Opinião em destaque

(continuação...)

Não estávamos nem mais ansiosos para comer, muito menos com fome.
Os pratos não demoraram a chegar. O meu foi o Spaghetti Ver-o-Peso (??) (R$ 45,00) com camarões rosa e seco, iscas de tambaqui, jambu, tucupi, tomate fresco. O ponto não estava ruim, mas esperava muito mais sabor com muito menos camarão-geladeira-velha. Estava um tantinho gorduroso.

O prato do João foi o que eles disseram ser o carro-chefe, o Borogodó (R$ 39,00). Carne seca com cebola na manteiga de garrafa, baião de dois com feijão de corda, pimenta biquinho, queijo coalho e cebolinha. Achei bom, não excelente. O João achou que precisava de mais criatividade no prato. Acho que ele quis dizer no sentido da composição das texturas e da forma como ela era entendida na boca.

Mas decidimos tentar mais um pouco. Fomos de Bananérrimo como sobremesa, que compunha bruleé de banana e gengibre, sorvete de banana com pé de moleque, pastel de banana, bananada de tacho com especiarias e chips de banana (João: “essa sobremesa quer dizer suicídio para meu irmão” = ele odeia bananas). Para meu alívio, achei a sobremesa bem bolada e gostosa, apesar dos incessáveis fiapos de gengibre que saíam do bruleé talhado.

Apesar do site do bananeira estar super bem apresentável, não achei o ambiente tão “oohh” pessoalmente. Tentando explicar a minha conclusão precipitada no início deste post, sobre a identidade nacional, senti uma falta do calor e acolhimento que os brasileiros têm e que o mundo todo reconhece. Faltou o timbre, o colorido (por mais que o restaurante fosse), a graça de receber bem. Sem isso, até os pratos perdiam valor…

A conta foi pedida e ela chegou acompanhada por uma folha de sugestões. Eu escrevi nela dizendo que o atendimento não foi bom e tinha um mise-en-place precário, assinando meu nome e meu e-mail. Nada chegou na minha caixa de entrada até agora.
avaliações recomendadas

Ontem fui jantar com amigo lá, comprei um voucher no Peixe Urbano. O site de promoção indicava outro site para fazer a reserva, o Zuppa. Fiz a reserva pelo site sugerido e horário que estava disponível. Quando chegamos um pouco atrasados, encontramos o restaurante ainda fechado, como o portão estava entre aberto e procuramos informações.
Fomos muito bem recebidos pelo gerente, avisou que o restaurante abre a partir das 19:00. Contudo nós atenderia.
Gostamos muito do fondue de queijo e os acompanhamentos e também do de chocolate.
O atendimento não temos o do que reclamar, sempre muito atenciosos quando solocitamos.
Gostamos também da decoração e trilha sonora ambiente num volume atequado para se ter uma boa conversa.
Compartilhar experiências reais é nosso objetivo. São filtradas resenhas spam, ofensivas, que não se refiram ao local ou que sejam/pareçam resultado de conflito de interesse.

O Bananeira é um dos precursores em comidas típicas brasileiras em alto nível em São Paulo, muito embora não possui comparação com seus atuais concorrentes neste mercado (os quais não cabe aqui citar) muito embora, atualmente acredito que o Banaeira não tenha mesmo intenção de tanto.

Não quero com isso diminuir o valor do restaurante, que apresenta bons pratos e um preço muito razoável, a ainda mais quando tratamos dos diversos festivais de comidas que são realizados no local.

Sem dúvida vale a pena conferir os pratos que são bem diferentes daqueles que encontramos na maioria dos abres e restaurantes da cidade, mas tendo a consciência que são pratos de qualidade regular nada de extraordinário.

O ambiente é também bem interessante, com um espaço interno muito confortável, música ambiente sempre brasileira de ótimo gosto, e contando com uma área de lazer interesante para distrair as crianças.

Quanto ao atendimento pelo menos em minha experiência nada a reclamar, sendo a mairia dos garçons bem educados, com excessão de um em específico contudo nada que atrapalhe um conjunto bem legal.

Especialista em Restaurantes Brasileiros com 21 opiniões na categoria

Que tal um menu degustação com 6 pratos por 39 reais? Comprei a promoção no site WeGo. Como volta e meia alguns restaurantes repetem as promos em outros sites de compra coletiva… uma amostra de como são as comidinhas no restaurante Bananeira Morumbi.

O jantar começou com uma salada sem graça, algumas folhas de alface, tomate e pinhão. O molho ralo não satisfez a nenhum dos três que provou.

Depois provamos um risoto de palmito e um caldo de mandioquinha (foto abaixo).



Ainda teve carne seca com feijão e farofa. Após 4 pratos, mesmo que em pequenas porções, dava para ir logo para a sobremesa e mais nada.

Mas antes da sobremesa veio o maior prato do menu, uma porção farta de camarão com abóbora e batata.



E, para finalizar, a sobremesa: sorvete de queijo com goiabada.

(continuação...)

Não estávamos nem mais ansiosos para comer, muito menos com fome.
Os pratos não demoraram a chegar. O meu foi o Spaghetti Ver-o-Peso (??) (R$ 45,00) com camarões rosa e seco, iscas de tambaqui, jambu, tucupi, tomate fresco. O ponto não estava ruim, mas esperava muito mais sabor com muito menos camarão-geladeira-velha. Estava um tantinho gorduroso.

O prato do João foi o que eles disseram ser o carro-chefe, o Borogodó (R$ 39,00). Carne seca com cebola na manteiga de garrafa, baião de dois com feijão de corda, pimenta biquinho, queijo coalho e cebolinha. Achei bom, não excelente. O João achou que precisava de mais criatividade no prato. Acho que ele quis dizer no sentido da composição das texturas e da forma como ela era entendida na boca.

Mas decidimos tentar mais um pouco. Fomos de Bananérrimo como sobremesa, que compunha bruleé de banana e gengibre, sorvete de banana com pé de moleque, pastel de banana, bananada de tacho com especiarias e chips de banana (João: “essa sobremesa quer dizer suicídio para meu irmão” = ele odeia bananas). Para meu alívio, achei a sobremesa bem bolada e gostosa, apesar dos incessáveis fiapos de gengibre que saíam do bruleé talhado.

Apesar do site do bananeira estar super bem apresentável, não achei o ambiente tão “oohh” pessoalmente. Tentando explicar a minha conclusão precipitada no início deste post, sobre a identidade nacional, senti uma falta do calor e acolhimento que os brasileiros têm e que o mundo todo reconhece. Faltou o timbre, o colorido (por mais que o restaurante fosse), a graça de receber bem. Sem isso, até os pratos perdiam valor…

A conta foi pedida e ela chegou acompanhada por uma folha de sugestões. Eu escrevi nela dizendo que o atendimento não foi bom e tinha um mise-en-place precário, assinando meu nome e meu e-mail. Nada chegou na minha caixa de entrada até agora.
Primeira opinião do lugar

Começando o post com uma conclusão, naquela noite ficamos a procurar, ou ao menos desejar a tal “identidade nacional” muito além das aparências, enquanto jantávamos no restaurante Bananeira…..
Primeiro, que o local do restaurante não é daqueles que agente sabe se virar nos 30 pra achar, uma vez dada referência….(calma, Té, calma….o post ainda só tá começando)

Por muito tempo eu tive vontade de conhecer o restaurante… em dois mil e sete eu tive que pesquisar restaurantes brasileiros e o Bananeira entrou na lista de pesquisa..(junto com o Capim Santo e Brasil a Gosto..posts futuros à parte) Já viram o site deles? Um charme… me instigava tanto!! O cardápio, ambiente, carta de vinhos, o carro-chefe, seus conceitos…

Até que chegou o dia de conhecermos ao vivo e ao gosto. Sem saber, fui até quase a caráter, com uma roupa leve, em tons bege… acho que o inconsciente quis me fazer sentir envolvida.
Pensamos que chegaríamos tarde, quando muitas mesas já estivessem ocupadas e teríamos que aguardar na fila de espera, já com fome. Nós deparamos com 3 mesas e seus comensais. Então nossa primeira dúvida da noite foi para escolhermos uma das 20 mesas restantes dentro do salão para sentarmos.
Escolhida a mesa, a segunda dúvida foi para escolher o prato…hum…..

Para divirmos a entrada, fomos de Palmito Pupunha da Casa que, por sinal, foi uma ótima escolha. Veio assada em uma porção beeeem grande, um palmitão mesmo! Acompanhava rúcula temperada, fatias de tomate e cebola crocante por cima. Gostamos bastante e foi bom termos dividido pois era grande mesmo.

Durante o intervalo entre a entrada e os principais, decorreram alguns incidentes que, para nós, foram significativos. Primeiro que a mesa estava com um dos pés curtos…acredito que alguns possam ter entendido o meu incômodo ao ver os copos se balançando a cada vez que eu apoiava ou retirava o braço. Quando deixamos isso pra lá, pude notar o João atento à taça para ver a translucidez do vinho que pedimos…eu estava enganada. Ele estava é encarando aquela gosma nojenta que veio por fora da taça! “Aiai…não vamos nos preocupar”. Outras dúvidas surgiam enquanto esperávamos… “Por que não nos serviram o couvert se estão oferecendo para outras mesas?” “Ninguém serve o vinho aqui?” (vendo João se esticar da cadeira para alcançar a garrafa de vinho)…. a partir daí nosso entusiasmo declinou-se. Peguei o sal para temperar o palmito e adivinhem… deviam ter limpado o saleiro com pano úmido, o que fez com que os buraquinhos ficassem entupidos… sem pensar em frescuras, peguei o palito de dente e comecei a desentupir, mas fechou de novo! Ai já tá demais. “Garçom! Por favor, pode me trazer outro saleiro? Esse está sem condições”. Logo que o garçom olha o saleiro, tenta uma manobra com a mão, não consegue desobstruir e bate-o forte contra a nossa mesa! “Pá!”. Sem resultado, vai buscar um outro saleiro e depois chega com um novo, derrubando algumas coisas da nossa mesa. Vai embora, volta e pede desculpas. À essa hora nosso entusiasmo, que antes estava em declínio, caiu em desgraça total.
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