitivo deles me chamou a atenção. Concordo que o lugar fica em uma rua meio escura com outros bares suspeitos ao redor, mas entrando lá o melhor ainda está por vir: a comida!!! Pra começar pedimos o tal aperitivo que é bolinho de arroz com provolone. a princípio pedimos a porção inteira com 10 bolinhos, mas hora que vi o tamanho dos bolinhos decidi trocar pra meia porção com cinco: são enormes!!! Coisa que, na minha opinião, eles deveriam avisar, para que no fim vc não coma só isso....rs.....eles estavam muito bons!! Vêm acompanhado de 5 molhos. Mas o melhor da noite ainda estava por vir: a fogazza!!! Pedimos uma só de brócolis com alho com queijo parmesão. Nossa!!!! Mto boa mesmo, mas ainda bem que só pedimos uma pq elas são realmente grandes e pra quem já tinha comido os bolinhos....r.s..... Os bolinhos custaram 25 e a fogazza 17,9..... td muti bom!!!

O melhor gnocchi que já experimentei! Servido todo dia 29 de cada mês não há um motivo para reclamação! O Molho de calabresa é incrível. O preço (R$45 serve duas pessoas) vale cade garfada!

O Bar do Amigo Giannotti é um autêntico e verdadeiro boteco. Sim, daqueles típicos botecões. Mas o que vem a ser Boteco? Ou seria Buteco? Ou Botequim? Segundo o dicionário, o termo boteco é oriundo do português de Portugal botica e do espanhol bodega, que por sua vez derivam do grego apotéke, que significa depósito, casa de bebidas. Então é isso que é o Bar do Amgio Giannotti é e ponto final.

Achar esse bar na região italiana do bixiga (Bela Vista) é quase como achar uma agulha no palheiro. Deixando o exagero de lado, é possível dizer que a fachada do Gannotti é tão pequena que não custa passar reto sem observá-lo. Além da fachada ser pequena, ela é quase que apagada, com uma pintura desbotada e totalmente sem vida.

Porém ao entrar no Bar do Amigo Giannotti, se vê muita vida e muita atitude do Sr. Giannotti que está com mais de 80 anos e segue firme e forte no comando da casa, juntamente com praticamente toda a família que vive do estabelecimento. É uma lição de vida, de amor ao trabalho e de muita dedicação. Esses são alguns dos adjetivos que explicam o sucesso do bar e do seu Giannoti.

Mas além de tudo isso, está a cozinha e a cultura italiana que a casa ""prega"" e propaga por todos que ali estão. Na frente da cozinha está o filho do seu Giannotti, o Savério, um cozinheiro de mão cheia. É dali que saem as famosíssimas fogazzas que são de tirar o folego de qualquer um. Experimente qualquer uma, mas experimente para você se esbaldar de comer. É um oásis da culinária italiana. E tem até fogazzas de chocolate que são maravilhosas. Essas fogazzas já foram reconhecidas como sendo a melhor de São Paulo. O preço base delas é de R$13,90, mas vale lembrar que são enormes.

O preço dos petiscos são R$30,00, mas pode considerá-los barato, analisando a qualidade, atendimento e o paladar. Uma dica: Bolinnotti. Nota 10! Com relação as cervejas, nada de novidade. Seria interessante o bar contar com uma cerveja italiana no cardápio, isso daria mais autenticidade ao local, além do que já tem.

O Bar do Amigo Giannotti está no mesmo local há mais de 35 anos e hoje já coleciona uma série de prolemas, como goteiras, paredes emboloradas e remendos nas paredes. Porém agora chegou a hora de uma revitalização, mas por enquanto está faltando verba para se concretizar mais esse sonho do Sr. Giannotti e de toda a sua família.

O "Botecos de Sampa" torce para que esse tradicionalíssimo boteco da região central de São Paulo retome a sua força e consiga passar por cima dessas dificuldades "estruturais" que com certeza são passageiras e que o bar continue seguindo no rumo certo, no qual sempre esteve.

BOTECOS DE SAMPA - www.botecodesampa.com.br

CIA DOS BOTECOS - www.ciadosbotecos.com

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Realmente inusitado. Estavamos com vontade de conhecer depois de termos vistos as boas dicas do pessoal aqui do Kekanto.
É ul local pequeno e com a faixada muito simples. La dentro muitos prêmios e repostagens ponduradas nas paredes.
O atrndimento é feito pela família e por conta disso não é cobrado os 10% de serviço abituais nos restaurantes, cantinas e lanchonetes.
O preço é um pouco salgado. As fogazzas variam entre R$16,00 e R$ 20,00.
Pedimos uma para cada duas pessoas. Elas são realmente grandes.
Pedimos também uma porção de bolinho de bacalhal com camarão (simplismente deliciosa). R$ 30,00 a porção com 10 unidades. Confesso que comeria dozinha os 10.
O atendimento não é o mais ágil do mundo, mas o contexto realmente vale a pena.
Foto opinião do Glaucia Manzzaneira sobre Bar Amigo Gianotti
Bar amigo

O Bar Amigo Gianotti, no Bixiga, vem fazendo amizade com os paulistanos há 40 anos. Sua especialidade é a fogazza crocante e generosamente recheada com diversos sabores listados verbalmente pelos garçons (calabresa, atum, muzzarela, provole, frango, cheddar etc.) e que ainda podem ser combinados.

Estive no bar do palmeirense Toninho Gianotti recentemente por conta do Boteco Bohemia 2008, mas já tinha ouvido falar muito bem do lugar também conhecido como Magrão – apelido do corintiano que atendeu a freguezia por muitos anos e nunca engordou com as deliciosas fogazzas e massas caseiras (recebi boas recomendações do fuzilli e do nhoque de mandioquinha servido todo dia 29).

O quitute concorrente deste ano foi caprichado: bolinho de carne cozida na cerveja preta envolto em uma camada fina de massa e empenado com mix de castanhas. Como o cardápio está no gogó não tive como saber que o preço da porção era um pouco salgado (25 reais), mas pagaria novamente pelos dez bolinhos divinos, que derretiam na boca. O molho de pimenta biquinho, que é zero ardido e 100% saboroso, deu um toque especial ao bolinho.

Ponto de partida ou fim de noite para os baladeiros da 13 de Maio, o pequeno bar não costuma lotar tão cedo, mas não se importe de pegar uma mesa na calçada, especialmente no calor, e pedir várias geladas ao simpático Toni, neto do Gianotti. Na parte de dentro, onde é proibido fumar, você pode se divertir com a decoração do velho imóvel, que inclui um jacaré de plástico, camisas de futebol, um biotônico fontoura de gesso gigante, capacetes de exército e outras relíquias como uma pilha de latinhas de Brahma de ferro (alguém se lembra delas?), estocadas nos tempos de inflação e descobertas recentemente.

Nas mesas animadas, o que não falta é fogazza (9 reais). Alê Scaglia apostou na de muzzarela com provolone e muitos pedaços de tomate para dar uma quebrada no sabor. Bem crocante e robusta por fora, a massa aberta despejava o recheio saboroso.

Pena que choveu e tivemos de nos acomodar no pequeno mezanino, que não é nada recomendável. Se você não quer chegar em casa impregnado por um inesquecível aroma de fritura, evite subir a cruel escadinha em caracol. Em um quadro, o Toninho (na foto acima à direita) faz piada com a situação: se candidata pelo PPM (Partido da Pinga com Mel) e promete instalar um exaustor. Bom que seja logo. Tirando meu perfume de fogazza, o simpático Gianotti ganhou meu voto e minha amizade.

(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 15 de outubro de 2008)

Trabalhei muitos anos na Fotoptica, ali pertinho na Major Diogo...
Boas lenbranças do lugar, e da fogazza e cerveja gelada, principalmnente.
Boteco de primeira, que vejo hoje que agora é muito bem reconhecido e premiado...
Voltarei lá agora depois de mais de 15 anos, só para matar a saudade e reconferir tudo de pertinho.
Vá!
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