Armazém Do Árabe

nota 4.0 de 5 em 11 opiniões
| Rank: 119º de 708 | Bares e Botecos
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O lugar possui uma decoração luxuosa, que lembra uma verdadeira viagem pelos contos fantásticos de "Mil e uma Noites" entre os tapetes persas, vasos de narguilé e fotografias diversas desta terra exótica.



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Quem chega ao local, acha que é um boteco qualquer, muito simples, mas bem arrumadinho, mas a comida servida, que é de especialidade árabe, é uma das mais gostosas que já comi e com um preço justo. Sugiro que peçam a porção mista em que podem ser escolhidos 3 itens e vem acompanhada por 3 pães sírios (R$ 37,90). Outra ótima pedida é o Dibabá, que é um bolinho de carne recheado com linguiça, kibe de mandioca e salada de cebola e azeitona (R$ 26,90). Este prato participou do Comida de Buteco de 2013. A rua Luz, onde fica localizado é bem tranquila e dá para estacionar fácil.

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Ambiente aconchegante e familiar (apesar de não muito jovem), cerveja gelada, ótima comida e preços (em sua maior parte) justos. Só tinham que investir num tratamento acústico: quando tem muita gente, o barulho que ecoa do teto beira o insuportável!

O Armazém do Árabe foi incluído no Comida di Buteco em 2006 e, depois de uma breve ausência no ano passado, voltou com um ótimo petisco para a edição de 2013. Composto por bolinho de carne recheado com linguiça, quibe de mandioca e salada espanhola de cebolas com azeitonas, o Dibabá acompanha bem uma cerveja gelada. O bolinho nos foi servido tanto na versão frito, quando estivemos no bar, quanto na versão cozido, formato este trabalhado na Saideira. Em ambas o interessante sabor da pimenta síria se fez presente, mas os primeiros eram maiores e, talvez por isso estivessem mais apetitosos. Já para o quibe não houve variação, e este se apresentou similar e bem executado nas duas oportunidades. A salada espanhola acompanha bem, sobretudo os bolinhos, enquanto o molho agridoce, que não é informado na descrição, casa-se melhor com os quibes.

Quanto aos aspectos secundários, o atendimento foi esforçado no dia da visita, e a higiene estava dentro do esperado. A temperatura da cerveja também agradou, mas o mesmo não se pode ser dito sobre a imposição dos rótulos premium (R$ 6,50 cada garrafa de Original).


Fui ao Armazém do Árabe por ocasião do já conhecido concurso Comida di Buteco, edição de 2013. Nesta edição do festival cujo tema (obrigatório) é linguiça e mandioca, eles ofereceram aos clientes um prato de bolinho de carne recheado com linguiça, quibe de mandioca, salada de cebola com azeitons e pimenta biquinho, e um molho de especiarias.
O lugar é muito bacana, com mesas e cadeiras confortáveis, bom ambiente, e mesas na calçada de uma rua tranquila. Decoração que lembra mesmo um armazém antigo, que fiquei sabendo era o que de fato funcionava no lugar há uns 30 anos.
Não experimentei outros pratos, mas o que está concorrendo no festival é bom. Nada espetacular ou que chame atenção nem mereça um grande destaque. A inovação colocada no prato em razão dos ingredientes obrigatórios foi uma solução bem interessante, mas o sabor no final não acompanhou a novidade. A porção não é grande também, e achei apenas suficiente para duas pessoas - o que no meu entendimento de butequeiro é uma porção muito pequena para ser comida de boteco.
O atendimento foi excelente! Rápido, cordial, simpático e eficiente. Talvez incentivado pelo concurso, mas pareceu que o pessoal realmente está habituado ao bom atendimento.
Estacionar perto de lá, na rua, depende um pouco de sorte, pois embora seja uma rua tranquila e vazia, é pequena e próxima a outros restaurantes e ao Lifecenter, então as vagas são concorridas.

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Grata surpresa do meu marido me trazer aqui hoje, nessa noite quente de verão de início de ano! Amo este lugar ! Prosaico como ele só, parece um poema de Drummond de tão mineiro até começar a comilança ... Porque os sabores são típicos e acirrados tanto o quanto basta. Homens conversando ente homus e bababhamuj ! A porção mais cara é R$29,90.

O Armazem do Árabe é um coringa: lugar aconchegante, familiar, bom para butecar e melhor ainda para comer.
Como o bar não é grande, o atendimento é sempre super personalizado, e os garçons estão preparados para indicar os melhores pratos para cada gosto.
Eu indico o Combinado Árabe (algumas pastas acompanhadas de pão sírio), o tradicional kibe crue o kibe frito.
Os pratos do Comida de Buteco também são ótimos.
O "porém" fica para a cartela de cervejas, que é bem limitada.

Resolvemos prestigiar, mais uma vez, o Comida di Buteco e fomos ao Armazém do Árabe na Rua Luz, 230, Serra (3223-1410). A rua é pequena, começa na Afonso Pena e termina na Estevão Pinto, não é muito conhecida, mas tem a vantagem de existir sempre vagas para estacionar.
O bar, fundado em 2000, tem uma decoração simples; apenas o vaso de narguilé no balcão e a bandeira do Líbano a indicar a natureza do bar. O bar tem um pé direito bastante alto e alguma coisa poderia ser feita para ornamentar o teto e servir com solução acústica para o ambiente.
Barulho não parece ser uma coisa que incomoda aos donos, pois eles próprios conversam bastante alto com fregueses no balcão, nos deixando com a sensação de estarmos em um ambiente com mais duzentas pessoas e não apenas as cinqüenta que ocupavam o salão do bar.
Vou, inclusive, enviar uma sugestão para os organizadores deste evento para premiarem o melhor trabalho acústico em 2010. Será que cola? Será que outras pessoas também estão preocupadas com barulho? Serão que os usuários de butecos acham que a conversa alta ajuda a compor o clima? A ver.
O bar tem área para fumantes que é próprio bar e reserva o passeio como a área para não fumantes. Se você é não-fumante e estiver chovendo terá que ir a outro bar. Ih!, acho que estou ficando é velho.
Mas, apesar do barulho e do cigarro, foi muito agradável comer o prato deste ano: Picadinho à moda Bidfine (carne em cubos com grão de bico, hortelã, pão sírio e especiarias árabes). Sentir os deliciosos sabores da comida árabe, felizmente tem preço, custa por R$19,90, e o dono não quis explicar para Vilminha quais especiarias são utilizadas. – É um segredo. – respondeu. Como não gosto de ficar sabendo segredos de ninguém, prefiro voltar lá toda vez que der vontade.
Comemos também o prato de 2007: Tabish (quibe assado, tomate e molho de Tahine). Custa R$17,90. O molho estava uma delícia, mas como sou um saudosista velho, continuo preferindo os quibes cru do extinto restaurante da Maria Turca, na Rua Turquesa.
O Gabriel, que ainda não definiu se será massagista ou fotógrafo, captou com suas lentes, o olhar oblíquo, dissimulado, da Vilminha que estava olhando para alguém nas mesas ao lado. Não conseguiu captar o travo do Humberto; muita calma, companheiro, nestas horas, a vida é como as ondas, vão e vem.
Cristina e Juliana, utilizando a técnica de eliminar as papadas em fotos (comprima a língua contra o céu da boca) ficaram muito bem na foto.
E o Gera? Apareceu para sair na foto e pedir duas saideiras; explicou que não é bom para ninguém, nem para as cervejas, saírem sozinhas, elas têm que sair acompanhadas.
Foto opinião do Augusto Rodrigues Borges sobre Armazém Do Árabe
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