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Pateo do Collegio

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Pateo do Collegio
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Endereço Largo Pateo Do Colégio, 2, - São Paulo , SP - Brasil - 01014-030

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Bem no centro da metrópole, o Pateo do Collegio sobrevive em meio aos arranhacéus, bancos e indústrias que abrigam a capital. Abriga o museu, a cripta de José de Anchieta, a igreja no local onde foi realizada a primeira missa da cidade e uma biblioteca.

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Opiniões
Amo esta cidade. Como ela é, não como ela está. Pode melhorar muito. Mas, ir ao Pátio do Colégio, seu primeiro endereço oficial, olhar em volta, ver aquele resto de edificação de época, sentar, tomar um café olhando aquele jardim.... propicia um delicioso mergulho nas várias épocas que esta cidade viveu. Tudo pode ser visto em 10, 15 minutos. Aconselho conceder mais tempo a esta experiência.
O pateo por si só é rico em história. Abriga o Museu Padre Anchieta e o bonito edifício histórico do Tribunal da Justiça, bem próximo da estação de metrô Sé.

Foi ali que a cidade começou a surgir e poucos metros adiante fica o famoso Impostômetro. Quem visita o jardim do Museu Padre Anchieta consegue ver grande parte da cidade, pois o local fica em um ponto alto.

Tem obelisco no centro do pateo e a polícia costuma de juntar por ali durante o dia, assim como os skatistas.
Bom... é o berço dos Paulistanos, foi praticamente ali que a cidade começou, por isso é considerado o marco zero , bem na região central ali tem um museu onde conta a história da conquista jesuíta (objetos da época) e a catequização dos índios.
Tem tbem a igreja anexo ao Museu Padre Anchieta, onde são selebradas missas (não sei horários).
Realmente é uma parada obrigatória para quem quer saber um pouco mais sobre a história de Sampa.
O Pateo do Colégio é o marco zero da construção de São Paulo. Lá foi iniciada a catequização dos índios que aqui já habitavam e, por consequência o povoamento da cidade. Depois de ser sede de órgãos do governo estadual, hoje é um ambiente cultural, aberto para visitas ao edifício e à biblioteca com escritos raros, etc. Como boa parte do centro da cidade, pela manhã o lugar não é muito limpo, mas todos os dias a praça é lavada por funcionários da prefeitura. À noite torna-se um lugar perigoso para se andar sozinho. Apesar dos pesares, é um lugar de parada obrigatória durante um tour pelo centro da capital paulista.
Além de ser o marco inicial no nascimento da cidade de São Paulo, o Pátio do Colégio relembra o local escolhido para iniciar a catequização dos indígenas, entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú. Construído no dia 25 de janeiro de 1554, foi palco da a missa que oficializou o nascimento do colégio jesuíta pelo então noviço Anchieta e pelo padre Manoel da Nóbrega. Em 1556, o padre Afonso Brás, removeu a antiga cabana feita de palmas para construir, em taipa de pilão, o colégio e igreja anexa, a terceira edificação foi erigida em taipa de pilão e pedra na segunda metade do século XVII, sendo gradativamente descaracterizado por reformas sucessivas, principalmente as realizadas no final do século XIX, pois o Pátio serviu também de sede ao governo paulista entre os anos de 1765 e 1912 além de palácio dos Governadores, após a expulsão dos jesuítas.
Demolida a construção, em 1953, o conjunto atual é parte de uma reformulação baseada na ereção do colégio segundo os moldes originas do século XVI e atualmente abriga o Museu Anchieta, além da Biblioteca Padre Antônio Vieira e o café do Páteo. A nova construção é sede de casamentos, missas e cursos livres com temática religiosa, é um ótimo lugar para se refletir sobre a construção da cidade de São Paulo, e, mesmo que não abrigue as paredes de taipa e não seja a construção original, remete ao estilo colonial português e é um marco essencial à memória da presença dos jesuítas nas terras paulistanas.
Se você não conhece o Pátio, não conhece a cidade. Que tal começar do Zero?
O marco zero da cidade fica na praça da Sé, entre as Palmeiras Imperiais em frente a Catedral da Sé, mas foi a primeira construção erigida, uma choupana de noventa metros quadrados.
No local ainda existe o museu Padre Anchieta que guarda uma parte do acervo da Cia de Jesus, com Arte Sacra, o relicário Baldaquino e pinacoteca de quadros restaurados dos séculos XVII, XVIII e XX.
Todo terceiro domingo do mês às 11 horas são oferecidas atividades culturais gratuitas. O público adulto pode apreciar concertos e apresentações de grupos folclóricos, já as crianças participam de uma série de oficinas de arte e história, teatro de fantoche, caça ao tesouro etc. Abriga ainda a Biblioteca Padre Antônio Vieira que é especializada em história do Brasil e da Companhia de Jesus. Possui possui seis mil títulos catalogados e mais sete mil em catalogação.
Destino obrigatório de excursões escolares e turistas que querem conhecer os principais pontos turísticos da cidade.

Trata-se do local onde foi levantada a primeira construção da capital, a qual tinha o intuito de catequização dos índios. Ainda há fragmentos da época do colégio jesuíta, de meados do século 16.

No local ainda são celebradas atividades religiosas e culturais, como: misas, casamentos, retiros, cursos, consertos, museus e visitas supervisionadas.
Um ótimo lugar cultural para passear, de fácil acesso, já que é próximo da estação Sé do Metro, um lugar muito bonito e culto, um grande monumento sobre a criação de São Paulo.
Visitar essa obra prima e como voltar ao passado e ver móveis e utensílios da época, um passeio garantido, que engrandece a cultura da família. Dando para as crianças novos temas para desenvolver seus pensamentos sobre a realidade de tempo.
Foi aí que nasceu São Paulo, segundo conta nossa história.

Visistei essa atração turística apenas uma vez. Ela é bem simples: na frente, um grande espaço vazio, o pateo; dentro, um caafé e um espaço dedicado à história do local e de SP.

Duas coisas me chamaram a atenção quando visitei: um resquício da parede original do prédio do século XVI, quando ainda se utilizava a técnica do barro para preencher a estutura de madeira; e a peculiar visão que se tem de São Paulo a partir de um terraço na parte de trás do prédio.
O Pateo do Colégio foi o "embrião" da principal cidade da América Latina. Com certeza seus fundadores, em especial os Jesuítas Padres José de Anchieta (Beato Anchieta) e Manoel da Nóbrega não imaginavam em que se transformaria este vilarejo inicial (tampouco a catastrófica decisão de fundar uma cidade aqui, não se conhecendo o futuro da cidade que sofreria constantes inundações por suas características geográficas e hidrográficas).

Do original prédio do século XVI resta apenas uma parede edificada em taipa de pilão preservada por entre uma vitrine. A vista do páteo nos mostra o vale do Anhangabaú, o Palácio das Indústrias, de um ponto alto e privilegiado.

A igreja anexa é demasiada simples, tal qual o estilo de vida jesuítica, miserável (um contraste com o que se observa do Vaticano - rico e imponente [sinal de hipocrisia, certamente, usando a religião como poder de dominação e regência]). Dentro da igreja há uma pequena capela dedicada ao Pe. Anchieta com exposição de sua túnica original, um fêmur que acredita-se ser do Beato e um altar esculpido e com pintura em tinta de ouro.

Vale a pena conhecer.
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