Um dos cartões postais de São Paulo. Impossível querer conhecer a terra da garoa sem visitar essa avenida. É possível encontrar diversas coisas para fazer e visitar por lá.

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Diz a história da Av. Paulista:

"A avenida foi criada no final do século XIX a partir do desejo de paulistas em expandir na cidade novas áreas residenciais que não estivessem localizadas imediatamente próxima às mais movimentadas centralidades do período, por essa época altamente valorizadas e totalmente ocupadas, tais como a Praça da República, o bairro de Higienópolis e os Campos Elísios. A avenida Paulista foi inaugurada no dia 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro Joaquim Eugênio de Lima (que possui busto em sua homenagem e memória no Parque Trianon) e do Dr. Clementino de Souza e Castro (na época Presidente do conselho de intendências da cidade de São Paulo, atual cargo de Prefeito) , para abrigar paulistas que desejavam adquirir seu espaço na cidade.

Naquela época, houve grande expansão imobiliária em terrenos de antigas fazendas e áreas devolutas, o que deu início a um período de grande crescimento. As novas ruas seguiam projetos desenvolvidos por engenheiros renomados, e nas áreas mais próximas à avenida e a seu parque central os terrenos eram naturalmente mais caros que nas áreas mais afastadas; não havia apenas residências de maior porte, mas também habitações populares, casebres e até mesmo cocheiras em toda a região circundante. Seu nome seria avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas Lima declarou: “Será Avenida Paulista em homenagem aos paulistas”.

No fim do anos 20, seu nome foi alterado para avenida Carlos de Campos, homenageando o ex-presidente do estado, mas a reação da sociedade fez com que a avenida voltasse a ter o nome com o qual foi criada e é conhecida até os dias de hoje.

A avenida foi aberta seguindo padrões urbanísticos relativamente novos para a época: seus palacetes possuíam regras de implantação que, como conjunto, caracterizaram uma ruptura com os tecidos urbanos tradicionais. Os novos palacetes incorporavam os elementos da arquitetura eclética (tornando a avenida uma espécie de museu de estilos arquitetônicos de períodos e lugares diversos) e dos novos empreendimentos norte-americanos: estavam todos isolados no meio dos lotes nos quais se implantavam, configurando um tecido urbano, diferente do restante da cidade, que alinhava a fachada das edificações com a testada do terreno. Isso fez com que a avenida possuísse uma amplidão espacial inédita na cidade.

A avenida Paulista foi a primeira via pública asfaltada de São Paulo, em 1909, com material importado da Alemanha, uma novidade até na Europa e nos Estados Unidos.

Esse perfil estritamente residencial da avenida permaneceu até meados da década de 1950, quando o desenvolvimento econômico da cidade levava os novos empreendimentos comerciais e de serviços para regiões afastadas do seu centro histórico.

Durante as décadas de 60 e 70, porém, e seguindo as diretrizes das novas legislações de uso e ocupação do solo, e a valorização dos imóveis incentivada pela especulação imobiliária, começaram a surgir naquele local os seus agora característicos "espigões" - edifícios de escritórios com 30 andares em média.

Durante esse período, a avenida passou por uma profunda reforma paisagística. Os leitos destinados aos veículos foram alargados e criaram-se os atuais calçadões, caracterizados por um desenho branco e preto formado por mosaico português. O projeto de redesenho da avenida ficou a cargo do escritório da arquiteta-paisagista Rosa Grena Kliass, enquanto o projeto do novo mobiliário urbano da avenida foi assinado pelo escritório Ludovico & Martino."

Digo eu, sobre a Av. Paulista:

É um lugar ímpar. Você se sente insignificante quando chega nela nas primeiras vezes. É difícil de se acostumar com tanta opulência demonstrada pelos arranha-céus, pelos trajes das pessoas que por lá circulam, pelo padrão social de seus arredores e pela miscelânea cultural de inúmeros países presentes naquele ponto.

Tenho uma parte da Paulista em meu DNA, um imóvel que pertenceu à uma parte de minha família ficava naquele local, onde hoje existe o prédio da FIESP, assim como um antepassado é lembrado no Parque Trianon com uma estátua em sua homenagem, por ter vindo desbravar estas terras para a coroa portuguesa, seu apelido (Anhanguera) é mais conhecido que seu nome Bartolomeu Bueno.

É um local onde eu chego e não tenho pressa em ir embora.

Coração econômico da América Latina... Palco de contrastes inúmeros... Mas, ainda assim, magnífica.

Não há mais o que se falar da Avenida Paulista do que já foi falado aqui, então, resta-me apenas dar um depoimento do que essa avenida significa para mim.
Quando jovem eu nunca tive vontade de conhecer São Paulo, que achava que deveria ser um caos. Entretanto, no início da década de 90, tive que ir a São Paulo, num mês de Janeiro, para resolver alguns problemas que estavam ocorrendo com um sistema. Eu fiquei hospedado na Avenida Paulista e trabalhando lá também, no número 1842, o famoso prédio da Sucata, imortalizado pela novela Rainha da Sucata, da Rede Globo, a qual, por sinal, estava sendo gravada na ocasião, então, tive a oportunidade de acompanhar algumas das gravações.
Foi amor à primeira vista. Eu simplesmente me apaixonei pela cidade, a começar da Avenida Paulista. A qualquer hora do dia ou da madrugada que eu passasse por lá, havia movimento e coisas a se ver.
Com o tempo fui conhecendo a avenida em todos os seus recantos, caminhando a pé por toda a sua extensão, parando em cada loja, parque, feira, museu, banca de jornal..... Foram muitas e muitas caminhadas por aquela avenida.
De lá passei a conhecer o restante da cidade, pela qual só fiz reforçar minha adoração.
Passei anos indo e vindo a São Paulo e, quando não tinha mais serviço para fazer lá, acabei me mudando para a cidade.... Foi apenas uma pequena temporada de 3 anos, onde pude conhecer bem melhor a cidade, seus lados bons e ruins, mas o fascínio pela Avenida Paulista persiste até hoje e sempre que vou a Sampa, faço questão de dar uma passadinha por lá.

Realmente é um cartão postal da cidade. Talvez o mais interessante dela. É aqui que tudo acontece e é o coração da cidade. Durante o dia ela é frequentada pelos que por ali trabalham ou estudam. Mas, não é raro ver turistas das mais diversas nacionalidades por ali. Também não é raro encontrar equipes de reportagem ou pessoas famosas. Tudo é a palavra certa aqui. Pois, tudo é o que está em volta desta grandiosa avenida.

É o local no país onde tudo que é importante acontece, seja passeata a favor ou contra o governo, desfiles de todos os tipos, seja de gays, lésbicas ou de igrejas. A passagem do ano mais importante no país acontece ali, com shows e música ao vivo. Quem vai a capital tem que ir até o centro e andar por essa rua.

A mais famosa avenida de São Paulo e uma das mais conhecidas do Brasil. É uma grande e larga avenida, com calçadas largas (diferente do comumente encontrado no Brasil). Cheio de lojas, bancos, arranha-céus, além de outras atrações como o MASP.
É uma parada obrigatória para qualquer visitante, pois é uma rua muito bonita, importante, cultural e, ademais, fica próxima à Rua Augusta, conhecido ponto boêmio da cidade.

Adoro passear na paulista, toda vez que vou a São paulo, é um lugar aonde você pode ver todos os tipos de arte de rua, todo tipo de pessoas e estilos um lugar pra sonhar e viver bem....... um charme misturado com tecnologia, que rola no centro financeiro do Brasil, eu simplesmente amo, sempre passar por lá.

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Umas das principais avenidas da cidade de São Paulo, fez parte histórica da cidade onde foram construídos grandes casarões dos Barões do Café, hj infelizmente somente alguns casarões sobrevive, no meio de imensos arranha-céus do centro financeiro, hoje é palco de várias comemorações, manifestações, onde está
localizado o Museu de Arte Moderna e aos domingos está sendo fechada ao trânsito sendo transformada em Rua de Laser uma boa pedida para passar o Domingo

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Avenida paulista é o lugar mais acessivel da cidade, pois é o centro financeiro da cidade. Aos domingos a prefeitura fecha a avenida para os veiculos podendo andar livremente pelo asfalto assim podendo praticar esportes, caminhadas, corridas e passear com a familia, como pedalar, andar de skate, patins e afins. Disponiveis 3 estações que desmbarquem na propria avenida paulista, dando acesso fácil a um domingo em familia para praticar esportes e entrar em forma

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A badalada e famosa avenida paulista é, sem sombra de dúvidas, o cartão postal da cidade de São Paulo. Conta com muitas empresas, sendo o coração econômico da América Latina. Também abriga lojas, shoppings, restaurantes e espaços para arte, cultura e lazer. É palco de manifestações sociais, culturais e artísticas.

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A Av Paulista, na minha opinião, é um dos locais que melhor representa São Paulo. Tem desde o hippie vendendo pulseiras até o alto executivo correndo para tirar seu carro do valet de 35 reais a hora. É o local onde o alternativo encontra o tradicional e os dois coexistem harmoniosamente (geralmente).
A Paulista que eu gosto é aquela do domingo, cheia de gente curtindo sem preocupação nem pressa. Ou a Paulista da noite, com aquelas bandas tocando e muita gente reunida para confraternizar com os amigos.
Resumindo, a Paulista é tudo de bom!

Sou suspeita pra falar da Avenida Paulista. Amo esse lugar, a diversidade de pessoas, muita coisa acontece nessa Avenida. Shoppings, restaurantes, sorveterias,praças, museu, feiras, músicos nas calçadas cantando lindamente...entre tantas outras coisas. Passar por São Paulo e não caminhar pela Paulista, certamente seu passeio não será completo.

Exibindo 14 opiniões | Total de 737 opiniões
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