39 opiniões Nota 3.8 de 5

Piratininga Bar

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  | Rank: 11º de 62
Piratininga Bar
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Endereço Rua Wisard, 149, Vila Madalena - São Paulo , SP - Brasil - 05434-080

Telefone 11 3032-... Clique para ver

Preço por pessoa $$$$  (De R$26 até R$50)

Inaugurado em 1992, é um bar pequeno e aconchegante. Possui um mezanino com música ao vivo, ideal para os casais. O cardápio é bem variado tanto nas cervejas, quanto em seus deliciosos petiscos. Todos eles trazem porções fartas, muito bem servidas no ponto certo. O bolinho de arroz é uma boa escolha.

Promoção

Aniversário: Levando 15 pessoas o Aniversariante e mais um convidado ganha o couvert artístico.

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Opiniões
Fui à primeira vez pelo restaurante esse fim de semana. Fomos em dois carros, e logo de início já percebemos que a rua, assim como os arredores, são extremamente movimentados, tornando não apenas difícil estacionar, como até mesmo circular. Não queríamos parar em estacionamento, embora houvesse milhares ao redor (todos muito caros, por volta de R$ 20). Descemos duas quadras e tinha uma vaga em uma pequena rua. Meu pai, com o resto da família, deixou o carro no vallet. O local em si é muito agradável, tem música ao vivo primeiramente instrumental, e depois com uma banda completa. Nos sentamos em uma pequena mesinha no andar de cima, reservada. Deve ser muito cheio, pois disseram que não poderiam segurar a reserva mais do que dez minutos. A clientela era variada, mais para meia idade. A comida estava maravilhosa. Pedimos apenas petiscos, mas várias porções, já que estávamos em sete pessoas. Um filet mignon com catupiry, uma porção de mandioquinha e outra de pastéis variados, e uma de bruschetta. Demorou por volta de 20 minutos para chegar cada uma delas. Pedimos sucos, que vinham em garrafas de 500mL, sendo possível dividir em duas pessoas. O preço é justo para a quantidade de comida que vem, ainda que um pouco elevado. O banheiro também era muito bonitinho e limpo. O atendimento foi ótimo, atencioso. Ao final, era aniversário do meu pai, por isso a banda cantou um parabéns personalizado para ele que nos marcou para sempre.
Minha primeira visita ao Piratininga, de muitas que virão, foi pelo 25º evento Kekanto SP. Tive ótimos momentos com pessoas ótimas, como em todos os eventos do Kekanto!
O ambiente é bem legal, puxando para o rústico/antigo com tijolos expostos madeira, um carro antigo na porta, o qual foi sorteado um passeio nele pela região no dia!
Eu gostei bastante do bar, achei aconchegante, simples, bom para ir com amigos, beber conversar e curtir uma banda ao vivo. No dia, quinta-feira, estava rolando o show de uma banda, que tocava rock/pop e o som dos caras era bem bacana, fiz até um videozinho e conversei com o vocalista que era muito gente boa, pedindo autorização para isso (link da banda do Raul Coutinho que estava mandando um somzinho ao vivo https://www.facebook.com/photo.php?v=3117099101736&set=vb.1692266946&type=3&theater ) .
De dia de semana é cobrado 12 contos do couvert artístico e aos fins de semana e feriados é cobrado 15 contos.

Eu gostei dos salgados, simples, porém mesmo os bolinhos fritos eram bem sequinhos, os preços dos salgados e dos petiscos eram normais, nem muito barato nem muito caro, o cardápio tinha sushi, o qual estava bem razoável, considerando que sou bem exigente para comida japa. O preço das bebidas também é bom e para quem curte “entornar”...( Você pode encontrar informações mais específicas no cardápio deles – link: http://www.piratiningabar.com.br/images/cardapio_piratininga.pdf
.

A única coisa chata é que o estacionamento de lá não aceita cartão.
Fui para relaxar com minha esposa num sábado a noite. Comemos algumas porções, vinhos e cerveja importada.

A bebida estava no ponto, a porção era feita com "matéria prima" selecionada. O atendimento foi, paciente, rápido e eficaz. O público é composto por pessoas educadas e gentis, se acordasse lá sem saber como cheguei ao local não diria que estava no Brasil.

Tudo a um preço pouco acima do padrão, mas não me importaria de pagar o dobro.

Alás o trio de jazz que se apresentava no dia seguia o mesmo padrão do Bar.
Conheci o Piratininga Bar graças ao evento do KK.
O bar não é muito grande, mas em compensação é bem aconchegante. Luz baixa, mesas pequenas, tudo bem arrumadinho e acolhedor.
Possui mesaninos e na parte superior música ao vivo. O cardápio conta com uma parte reservada aos pratos japoneses, o q eu achei bem legal.
Os preços são razoáveis, a média do q se cobram na Vl Madalena.
Muito bacana os instrumentos presos a parede, inclusive me amarrei num balão que tem bem no meio do teto...hahaha, achei super divertido.
O bar lembra muito uma casa estilo jazz. Possui club de whisky e o atendimento é muito bom.
Conheci o Piratininga em um evento do Kekanto. A casa não é das maiores e nós nos acomodamos no mezanino, perto do piano e da escada. O estabelecimento me pareceu bem aconchegante,preservando características como as das casas antigas que havia na cidade, etc. Creio que este bar recebe um público bem variado, entre amigos, casais, jovens e pessoas mais maduras.

Os petiscos eram muito saborosos e fresquinhos, ponto positivo. O ponto negativo fica por conta do chopp que não veio tão gelado como esperávamos e com muito colarinho. No cardápio observei que os preços não são lá muito animadores, mas com o desconto oferecido em alguns pratos no dia acho que até valeria a pena experimentar. Para que gosta, a casa serve alguns quitutes orientais. O atendimento estava um tanto quanto "embaraçado" mas todos os pedidos chegaram corretamente, às vezes só com um pouco de demora.

Ao entrar e sair, percebemos que do lado de fora, onde há algumas mesas, há um aquecedor que deixa o clima bem interessante, mesmo numa noite chuvosa como naquele dia. Gostei bastante do jeitão de bar tradicional do Piratininga; recomendo para quem gosta de uma boa música, em um bom local e não está preocupado em pagar um pouco mais por isso.
Levei muito tempo para conhecer um dos bares mais emblemáticos da Vila Madalena: o Piratininga. Localizado numa casinha centenária na Rua Wisard, o local parece já não atrair tanto as novas gerações e, de certo modo, foi sendo um pouco esquecido no meio do batalhão de novos estabelecimentos que abrem no bairro toda a semana.

Em parte isto se deve a uma mudança no perfil do público, mas principalmente, pelo o aumento significativo da concorrência. O Piratininga é como um templo de resistência de uma boemia romântica e idealista cada dia mais rara (infelizmente) – movida outrora por uma velha-guarda profissional.

Algumas adaptações talvez sejam fruto de uma tentativa de atrair um público distinto do habitual, como por exemplo, oferecer comida japonesa (o próprio local se vende hoje em dia como Piano-sushi). Um piano-bar, com tema de anos 30 e comida japonesa é algo realmente inusitado. Eu acabei – de tanto conversar com a galera no evento do Kekanto, o qual eu estava presente – não comendo nem os quitutes japoneses, nem outras opções do cardápio. Não pude avaliar a comida, portanto.

O Piratininga está na Vila Madalena desde 1992 e como o próprio site do local revela, foi o primeiro bar a oferecer chope na região (os barris tinham de ser comprados diariamente na própria distribuidora, pois não havia entrega no bairro). No aconchegante e charmoso salão do piano-bar também já passaram muitos músicos (o local sempre teve uma forte veia musical, com apresentações todos os dias).

É inquestionável o encanto do lugar, que exala história. O seu maior bem está, creio eu, na própria equipe. A começar pela clássica figura do barman Passarinho – que deveria entrar no rol dos personagens mais importantes da noite paulistana. E também pelos garçons especialíssimos, de verdade, difíceis de encontrar hoje em dia em que tudo é muito padronizado e artificial. Não poderia deixar de citar, igualmente, a simpatia e receptividade do casal que comanda o pedaço, os jornalistas Vera e Pedro.

Parei para trocar uma ideia com o Pedro – ele no uísque e eu no chope – junto ao longo balcão de madeira do bar, que me revelou (apontando para o formato ondulado), foi construído por suas próprias mãos a partir das sobras de material do teto – após uma reforma realizada no local.

O que seria apenas uma conversa rápida acabou por durar uns quarenta minutos! E isto porque eu tinha hora para ir, do contrário poderia ter esticado o papo agradável até a madrugada. Sem dúvida nenhuma só um bate-papo com o Pedro ali no balcão, ou nas mesinhas da calçada, a tomar umas doses de uísque, já vale um retorno.

Pedro ainda sustenta um velho ford 29, impecável, que deixa estacionado na porta do bar para dar umas voltas com os clientes pelo bairro. Tive a oportunidade de rodar um pouquinho no carro, num passeio cheio de emoção pelas ladeiras da Vila Madalena. Muito legal!

Por sua tradição, sua equipe e seu ambiente encantador, a passagem pelo Piratininga é obrigatória a todos que desejam se aprofundar mais na história da boemia de São Paulo.
Ambiente muito gostoso e despojado, bom para casais ou mesmo com casais de amigos. Boa música ao vivo, só um pouco alto para conversar, se a casa estiver cheia.
Ficamos no mezanino, pertinho do cantor. CCR, e outras bandas do gênero foram cantadas. Os salgados servidos no evento do kekanto deixaram um pouco a desejar, tanto é que eu estava pensando em levar amigos hoje, resolvi escolher outro lugar por causa desse detalhe.
Há mesas na calçada para os fumantes, incluindo um aquecedor o que torna esse cantinho mais aconchegante. Como fui ao evento, não paguei o couvert artístico.
Em mais um evento promovido pelo Kekanto, a galera esteve presente para conhecer a casa e experimentar os comes e bebes.

Local bem legal, e que ao menos para mim aparentava ter quatro ambientes diferentes: algumas mesas em frente à porta do bar, com um quentinho MARAVILHOSO dos aquecedores; mesas logo após a entrada bem em frente ao balcão do bar, que também tinha umas banquetas; mesas ao fim do primeiro lance de escadas, e por fim o mezanino logo após mais um lance de escadas: era ali que ficava um charmoso piano, e onde os músicos da noite tocavam, por sinal MUITO BONS!

Rock do bom era tocado no melhor estilo "unplugged": U2, Creedence Clearwater Revival, Foo Fighters e outras bandas tiveram suas músicas primorosamente tocadas no violão e acompanhadas por uma suave bateria (aquela caixa e umas baquetas todas diferentes)... boa roqueira que sou gostei muito!

Com uma decoração super bacana, o projeto de iluminação propiciava uma luz toda especial, que criava um clima de paquera aos solteiros e romance aos casais... e para quem nem se ligou ou captou a aura "love is in the air", ou seja, para o pessoal que só estava revendo amigos e curtindo uma cervejinha e uns bons drink, a luz baixa acalmava qualquer vestígio de estresse causado pela correria do trabalho.

Infelizmente não poderei opinar a respeito das bebidas alcóolicas, porque a medicação que estou tomando era incompatível com álcool: tomei apenas dois sucos de abacaxi bem caros (R$ 8,50), e que ainda por cima não estavam bons... Aliás, não vi vantagem alguma para os abstêmios acompanharem seus amigos, porque a tônica Schweppes custava absurdos R$ 6,80 e o refrigerante R$ 5,20! Ok, o foco de um bar sempre será o álcool, mas não precisa arrancar o couro de quem não curte um bom goró. Eu também achei as porções extremamente caras, e preferi sair de lá com fome... não tive coragem de desembolsar R$ 22,00 nas porções comuns.

Enfim, o lugar é legal mas não sei se voltaria pelos valores do cardápio... de qualquer forma curti a visita! Não dou mais estrelas porque não tive uma experiência mais completa... =)
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