Sainte Marie Gastronomia

nota 4.6 de 5 em 17 opiniões
| Rank: 12º de 211 | Restaurantes Árabe
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O Sainte Marie fica em meu caminho diário, e sempre tentava ir almoçar, porém nunca conseguia, o restaurante sempre lotado e fica em uma rua estreita, ruim para estacionar, porém hoje consegui, e vamos para o que interessa, logo que cheguei fui recebido pela proprietária do restaurante, uma pessoa muito educada e atenciosa, logo que sentei a mesa recebi de entrada coalhada seca e pão sírio, que estava quente, muito bom, não sei se é comum eles fazerem isso, pois está entrada não foi cobrada, de prato principal pedi um Shawarma de cordeiro (R$33,00), lembra muito um kebab, estava muito bom, depois pedi uma esfiha de carne aberta (R$5,50), que sinceramente não encontrei um diferencial, mas estava bom, este é um lugar que irei voltar, pois o cardápio é muito tentador, quem estiver por perto vale conhecer, ou até mesmo reservar o final de semana para conhecer, muito bom.
Foto opinião do Ciro Vinicius Martins Roza sobre Sainte Marie Gastronomia

Depois de um longo e fervoroso verão, finalmente conheci o famoso Sainte Marie Gastronomia, considerado por muitos como o "Mocotó das Arábias", isso porque também é um restaurante singular com boa comida, comandado por um talentoso chef e disputadíssimo, com longas filas de espera. Justamente por ser tão concorrido, chegamos cedo, bem cedo, por volta das 11:30hs da manhã. O local é bem pequeno e realmente lota rapidamente.
A fachada simplória e o ambiente despretensioso coincidem com o que há de mais encantador por trás de todo esse sucesso: a hospitalidade, demasiada simplicidade e espontânea simpatia do chef Stephen Kawijan. Quem acompanha esse blog, sabe que dificilmente cito os nomes dos chefs, só de alguns poucos que definitivamente chamam a minha atenção e merecem todos elogios. Vai de mesa em mesa, conversa de igual para igual com seus clientes, possui o talento sem nenhuma empáfia, que é peculiar em muitos renomados chefs por aí. Ele está verdadeiramente de parabéns por tamanha humildade e espero que isso nunca mude, por mais alto sejam os objetivos que ele alcance. Ah e ele também é super antenado nas redes sociais, algo fundamental nos dias de hoje.


Como se não bastasse, Kawijan ainda realiza uma verdadeira arte em sua cozinha. Todo o tempero, cuidado na apresentação e harmonia de sabores são sentidos em sua culinária libanesa. Então, vamos ao que interessa, ou seja, comida da boa: começando pela Coalhada com a "piscininha" de azeite e pistache. Muito saborosa e sem sombra de dúvida, a melhor que já comi.


Depois pedimos Babaganush que estava boa, mas com um gosto muito pronunciado de defumado para o meu gosto. Porém, combinou perfeitamente com a cervejinha.


É chegado então o momento das esfihas, claro. Confesso que foi o meu preferido, uma vez que as esfihas de lá são sensacionais. Experimentamos a de Cebola, Basterma e Queijo de Cabra. Todas deliciosas, especialmente a de cebola.


A Mousaka foi a próxima pedida e ela era realmente diferente de todas as outras que comi, coberta com queijo de cabra e a base é de batata. O pessoal da mesa achou um pouco salgado, mas eu adorei.


E finalizando perfeitamente o nosso agradável almoço, pedi o Mousse de Chocolate com Calda de Maracujá de sobremesa. Nossa, aquilo é um mousse de verdade, o resto é história. Só de pensar, salivo e quero comer de novo.


O Hilton pediu a Torta de Pistache e também adorou.


Como nem tudo são flores, devo falar do atendimento que, apesar de toda simpatia e esforço do dono, deixa a desejar. Há até um aviso "fofo" (aliás, como tudo é lá, o chef criativamente adotou o adjetivo fofo para tudo que diz respeito ao seu restaurante) sobre tal equívoco. Nós nem nos importamos, já que estávamos em uma animada mesa de amigos e o que não nos faltava era assunto. Entretanto, talvez seja necessária a contratação de uma mão de obra mais especializada para corrigir esse erro.
Apesar desse contratempo, este é um excelente restaurante que certamente voltarei outras vezes. Não tanto quanto gostaria, pois fica bastante longe para mim. Mas, com toda certeza, vale a "viagem", as muitas calorias adquiridas e até o preço (que é um pouco salgadinho, rs).
Enfim, o lugar é uma incrível incursão na cozinha libanesa e foi uma "fofura" de experiência gastronômica que eu recomendo e muito!
Foto opinião do Vanessa Fernandes sobre Sainte Marie Gastronomia

Especialista em Restaurantes Árabes com 22 opiniões

Que comida maravilhosa. Sou fã de comida árabe, então sempre tô atrás de novidades - mesmo que isso envolva ir quase até Taboão da Serra. Mas vamos ao restaurante: o lugar é simples mas super bonitinho, e o serviço é muito atencioso e simpático. Você chega e já ganha uma porção de coalhada com azeite pra ir beliscando com pão - nessa hora já dá pra sentir que o restaurante é bom, porque a coalhada é incrível. Depois comi uma esfiha de basturmá (ou basterná, como está escrito lá) que deu vontade de chorar de tão boa: além do basturmá (uma espécie de carne seca armênia) ser ótimo, o tempero com pistache e limão (e mais o queijo e a massa levinha) também estava sensacional. Os pratos principais foram kafta de cordeiro e salada fatouch. A kafta, sem exagero, é a melhor que comi na vida. Não tem nem como explicar aquele tempero. E a carne super suculenta. O fatouch estava "só" muito bom. Pra fechar ainda teve café de cortesia. Tudo isso por uns R$ 50 e poucos.

A Moussaka de cordeiro é maravilhosa, e a coalhada então? É espetacular!
Não é a toa que o dono é chamado de "Rei das coalhadas".
As esfihas são deliciosas e fofas, como o restaurante inteiro.
A primeira vez que fui fiquei encantada com o bom atendimento, o chef Stephan falando com todos os clientes, passando de mesa em mesa.
Provem tudo que puderam, pois tudo é feito com muito capricho.
O restaurante é bem tradicional.
E ao chef Stephan... Mercizão pelo capricho e pelos pratos maravilhosos!
Assim que você vai embora do restaurante você já tem vontade de voltar de novo.
Sem contar o cardápio que é cheio de frases fofas, normalmente faladas diariamente pelo Chef Stephan, recomendo muito a visita!
Foto opinião do Karla Rodrigues Beltrani sobre Sainte Marie Gastronomia

Sem dúvidas, um dos melhores restaurantes onde já comi em toda a minha vida!

E não é um-dos-melhores-restaurantes-árabes, é um dos melhores no geral mesmo.

A comida é o grande destaque, e é excelente.

Mas deixa eu contar toda a experiência...

Chegamos cedo, por volta das 11h40, porque tínhamos um compromisso às 14h, e o local, que é pequeno, já estava com quase todas as mesas ocupadas.

À primeira vista, achei que estivesse no local errado, ou que tivesse entendido errado a proposta, porque parecia uma cantina árabe e não um restaurante. De longe, me pareceu pequeno, e do ponto de vista comercial é, de fato, um restaurante pequeno, mas que cresce (especialmente em seu paladar) à medida que os pratos vão chegando à mesa; e isso é o que importa.

Pedimos cerveja. Escolhemos a Serra Malte, e ela veio geladíssima. Com a cerveja, trouxeram o couvert, que é cortesia da casa: pão sírio e coalhada com azeite. Bem gostosinho.

E daí fomos olhar o cardápio... Que encanto! Tem umas frases fofinhas... Tudo é muito fofinho... E daí que você quer ler o troço todo e acaba esquecendo de pedir a comida! hauhauhauhah Ah, nada! Na hora da fome, nada desvia nossa atenção por tempo maior que alguns minutos... ahuahuaua

Para o almoço, pedimos: kibe cru, moussaka de carne de carneiro (com ovo) e kafta de carne bovina.

Quase não ia pedir a moussaka porque não tinha gostado de uma que comi em outro restaurante, mas... Ainda bem que segui a recomendação do pessoal aqui do Kekanto!

Aproveitei e pedi pratos que já conhecia, justamente para observar se a preparação era de alguma forma diferenciada...

Nossa, gente! Quando eu dei uma garfada na moussaka, o universo gastronômico tomou outro significado pra mim: o de que a gente deve respeitar a diversidade cultural na preparação da comida, e provar pratos que tenham o mesmo nome quando feitos por pessoas de origens diferentes. Isso agora virou lei.

Eu já sabia disso. O grande exemplo é a feijoada. A feijoada sergipana mais parece um cozido do que qualquer outra coisa. É super diferente da feijoada de outras regiões do país; é até diferente daquela de Estados nordestinos vizinhos! Mas eu sou tão viciada em provar coisas diferenciadas, pratos novos e diferentes, que muitas vezes não repito o que já conheço...

Gente, comi uma moussaka em um restaurante grego (bem famosinho daqui de São Paulo) e ela não parecia em nada com essa que comi lá. A canela, tão sutil e contraditoriamente marcante nesse prato, era imperceptível (ou inexistente) no preparo grego; fora que fui até obrigada a retirar a beringela da moussaka grega porque ela vinha em fatias enormes, gordas, que dominavam o gosto de todo o prato. A beringela dessa moussaka do restaurante árabe completava o prato, era uma delícia!

A Kafta foi a melhor que já comi em minha vida (meus amigos compartilharam da opinião). Interessante é que no mesmo dia, para o jantar, comi espetinho de Kafta e, olha, sem comparação! O kibe cru também estava uma delícia!

Pois bem. Conta paga, saímos do restaurante pouco antes das 14h e o local tinha uma fila enorme de gente esperando por uma mesa. Carros estacionados por tudo quanto era lado... Olha, cheguem cedo!

Enfim, amei. Voltarei sempre.

P.S: Se você chegou até aqui, leia também a opinião da Márcia B. Marchi (especialmente a parte final). :)

Moussaka com ovo, Kafta e Kibe cru.
"Moussaka com ovo, Kafta e Kibe cru."
Cheguei cedo, porém não havia mesa disponível, em razão das reservas. O senhor Sthepan (dono) explicou-me que haveria tolerância de 15 minutos de atraso para os detentores das reservas e após este período a mesa seria liberada. Resolvi aguardar. Passados 20 minutos ALÉM DA TOLERÂNCIA, este senhor negava-se a liberar a mesa. Ou seja, fiquei lá por 50 minutos, com mesa livre e com preferência ao cliente que reservou e NÃO HONROU O HORÁRIO. Sem clima algum, fui embora com minha esposa muito chateado.
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