Matrix Bar

Balada na Vila Madalena para quem curte rock alternativo
nota 4.1 de 5 em 16 opiniões
| Rank: 51º de 226 | Baladas e Boates

Endereço: Rua Aspicuelta, 459, Alto de Pinheiros - São Paulo , SP - Brasil

Telefone: 11 3814-6056

Preço: $$$$  (De R$51 até R$100)

A balada MATRIX está no coração da Vila Madalena e atrai um pessoal bem descontraído de 20 a 30 anos, que curte rock indie/anos 80/ british bands, etc. O local é pequeno, está dividido entre: bar, pistinha e snooker. Ambiente escuro, com som divertido e cheio até as 5:00. Mulheres não pagam entrada, apenas homens.

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Opiniões dos consumidores

Uma baladinha meio old school no meio da Vila Madalena.
Acabei indo neste lugar depois de não conseguir entrar no NOLA de tão cheio.
O local estava nem cheio , nem vazio.
Galera mais velha, cheia de energia pra dançar e se divertir.
O ambiente não é nem muito grande e nem pequeno demais. Bar fácil de acessar. Não me lembro do preço das bebidas, mas o lugar é bem dançante.
Mulher não paga entrada e a entrada dos homens é convertida em consumação.
Tem uma parte do bar q tem mesas de sinuca, mas nem cheguei a ir lá.
Pra fumantes, é necessário sair na rua.

O Matrix foi a primeira casa noturna que conheci em São Paulo e não existe palavras pra descrever o quanto eu amooooo e sou fascinada por esse lugar, que com certeza é umas das baladas com o maior número de pessoas esquisitas por m², haha.

Localizado na Vila Madalena, de cara, você não acredita que aquilo possa ser uma balada. Pois, logo na entrada, no primeiro ambiente, você encontra somente um bar e várias mesas e cadeiras. E só quando você passa pro segundo ambiente, é que se encontra a pista de dança (minúscula, por sinal), seguido de um espaço para os banheiros, e lá no fundão o maior ambiente, com chapelaria e várias mesas de sinuca pra galera descontrair.

Da primeira vez que fui, cheguei bem cedo, em torno da 00h e de cara, fiquei completamente decepcionada, pois a casa estava vazia e só tinha uma dúzia de crianças dançando na pista. Conforme a madrugada ia chegando, essas crianças simplesmente sumiram, dando lugar pra muita gente bonita, eclética e animada. Por volta das 03h da manhã, a pista estava intransitável, e eu, completamente apaixonada por aquilo tudo.

A música é excelente e diversificada, variando do rock ao indie, do grunge ao glam. E, como se pudesse ficar melhor, o Dj coloca a banda Placebo pra tocar, levando a galera ao delírio. Até então, eu nunca tinha ouvido minha banda favorita em balada nenhuma, e quando resolvi ir até a cabine parabenizar o Dj pela set list maravilhosa, descubro que o querido Fabiano Bulgarelli é meu conterrâneo, lá de Maringá (explicado o bom gosto musical, haha).

A entrada geralmente é free para as meninas. Os homens pagam de R$20,00 a R$40,00, com consumação total. E lá dentro as bebidas não são tão caras, se comparada a outras baladas de São Paulo. O legal também é que você pode entrar e sair a hora que bem entender, até porque lá não existe uma área de fumantes. Então a galera sai, fuma o seu cigarro, bate um papo e volta para a balada.

A senhora que cuida da chapelaria é uma figura!!! Super animada e sem "papas na língua". Toda vez que vou pro Matrix, converso um pouquinho com ela.
Tá esperando o que pra dar uma passadinha por lá? Corre...

Conheci a Matrix no aniversário de uma amiga , eu que não sou muito fã de rock a principio não curti muito , mais o som que toca lá é bem diferente dos normais , gostei bastante a casa tem 2 ambientes , uma pista ampla , o pessoal que frequenta é bem alternativo , porém muito legal , a cerveja long neck é 8,00 e a entrada mulher vip e homem 20 com consumação. Recomendo.

Se você procura uma balada boa e barato, esse é o lugar. É um lugar simples, mas tem seus atrativos, o valor da entrada é totalmente consumível, os preços são camaradas, tem pista de dança e sinuca. toca muito rock de todos os tempos, comparece uma galera animada, principalmente no sábado. Eu curto, costumo ir bastante lá.

“Load up on guns, bring your friends / It’s fun to lose and to pretend / She’s over bored and self assured / oh, no, I know a dirty word”… O som do Nirvana explode dentro da casa. O público canta junto, aos berros, algo sobre reunir os amigos e se divertir com eles, recusando as outras opções que o mundo tenta lhes impor. Isto é Matrix.

Em comum com o filme, talvez apenas a lembrança de uma cena em que Morpheus descreve a “Matrix” a Neo como a vaga intuição que ele teve durante toda a sua vida de que “há algo de errado com o mundo”. E pára por aí. O pequeno bar surgiu antes, com propósitos totalmente distintos e uma inspiração que vem de longe, muito longe.

Foi em 1965, no auge da psicodelia e em plena San Francisco – a “Meca” da geração flower power – que o cantor Marty Balin fundou, ao mesmo tempo, o bar Matrix e a banda Jefferson Airplane, reunida originalmente para ser “a banda da casa”.

Frequentado por conhecidos nomes da chamada “contracultura” – como o jornalista Hunter S. Thompson ou o cientista Tomothy Leary – e principalmente por grandes músicos, o bar logo se tornou uma lenda, mesmo tendo resistido somente até 1972.

Não à toa, diversos discos gravados ao vivo naquele local se tornaram grandes preciosidades, como “Early Steppenwolf”, da banda homônima, “1969: The Velvet Underground Live”, “Live at Matrix 1967”, dos Doors, “Cheap Thrills”, do Big Brother & Holding Company, com Janis Joplin nos vocais, ou “Return to the Matrix 02/01/68”, do próprio Jefferson Airplane.

Foi 30 anos depois disso, em 1995, que o conhecido “boa praça” Gigio – apelido de José Francisco Wornicow Borges, um gaúcho filho de oficial da aeronáutica e descendente de russos, portugueses e líbios, mas radicado em casas paulistanas como o Superbacana ou a Dead Temple – resolveu montar no coração da Vila Madalena, como uma homenagem à lendária casa californiana, o Matrix.

A casa da Vila mantém seus propósitos: o espírito da contracultura está lá, intacto, mantendo no ar uma espécie de crítica anárquica contra a ordem vigente. E o pessoal segue o clima, abusando do esquema “jeans e camiseta” e descartando qualquer produção.

É um local pequeno e despojado, com ambientes divididos entre um bar, uma pista de dança e um salão com mesas de bilhar. Eles são interligados por corredores cobertos por cartazes de shows de Elvis, Nirvana, The Doors, Beatles, David Bowie etc, que deixam bem claro que tipo de coisa você encontrará ali.

O bar do Matrix é básico e bom, sem grandes invenções – salvo por eventos com barmen contratados ou tequileiras – mas com preços justos e variedade mais que suficiente (vale destacar inclusive que esta foi a primeira casa noturna da cidade a vender energéticos). Como de um modo geral as mulheres não pagam para entrar e os homens têm seu custo de entrada revertido em consumo, o balcão acaba trabalhando ativamente, inclusive com grande produção de porções e sanduíches.

O charme da casa é a “sala dos fundos”, onde ficam as mesas de bilhar. É ali que acontece o “aquecimento” para a noite, enquanto a pista não enche. Há boas e animadas disputas nas caçapas, mas também é possível só trocar algumas tacadas para descontrair, evitando ficar “de bobeira” esperando as coisas começarem a acontecer. E se as mesas estiverem ocupadas é a chance para bisbilhotar as diferentes peças do pequeno brechó que funciona ali dentro.

Mas a verdadeira razão da casa, o que faz ela “ferver” mesmo, é a pista de dança. Minúscula, escura e sem grandes artimanhas além de um globo e algumas luzes, ela começa a lotar bem depois da meia-noite e segue cheia até quase de manhã, povoada por um público sedento de uma única coisa: o bom e velho rock n’ roll.

Das pick-ups desde sempre comandas pelos DJs Aldo e Fabiano Bulgarelli saem petardos que põem o público para dançar ao som dos “jovens” Arctic Monkeys ou dos “clássicos” Stones, passando por Blur, The Cure, Van Halen, Smiths, Ramones e muito, muito mais. O que se quer dali é apenas isso: músicas autênticas de ídolos que não foram fabricados. Razão de sobra para a pequena pista ser uma das mais felizes da cidade.

Assim, já no meio da madrugada e sem que a música pare de estourar as caixas e os ouvidos do público (que quer é mais), Kurt Cobain segue dando seu recado: “With the lights out it’s less dangerous / Here we are now, entertain us / I feel stupid and contagious / Here we are now, entertain us!”
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