Aeroporto de Congonhas (CGH)

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Quem conhece Congonhas dos bons tempos sabe o charme que ele tem, um aeroporto do tamanho de gente, ao contrário de gigantes áridos de concreto por aí. E sendo o segundo aeroporto mais movimentado do Brasil segundo o DECEA, é quase impossível um viajante não tê-lo usado alguma vez na vida, portando dispensa maiores apresentações.
Então, para simplificar, algumas dicas para aproveitá-lo melhor.
1) Curta a região dos balcões de check-in e o saguão, com piso quadriculado preto e branco, partes que restam ao público do antigo aeroporto, de tempos em que a vida e o carinho humano valiam mais.
2) No embarque, não há apenas uma, mas duas áreas de raio X, no térreo e no andar superior. Escolha a que for mais prática: a do térreo é menor mais não precisa pegar elevador ou escada; a do superior tem mais máquinas, porém a distância até lá é grande. Como estão conectados por dentro e por fora, você pode subir ou descer depois.
3) Enquanto espera o voo, preste muita atenção nas mudanças de portões de embarque. Congonhas tem quase 600 decolagens por dia, e os embarques são por regime de "slots", o que leva a várias trocas conforme situação dos voos.
4) As opções de lanches estão entre as mais variadas dos aeroportos domésticos do país (não conte os internacionais, que é covardia). Com as novas opções na ala de desembarque e dos táxis no subsolo (MacDonalds, Pizza Hut, baked potato, Giraffa's, etc.), empatam até com shoppings menores. O problema é que estão espalhados em vários pontos, então procure bem.
5) Também estão espalhados pelo aeroporto o comércio, serviços e caixas eletrônicos (esta semana tinha uma fila enorme no Santander no mezanino, aí desci dois pavimentos e saquei sem fila nos muitos caixas eletrônicos da ala de táxis).
6) Ao desembarcar e pegar um táxi, compare as filas das duas categorias de táxi: a comum (do lado direito, cor branca), e a especial (do lado esquerdo, vermelho e branco). Se a do táxi especial estiver vazia, fique com esse: hoje, a tarifa é idêntica à do comum, os veículos são melhores, e os motoristas costumam ser mais gentis. Tenho feito isso nas últimas viagens e só tenho me dado bem.
7) Chegando no aeroporto de carro, se a alça de acesso estiver congestionada e travando completamente, uma tática que alguns motoristas usam é descer para área de desembarque ou o estacionamento. Caso já tenha feito o check-in em casa e não precise despachar bagagem, bastará subir pelo elevador ou escada rolante para já chegar no saguão; mesmo que não tenha feito, há totens perto das escadas rolantes. Na verdade, uma vez até já desci na avenida Washington Luis. Bastou atravessei a rua e já estava dentro do aeroporto. Essa é uma das vantagens do aeroporto central.
8) De manhã até umas 9 horas, ou final da tarde/começo da noite, desloque-se com uma margem de folga: o aeroporto fica superlotado, em parte por causa da omissão da empresa administradora, que faz com que quase metade dos embarques seja feito por ônibus, provocando filas por todo lado.
9) Se tiver um bocado de tempo até o embarque, e não suportar muvuca, uma dica é dar uma olhada nos portões das extremidades do piso superior (1 a 3, 10 a 12). Como o aeroporto não é muito grande, o deslocamento não tomará muito tempo.
10) A dica mais importante, ou pedido, é: por favor, participe de qualquer campanha ou movimento para desestatizar Congonhas.
Há uma longa história de problemas de administração da sua atual gestora, a Infraero (que não foi a primeira, e não pode ser a última). Das 22 posições de embarque, só 13 são por fingers, o restante é por posições remotas; várias pontes de embarque elas tem infiltrações e goteiras, e mais de uma vez, teve forro desabado, fechando uma delas obras de melhoria são postergadas ou adiadas ad infinitum; os serviços são ruins, e comparando sua estrutura com a incrível transformação dos aeroportos geridos por empresas normais (Guarulhos, Campinas, Confins, Brasília, etc., etc.), Congonhas hoje é patética, e carrega uma longa lista de suspeitas de desvio de dinheiro público.
Tirar o aeroporto dessa estatal ineficaz só trará bem para o país, mas enfrenta terrível resistência dos políticos e dos servidores públicos que a parasitam. Por favor, ajude a enfrenta-los.
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Quem conhece Congonhas dos bons tempos sabe o charme que ele tem, um aeroporto do tamanho de gente, ao contrário de gigantes áridos de concreto por aí. E sendo o segundo aeroporto mais movimentado do Brasil segundo o DECEA, é quase impossível um viajante não tê-lo usado alguma vez na vida, portando dispensa maiores apresentações.
Então, para simplificar, algumas dicas para aproveitá-lo melhor.
1) Curta a região dos balcões de check-in e o saguão, com piso quadriculado preto e branco, partes que restam ao público do antigo aeroporto, de tempos em que a vida e o carinho humano valiam mais.
2) No embarque, não há apenas uma, mas duas áreas de raio X, no térreo e no andar superior. Escolha a que for mais prática: a do térreo é menor mais não precisa pegar elevador ou escada; a do superior tem mais máquinas, porém a distância até lá é grande. Como estão conectados por dentro e por fora, você pode subir ou descer depois.
3) Enquanto espera o voo, preste muita atenção nas mudanças de portões de embarque. Congonhas tem quase 600 decolagens por dia, e os embarques são por regime de "slots", o que leva a várias trocas conforme situação dos voos.
4) As opções de lanches estão entre as mais variadas dos aeroportos domésticos do país (não conte os internacionais, que é covardia). Com as novas opções na ala de desembarque e dos táxis no subsolo (MacDonalds, Pizza Hut, baked potato, Giraffa's, etc.), empatam até com shoppings menores. O problema é que estão espalhados em vários pontos, então procure bem.
5) Também estão espalhados pelo aeroporto o comércio, serviços e caixas eletrônicos (esta semana tinha uma fila enorme no Santander no mezanino, aí desci dois pavimentos e saquei sem fila nos muitos caixas eletrônicos da ala de táxis).
6) Ao desembarcar e pegar um táxi, compare as filas das duas categorias de táxi: a comum (do lado direito, cor branca), e a especial (do lado esquerdo, vermelho e branco). Se a do táxi especial estiver vazia, fique com esse: hoje, a tarifa é idêntica à do comum, os veículos são melhores, e os motoristas costumam ser mais gentis. Tenho feito isso nas últimas viagens e só tenho me dado bem.
7) Chegando no aeroporto de carro, se a alça de acesso estiver congestionada e travando completamente, uma tática que alguns motoristas usam é descer para área de desembarque ou o estacionamento. Caso já tenha feito o check-in em casa e não precise despachar bagagem, bastará subir pelo elevador ou escada rolante para já chegar no saguão; mesmo que não tenha feito, há totens perto das escadas rolantes. Na verdade, uma vez até já desci na avenida Washington Luis. Bastou atravessei a rua e já estava dentro do aeroporto. Essa é uma das vantagens do aeroporto central.
8) De manhã até umas 9 horas, ou final da tarde/começo da noite, desloque-se com uma margem de folga: o aeroporto fica superlotado, em parte por causa da omissão da empresa administradora, que faz com que quase metade dos embarques seja feito por ônibus, provocando filas por todo lado.
9) Se tiver um bocado de tempo até o embarque, e não suportar muvuca, uma dica é dar uma olhada nos portões das extremidades do piso superior (1 a 3, 10 a 12). Como o aeroporto não é muito grande, o deslocamento não tomará muito tempo.
10) A dica mais importante, ou pedido, é: por favor, participe de qualquer campanha ou movimento para desestatizar Congonhas.
Há uma longa história de problemas de administração da sua atual gestora, a Infraero (que não foi a primeira, e não pode ser a última). Das 22 posições de embarque, só 13 são por fingers, o restante é por posições remotas; várias pontes de embarque elas tem infiltrações e goteiras, e mais de uma vez, teve forro desabado, fechando uma delas obras de melhoria são postergadas ou adiadas ad infinitum; os serviços são ruins, e comparando sua estrutura com a incrível transformação dos aeroportos geridos por empresas normais (Guarulhos, Campinas, Confins, Brasília, etc., etc.), Congonhas hoje é patética, e carrega uma longa lista de suspeitas de desvio de dinheiro público.
Tirar o aeroporto dessa estatal ineficaz só trará bem para o país, mas enfrenta terrível resistência dos políticos e dos servidores públicos que a parasitam. Por favor, ajude a enfrenta-los.
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O aeroporto é bem localizado, o atendimento é muito bom, muito bem sinalizado, tirando o fato de mudança de portão que sempre ocorre, meu voo foi pontual e tem Fácil acesso ao centro de São Paulo
Congonhas tem ainda uma boa infraestrutura de lojas e lanchonetes,, o problema são os altos preços...

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Aeroporto muito grande e bem movimentado... hoje está lotado, então precisa tomar muita atenção para não perder nada e ficar atento aos auto falantes, pois as companhias aéreas mudam frequentemente os portões de embarque e você poderá caminhar um trecho longo para chegar até a aeronave. Dentro da sala de embarque inferior tem pouca opção de lanchonete e alimentação.
Foto opinião do Adriano S Giacomet sobre Aeroporto de Congonhas (CGH)

Um aeroporto muito bom bem no coração da cidade de São Paulo, com excelente atendimento, serviços diversificados de variadas empresas comerciais e das companhias aéreas com diversos guichês para atendimento ampliado. Banheiros e acessos sempre limpos e organizados. Só não é excepcional, pois o espaço para circulação dos aviões é mais reduzido do que os atuais aeroportos mesmo assim é um bom aeroporto.

Aeroporto de fácil acesso, opções para compras e algumas opções para alimentação porém opções limitadas neste requisito. Sobre o atendimento sempre rápido e diversas formas de fazer o checking com varías máquinas de atendimento. Como o local do aeroporto é meio "irregular" não se tem horário de vôo na madrugada e isso acaba limitando ele a alguns vôos.

O aeroporto está com problemas na infraestrutura, o ar-condicionado não funciona direito, tive 2 passagens rápidas no mês de abril, em dias quentes, e foi horrível a espera, muita gente reclamando do mesmo problema, não condiz nem com 10% da taxa de embarque cobrada no local. Precisa melhorar urgente!!

O aeroporto de Congonhas é um dos mais importantes aeroportos do Brasil. Lá acontece inúmeras conexões de passageiros que, por não ter vôos diretos se vêem obrigados a por lá passar.
O lugar é bem grande, tem várias lanchonetes que como todo aeroporto, tem preços exorbitantes.
Os banheiros são limpos, os funcionários são educados e os espaço tem boas cadeiras e também disponibilizam rede wi-fi sem fio.

Aeroporto localizado dentro da cidade de São Paulo, portanto muito perto dos negócios, essencial para quem vai a negócios na cidade, mas com um trânsito caótico ao redor, portanto deve ser bem pensado aonde se vai na cidade para escolher em qual aeroporto comprar a passagem. Pequeno, mas acessível e confortável.

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Aeroporto que recebe bastante voos
diariamente, achei os banheiros muito limpos , apesar da alta demanda. Há muitas opções para lanches tanto na área externa quanto na área de embarque. O embarque inferior é bem precário mas você pode descer somente no horário de seu voo. Para almoçar achei fraco de opções.

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O aeroporto de Congonhas possui uma ótima estrutura, embora seja relativamente menor que os demais. Porem, gostei da estrutura e disponibilidade de espaços para trabalhar e produzir, enquanto aguardamos pelo vôo. Há restaurantes de todos os gostos, mas sempre com preço elevado, normal. Localização estratégica, com fácil acesso à todas as regiões se São Paulo.

Nós fomos viajar para o Rio de Janeiro e fizemos escala em São Paulo no aeroporto de Congonhas.

Eu achei bem melhor que o de Guarulhos, lá é muito cheio, o de Congonhas eu achei mais tranquilo, mais receptivo.

Essa é a minha opinião, vai que no dia que eu fui era de baixa temporada.

Mas, eu gostei da infraestrutura do local, tudo bem organizado e explicado, não tivemos nenhum problema ao passar por lá.
Eu pegando o avião
"Eu pegando o avião"
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