Salomé

nota 4.0 de 5 em 42 opiniões
Este local está fechado

Endereço: Passatempo, 335, Carmo - Belo Horizonte , MG - Brasil - 30310-760

Preço: $$$$  (De R$26 até R$50)

Oferta

Quer receber ofertas do(a) Salomé?

No Kekanto os donos de estabelecimentos podem publicar cupons de descontos para todos os seus consumidores.

Baixe grátis nosso aplicativo e confira as ofertas:

Digite seu celular*: * Enviaremos sem custo algum, um SMS com o link de download
Dicas rápidas Ver todas as dicas
Opiniões dos consumidores

O Salomé demonstrou ser um bom bar. E não poderia ser diferente, pois um bar que possui franquias pelo país, algo que não é tão comum, tem que ter um diferencial.
É diferenciado mas não é perfeito.
Na minha visita ao Salomé, o bar pecou em dois quesitos graves e fundamentais: comida e atendimento.
Explico.
Cheguei lá por volta de 21:00 a 21:30, e a casa já se encontrava bastante movimentada, ainda haviam mesas disponíveis para quem não tinha feito reserva, mas eram poucas.
De início o atendimento foi muito bom, diria até insistente, sabe quando o garçom fica parado do lado da mesa esperando você escolher?!
Para iniciar os trabalhos, fomos conhecer o cardápio e pedimos duas bebidas: marido foi de Sedução Salomé e eu de Dança de Salomé a R$15,90, todos os dois muito gostosos, mas um pouco enjoativos por serem adocicados, não consegui tomar mais de um.
Os drinques vieram rápido, pedimos um bolinho de bacalhau para acompanhar (20 unidades a R$27,90) já advertidos pelo cardápio que demoraria meia hora para a porção ficar pronta.
Mas parecia ser uma noite de sorte e demorou menos que isso.

Os bolinhos estavam bons, mas não eram surpreendentes, como é de costume, o bacalhau fez falta. Veio acompanhado de pimenta biquinho e algo que parecia ser uma maionese com legumes, de sabor delicado, que complementava, mas não comprometia o sabor um pouco salgado do bolinho de bacalhau.

Papo vai, papo vem, nos distraímos com os vários televisores espalhados pela casa e com as garrafas de cachaça com rótulos diferentes por todos os lados, fazendo jus à ampla carta dessa bebida que a casa ostenta.
Uma hora depois, a casa estava completamente lotada, pessoas formavam fila à espera de mesas, outras menos pacientes, desistiam e iam embora, os garçons sumiram e todo o encantamento inicial se foi.

Quando conseguimos chamar novamente o garçom, pedimos uma porção de pastéis de frango com catupiry a R$22,30 com 10 unidades. Não sabia, e não nos foi informado, nem consta no cardápio, que as porções poderiam ser feitas metade um sabor, metade outro.

Essas porção, demorou muito mais que a meia-hora prevista, e quando finalmente chegou à mesa, me deparei com pastéis de tamanho razoáveis, com recheio satisfatório, mas completamente murchos, culpa de um gênio da cozinha que resolveu colocá-los sobre uma cama de alface úmido. Pastéis novos com aspecto e textura de pastel dormido, triste!

Para acompanhar, Guaraná Antárctica lata a R$3,60, já que eu não me aventuraria em esperar muito por uma bebida.

Deveria ter seguido minha intuição e ido me servir do buffet de queijos e frios a R$64,90/kg, que estavam com uma ótima aparência e pareciam ser de excelente qualidade.

O bar é enorme, possui dois andares, com várias mesas distribuídas, cabe muita gente lá.
Grande também é o banheiro, espaçoso, arejado e impecavelmente limpo.
O público é bem selecionado, gente bonita, casais, famílias e grupos de amigos, nada de badalação/azaração.

Eu voltaria ao Salomé, mas num horário mais cedo, pois a casa não comporta e os garçons não dão conta de atender a tanta gente no melhor/mais movimentado horário de sábado à noite.

A parede coberta com 300 marcas de cachaça, que lhe dá o título de segunda maior carta de cachaças da cidade, impressiona e confunde os iniciantes. A cuidadosa Carta de Cachaça, entretanto, com informações sobre a procedência, teor alcoólico, madeira e preço ajuda na escolha e na formação de uma cultura, consciência e desenvolvimento de paladar dos apreciadores ou iniciantes dessa bebida.



Antes de me dirigir ao bar acessei o site buscando o endereço e só consegui sair (opção própria) depois de escutar toda a música que começa a tocar ao abrir o site. Fiquei escutando Iracema do Adoniran Barbosa e passeando pelo site (uma boa idéia), mas endereço mesmo que é bom não tinha. Encontrei o endereço da empresa franqueadora em Sorocaba, mas esqueceram de indicar o endereço aqui em BH (Rua Passa Tempo 335 – Sion, tel. 3654-5004), endereço que só consegui com amigos que estavam lá e tinham me convidado.



Mas já saí de casa sabendo que a minha cerveja preferida “Serramalte” custava o mesmo preço da Bohemia, Original, Brahma Extra e Budweiser (R$6), apenas vinte centavos a mais que a Brahma, Skol e Antártica. E tinha essa cerveja, de fato, contrariando a versão de muitos donos de bares que não conseguem comprá-la. Dessa forma, não precisei gastar não sei quanto a mais (no cardápio não consta os preços) com as importadas alemãs, belgas, argentinas e uruguaias.



Estão no ar há apenas nove meses. Reformaram uma casa, construindo uma varanda aberta e alta no que devia ser a garagem da casa. Vão ter que rebolar para controlar o barulho nessa varanda e evitar reclamações da exigente vizinhança, ainda mais nos dias de jogos de futebol que terminam quase à meia-noite.



O cardápio é bastante variado e sem frescuras. Estão lá os petiscos de carnes bovinas e suínas, as tábuas de carne, os caldos, os escondidinhos, as porções de pastéis, os lanches quentes e frios e a Pizza Frita (R$25) que deixei para conhecer em outra ocasião. Pela urgência da estada optei por uma porção de pastéis (10 unidades) de carne de sol com catupiry que estavam com recheio farto e de boa qualidade.



Achei o preço dessa porção de pastéis bastante honesta, bem como de todos os outros pratos que não provei – exceção feita aos petiscos com filé mignon, nada custa mais que R$30,00 – deixando entrever que estão dispostos a brigar feio pela clientela da região com os outros da região (Albanos, Tizé, etc), já que não fica a dever a esses concorrentes em qualidade, conforto, boas instalações, etc.



Gostei do fato de estarem declaradas no cardápio as condições de reserva de mesas, que é feita com facilidade através do site. Ao contrário dos bares de bairros abrem aos domingos e fecham nas segundas.



Fui lá para tomar posse no Conselho Fiscal da Acosb (associação que congrega os salinenses em BH), cargo que aceitei, ressalte-se, pelo convite ter partido do presidente Eliseu Corrêa, por não ter o que fiscalizar e, principalmente, pelas reuniões acontecerem apenas em bares.

No Salomé Bar eu já havia comparecido em Agosto de 2012, por ocasião do evento mensal do Kekanto. Trazia ótimas recordações do ambiente, mas queria tirar uma segunda prova da cozinha, que não me encantou naquela primeira visita. Fomos, Vivian e eu, no cair da tarde de um domingo de novembro do mesmo ano.

Chegando ao estabelecimento, fiz o "reconhecimento" do lugar, começando pelo último pavimento. É lá onde se localizam os banheiros, que vale dizer, são amplos, limpos e agradáveis. Quanto ao ambiente em si, ao que parece este somente é ocupado pela clientela a partir da lotação dos demais, o que pode ser explicado inclusive pelo seu exacerbado calor.

O ambiente intermediário, que é uma espécie de sacada do primeiro pavimento, tem a preferência dos casais. Já o primeiro a ser avistado quando se entra no Salomé, por fim, é o escolhido pelas turmas em suas confraternizações ou happy hours. Como sou muito encalorado, sugeri à Vivian ficarmos neste, e nos assentarmos na última mesa disponível junto aos janelões que dão vista para a rua. A nossa escolha, porém, só foi possível depois de termos convencido o garçom disso, já que a mesma lhe obrigaria a enxugar o chão próximo. Ainda hoje estamos na espera de tal iniciativa.

Para dar início ao que nos levou a este bar, que foi a expectativa por beber e comer bem, chamamos um segundo garçom. Este, mais simpático e proativo, serviu-nos um balde com duas garrafas de Original (R$ 6,20 cada), que estavam na temperatura adequada. Já a Vivian pediu um suco de abacaxi com hortelã, que por sua vez era bem menos encorpado do que o desejado.

No intuito de desfazer o desapontamento quanto aos quitutes da primeira visita, que foram a carne seca acebolada, o filé ao gorgonzola, o medalhão de frango e as bolinhas de queijo, sendo apenas o último deles realmente bom, resolvemos pedir algum prato que tivesse indicação. Foi quando me lembrei que um amigo me havia sugerido, certa vez, o sanduíche. Dentre as doze opções de lanches quentes e frios, optamos pelo "Mignon com cheddar" (R$ 17,90), para dividir. Composto por filé mignon (infelizmente em iscas), cheddar, muçarela e vinagrete na baguete, após a segunda mordida reclamei com o garçom pela ausência do queijo processado que dá nome ao sanduíche. Ele concordou que a cozinha pode ter esquecido, e logo me trouxe uma porção extra do mesmo. Ao me deparar com o potinho do pálido requeijão, notei que o "cheddar" já existia dentro do nosso lanche, por mais que que não tivesse nem o sabor e nem a aparência do mesmo. Uma pena que tenha me esquecido de fotografá-lo, para compartilhar com os amigos e leitores a "nova variedade" de cheddar. Seja como for, e apesar desse porém, considero que o sanduíche seja regular.

Depois de mais algumas garrafas, decidimos experimentar também o escondidinho de carne seca, este recomendado por meio de uma grande fotografia na capa do cardápio. Chegando à nossa mesa, notei que o Salomé trabalha com o purê de batatas, que na minha opinião não harmoniza tão bem com a carne de sol quanto o purê de mandioca.

Custando na faixa dos R$ 15,00, o seu recheio se mostrou tão insosso quanto a porção de carne seca experimentada em minha primeira visita.

O bar, há que se dizer, é uma franquia da rede paulistana com matriz em Sorocaba, e para que se posicione em um patamar mais elevado, talvez lhe falte justamente um acompanhamento mais efetivo dos proprietários da marca, sobretudo no que se refere à cozinha. O recebimento de todos os cartões, aliado a um interessante ambiente, e ainda uma invejável carta de cachaças, são aspectos que hoje representam os pontos fortes da casa. Acertados os demais quesitos, o Salomé terá plenas condições de competir com os inúmeros estabelecimentos existentes ao seu redor.

Obs: o bar fechou as portas no início de 2013.

Salomé foi uma personagem bíblica contundente. Sobrinha de Herodes Antipas, influenciada por sua mãe, usou e abusou da sensualidade na dança para subverter as emoções do tio-governante, e conseguir um troféu: a cabeça do profeta João Batista em uma bandeja de prata.

O peso dessa história sequer se assemelha à irreverência do bar Salomé. O boteco, que é uma franquia de Sorocaba (SP), tenta conquistar seu espaço na capital dos bares desde agosto de 2011. Com 350 cachaças, a casa tem o objetivo de chegar a 600 rótulos.

A decoração padrão é agradável e o atendimento, nota 10. A equipe é muito simpática e eficiente. Os pratos, entretanto, deixam a desejar. Falta sabor. Experimentamos a lingüiça flambada na cachaça, queijos, azeitonas, pastéis, bolinhos, carne de sol, espetinho de medalhão, filé com gorgonzola, entre outros. A lingüiça estava boa (foi o melhor prato que experimentamos), mas os queijos estavam salgados; os pastéis com fritura irregular; a carne sem textura e pouco tempero... Enfim, tem que melhorar. As bebidas, entretanto, estavam ótimas. Cervejas geladas e uma deliciosa caipi de amora. O Salomé acertou muito nesse drink. Imperdível. Quer um conselho? Vá de táxi.

Estivemos por lá graças ao 13º Evento do Kekanto que, inclusive, nos alçou à preciosa categoria de STARs. (Luxo puro!!!) O concurso de fantasias foi digno de campeões. Compareceram: Jesus (ou Moisés?), Bob Esponja, Kill Bill, Jennifer Lopez, Marilyn Monroe, os Corleones (Campeões imbatíveis), Zorro, Unicórnio, Sheik de Agadir (ou Laurence da Arábia?) e muitos mais. Divertidíssimo!

Despedimos dos preciosos Cláudia Villas Boas e Léo Morita, que deixam a direção do Kekanto BH para construir a vida no Japão. Certamente são amigos que a vida nos deu e por quem somos agradecidos. Sorte, casal lindo. Vocês farão falta. Muita falta.

Também, damos às boas vindas aos muito queridos Priscila e Caio. Pri, arrasa MDNA!

*MDNA é o nome da turnê da Madonna que vai passar pelo Brasil!

Fui apenas uma vez ao Salomé, mas pude perceber que o lugar está preparado para superar aquela estória de que em BH os bares não conseguem se manter, necessitando fechar/reformar/renomear. O Salomé parece que veio para ficar!
A casa tem ótimas instalações, com uma decoração de muito bom gosto e atendimento impecável. Fui lá para um aniversário e mesmo com a mesa enorme que havia o rapaz que nos atendia ainda conseguiu guardar o nome de algumas pessoas!
O buffet de frios se mostrou bastante interessante, e o cardápio tem boas porções, com destaque para os pasteizinhos...
A cerveja estava bem gelada! Aliás, para quem gosta de cervejas mais encorpadas o lugar tem algumas como as nacionais Original e Serra Malte, ou as importadas Leffe e Franziskaner.
A carta de cachaças é outro destaque e, como alguns já disseram, se você gosta de uma pinguinha te deixa na dúvida de tão grande que é.

Depois de muito tempo super curiosa pra conhecer o estabelecimento, devido aos comentários positivos de vários conhecidos, eis que finalmente tive a oportunidade de conhecer e vi que realmente merece os elogios.

O lugar é enorme e a decoração é bem bacana. Clima intimista, luz suave, carta imeeeeeeensa de cachaças expostas pela parede, cervejas variadas - nacionais e importadas, drinks diversos, mesa de frios atraente e cardápio com petiscos variados e aparentemente apetitosos.

Pedi uma porção de peixe a dorê (são duas opções de peixe e não lembro qual escolhi), que vieram com uma pequena quantidade de espinhas. E os pedaços de peixe em algumas partes estavam parecendo farofa, só "casca". Achei a porção apenas mediana no sabor, esperava mais. Depois volto para experimentar outras opções.

Outro ponto positivo (além do clima super agradável do estabelecimento) é o fato de as cervejas virem no baldinho com gelo. Evita de ficarmos chamando o garçom toda hora e mantem a cerveja gelada por mais tempo.
Exibindo de 1 a 7
Total de opiniões: 42
Você conhece o Salomé? Escreva uma opinião! Dê sua nota! Nota geral
Passe o mouse pelas estrelas clique para dar nota

Opinião
Para enviar fotos ou preencher os campos adicionais, faça seu (Você não perderá a opinião escrita)

Conteúdo relacionado
Paquerar Bares para Paquerar
Baixe grátis o app do Kekanto Escolha sua plataforma: