Bar Alfredo

nota 3.8 de 5 em 10 opiniões
| Rank: 66º de 163 | Bares e Botecos
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O Alfredo serve bufê livre com duas opções de carnes, além de uma variedade de pratos quentes e saladas, servidos no almoço de segunda a sexta, das 11h às 16h.

O cliente ainda pode optar pelo serviço à la carte, lanches rápidos, como torradas, xis e cachorro-quente. Outro destaque do cardápio é a almôndega ao molho, croquete e o mocotó no inverno.

Entre as bebidas a casa oferece sucos, água, refrigerantes, cerveja e destilados

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Primeira opinião do lugar

Que jogue a primeira pedra quem nunca passou por esse lugar, e que nunca pensou “um dia eu entro aí…”. Pois é, entrei. Tava dando uma banda hoje com um dos meus dois amigos ruivos (sabe como é, todo o ser humano tem que cumprir uma quota mínima de amigos ruivos: no meu caso, um é o Peretti, e o outro é o Piangers), e na verdade queríamos ir ao Na Brasa, que é logo ali adiante.

Mas abrimos a carteira, contamos os tostões e vimos que, além de não estarmos com um dress code apropriado, ainda faltava muitos dinheiros para poder comer tranquilão no Na Brasa. Pra ser sincero, no total tínhamos 36 dinheiros na carteira. Pô, demorou pra entrar finalmente no Alfredo então, o famoso bar e restaurante 24 horas da cidade, tradicionalmente frequentado pelas prostitutas, cafetões, travestis, políticos, comerciantes, pastores, taxistas, motoboys, instaladores de ar-condicionado e demais trabalhadores do meu Brasil-sil-sil.

E foi sabendo disso que nem nos constrangemos em entrar de chinelo mesmo. E digo mais: estávamos superbem vestidos! Ainda acabamos encontrando nosso amigo Marcelo Schneider, que assim como o mestre Codevilla, é assíduo frequentador e contou que o lugar tem – mais uma – particularidade: pouquissimas pessoas estão liberadas para fumar lá dentro. Sim, porque só os chegados do português Alfredo é que tem autorização. Já tinha visto um lugar onde é mais ou menos proibido fumar? Prazer, Alfredo.Com o Marcelo ali acabou sendo mais fácil escolher o que comeríamos.

Porque a bebida já estava no papo: cerveja, a melhor amiga, pra todas as horas, até aquelas de maior solidão. Ela sim é que nos compreende e ouve todos os nossos desconfortos sem reclamar…Acabou sendo um baita negócio jantar no Alfredo porque quase saímos dali com uma versão legendada do filme do momento, o 2012. O amigão ali tava vendendo a 5 conto. Mas como não sabíamos direito quanto daria essa conta, preferi poupar cincão e gastar com mais duas cervejas.E lugar é tão bem frequentado que até o pai do Brutus, eterno inimigo do marinheiro Popeye, deu as caras por ali.

Começou acanhado numa saladinha, mas depois foi muy fuerte num a la minuta com ovo, e uma taça de vinho de garafón.Nós não. O Piangers ficou curioso com o almondegão que custava 2 reais, e o Marcelo prontamente chancelou esse pedido, dizendo que era de responsa, feita com calabresa e um molhinho especial. Só um porém: tanto a almôndega quanto qualquer outra pedida que levasse óleo no seu preparo, só poderia ser pedido aqui a partir de terça-feira, quando o óleo já está mais curtido. Até porque ele é trocado a cada segunda-feira, e óleo novo não faz verão.Em seguida, um bife à parmegiana.

Um não: dois, afinal estávamos entre 3 glutões de carteirinha, e a sede era grande. Vou dizer uma coisa, o bicho é grande. Não tão grande quanto o do Tudo Pelo Social, mas o molho é preparado mais no capricho, com uma cebolinha esperta, e bem salgadinho. Fora que tem uns três dedos de altura com um queijo derretido em cima que é um luxo.Garantia de qualidade do açougue ao lado, pertencente à holding Alfredo! Ah, batatinha frita acompanha? Lógico… Não era das melhores não, mas pelo menos não envergava e cumpria bem o seu papel.Na verdade, foi ofuscada pela sensualidade do parmegiana, que como mostra a foto, não deixou vestígios.

Esse é o famoso crime perfeito.Hora de pagar. Terror e pânico, porque juntando dali, catando moeda dali, tínhamos no total somente 48 dinheiros entre três sem-noção que comeram pra cacara e beberam cerveja como se não houvesse o amanhã. Fora que o malandro do Alfredo não aceita cartão de crédito… maledeto. E sabe quanto deu isso tudo? 15 reais por pessoa. Ah, se a gente soubesse, tinha tomado mais uma gelada!
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Saí de casa em cima do laço e não tomei café,e após enfrentar uma chuvarada e um engarrafamento monstro, estava morta de fome.
Estava caminhando ali pela Cristóvão, meio perdida, procurando onde comer e me esconder da chuva, dei de cara com o Alfredo. Me lembrei, que já havia passado na frente de bus e tinha me chamado atenção a placa num layout meio “vintage”, já havia simpatizado.
Entrei, procurei uma mesa e fui observando. O local tinha sim, um estilão retrô bem genuínos, o local existe há cerca que 40 anos conforme uma placa na parte interna.O ambiente é bem amplo, com várias mesas em madeira, e também um balcão comprido.
Estava confiante que tinha escolhido um lugar legal, para reiniciar meu dia com pé direito. Pedi uma das coisas mais simples de um ser humano querer neste tipo de lugar, um cafezinho e pastel frito de carne.
Quando chegou, não gostei muito, que o cafezinho havia derramado um pouco na xícara, pelo desleixo que o cara que o trazia carregava.Mas fiquei me dizendo:”Juliana, não seja tão chata..” Então peguei o pastel, morninho e constatei que não havia sido feito na hora(como é de praxe com este tipo de salgado), mas não me importei.Na segunda mordida, senti um gosto esquisito, já fiquei pensando que estava implicando de novo..mas aí cheirei, e estava azedo! Eca!!!Que nojo!!! Pode ser que para várias pessoas, estivesse normal, mas eu sinto, o mínimo de alteração no sabor, aí me dá ânsia, e não rola.Com certeza, a tarde, estaria podre.
Chamei o garçom, relatei o ocorrido, ele disse que ia falar com o responsável(que era o cara do café), que pelo que percebi não esboçou a mínima reação de quem se importava, apenas disse para ele:”Então troca”, e voltou aos seus afazeres. Eu esperava uma cortesia, um pedido de desculpas, qualquer coisa assim seria o mínimo.Então o rapaz veio, ia me trazer outro pastel eu que não ia me arriscar, pedi uma torrada de cacetinho(a esta hora, vcs meus amigos de outras regiões não devem estar entendendo muito né?). Ela realmente estava divina, bem torradinha, com bastante presento e queijo derretendo.
Minha conta deu R$4,00, bem justo.Mas fiquei bem desapontada, servir comida azeda é brabo né?E nem desculpas....não estou inclinada a voltar.
Aliás, vamos ao glossário:
Cacetinho=pão francês , torrada= o tal pão, com quijo e presunto, prensado até o queijo derreter e ele ficar dourado.

Ainda não achei o nome do Bar Alfredo entre os BOM e BARATO da cidade, porém afirmo: "Qualquer faminto ou quem queira quebrar a dieta precisa experimentar a comida honesta de lá". Outro dia cheguei com meu familião (4 pessoas) - 2 com muita fome e os outros 2 com pouca. Pedimos 3 jantas com carne de panela e 2 almondegas para completar a "pegada" dos gaúchos carnívoros.
Muita comida. Levamos nacos de almondegas para casa para os acompanhamentos do café do outro dia. Recomendo.

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Lugar classico de porto alegre, pena ser localizado num lugar pouco seguro. Aberto até a madrugada. Tem salgados, a parmegianas e ala minuta. Tudo o que se mais quer comer quando se esta com fome. Nao frequentado por mauricios e patricias.
Eu recomendo!
Primeira opinião do lugar

Que jogue a primeira pedra quem nunca passou por esse lugar, e que nunca pensou “um dia eu entro aí…”. Pois é, entrei. Tava dando uma banda hoje com um dos meus dois amigos ruivos (sabe como é, todo o ser humano tem que cumprir uma quota mínima de amigos ruivos: no meu caso, um é o Peretti, e o outro é o Piangers), e na verdade queríamos ir ao Na Brasa, que é logo ali adiante.

Mas abrimos a carteira, contamos os tostões e vimos que, além de não estarmos com um dress code apropriado, ainda faltava muitos dinheiros para poder comer tranquilão no Na Brasa. Pra ser sincero, no total tínhamos 36 dinheiros na carteira. Pô, demorou pra entrar finalmente no Alfredo então, o famoso bar e restaurante 24 horas da cidade, tradicionalmente frequentado pelas prostitutas, cafetões, travestis, políticos, comerciantes, pastores, taxistas, motoboys, instaladores de ar-condicionado e demais trabalhadores do meu Brasil-sil-sil.

E foi sabendo disso que nem nos constrangemos em entrar de chinelo mesmo. E digo mais: estávamos superbem vestidos! Ainda acabamos encontrando nosso amigo Marcelo Schneider, que assim como o mestre Codevilla, é assíduo frequentador e contou que o lugar tem – mais uma – particularidade: pouquissimas pessoas estão liberadas para fumar lá dentro. Sim, porque só os chegados do português Alfredo é que tem autorização. Já tinha visto um lugar onde é mais ou menos proibido fumar? Prazer, Alfredo.Com o Marcelo ali acabou sendo mais fácil escolher o que comeríamos.

Porque a bebida já estava no papo: cerveja, a melhor amiga, pra todas as horas, até aquelas de maior solidão. Ela sim é que nos compreende e ouve todos os nossos desconfortos sem reclamar…Acabou sendo um baita negócio jantar no Alfredo porque quase saímos dali com uma versão legendada do filme do momento, o 2012. O amigão ali tava vendendo a 5 conto. Mas como não sabíamos direito quanto daria essa conta, preferi poupar cincão e gastar com mais duas cervejas.E lugar é tão bem frequentado que até o pai do Brutus, eterno inimigo do marinheiro Popeye, deu as caras por ali.

Começou acanhado numa saladinha, mas depois foi muy fuerte num a la minuta com ovo, e uma taça de vinho de garafón.Nós não. O Piangers ficou curioso com o almondegão que custava 2 reais, e o Marcelo prontamente chancelou esse pedido, dizendo que era de responsa, feita com calabresa e um molhinho especial. Só um porém: tanto a almôndega quanto qualquer outra pedida que levasse óleo no seu preparo, só poderia ser pedido aqui a partir de terça-feira, quando o óleo já está mais curtido. Até porque ele é trocado a cada segunda-feira, e óleo novo não faz verão.Em seguida, um bife à parmegiana.

Um não: dois, afinal estávamos entre 3 glutões de carteirinha, e a sede era grande. Vou dizer uma coisa, o bicho é grande. Não tão grande quanto o do Tudo Pelo Social, mas o molho é preparado mais no capricho, com uma cebolinha esperta, e bem salgadinho. Fora que tem uns três dedos de altura com um queijo derretido em cima que é um luxo.Garantia de qualidade do açougue ao lado, pertencente à holding Alfredo! Ah, batatinha frita acompanha? Lógico… Não era das melhores não, mas pelo menos não envergava e cumpria bem o seu papel.Na verdade, foi ofuscada pela sensualidade do parmegiana, que como mostra a foto, não deixou vestígios.

Esse é o famoso crime perfeito.Hora de pagar. Terror e pânico, porque juntando dali, catando moeda dali, tínhamos no total somente 48 dinheiros entre três sem-noção que comeram pra cacara e beberam cerveja como se não houvesse o amanhã. Fora que o malandro do Alfredo não aceita cartão de crédito… maledeto. E sabe quanto deu isso tudo? 15 reais por pessoa. Ah, se a gente soubesse, tinha tomado mais uma gelada!
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