Pinacoteca Café
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Endereço Praça da Luz, 2, Luz, Bom Retiro - São Paulo , SP - Brasil - 01120-010

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Opiniões
Sempre gostei de ir a museus e "provar" os seus cafés. O Pinacoteca Café não está nos meus preferidos cafés-restaurantes de museu, mas tem um custo-benefício bem melhor que outros do gênero (que costumam ser caríssimos).

Há opções de comprar salgados e doces em um "buffet" variado ou pedir os pratos do dia caso queira algo mais consistente. Já almocei duas vezes lá e não me arrependi. A qualidade dos risotos e massas é muito bom, com um preço em torno de R$ 25-30.

Além disso, o ambiente é agradável porque você pode ter a visão do Parque da Luz e sentir um pouco de verde - em pleno centro da cidade.

Vale uma visita!
Posso confessar que me sinto verdadeiramente rico quando estou nesse lugar. E não digo isso pejorativamente falando, mas, pelo fato de estar em um ambiente culturalmente afortunado. Estar cercado de arte, que representam o ápice da criatividade e genialidade humana, é de mudar o humor de qualquer pessoa!

Contribuindo para este maravilhoso estado de espírito, o Café Pinacoteca nos oferece um ar bucólico e aprazível, principalmente em se estando no ambiente externo, junto ao jardim da luz.

O que entristece um pouco, é o atendimento pois, vê-se o despreparo das atendentes e como elas agem "por obrigação" e sem simpatia. Motivos para isso podem haver, sem dúvida, mas em qualquer ocupação profissional, o comportamento tem de ser exemplar e deve-se fazer o seu melhor para progredir como profissional e pessoa... Mas, nem todos agem assim, é uma pena.

Isto, contudo, não diminui o lugar. Pois, volto sempre a frequentar por estar em um ambiente que é um dos melhores de São Paulo.
Fica dentro da Pinacoteca, no térreo, com área externa com mesas e ombrelones com vista para o parque. Sentamos após a chuva ter passado por um bom tempo, mesmo assim, muitas cadeiras ainda estavam molhadas. O serviço é fraquinho, principalmente no caixa. Além do café, tem doces e refeições. O café espresso custa 3,50 e o com leite 3,80. Muito bom.
Café fica dentro da Pinacoteca, muito caro pela qualidade. Funciona como self de bolos e doces, achei péssimo o bolo e torta expostos sem proteção. Pedi um cappuccino que estava horrível, nunca aconteceu de não conseguir tomar mesmo que não estive tão bom. Atendimento também deixou muito a desejar. Pelo preço salgado deveria ser bem melhor. Não volto mais!
A visão daquele grupo de mesinhas com guarda-sóis verdes ao lado do belíssimo prédio da Pinacoteca é mais do que convidativa. A imagem lembra os cafés de Paris, de Viena, de Buenos Aires ou, ainda melhor, da São Paulo de décadas passadas, que só existe hoje nos retratos em preto e branco.

A Pinacoteca em si é um convite ao olhar. Seu prédio, de uma arquitetura espetacular, foi projetado por Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi para ser a sede do Liceu de Artes e Ofício, a quem pertenceu até 1921. Ele já valeria o passeio, ainda que não houvesse quadros em suas paredes.

Mas há. Fundado em 1905, é o mais antigo museu de arte da cidade e abriga cerca de 5 mil obras de arte brasileira, com destaque para artistas da virada do século XX, como Eliseu Visconti e Almeida Junior e para modernistas como Victor Brecheret, Lasar Segall, Di Cavalcanti e Anita Malfati, entre outros.

Confesso que minhas memórias mais vivas do local são auditivas, vindas de histórias contadas por minha mãe, da época em que estudou naquele prédio nos anos 60, quando a Pinacoteca abrigava em suas dependências a Escola de Belas Artes, o que ocorreu durante quase meio século, de 1944 a 1989.

Do mesmo modo conheci histórias ainda mais distantes – estas contadas por parentes mais velhos – de quando o prédio se tornou um quartel-general para os revolucionários paulistas de 1932. Seja como for, andar por ali é passear pela cultura e pela história deste estado.

Então, em algum momento desse passeio você é capturado pelo olfato. É o cheirinho do café (talvez o símbolo maior dessa São Paulo de outrora), que sai da pequena cafeteria no subsolo e exala pelo cantinho do museu, convidando os visitantes para momentos tão ou ainda mais agradáveis em suas mesas.

Mais do que um cafezinho, o Café da Pinacoteca traz ótimas opções para o paladar, seja para um lanche ou um almoço rápido.

Há sanduíches batizados com nomes de artistas como o Picasso, feito com queijo fundido, peito de peru e salada ou o Klee, que além de uma salada bem variada acompanha um pedaço de torta de frango ou de palmito.

Há saladas que valem por pratos, como a que leva folhas verdes variadas, peito de peru defumado, nozes, tomate e queijo fetta, a que é feita com folhas, salmão defumado, gomos de laranja e cuscuz, ou ainda a de folhas verdes, farfalle, mussarela, tomate, manjericão, champignon e molho de ervas.

E há ainda ótimas massas, como a lasanha de presunto e queijo à bolonhesa, o ravióli de mussarela com molho de tomate e manjericão ou o penne com molho de cogumelos e gorgonzola.

Mas ainda se trata de um café e, portanto, o melhor mesmo é aproveitar as opções da bebida, seja com expressos, capuccinos ou saborosos coquetéis, que podem ser acompanhados de salgados, quiches, pães de queijo etc.

Aproveite o momento para descansar a mente e aproveitar a tranqüila vista do Parque da Luz – com seus jardins simétricos de inspiração francesa, da suntuosa Estação da Luz – cartão postal paulistano que fica bem em frente, e da própria Pinacoteca – que tantas vezes passamos em frente com a distante promessa de um dia visitá-la.

É difícil, no entanto, não se entristecer com o fato de o café ser totalmente cercado por uma proteção de ferro e vidro. Ela é necessária para evitar que os clientes sejam assaltados, saiam sem pagar a conta ou tenham que conviver com a incansável abordagem de pedintes. Ela deixa, porém, bem evidente para todos, o quanto andamos para trás – em todos os sentidos.
Começando pelo começo: a entrada. Se entra pelo café apenas por dentro da Pinacoteca, descendo até o térreo (um andar abaixo daquele andar da entrada). Só que não existe nenhuma indicação. E há uns anos atrás se entrava pelo próprio Jardim da Luz, então pode confundir visitantes antigos (foi o meu caso) e também os novos. Só quando se desce a escada é que se vê uma plaquinha indicando a cafeteria, mas aí você precisa ter ou a curiosidade de descer a escada ou perguntar pra um funcionário. Uma indicação no saguão seria bem vinda.

Sobre o self service de salgados, que foi o que eu provei: o sistema de self service é bom, mass... o salgado que eu peguei estava frio. E definitivamente não valia o preço. O atendimento parece ok, mas não chamou a atenção.

Enfim... tem mesinhas que dão pro Jardim da Luz, a Pinacoteca é linda e blablablá, mas o café em si não se sustenta (ao menos de acordo com o que eu pude provar). Se fosse o mesmo café sem o apelo de estar onde está teria bem menos graça. Não vale tudo isso não.
Primeira opinião do lugar
Local muito agradável, vista muito bonita para a Praça da Luz, pessoal prestativo e atencioso, mas infelizmente, os arredores da Estação da Luz, é perigoso, mesmo na praça, uma pena, pois é muito bonito e os funcionários da Pinacoteca e do Museu se esmeram para termos uma boa impressão de tudo, mas somente podemos ter essa boa impressão desses locais na parte interior e pouco por fora. Aguardemos a renovação da Prefeitura de São Paulo com o Projeto de Revitalização da Luz.
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