Restaurante La Casserole

nota 4.2 de 5 em 16 opiniões
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Restaurantes Francês e Bistrô

| Rank: 12º de 90
Restaurante La Casserole
Mais na região Como chegar

Endereço: Lgo Arouche, 346, República - São Paulo , SP - Brasil - 01219-010

Telefone: 011 3331-6283 / 011 3221-2899

Preço: $$$$  (Mais que R$100)

Instalado no largo do Arouche, em frente às bancas de flores, o restaurante é um clássico na cidade. Um clima charmoso de antigamente, com garçons vestidos com terno branco e gravata borboleta, paira neste bistrô de Marie-France Henry, que man­tém a tradição também no cardá­pio.

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Pois é, em 2014 o La Casserole completa 60 anos. Ao entrar lá, você sente de cara toda a tradição do lugar: na decoração, nos garçons, no clima (até porque ele continua firme e forte no bem decadente Largo do Arouche). Mas o bom que a tradição lá não é sinônimo de ficar preso ao passado nem nada do gênero. Pelo contrário, o restaurante é bem vivo. Mas vamos à comida: como ele é meio carinho, eu só conheço o menu de almoço que eles servem durante a semana. Couvert, entrada, prato principal e sobremesa por R$ 49 - com água, café e 10% dá uns R$ 65. Não é exatamente barato, mas compensa totalmente pela qualidade da comida. Os pratos são clássicos franceses, em geral bem simples, mas feitos à perfeição. Por exemplo, o couvert: é só baguete, manteiga, palitinhos de cenoura e pepino e um patê de azeitona. Mas a baguete é daquelas com casca crocante e recheio macio, a manteiga é de primeira e vem na temperatura ideal, os palitos de cenoura e pepino vêm num pote de gelo para ficarem fresquinhos e o patê de azeitona... bom, só comendo pra saber. E esse cuidado com os detalhes se repete em tudo: folhas fresquíssimas na salada, carne sempre no ponto exato que você pedir e sobremesas sempre perfeitas (lá até uma simples goiabada com queijo vira algo inesquecível). Enfim, deu pra perceber que sou fã do lugar.
"Meia Noite
Em pleno Largo do Arouche
Em frente ao Mercado das Flores
Há um restaurante francês
E lá te esperei..."
O tal restaurante francês da linda composição do cantor Criolo (trecho da música "Freguês da Meia Noite") é o La Casserole. Inaugurado em 1954, o restaurante permanece no mesmo lendário lugar: em frente ao bucólico Mercado de Flores do Largo do Arouche, no centro da cidade. Por sua privilegiada localização e tradicional culinária, é um clássico endereço da cozinha francesa em São Paulo. Aliás, o clipe da música inclui cenas no salão do restaurante.

Como diz a própria letra, esperei bastante tempo pra conhecer esse bistrô. A visita acabava sempre sendo adiada por um motivo ou outro, até que aproveitei uma econômica chance de provar o Menu Executivo em um dia da semana (menu disponível de terça a sexta). Pelo valor acessível de R$46/pessoa, o menu conta com 3 opções de entradas, pratos principais e sobremesas. O cardápio muda a cada semana, obedecendo a sazonalidade dos ingredientes.

Vamos começar descrevendo o ambiente, para só depois chegar ao "grand finale". De fachada discretíssima, o Casserole é um autêntico bistrô em pleno cenário caótico paulista: é simples, aconchegante, de clima acolhedor e decorado com charmosos e delicados elementos típicos. Possui atendimento cordial e eficiente. Além disso, a cozinha reproduz desde os clássicos pratos franceses até os contemporâneos.

Sou fã da gastronomia francesa e apaixonada pela variedade de carnes, queijos, vinhos e pelo uso declarado e abundante da manteiga. É aclamada e reproduzida nas cozinhas do mundo todo. Aqui na múltipla capital gastronômica, não poderia ser diferente. Há vários pedacinhos da França espalhados por aí, mas apenas alguns lugares condizem fielmente com os verdadeiros bistrôs de lá. E posso afirmar que o La Casserole é um deles.

Partindo para o que interessa, pedimos o Couvert (R$10/pessoa): cesta de baguete italiana (deliciosa, aliás, a melhor coisa que comi na ocasião), bastões de cenoura e pepino (com pedrinha de gelo pra manter a temperatura fria), patê de azeitona e, claro, uma manteiguinha da boa.

De entrada, escolhi Vagens Salteadas ao Alho com Molho Bernaisé. As frescas vagens estavam no ponto certo, ou seja, al dente e crocante. O molho com base de manteiga (olha ela aqui outra vez, rs) também é saborosíssimo. A combinação não poderia ser mais feliz e eu adorei. O namorado escolheu Salada de Alcachofrinhas, Aipo, Cogumelos Paris e Vinagrete de Limão Cravo. Estamos até agora procurando os cogumelos e o vinagrete na saladinha que estava sem graça.

Os pratos principais foram: Entrecôte ao Molho Funghi com Couscous Marroquino e Omelete ao Gruyére, Fritas e Saladinha Verde. A carne ao ponto apresentou-se saborosa, porém demasiadamente fibrosa. E o couscous poderia estar mais molhadinho. Quanto ao prato de omelete: apesar de simples, estava super bem executado e gostoso.

As sobremesas fecharam de forma gratificante o almoço. O Pudim de Caramelo ao Perfume de Baunilha e o Mousse de Chocolate com Coulis de Damasco eram sublimes.

Falando das bebidas: bom, os vinhos são caros e decidimos ficarmos só na água mineral. Talvez se tivéssemos degustado um vinho, certos aspectos negativos teriam passado desapercebidos. Isso porque o restaurante, por toda sua história, tradição e relevância, é encantador e nos absorve em uma envolvente atmosfera dos anos 50.

Pra finalizar, caminhe pelo centro de SP. Mesmo precisando de uma revitalização, o centro é singular: construções antigas, pessoas caminhando freneticamente pra lá e pra cá e locais históricos como a Galeria do Rock. Não perdemos a oportunidade de entrar e babar nas vitrines recheadas de lindas camisetas de artistas consagrados, de tênis modernos e tantas outras peculiaridades.

Nesta mesma deliciosa andança, tentamos visitar a Torre do Banespa. É uma vergonha, mas nunca conseguimos chegar lá de carro. Parecia um negócio meio "Caverna do Dragão", rs. Entretanto, a enorme fila de visitação desanimou e decidimos deixar para outro dia, uma próxima resenha...

Aproveitando a deixa, afirmo que vale a pena conhecer a sua cidade. Muitos viajam e orgulham-se de conhecer diversos pontos turísticos pelo mundo afora. No entanto, não desfrutam nada daqui. Passeie, observe a pluralidade, vá ao teatro, usufrua das exposições e coma, coma bastante. Pois, citando Criolo novamente e o parafraseando: pode não existir amor em SP, só que existe muita comida deleitosa, ou seja, é quase a mesma coisa!
"Couvert"
Lugar tradicional, com mais de 60 anos. Bom, tudo muito legal, muito bem, mas temos fome. Muita fome. E “saco vazio não pára em pé”, já dizia o filósofo (só não sei qual filósofo criou essa pérola). Começamos molhando o bico com um vinho que o Jorge Bernardes vai lembrar perfeitamente qualé (porque eu não lembro), e depois aos pedidos.

O meu foi uma recomendação do Riq, um Gigot Aux Soissons, que vem a ser uma perna de cordeiro assado com feijão branco. Primeiro a preparação do prato……depois ele Prontinho da Silva. Espetacular, e como diz o Diego, esse prato é a minha cara porque eu adoro invenções e pirotecnias.

O Riq desde que chegou tava dizendo que ia de dobradinha e mocotó ao molho de vinho do porto. Acho que ele mandou muito bem, apesar de eu nunca ter tido coragem de provar mocotó. Talvez com um pãozinho e tal até role.Eu confesso que não recordo do prato de todo mundo.

Tudo bem que eu tenho memória de elefante, mas lembrar de oito pratos diferentes é muito casca! Só sei que o Diego pediu um entrecôte grelhado com manteiga de ervas, mousseline de mandioquinha e sautée de cogumelos……e o Gira ou o Márcio pediram esse filé mignon de vitelo, foie gras grelhado, molho de vinho do porto e batatinha dauphine. Tá lindo também!

O do Nick e o das meninas eu vou ficar devendo.As sobremesas foram outro caso à parte. O Riq gritou de lá que não ia comer, mas seríamos obrigados a pedir na mesa no mínimo um strudel. Foi contrariar o mestre? Lógico que não, e fiz muitíssimo bem.Muita risada, histórias de viagens com bebês, fotos e mais fotos do velho mundo e, lógico, comida de primeiríssima.

E como tudo isso tem um preço, 115 reais por pessoa dá conta disso. Valeu galera, e esperamos vocês todos aqui agora, ok?!
Sabe aquela velha história de “conquistar pela barriga”?Poizé, depois de um tempo como companheiro de gordices, o Brasil acabou me conquistando e virou meu namorado/companheiro de gordices.E o menino sabe o ponto fraco dessa que vos escreve e me levou pra jantar logo no começo do namoro.

Eu sou do tipo que fica feliz com um dogão da Sílvio Romero, uma salada da Bella Paulista, um teppan do Noborisushi na MESMA intensidade! Ele também sabe disso mas não mediu esforços ao escolher o restaurante.

A maior dificuldade foi a escolha do prato. Afinal, eu sou uma bela indecisa quando se trata de comida. Fiquei doida de vontade de provar o coelho (que eu NUNCA experimentei), mas nessa hora meu coração-que bate na barriga- falou mais alto e acabei pedindo o “arroz com feijão” mesmo. A fome era tanta que preferi garantir minha satisfação com o filet mignon a pedir o coelho e correr o risco de não gostar.

Apresento-lhes o “Filet Henri IV” - filé mignon grelhado com molho béarnaise e batatas “soufflées”.

A brincadeira custa R$48,00 mas é uma delícia! É a versão chique do bife com fritas ;) ! A carne estava bem macia e no ponto, e as batatas crocantes por fora e derretendo por dentro!
O Brasil pediu uma salada de entrada:
“Salade Forestière” - folhas verdes, shimeji e shiitake quentes, nozes e amêndoas. Por apenas R$24,50. Esse eu não provei, então ele terá que se pronunciar a respeito…

E ele depois pagou o pato! Literalmente! he he he - “Canard à l’orange”, ou, em bom português, pato ao molho de laranja!

R$43,50… isso mesmo. Por 2 pedaços de pato. Sem arroz, ou feijão… Francês é assim… gente fina come pouco, pessoal!!

Eu, particularmente, não curto pato. Já tinha provado no Japão o famoso “Pato de Pequim” -prato tradicional chinês- e não havia gostado muito. E confesso que esse também não me agradou muito, mas, nesse caso, não posso servir como referência.

A noite estava ótima e resolvi fechar com chave de ouro.
Siiiiiim, pedi a sobremesa:

“Cheese cake au mascarpone, compote de mirtilles” - nada menos do que cheesecake com blueberry!!! E garanto que igual esse você não encontra aqui em Sampa.

Apesar de ser um clássico de São Paulo, eu nunca tinha ido ao La Casserole e fiquei BEM feliz com o lugar. Me senti fora do padrão (estava no maior estilo praiana/verão 2011, com rasteirinha logicamente, isso foi comecinho mesmo do namoro, ainda era verão) mas fui super bem recebida pelo “maitre”.

Fica a dica!!
Faz tempo que queria conhecer este tradicionalíssimo restaurante. O La Casserole foi inaugurado em 1954 e oferece uma fina cozinha francesa.
A localização é muito conveniente para mim, já que fica no Centro, mais exatamente no Largo do Arouche. Embora seja conveniente para mim e esta área já tenha sido extremamente requintada no passado, hoje é uma região bem degradada.
Saí do Vale do Anhangabaú e caminhei até lá, passei por lugares lindos e tradicionais, pena que estão tão depredados e sujos. Bom, mas chegando ao La Casserole...
Salão bonito, bem decorado. A sensação que eu tive é que estava fazendo uma viagem no tempo. A casa é muito diferente dos bistrôs de hoje em dia.
O atendimento é bem cortês e atento.
Optamos pelo menu executivo que por R$ 46 oferece uma entrada, um prato principal e uma sobremesa e com mais R$ 10 você ainda leva uma taça de vinho. O couvert bem servido e que tem uma baguete deliciosa é cortesia. Achei isso um mimo que me conquistou.
Há 3 opções para cada um dos componentes do menu. Para a entrada eu optei por uma salada verde com laranja e camarão. Muito gostosa. O prato principal foi um linguini alho, óleo, bacon e brócolis coberto com finas lascas de parmesão. O ponto da massa estava perfeito. O tempero saborosíssimo. Uma excelente pedida. Eu não comi sobremesa optei por um queijo que também estava delicioso. Meus amigos pediram os doces e adoraram.
Por fim, o café bem tirado e de sabor marcante fechou o agradável almoço.
A conta final saíu por cerca de R$ 70. Não é um valor para almoçar todos os dias, mas vale a pena ir num dia especial.
Adorei conhecer a casa. Recomendo e voltarei.
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